|
|
ABUSANDO
-
Associação Brasileira de Usuários de Numeração IP & Assinantes
de Domínios |
Presidente
da Fapesp abocanha novamente em 06/06/2009
um total de R$ 2,25 (dois reais e vinte e cinco centavos) da conta bancária
de uma empresa paranaense (clique aqui).
Se a sua empresa tiver conta bancária fora de São Paulo: tome
cuidado!
Ladrões
costumam apagar rastros e provas.
O CGI.br também (veja aqui)
(25/06/09)
Internauta indignado com a Máfia de Trieste
do CGI/NIC/Registro.br: "Quanto as
Universidades Anhanguera pagou ao barbudo arrogante Getschko para ele permitir
uma coisa destas? Está mais do que claro que o endereço www.vestibulares.br
é totalmente irregular! O CGI cria suas próprias regras e
ele mesmo as viola, isto é um tapa na cara dos internautas Brasileiros,
até quando teremos que aturar esses desgraçados fazendo
o que bem entendem com o registro de domínios no Brasil?"
Detalhes aqui. (24/06/09)
Internauta indignado com o grampo na internet brasileira (aqui);
internauta indignado com a Fapesp (aqui); internauta
indignado com os leilões irregulares (aqui).
(24/06/09)
Além do Demi, agora o Sr. Gadelha do Ministério de Ciência
e Tecnologia vem trapaceando os integrantes da Abusando. Ao fazer a consulta
da situação do domínio “notoriorussobarbudo.com.br”
e de qualquer domínio brasileiro aparece desde 01/07/09 com "permissão
negado". Além disto todos os IPs (endereços de internet)
da região também foram bloqueados para consulta detalhado
de domínios pelo Sr. Gadelha (clique aqui).
É para evitar que as trapaças de domínios feitas pelo
CGI.br (clique aqui, aqui
e aqui) sejam descobertos. A gang
age como se fossem ladrões ao esconder as trapaças e o dinheiro
de internet, cerca de R$ 400 milhões (clique aqui)
(02/07/09)
A roubalheira do CGI.br foi denunciado em 05/04/2005 e 12/04/2005 para a
presidência que encaminhou para o Ministério de Ciência
e Tecnologia. Mas o ministro em vez de averiguar mandou em 29/04/2005 a
denúncia do CGI para o próprio CGI averiguar e tudo virou
em pizza (clique aqui). Posteriormente em 26/09/2005
o ministro ainda chamou o denunciante de irresponsável por ter denunciado
o sumiço de R$ 100 milhões. Confirmou que os R$ 100 milhões
extorquidos na época FHC continuam parados a 3 anos na conta (isto
em 2005), mas não explicou aonde foram parar os outros R$
100 milhões extorquidos entre 2003 a 2005 (clique aqui).
O assunto virou caso de Polícia com as provas do sumiço enviadas
em 12/2005 para a Polícia Federal Divisão Fazendária.
Detalhes aqui e veja um depoimento aqui.
Além do ministro encobrir o sumiço do dinheiro de internet
na época ainda trocou no CGI.br o Sr. Marcelo Lopes pelo
colecionador
de apartamentos o Sr. Augusto César Gadelha Vieira.
(032/07/09)
Os indícios são muito fortes que o Sr. Gadelha e a
gang do CGI.br estejam envolvidos em crime de concussão.
Na mudança da Fapesp para a ONG NIC.br (aqui)
nada mudou a não ser nos 1.5 milhões de boletos anuais mudou
o CNPJ de 43.828.151/0001-45 para 05.506.560/0001-36, O contra-cheque dos
funcionários, o telefone, o endereço e sequer a agencia bancária
Santander ag. 105 mudou (o que facilita escorregar dinheiro da conta da
Fapesp para a conta da ONG NIC.br e já comprovado). Sequer houve
licitação e os integrantes da ONG NIC.br são os mesmos
que a do CGI.br, portanto a receita de internet foi
desviado por resolução no DOU (01/2005
e 01/2006) para
o bolso do Sr. Gadelha e a gang do CGI.br. A gang ainda isentou a
Fapesp a não emitir Nota Fiscal e a não pagar impostos sobre
R$ 250 milhões (clique aqui
e aqui). No crime de concussão
a pena é de reclusão, e vai de dois a oito anos. Há
ainda a pena de multa, que é cumulativa com a de reclusão.
(03/07/09)
O certo seria o atual ministro C&T dar um chute na traseira
do Gadelha devido ao péssimo hábito dele de colecionar
apartamentos no Rio, já está com 18, todos doados pelo CGI.br
em troca das assinaturas do Gadelha nas resoluções frias no
DOU (01/2005
e 01/2006) o
que permite o CGI.br através da ONG NIC.br (são os mesmos)
embolsar cerca de R$ 320 mil por dia útil de mais de 1,5 milhões
de internautas que são obrigados a pagar a taxa de extorsão
de R$ 30,00 para poder usufruirem de um bem público chamado "domínio
de internet". (03/07/09)
Ambos,
Demi e Gadelha participaram pessoalmente da ação
judicial em que a Justiça Federal concluiu que: "o
CGI.br não é órgão, não foi criado por
lei, não passa de um grupo de pessoas e não representa ninguém
do governo" (clique aqui) e portanto
as resoluções do CGI.br no DOU não passam de falcatruas
visando o próprio bolso (clique aqui).
A
justiça já andou confiscando
os passaportes do Gadelha e do Demi para evitar que fujam
para as ilhas Caimans aonde parece que as comissões das importações
de equipamentos para mais de 10 mil pesquisadores paulistas anuais já
estão sendo depositados durante 5 anos em contas numeradas "demi+vogt"
(clique aqui). (03/07/09)
Leilão
irregulares de domínios de internet (processo de liberação)
Domingo
28/06/2009 às 15:00 bate o martelo do 11º
leilão fraudulento NIC.br com 109 mil dominios
(clique aqui).
Tudo sem regras e o resultado do último leilão sequer publicado
no DOU, mas manipulados pelos indiciados Gadelha, Demi, Glaser (aqui)
e uma turma de "embolsadores" clique aqui,
aqui e aqui.
(23/06/09).
O
CGI.br nem bateu o martelo do 11º leilão e já
está trapaceando. A
Abusando não conseguiu localizar alguns domínios como por
exemplo: inseminacoes.com.br, investe.com.br, feijoes.com.br,
milhas.com.br, conhaques.com.br, feijoadas.com.br, chopinho.com.br, algodoes.com.br
(clique aqui). No 10º leilão
teve 63 internautas que se candidataram nestes domínios mas TODOS
foram trapaceados pelo Sr. Demi que em vez de incluir no 11º leilão
simplesmente repassou um mês após o término do 10º
leilão para o Sr. Benani Cubits. O motivo deste favorecimento é
que o Sr. Cubits denunciou por e-mail em
07/05/2007 às 13:37 ao Ministério Público, Polícia Federal, e outros órgãos
o esquema do Demi de mais
de 100 empresas em endereços falsos. Veja aqui
e aqui
outras centenas de domínios repassados nos últimos leilões
por baixo do pano para comprar o silêncio do Sr. Cubits. Veja
aqui
outras trapaças em leilões anteriores.
(22/06/09)
Alterado (25/06/09)
No 10º leilão de domínios como: metalurgia.com.br, expansao.com.br,
acessar.com.br, folhados.com.br, programar.com.br, vivermelhor.com.br, degrau.com.br
que apesar de terem mais de um concorrente foram repassados por semelhança
com o nome empresarial. Acontece que o CGI.br é
incompetente para julgar estas situações. Para conseguir
uma falsa legalidade o Sr. Gadelha publicou no D.O.U. a resolução
01/2006 (clique
aqui, aqui
e assinatura aqui) que
altera a juridicamente inexistente resolução 02/2005 (publicado
somente em alguns jornais) que por sua vez segundo o CGI.br anula a 01/98
mas publicado no DOU. Quer dizer usaram o DOU para trapacear milhões
de internautas. (22/06/09)
Mas isto não é nada: a Abusando descobriu 149 domínios
como: remocoes.com.br, borrachas.com.br, esquadria.com.br,
ambiental.com.br, love.com.br, espaco.com.br, autocarros.com.br, canecos.com.br,
etc. que em vez de serem incluídos no 11º
leilão foram transferidos para uma obscura lista de "participou
em mais de 6 leilões", com base na mesma resolução
falsa 01/2006 publicada no DOU e
assinado pelo Gadelha. Quando abaixar a poeira é negociado às
escondidas já que o Gadelha só cria a lista na falsa 01/2006
e não define o que é feito a seguir com o domínio a
não ser "prazo indeterminado, para posterior deliberação"
faltando o texto final "por debaixo do pano" (aqui).
(23/06/09)
Segue alguns domínios que para não serem mais expostos nos
leilões de domínios foram transferidos para uma lista particular
de "Domínio não disponível para registro por ter
participado de mais de 6 (seis) processos de liberação consecutivos."
(6 leilões) e a seguir liberados por algum motivo obscuro para terceiros:
joinville.com.br em 23/04/2009,
guarapari.com.br em 20/02/2009,
apostila.com.br em 18/02/2009, apostilas.com.br
em 15/04/2009 (clique aqui). Veja no www.registro.br qual o CNPJ, responsável,
endereço e telefone das empresas proprietárias (o acesso aos
dados completos é dificultado para evitar que internautas vasculhem
as trapaças do CGI.br). Quanto será que o Demi e o Gadelha,
que assinou a resolução 01/2006
no DOU, embolsaram na liberação por baixo do pano destes e
de centenas de outros domínios? (clique aqui)
(23/06/09)
Os domínios das listas: "reservados CG", "transferência
para .edu.br", "mais de 6x", "próximo leilão"
nunca são divulgadas, tudo acontece na calada da noite o que é
uma atitude típica do CGI.br/NIC.br/Registro.br que sempre foi "transparência
0% e embolsamento 100%". As consultas da situação nos
domínios são limitadas em somente 20 consultas Quer dizer
no 11º leilão dia
28/06/2009
às 15:00 com
109 mil domínios só permitem deixar pesquisar 0,02% e participar
com 0,02% (20 domínios). (22/06/09)
Apesar de todas estas falcatruas no próximo
domingo dia
28/06/2009 às
15:00 bate o martelo do 11º
leilão fraudulento NIC.br com 109 mil dominios
(clique aqui) e cai
mais "dindim" no bolso dos integrantes do CGI.br (clique
aqui, aqui e
aqui) que conhecem
todas as falcatruas descritas aqui conforme atestam nas atas notariais do
site da Abusando em sete processos judiciais (aqui
e aqui) mas nada fazem
porque se beneficiam da ilegalidade do CGI.br e das resolucões ilegais
(01/2005 e 01/2006)
publicadas no DOU e portanto são coniventes. (23/06/09)
Ao acessar um banco o seu navegador é instruído
pelo site para por questões de segurança não deixar
log (rastros) na máquina. Ao efetuar a consulta da situação
de domínios no registro.br ou simples visitas no site CGI.br ou NIC.br
os rastros e informações coletadas também são
apagados. São técnicas usados pelo CGI.br para trapacear os
internautas mantendo-os sem provas. Esta técnica
de apagar rastros e provas também é muito usado por ladrões.
Veja outras trapaças do CERT.br (grupo do CGI.br especializado
em grampo de parlamentares e juízes) que incentiva o NÂO uso
de formulário de contato para poder conseguir bloquear os e-mails
por SPAM (aqui) e também
o bloqueio de navegadores anônimos como OperaTor conseguindo convencer
até a Ouvidoria da Petrobrás (clique aqui)
(26/06/09)
Um dos jornalistas da Abusando obteve a seguinte informação,
ainda a confirmar, da Secretaria de Política de Informática
no Ministério de Ciência e Tecnologia: “O
Sr. Gadelha pretende segurar o Sr. Demi Getschko até a primeira semana
de agosto de 2009 e a seguir pagar R$ 2,25 de seguro desemprego e dar um
merecido chute na trase... dele” Esperamos que consiga
porque o jornalista Heródoto falou em rede de TV Roda Viva no
dia 13/04/09 que o Sr. Demi ia pular fora e
até agora nada! (clique aqui)
Até quando vamos ter que aguentar este
crápula mentindo e embolsando?
Por dia útil são R$ 320 mil no bolso
do CGI.br, 2 dias são R$ 640 mil, 3 dias quase R$ 1 milhão.
Segundo o Demi com os bolsos forrados: "se em 13 anos com o apoio de
resoluções inexistentes e falsas no Diário Oficial
da União D.O.U., a
atividade de embolsar a extorsão de mais de 1 milhão de internautas
(só porque usam um bem público chamado "domínio
de internet") tem dado certo porque pular fora?" (19/06/09).
O
Sr. Demi Getschko declarou em 09/06/09
que "O Comitê Gestor da Internet no Brasil, entidade
criada para administrar recursos centrais de uma rede altamente
descentralizada e colaborativa, data de maio de 1995." (aqui).
Como sempre o Sr. Demi vive mentindo
porque na ação judicial em que ele e Gadelha participaram
pessoalmente a Justiça Federal concluiu que o CGI.br
não passa de um "grupo de pessoas" e ainda
são fora da lei (clique aqui).
Dos cerca de R$ 400 milhões (clique aqui)
de recursos arrecadados em 14 anos sobrou R$ 149 milhões apodrecendo
a 4 anos na conta da Fapesp (aqui) e que
agora devido a falta de interesse de outros estados e do próprio
CGI.br, está sendo repassado a fundo perdido para universitários
paulistas. (clique aqui)
E o resto? Além do Demi investir em 9 mansões em SP e o Gadelha
em 15 apartamentos no Rio, ambos alegando conformidade com o CNPJ da ONG
NIC.br que diz "defesa dos direitos sociais, ligado à arte e
à cultura" (clique
aqui),
não se sabe aonde foi parar o restante mas suspeita-se que tenha
sido embolsado por estes aqui,
aqui e aqui.
(22/06/09)
No final do dia 29 de maio de 2009 o barbudo Demi
Getschko e mais três do Comitê Gestor Internet do Brasil foram
indiciados por dezenas de crimes inclusive a de enriquecimento
ilícito: o Sr. Demi comprou em 3 anos 9 mansões em bairros
nobres em São Paulo, o Sr. Augusto César Gadelha Vieira com
o salário de executivo do Ministério de Ciência e Tecnologia
comprou neste mesmo período 15 apartamentos no Rio, o laranja Sr.
Harmut Richard Glaser virou o homem mais rico do Brasil porque emprestou
seu CPF para receber mais de R$ 300 milhões em doações
de R$ 30,00 / ano de mais de um milhão de internautas (os projetos
da Fapesp só podem ser com pessoas físicas e nunca jurídicas)
(aqui),
a trapaceira da advogada Dr. Kelli OAB 193817/SP trocou uma plástica
por domínios (aqui),
o adv. Francisco de Assis Alves OAB 24545/SP também está envolvido,
o Sr. Carlos Alberto Afonso (aqui) desviou
milhões para a ONG RITS (aqui), os Srs. Mário
Luis Teza e Gustavo Gindre Monteiro Soares tiveram que comprar calças
novas com bolsos extra grandes e reforçados, além disto todos
os outros do CGI.br também estão sendo averiguados. Outros
na mira da justiça são os integrantes do CERT.br que na operação
"klaus" grampearem os e-mails de parlamentares e juizes. O ex-presidente
da Fapesp Carlos Vogt junto com o assessor do presidente da Fapesp o Sr.
Demi Getschko por irregularidades na importação de equipamentos
para 10 mil pesquisadores paulistas (aqui) e ainda
a ONG Uniemp do Sr. Vogt por pagar computadores e salários para o
Registro.br porque o mesmo estava sem dinheiro logo após ter sido
expulso de dentro da Fapesp pelo Tribunal de Contas do Estado de São
Paulo (aqui). O atual
presidente de Fapesp em vez de devolver em dobro aos internautas os R$ 149
milhões, esconde as falcatruas do TCE-SP e não regulariza
os impostos e ainda é conivente com a importação irregular
de equipamentos para mais de 10 mil pesquisadores (aqui).
O CGI.br também ofereceu a extensão irregular ".jus.br"
para a Justiça e ".b.br" para os bancos (banco tem dinheiro
e o CGI.br adora dinheiro) A homologação sequer conseguiram
publicar no Diário Oficial da União. (clique aqui)
(15/06/09)
Mesmo
assim os indiciados pretendem efetuar um novo
leilão fraudulento de domínios no
dia 28/06/2009 as 15:00. Lista
completa com 109.297 domínios em www.registro.br, mas cada um só
pode participar em 20 dominios (regras clique aqui
e aqui).
Sequer o resultado do leilão anterior e as
regras foram publicados no DOU. Veja as trapaças nas dezenas de leilões
irregulares de domínios já efetuadas pela ONG NIC.br após
04/12/05 e durante 10 anos antes pela Fapesp. (clique aqui).
Os leilões irregulares e outras trapaças da Fapesp na época
foram denunciados ao Ministério Público mas a FAPESP
sequer respondeu, quem respondeu foi o Sr.
Augusto César Gadelha Vieira (clique
aqui)
e que ainda mentiu ao MPF citando seis vezes o mesmo documento
falso, a inexistente resolução 02/2005 (veja porque é
falso, clique aqui) e ainda esqueceu
do principal que era responder ao MPF sobre o "fraude milionário
em leilão de domínios e outras maracutaias da Fapesp"
(clique
aqui).
A Abusando suspeita que para cada mentira com assinatura o Sr. Gadelha do
Ministério de Ciência e Tecnologia cobra um apartamento da
ONG NIC.br / Registro.br. Como conseguiu em 3 anos 15 apartamentos no Rio
falta descobrir as outras 14 mentiras. (15/06/09)
Outras
duas mentiras com a assinatura do Sr. Gadelha é a Resolução
01/2005 publicado no DOU que faz referência ao falso 02/2005 e ainda
delega um auto embolsamento no bolso do próprio CGI.br/NIC.br da
receita de internet (clique aqui,
aqui e assinatura aqui)
e outra é a Resolução 01/2006 também publicado
no DOU que altera a Resolução 02/2005 que sequer existe!
(clique aqui, aqui
e assinatura aqui). Se por muito menos do
que isto paira sobre a ex-diretora da Anac uma prisão de 2 a 6 anos
(clique
aqui) imagine
para quem usa o próprio DOU para publicar resoluções
falsas! Os beneficiados são todos os integrantes do CGI.br
(clique
aqui,
aqui e aqui)
e
que são os mesmos da ONG NIC.br / Registro.br. Como se suspeita que
para cada
mentira com assinatura o Sr. Gadelha funcionário do Ministério
de Ciência e Tecnologia cobra um apartamento da ONG NIC.br / Registro.br
sobram ainda 12 apartamentos = 12 mentiras a serem descobertos. (16/06/09)
O Sr. Augusto César Gadelha Vieira participou presencialmente
da ação judicial em que a Justiça Federal
concluiu que: "o
CGI.br não é órgão, não foi criado por
lei, não passa de um grupo de pessoas e não representa ninguém
do governo" (clique aqui,
aqui e aqui). O Sr. Demi
Getschko também participou presencialmente dia 24 de agosto de 2006
como preposto do CGI.br, portanto ambos não podem alegar desconhecimento
que o CGI.br é considerado um fora da lei (não foi criado
por lei) pela Justiça Federal. Aqui
por exemplo o Sr. Gadelha mentiu aos Senadores ao chamar o CGI.br de órgão.
Mas
o TSE trata o CGI.br como se fosse um órgão
(clique aqui
pag. 8), a mídia também (clique
aqui
e aqui)
e na mesma
ação judicial em que o Srs. Gadelha e Demi participaram pessoalmente
alegaram na pág.34 que o CGI.br deve a sua
existência jurídica graças a um comunicado do STF "reconhecendo,
assim a representação legal desta entidade" (clique aqui).
Veja
outros comentários sobre a (i)legalidade do CGI.br (clique
aqui)
(17/06/09)
1) Quase
TODOS os e-mails brasileiros estão sendo grampeados
pelo CGI.br (clique
aqui) que além
de terem uma extensa ficha criminal (clique aqui)
ainda mentiram duas vezes ao Ministério Público (clique aqui)
e outra para o Conselho Nacional de Justiça (clique aqui).
2) Assunto encaminhado a
varios blogs e governos estaduais: "Grampo nos
e-mails do governo" (clique aqui).
Novidades: Boleto Malicioso
(clique aqui), Salários dos 56 empregados
do Registro.br (clique aqui), CGI.br aplica golpe
no mercado (aqui), Cobrança ilegal
e arbitrária contra os provedores (aqui)
Brasil não adere a Câmara Arbitral da Organização
Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) (aqui) Onde
estão os cerca de R$ 400 milhões da receita de 13 anos de
internet? Só foi achado R$ 149 milhões esquecidos a quatro
anos na conta da Fapesp (aqui) . Se
você achar alguma montanha de dinheiro com algum integrante do CGI.br
rondando de forma furtivo por perto, informe imediatamente a 7ª
Delegacia de Polícia de Lapa,
jurisdição Fapesp, (11) 3864 7445 R. Camilo, 317
SP/SP Inquérito 147206 - Processo 050060353642 (clique aqui
e veja um dos depoimentos
aqui). Testes
e dicas para evitar grampo (aqui) CGI.br
instala "spam miner" nos Servidores da Justiça (aqui)
Demi Getschko falsifica biografia na Wikipedia" (aqui).
CGI.br bloqueia o navegador OperaTor (aqui) Trapaças
no "sunrise" (aqui).
"O
conteúdo deste site parece estar de acordo com o direito constitucional
de manifestação do pensamento" www.tj.sp.gov.br
583.00.2007.222626 21ª. Vara Cível - 20 integrantes do CGI (clique aqui)
contra 3 da Abusando. (05/03/08).
|
|
|
Ações e processos judiciais e policiais para consultas, atualizado em 18/03/2009 (clique aqui)
|
|
"Grampo
em e-mails e sites visitados por Juízes" encaminhado
em 30/03/2009 para cerca de 13 mil juízes da Anamages.
"Os grampos telefônicos, que já foram tema de
capa da revista Veja, agora se alastram pela internet e atingem os e-mails,
atualmente o tipo de correspondência mais utilizada no mundo inteiro O
INCONFIDENCIAL teve acesso a documentos que relatam com detalhes uma série
de grampos ilegais que estão ocorrendo nos servidores da Justiça
e particularmente com os próprios magistrados. Mas não são
os únicos! Da forma como a Internet funciona hoje e com os indícios
obtidos constatou-se que pessoas mal intencionadas conseguem rastrear qualquer
e-mail no território nacional, incluindo os servidores da Justiça
e se a origem for indesejável conseguem bloquear todos eles. Leia mais".
(30/03/09)
"Em seu relatório
de 2008, a International Transparency situa o Brasil em 80º lugar, com
nota 3,5 sobre 10, no ranking da corrupção. Estamos nivelados
com Burkina Faso, Marrocos, Arábia Saudita e Tailândia. Perdemos
até para a Namíbia, Tunísia e Gana, países onde
as práticas são consideradas mais corretas do que aqui. É
constrangedor o que o mundo pensa de nós!" Veja mais em www.promotordejustica.blogspot.com/
(08/05/09)
"É preciso punir os crimes (de internet) imediatamente
após constatados, diz (Demi Getschko) representante do Comitê Gestor
da internet no Brasil." (clique aqui)
Se isto fosse verdade todos os integrantes do CGI.br já estariam a anos
vendo o sol nascer quadrado. Veja a extensa ficha criminal do próprio
CGI.br (clique aqui) (25/05/09)
Trapaças no "Sunrise": Milhões de internautas
aguardam ansiosamente o dia 27 de outubro de 2009, data de término do
período "sunrise". entretanto TODOS ESTÃO SENDO
ENGANADOS pelo Registro.br. A ONG NIC.br de propriedade do CGI.br já
repassou milhares de domínios .net.br !!!!!. Você duvida? veja
o dono e data de registro do msn.com.br e msn.net.br e do terra.com.br e o ticket
de registro do terra.net.br. Detalhes clique aqui
(10/06/09)
Exija do registro.br (são os mesmo
que o CGI.br) a divulgação pública de todas as
atas de reuniões e não resumos que não condizem com a verdade.
Veja aqui ,
aqui e aqui
na qual o CGI.br fala da vida pecaminosa do Dr. Brentani, mas esqueceu de falar
sobre os R$ 149 milhões parados há 4 anos e discutido na reunião.
Também não informa que a Fapesp já pagou R$ 130.678.581,00
(clique aqui) em mordomias e salários
ao CGI.br . Além disto milhões de internautas estão ansiosos
para ver quem assinou a ata de reunião de
21 de outubro de 2005 na qual o CGI.br decidiu pela transferência do embolsamento
através da Fapesp para a ONG NIC.br deles (clique aqui
e aqui), mas segundo o próprio CGI.br
a referida reunião nunca aconteceu (clique aqui)
e portanto ninguém do CGI.br viu ou assinou algo!
Foi tudo uma trapaça! Entretanto o CGI.br garante no Diário Oficial
da União - D.O.U que a falsa reunião ocorreu (clique aqui
e aqui) mas mesmo se tivesse ocorrido não
teria validade porque o CGI.br é considerado fora da lei (clique aqui)
(12/06/09)
Presidente da Fapesp abocanha novamente
na fria madrugada do sábado 06/06/2009 um total de R$ 2,25 (dois reais
e vinte e cinco centavos) da conta bancária da empresa paranaense EBDI,
enquanto esta sentado durante 4 anos em cima de R$ 149 milhões extorquidos dos
internautas (clique aqui).
Segundo a EBDI deu uma média de R$ 0,225 por dedo e o embolsamento foi
facilitado devida a baixa vigilância ocasionada pelo frio curitibano de
1º grau as 3:00 da manha. Os
R$ 149 milhões a Fapesp para
não pagar imposto contabilizou tudo como doação de anônimos
lesando
o erário;
induziu mais de 1 milhão de internautas durante 10 anos ao crime
de sonegação fiscal por não fornecer Nota Fiscal
e ainda trapaceou o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo que proibiu
a atividade de registro de domínios em 2002, mas continuou cobrando dos
internautas até 04/12/2005. O TCE-SP não descobriu porque a Fapesp
mudou o endereço físico da atividade de registro, mas não
o CNPJ da cobrança. Pior que parece que o presidente da Fapesp anda envolvido
na importação irregular de equipamentos de mais de 10 mil pesquisadores
paulistas (clique aqui) e mesmo assim insiste em abocanhar
R$ 2,25 da conta bancária de empresa paranaense. O
Presidente ainda mantém 488 domínios retidos indevidamente da EBDI desde
2002 e ri a toa porque em 1998 a EBDI pagou cerca de R$ 40 mil em taxas de dominios,
não recebeu Nota Fiscal e contabilizaram como doação de
anônimo. Mas
não foi só a EBDI, foi o Brasil inteiro que trapacearam da mesma
forma. (10/06/09)
Fapesp desova R$ 149 milhões
porque está com um abacaxi na mão "uma montanha de dinheiro
que o Comitê Gestor Internet do Brasil CGI.br esqueceu na conta bancária
da Fapesp". Apesar de deslocar um empregado da Fapesp para em uma reunião
do CGI.br alerta-los sobre o dinheiro esquecido, não houve interesse
do CGI.br em aplicar o dinheiro em inclusão digital nos estados. (clique
aqui). O CGI.br já tinha recebido da
Fapesp R$ 130.678.581,00 em salários e mordomias (clique aqui)
e é tanto dinheiro que até deixaram os R$ 149 milhões de
lado. A solução para desovar os R$ 149 milhões
extorquidos dos internautas do Brasil inteiro foi simples: "R$
120 mil a fundo perdido para paulistas que estejam cursando o ensino superior
e tenham algum projeto. Se a Fapesp gostar do projeto e o internauta nunca ter
falado mal da Fapesp/NIC.br/CGI.br ainda recebe após 6 meses um adicional
de R$ 500 mil, também a fundo perdido" (clique
aqui e palestra aqui).
Mas tem que ser paulista, porque os internautas de outros estados só
podem se vangloriar que fizeram milhões de "retribuições
de R$ 30,00 por domínio por ano” contabilizado como doação
de anônimos pela Fapesp (Fundação tem estas regalias) e
agora desovados a fundo perdido para os universitários paulistas. Pelo
jeito a Fapesp mentiu ao afirmar que "CGI.br possui
um saldo de R$ 149 milhões do qual a FAPESP é a fiel depositária"
(aqui) Se é do CGI.br porque repassar
aos universitários paulistas? (12/06/09)
O CGI.br não informa mais a data da próxima reunião
mensal. Parece que andam com medo de serem presos todos juntos bolando
novas falcatruas. Em vez de discutir nas reuniões aonde
aplicar os R$ 149 milhões que esqueceram a 4 anos na conta da Fapesp,
(clique aqui e aqui)
discutem novos métodos para embolsar mais (novas extensões de
domínios sem sequer publicar no D.O.U.) e só investem junto com
a Petrobrás na ONG Safernet porque o mesmo atua na intermediação
de denúncias. Segundo relatório do CGI.br a ONG Safernet gostou
tanto do dinheiro sujo da ONG NIC.br que pretende mudar da Bahia para morar
nos escritórios da ONG NIC.br em São Paulo. (clique aqui
e aqui) A Abusando até alertou a Ouvidoria
da Petrobrás protocolo Nº 20445/2008 para não embarcar nesta
canoa furada, mas o segundo e-mail da Abusando confirmando o assunto foi bloqueado
por SPAM pela ONG NIC.br que controla os servidores de e-mail da Petrobrás
através do TQMCube (clique
aqui)
Se o CERT.br (grupo do NIC.br que cuida dos grampos) faz isto com a Justiça
Brasileira (clique
aqui), manipular os e-mails
da Petrobrás é fichinha. A Petrobrás sequer imagina que
com a simples consulta de "se a origem é um spanner" o CGI.br
toma conhecimento da origem de TODOS os e-mails encaminhados para a Petrobras
e inclusive pode bloquear o que achar conveniente. Mas não é só
a Petrobras que caiu no conto do vigário do CERT.br, é todo o
Brasil que está sendo grampeado. (04/06/09)
O navegador OperaTor, apesar de lento, realmente permite navegar
de forma anônima porque usa outro IP para
navegar. Ao preencher um formulário em um blog ou site, mesmo sendo anônimo
conseguem chegar ao autor através do IP de origem e horario de preenchimento
o que não conseguem usando o OperaTor. O CERT.br
(um grupo do CGI.br especializado em grampear parlamentares e juizes) vem incentivando
aos sites e blogs de jornais a bloquearem a página do formulário
se o navegador for o OperaTor e de preferência a NÃO usarem formulários
de contato (clique aqui). Quer
dizer "denuncia anônima" é conversa para boi dormir.
Um exemplo típico é a Ouvidoria da Petrobras que insiste em identificar
o IP de origem do denunciante bloqueando o navegador OperaTor (clique aqui)
mas aceita o Firefox (aqui) e Explorer
(aqui). No site a Ouvidoria sequer
informa que o IP será mantido em sigilo. E se a ouvidoria repassar o
IP ao denunciado e este resolver "deletar" o denunciante? A culpa
é da Ouvidoria da Petrobras se o denunciante "anônimo"
neste caso sumir da face da terra? (12/06/09) Alterado (25/06/09)
E-mail recebido pela Abusando em
03/05/09: (11/05/09)
>
>
Olá pessoal da Abusando,
>
> Quero antes de tudo parabenizar a vocês por lutarem particamente
> sozinhos contra essa quadrilha do GCI.br/NIC.br/FAPESP que há
> tanto tempo controla como bem entende o registro de domínios
> e a manutenção dos endereços IP de todo o Brasil.
>
> Mas quero aproveitar também para fazer uma denúncia que talvez
> vocês não saibam: O Demi Getschko através da ONG NIC.br
pretende
> implantar e legalizar uma afronta à privadidade sem limites do
> internauta Brasileiro ao vasculhar TODOS os e-mails circulando
> na Internet. Como ele pretende fazer isso? Através de um
> projeto chamado "Spam Miner" criado para uma tese de pós-doutorado
> de alguns estudantes da UFMG. Na prática esse sistema funciona
> utilizando-se de técnicas de data-mining: o tráfego de mensagens
> (e-mails) é interceptado e uma busca no corpo da mensagem é
efetuado
> em busca de palavras-chaves que indicam se uma mensagem é ou não
spam.
> Caso seja, a mensagem é enviada para um dos muitos "blackholes"
> (buracos-negros) existentes na Internet ou para a pasta de spam do
> provedor, ou é sistematicamente descartada.
>
> Em analogia, o que esse sistema pretende fazer é o seguinte: imagine
> uma pessoa que escreve uma carta e vai até a agência dos correios
> postar essa carta, mas o(a) atendente no balcão resolve abrir o
> envelope para verificar se a sua carta não viola nehuma lei, e só
> depois da verificação a sua carta é posta no envelope
para finalmente
> seguir para o seu destino. Não é maravilhoso? É exatamente
isso que
> o Comitê Gestor pretende fazer com o "nobre" motivo de
exterminar o spam.
>
> O CGI.br quer supostamente acabar com o spam às custas da privacidade
dos
> internautas Brasileiros. Não acreditam? Então olhem os links
abaixo:
>
> http://www.ufmg.br/boletim/bol1647/ (clique aqui)
> http://www.ufmg.br/boletim/bol1647/4.shtml (clique aqui)
(11/05/09)
O CGI.br instalou o "spam miner" nos principais provedores e nos servidores
de e-mail da Justiça! A Abusando abriu em 17/02/09 uma conta de e-mail
abusando@bol.com.br e enviou 10 e-mails e TODOS sumiram. O e-mail da justiça
voltou porque o servidor da Justiça vasculhou o conteúdo, localizou
a palavra "abusando" e devolveu por SPAM (clique aqui),
veja outro caso um pouco diferente com a polícia (clique aqui).
Mas detalhes clique aqui. É
o cúmulo, para um e-mail chegar na justiça no Brasil temos que
pedir antes uma autorização ao CGI.br
e vão responder que não pode conter palavras chulas como "demi
getschko, abusando, etc." porque o bloqueio na Justiça será
inevitavel como já aconteçeu. Estas palavras estão todas
encriptadas no kit anti-spam (kit de grampo) instalado nos provedores.
Denuncie ao Ministério Público caso o seu
provedor tenha instalado o kit anti-spam da ONG NIC.br, porque todos os seus
sites visitados, origem e destino de e-mails estão sendo grampeados (chamam
de logados) e ainda podem ser bloqueados seletivamente. Testes
para detectar e evitar o grampo
(clique aqui). Mas
faça a denúncia por escrito porque os e-mails
para a Justiça são travados (como aconteceu com a abusando clique
aqui)
pela ONG NIC.br que cuida da segurança dos provedores da Justiça
segundo a Resolução 45/2007 do Conselho Nacional de Justiça
(clique aqui e aqui).
(25/05/09).
Veja também
esta reportagem sobre o CGI.br que detonou a 9 anos atrás o legítimo
Movimento Brasileiro de Combate ao SPAM (clique aqui)
para ter o controle absoluto nesta área. (11/05/09).
Clique aqui
e descubra porque o CERT incentiva o NÃO
uso de formulário de contato. (25/06/09).
A técnica de bloqueio de e-mails de denúncias
como se fosse SPAM o CGI.br já vem praticando há anos. Veja esta
denúncia da Abusando sobre Censura na Internet em 11/09/2007
(clique
aqui) (18/06/09)
Um sonho para qualquer grupo obscuro perpetuar fraudes é eliminar os
e-mails que circulam com denúncias contra o grupo. Agora isto é
possível graças a ONG NIC.br (clique aqui)
e com o apoio irrestrito do CGI.br (são os mesmos). (25/05/09)
Parece que a UFMG além do "spam
miner" andou se envolvendo no servidor de busca "todo.br",
baseado em Sotware Livre, que um brilhante professor da UFMG e integrante do
CGI.br vendeu ao Google por cerca de R$ 50 milhões de reais (clique aqui
e aqui) E o dinheiro? Sumiu como os outros cerca de
R$ 400 milhões arrecadados pelo CGI.br. (11/05/09)
Alguns internautas vêm indagando se a Fapesp,
ONG NIC.br e CGI.br estão acima da lei. A pergunta é difícil
de responder, só sabemos que são muito mais espertos nos embolsamentos
dos que participaram do maior assalto ao Banco Central em Fortaleza. (12/05/09)
O Comitê Gestor Internet do Brasil - CGI.br vive falando que tudo que
consta neste site "são mentiras", entretanto a Associação
Abusando criado legalmente em 2006 NUNCA tomou conhecimento de uma única
ação judicial dos embolsadores do CGI.br, quer dizer, vale a regra:
"quem cala consente". Entraram com sete ações mas contra
integrantes da Associação Abusando (clique aqui).
Só faltou entrarem contra o porteiro do prédio. Em todas fizeram
atas notariais deste site e portanto são TODOS coniventes das maracutaias
aqui descritas e não podem alegar desconhecimento (08/05/09).
O jornalista Heródoto Barbeiro
comentou no programa de TV Roda Viva de 13/04/09
(clique aqui) que o Sr. Demi
Getschko queria pular fora. Mas parece que após 13 anos de embolsamentos
ele não quer pular fora. Foi visto em 30/04/09 rondando parlamentares
em Brasília provavelmente buscando apoio nos embolsamentos da receita
de internet e no grampo da Internet Brasileira (clique aqui).
Se autoproclama "pai da Internet" só porque participou da quinta
conexão de internet em 1991 (clique aqui
e aqui),
a primeira foi 3 anos antes em 1988 no Rio de Janeiro (clique aqui
e aqui).
Até quando seremos obrigados a agüentar a petulância e as
mentiras de Ali Demi Babá e seus quarenta embolsadores? (08/05/09)
A
ONG NIC.br vem incentivando muitos sites a não utilizarem formulários
de contato. O motivo disto é simples: “não conseguem
bisbilhotar e bloquear uma mensagem enviada através de um formulário”.
Exemplo, para contatar um Senador através do site www.senado.gov.br o
site do Senado somente oferece a opção por e-mail e desta forma
ficamos a mercê do grampo e bloqueio nos e-mails feito pelo CGI.br/NIC.br
no Brasil. Além disto em uma Lan-House ou na casa de algum amigo não
podemos encaminhar um e-mail ao senado porque o programa de e-mail na máquina
usada esta configurado de outra forma. Para resolver basta o webmaster do site
do Senado copiar o excelente formulário da Câmara e esquecer as
balelas do CERT.br. Mas outros como transparencia.org.br, polibiobraga.com.br,
Governo Estadual de Santa Catarina, Assembleia Legislativa SP, etc. também
não têm formulários e portanto nestes o CGI.br tem controle
completo sobre de quem recebem
e-mails e ainda podem boquear alegando SPAM.
(06/05/09)
Atenção:
Boleto Malicioso
– A Abusando descobriu estupefato que a ONG NIC.br (registro.br) emite
anualmente cerca de 1,6 milhões de boletos falsos de R$ 30,00 com base
na resolução 02/2005 que não existe, sequer foi criado
por lei ou passou pelo congresso! Além disto ainda cobram até
R$ 59.400,00 dos provedores porque estão usando IPs (um número)
(clique aqui). Tudo é emitido por
uma ONG
que atua na área de "embolsamento, cultura e arte", nada a
ver com internet (CNPJ na Receita clique aqui).
A técnica
para obrigar milhões a pagarem os boletos anualmente é simples:
“quem pagar adiantado pode usufruir por
um ano de um bem público chamado domínio”.
E o dinheiro aonde vai? Parece que escorrega a 13 anos nos largos bolsos dos
integrantes do CGI.br (clique
aqui, aqui
e aqui)
e que são os
mesmos que o NIC.br. (25/05/09)
Conclusão da Justiça Federal sobre
o decreto que cria o CGI.br: "Nosso ordenamento jurídico não
recepcionou as atividades descritas no Decreto nº 4.829/2003 como serviços
públicos, mas sim como atividade econômica, ou seja, serviços
privados especialmente destinados à exploração da iniciativa
privada, porém de interesse coletivo" (clique aqui),
entretanto a Fapesp durante 10 anos não emitiu nota fiscal e não
pagou impostos sobre cerca de R$ 300 milhões alegando que o CGI.br definiu
como "serviço de caráter público". (clique aqui).
A técnica foi muito simples: contabilizaram tudo como doação
de anônimo (Fundação tem esta regalia) para o projeto do
Harmut Richard Glaser. Veja a conclusão de Procurador "Ocorre
que toda a estrutura e a infra-estrutura montadas a partir do Comitê Gestor
Internet do Brasil padecem de uma grave insuficiência jurídica. Com efeito,
a portaria interministerial em questão não possui lastro ou fundamento legal"
e "decreto
presidencial que viabiliza a inovação da ordem jurídica à margem da lei"
(clique aqui) (25/05/09)
Quanto
o Demi Getschko ganha? Um dos jornalistas
da Abusando teve acesso a lista de salários dos 56 empregados da ONG
NIC.br que atua na área de "embolsamento, cultura e arte",
nada a ver com internet (clique aqui). Com um
salário maior do que o Presidente da República o Sr. Demi
Getschko embolsa R$ 27.762,83 (lista completa mais abaixo) como Diretor
Presidente da ONG NIC.br (clique aqui) e que na “...
assembléia geral é sempre idêntica à
composição do CGI.br, é o braço operacional do CGI.br..”
(clique aqui,
aqui e
Art.
6º do estatuto aqui)
mas o salário dele contraria o Art. 9º do Decreto Nº. 4.829/3
(clique aqui)
que diz: "A participação no CGI.br
é considerada como de relevante interesse público e não
ensejará qualquer espécie de remuneração ".
(05/05/09)
O certo seria o Sr. Demi devolver cerca de 13 anos de salários porque
trapaceou o Art. 9º do decreto (assinado pelo Presidente
da República) (clique aqui) ao através
do CGI.br delegar, sem força de lei (clique aqui),
ao NIC.br (deles mesmo) o embolsamento da receita de internet, que por sua vez
paga o Notório integrante do CGI.br (ele mesmo) (clique
aqui,
aqui e aqui).
Antes de 05/12/05 o CGI.br que não foi criado por lei (clique aqui)
delegou o embolsamento para a Fapesp só porque o assessor do presidente
da Fapesp era o próprio Demi Getschko
(clique aqui). (05/05/09)
Outros polpudos salários são as da dupla Klaus e Cristine do CERT
(Centro de Espionagem e Retenção
de Tráfego do CGI.br) responsável pelos grampos
e bloqueios nos e-mails dos Juízes, Parlamentares, da Justiça
e de toda a internet Brasileira (clique aqui) além
instalar um sistema de obtenção de senhas da Caixa Econômica
em maquina de integrante da Abusando (clique
aqui) com o claro objetivo de tentar
incriminar indevidamente a Abusando. Para compensar as altas chances de serem
presos por manipularem indevidamente servidores de e-mails da Justiça,
do Governo, dos Parlamentares, dos provedores etc, os salários são
acima de R$ 11 mil só do NIC.br sem contar o que parece que recebem da
Fapesp. (05/05/09)
Do total de cerca de R$ 8 milhões / mês (extorquidos de cerca de
1,6 milhões de internautas) gastam míseros R$ 286.470,33 em salários
mensais. O restante cerca de R$ 7.713.529,67 some todo mês. (05/05/09)
Veja os 23 marajás que ganham acima de 4 mil reais por
mês do NIC.br (a lista de salários é parcial porque parece
que pelo menos a metade ganha salários duplos, ganham outro polpudo salário
da Fapesp entre 10 a 15 mil). Segue somente as do NIC.br: Demi
Getschko: R$ 27.762,83, Frederico Augusto De Carvalho Neves: R$ 22.127,48,
Milton Kaoru Kashiwakura: R$ 21.260,37, Oripide Cilento Filho: R$ 11.532,58,
Klaus Steding Jessen: R$ 11.352,51, Cristine Hoepers: R$ 11.352,51, Hugo Koji
Kobayashi: R$ 9.546,41, Antonio Marcos Moreiras: R$ 7.871,04, Luiz Eduardo Roncato
Cordeiro: R$ 7.961,04, Miriam Von Zuben Da Costa: R$ 7.218,57, Marcelo Henrique
Peixoto Caetano Chaves: R$ 7.328,57, Newton Vagner Diniz: R$ 7.010,00, Maria
De Lourdes Bandeira P De Carvalho: R$ 6.531,74, Kelli Priscila Angelini: R$
6.441,74, Mariana Reis Balboni: R$ 6.531,74, Aritana Pinheiro Falconi: R$ 5.597,87,
Fabricio Raupp Tamusiunas: R$ 5.443,87, Eduardo Sztokbant: R$ 5.444,86, David
Robert Camargo De Campos: R$ 5.444,86, Caroline Ferreira Davo: R$ 4.733,15,
Juliano Cappi: R$ 4.723,15, Reinaldo Ferraz Da Silva: R$ 4.531,23, Elena Mitie
Fujii: R$ 4.326,76. (05/05/09).
Outros 33 empregados da ONG NIC.br: Marcelo Gardini Do Amaral:
R$ 3.759,93, Vera Maria Braz: R$ 3.436,06, Cleber Martim De Alexandre: R$ 3.127,23,
Paula Liebert Cunha: R$ 3.137,93, Wilson Rogerio Lopes: R$ 3.137,53, Rafael
Dantas Justo: R$ 2.861,99, Cesar Henrique Keiti Kuroiwa: R$ 2.861,99, Beatriz
Spinelli Iossi: R$ 2.723,42, Caio Jorge Rodrigues Gilberto: R$ 2.422,52, Renasuli
Damiao Guarnetti: R$ 2.473,52, Renan Marcelino Alves: R$ 2.321,59, Antonio Galvao
Rezende Filho: R$ 2.321,59, Daniel Augusto Do Amaral: R$ 2.321,59, Brenno Jose
De Oliveira: R$ 2.321,59, Everton Teles Rodrigues: R$ 2.254,68, Aline Andrade
Kellner: R$ 2.254,68, Cesar Linhares Rosa: R$ 2.168,14, Alexandre De Grammont
Redondo: R$ 2.152,57, Marcelo Rodrigues: R$ 2.172,57, Vanessa Marques Rangel
Dezan: R$ 2.172,57, Danillo Antonio Roncoleta: R$ 1.980,89, Raquel Plec Manao:
R$ 1.892,82, Renata Strack Salomao: R$ 1.892,82, Cristiano Dias: R$ 1.659,27,
Hugo Leonardo Pontes Costa: R$ 1.659,27, Jussara Da Costa Campos: R$ 1.659,27,
Tiago Bispo Dos Santos: R$ 1.659,27, Ana Victoria De Oliveira Tivelli: R$ 1.639,27,
Marcelo Oliveira Prota: R$ 1.639,27, Fabiana Araujo Da Silva: R$ 1.565,24, Thomas
Willert: R$ 1.585,24, Patricia Cristina Da Silva Pereira: R$ 1.330,87, Fabiana
Ferraz: R$ 1.330,87 (05/05/09)
A lista de salários é parcial porque parece que pelo menos a metade
ganha salários duplos com outro da Fapesp entre 5 a 15 mil e ainda o
Sr. Demi tem a mania de manter um salário baixo mas com adicional entre
uns 2 a 10 mil em gratificação, bonificação etc.
Desta forma pode cortar o adicional quando quiser e tem todos do NIC.br na mão.
Para futuras consultas da lista de salários clique em
"arquivo" "salvar como" e escolha o diretorio na sua maquina.
(06/05/09)
Comitê Gestor Internet do Brasil - CGI.br
aplica golpe no mercado
ao
liberar domínios .net.br e dando preferência para amigos do CGI.br
que já tem entre 5 a 8 mil domínios genéricos ".com.br"
obtidos através de leilões irregulares (regras
clique aqui e aqui).
Pior ainda é que entre o bolso do CGI.br e o Diário Oficial da
União D.O.U. que proibe a comercialização do ".net.br,
.tv.br, .taxi.br, radio.br, .teo.br, .b.br, .jus.br" (clique aqui,
aqui e aqui)
prevaleceu o adicional de cerca de R$ 5 milhões / ano para o bolso dos
integrantes do CGI.br que são os mesmos que o NIC.br. O Brasil inteiro
segue as resoluções no DOU, menos o CGI.br. Mais detalhes clique
aqui. (23/04/09)
alterado (05/05/09)
Declaração do Notório Saber do CGI.br
aos integrantes do CGI.br "O registro de domínios não
é regido pelas leis deste país. Nós fazemos o que bem entendemos
e se não concordam que registrem seus dominios fora do Brasil. Aqui nós
somos a lei. Não necessitamos publicar nada no DOU porque somos uma ONG
particular. E por este motivo que a partir de agora vamos trabalhar com mediação.
Não queremos depender da nossa justiça".
(clique aqui). Tudo isto
é um absurdo porque Mediação Arbitral só vale se
os dois lados aceitarem. No Diário Oficial da União D.O.U. garantem
que o ".net.br" é exclusivo para empresas que atuam com internet
clique aqui e também no
site do CGI.br aqui, mas
para poder embolsar mais trapaceiam suas próprias regras publicados no
DOU clique aqui).
Mais detalhes clique aqui. Mas isto
não é nada, veja este comunicado do CGI.br debochando das leis
brasileiras e
do "péssimo nível intelectual e ético de boa parte do senado" (clique
aqui). (30/03/09)
O Brasil não adere a Câmara Arbitral
da Organização Mundial da
Propriedade Intelectual (OMPI) o que "dificulta muito as disputas por
domínios ‘.com.br’", concorda o advogado Alvaro
Loureiro, do escritório Dannemann Siemsen."Quando um país
adere à Câmara, ele pode escolher as suas próprias regras.
E é isso que o Brasil deveria fazer", complementa o advogado
Rodrigo Azevedo. No Brasil "As empresas só têm a opção
de recorrer à Justiça ou pagar um resgate pelo sequestro do seu
domínio", diz o advogado Álvaro Oliveira, que também
é árbitro do comitê da OMPI (clique aqui
original aqui),
mas contrariando a todos o Embolsador Demi Getschko
alega que "só brasileiros podem fazer o registro "do .br",
não há necessidade de aderir a uma
Câmara em Genebra. A Justiça brasileira é
responsável para isso", e com a ONG NIC.br que
segundo a Receita Federal atua nas atividades de "defesa de direitos sociais,
ligados à cultura e à arte" (clique aqui)
que nada tem a ver com internet mas segundo o Embolsador
o orgão (NIC.br) "pretende criar uma Câmara Arbitral para
os registros ".net.br"" (clique aqui),
contrariando até o D.O.U. (clique
aqui)
que os empresários do CGI.br não conseguem mudar. Enquanto isto
o CGI.br implanta a notícia de outra forma na mídia e ainda mente
descaradamente ao afirmar que "O Comitê Gestor da Internet (CGI.br),
órgão governamental responsável por coordenar
os domínios ".br" na internet," ignorando que a Justiça
Federal concluiu que o CGI.br não é orgão governamental,
não representa ninguém do governo, não existe juridicamente
e sequer foi criado por lei (clique aqui).
Até a OAB -RJ repetiu a notícia falsificada (clique aqui)
enquanto isto veja as trapaças do CGI.br no Rio (clique aqui)
. (29/04/09)
Pior que no Brasil o maior trapaceiro em domínios é o
próprio NIC.br que liberou centenas de dominios genéricos
ao Sr. Benani Cubits só porque denunciou ao Ministério Público
as trapaças da ONG NIC.br (clique aqui
e aqui), efetuou dezenas de leilões irregulares
de domínios (clique
aqui e aqui)
e o mais estranho é uma clínica de estética que está
lotado de dominios na área plástica e prótese e suspeita-se
que a trapaceira da advogada Dr. Kelli (OAB 193817/SP), tenha trocada uma plástica
por um monte de domínios genéricos. (clique aqui).
Para continuar trapaceando, longe da Justiça, ainda querem manipular
Câmaras Arbitrais. (29/04/09)
Pobre
não pode registrar domínios no Brasil porque segundo
o CGI.br deve "Ter condições financeiras para arcar com
os pagamentos, custas, despesas e ressarcimentos decorrentes deste CONTRATO;"
(clique aqui) totalizando R$ 30,00
ao ano. Enquanto que na Argentina o registro é de graça (clique
aqui) porque por lá não existe um CGI.br
que só se preocupou em embolsar cerca de R$ 400 milhões (clique
aqui) (17/04/09)
Outra trapaça do CGI.br é que no contrato de
aceitação obrigatória (clique aqui)
diz que "O REGISTRO seguirá sempre as normas emanadas pelo Comitê
Gestor da Internet no Brasil, especialmente a Resolução CG nº
002/05 e seu Anexo I.", só que a Resolução 02/2005
não existe no D.O.U. e o CGI.br sequer foi criado por lei. O curioso
é que o Registro.br é o NIC.br que
no Art. 6º do estatuto (clique aqui) afirma
que é composto pelo CGI.br portanto o CGI.br define os valores e o mesmo
CGI.br embolsa os valores como NIC.br tudo com base em uma resoluçao
falsa 02/2005. (17/04/09)
Demi Getschko falsifica a biografia de Demi Getschko
na Wikipedia. Veja como estava em 1 de
maio de 2009 no http://pt.wikipedia.org/wiki/Demi_Getschko (clique aqui).
Aonde diz: “Foi um dos responsáveis pela QUINTA conexão TCP/IP brasileira,
em 1991” falsificou para “Foi um dos responsáveis pela PRIMEIRA conexão
TCP/IP brasileira, em 1991”. Retirou a parte aonde diz “A PRIMEIRA
conexao de internet ocorreu 3 anos antes, em setembro de 1988 no Laboratório
Nacional de Computação Científica (LNCC) do CNPq, no Rio de Janeiro, que consegue
acesso à Bitnet estabelecida com a Universidade de Maryland a uma taxa de transmissão
de 9600 bits”. (veja a realidade em www.comunicacao.pro.br).
Também retirou esta parte: “ocupando o cargo de Notório Saber em
Internet no CGI.br desde 2003, e Assessor da Presidência da Fapesp até o Registro.br
ser definitivamente expulso de dentro da Fapesp pelo Tribunal de Contas do Estado
de São Paulo em 2005,” e sobre a ONG NIC.br "que conforme o CNPJ
na Receita Federal atua na defesa de direitos sociais, ligado à cultura e à
arte (de embolsar) e não tem nada ver com internet ou tecnologia” (clique
aqui) Por último eliminou o link mais importante:
Perfil de Demi Getschko na www.ABUSANDO.info que apontava
ao site www.abusando.info. As falsificações foram feitas em 13/05/09 às
17:53 pelo Embolsador Everton da CasaBrasil.gov.br (clique aqui)
e também do CGI.br (aqui) a pedido do
Notório chefão de Trieste o El Capo Demi
Getschko. Contribua você também com a biografia do Sr.
Demi O
Embolsador Everton parece que também está envolvido nas transferências
ilegais das cidades gaúchas "bage.com.br, gravatai.com.br e caxiasdosul.com.br"
para um grupo paulista controlar. (clique aqui) (15/05/09)
O
Sr. Demi pelo simples fato de ter assistido a quinta conexão internet
(clique aqui) não
pode ser considerado o “Pai da Internet no Brasil”. Se fosse assim
a zeladora que com certeza também assistiu a quinta conexão e
ainda realmente trabalhou no projeto zelando pela limpeza terá que ser
considerada a “Mãe da Internet no Brasil”. (25/05/09)
O CERT.br (Centro de Espionagem do CGI.br) bloqueou em 13/04/09
dezenas de e-mails do www.3reais.com sempre alegando SPAM, assim como vem sumindo
com e-mails de centenas de empresas hospedados no mesmo site. Mas nada melhor
do que um dia após o outro. (14/04/09)
Diz um ditado popular que “os ratos são os
primeiros a pularem fora do navio que está afundando”. É
o que está acontecendo com o Notório Rato do CGI.br que declarou
em 13/04/09 na TV Cultura (clique aqui
e aqui) que
está pulando fora e ainda recomendou os outros ratos do CGI.br a pularem
fora. O motivo disto é que andaram grampeando até os e-mails de
juizes, mentiram ao Conselho Nacional de Justiça (clique aqui)
ao MPF (clique
aqui) e
ainda grampearam TODA a internet Brasileira (clique aqui).
O assunto foi encaminhado a cerca de 13 mil juizes e agora estão com
medo (clique aqui). Chamar o CGI.br de “ratos
embolsadores” não é tão grave, o CGI.br entrou com
ação judicial em 2005 e a Justiça Federal logo percebeu
que sequer existiam e cancelou a ação do CGI.br. (clique aqui).
Um português de bolsos grandes do CGI.br chamou
no blog do Roda Viva um integrante da Abusando de “energúmeno”
mas agora até ele foi convidado a pular fora do CGI.br porque o CGI.br
virou uma ratoeira capaz de matar ratos. (14/04/09)
O
Sr. Energúmeno Tavares representante dos provedores no CGI.br
(clique
aqui, aqui e aqui)
adorou e aprovou imediatamente a ilegal taxa de IPs
(clique aqui) cobrado
dos provedores. Devido à rapidez suspeita-se que algo deve estar escorregando
no bolso dele (clique aqui).
Na realidade o Sr. Notório do CGI.br (aqui)
e o Sr. Energúmeno
formam um par perfeito no estilo "barbudos trocando figurinhas". Primeiro
o Sr. Notório coloca o Sr. Energúmeno
como representante dos provedores no CGI.br de propriedade do Sr. Notório
(clique aqui)
e agradecendo o Sr. Energúmeno
coloca o Sr. Notório no Conselho Consultivo Superior da Abranet (Associação
de Provedores) de propriedade do Sr. Energúmeno (clique aqui).
Segundo um ditado popular: "Uma mão lava a outra e as duas depenam
uma nota preta de cerca de quinhentos
provedores e de quebra R$ 30,00 sobre 1,6
milhões de domínios".
O Sr. Energúmeno
deveria explicar publicamente porque aprovou uma cobrança ilegal e arbitrária
contra os provedores (clique aqui
e aqui).
Mais detalhes da sórdida trapaça contra os provedores (clique
aqui).
(29/04/09)
“TV Cultura e Internet Segura: Fernando Almeida,
vice-presidente da Fundação Padre Anchieta, fala da importância
da parceria entre a instituição e o Ministério Público,
em busca de uma internet mais segura” (clique aqui).
Entretanto a própria TV Cultura FALSIFICA informações em
blog do programa Roda Viva do Sr. Demi Getschko”
ao trocar textos como "quem fazia as resoluções se o CGI
não tem força de lei" por "Sr. Demi, parabéns!",
(clique aqui).
Como pode a TV Cultura alegar que busca uma internet mais
segura se falsifica informações em blogs? (17/04/09)
O jornalista Heródoto Barbeiro esqueceu no Roda Viva
(clique aqui
e aqui) de
perguntas cruciais como: Porque a internet brasileira está toda grampeada?
Porque R$ 149 milhões continuam por quatro anos parados na Fapesp? Porque
o Google pagou R$ 50 milhões a integrante do CGI.br/NIC.br? O que foi
feito com a receita de internet, durante 13 anos, algo em torno de R$ 400 milhões?
etc. Só houve perguntas pífias, até parece que o programa
Roda Viva foi comprado pela Fapesp com os juros dos R$ 149 milhões extorquido
dos internautas que anda parado por quatro anos na Fapesp. Outros R$ 130.678.581,00
foram gastos em salários e mordomias para os ratos do CGI.br (14/04/09).
O Sr. Demi Getschko, assessor
do presidente da Fapesp (clique aqui), ainda
mentiu no programa ao afirmar que fez a primeira conexão de internet
em 1991 na Fapesp (clique aqui) mas
que na realidade foi em 1988 no Rio (clique aqui)
(14/04/09)
O CGI.br vive fazendo reuniões fúteis para ver se consegue arrancar
e embolsar mais algum dinheiro dos internautas. O estranho é que até
a Estela Waksberg Guerrini do Instituto de Defesa do Consumidor - IDEC e Eduardo
Parajo da ABRANET vem participando. (clique aqui).
A Abusando espera que tenham indagado aonde foram os cerca de R$ 400 milhões
que sumiram (clique aqui), sobre o grampo
na internet brasileira, etc (ficha criminal do CGI.br clique aqui).
(25/05/09)
O presidente da FAPESP esta desesperado. Segundo a EBDI, o
presidente abocanhou em 19/03/09 um valor astronômico de R$ 13,50 da conta bancaria
da EBDI em plena luz do dia, lá pelas 4 da tarde (média de R$ 1,35 por dedo).
Incrível! O presidente está sentado durante quatro anos em cima de R$ 149 milhões
extorquidos dos internauta, sem emitir NF, sem pagar impostos e escondendo do
TCE-SP e ainda sobra tempo para ficar de olho nos trocos da empresa paranaense
EBDI. (clique aqui).
Suspeita-se que ainda esteja conivente com as importações
irregulares de equipamentos para cerca de 10 mil pesquisadores paulistas (clique
aqui). (20/03/09)
Conforme anuncio em 27/03/2009 (clique aqui)
o Comitê Gestor decidiu pelo”.net.br" genérico, contrariando
as suas próprias regras publicadas no D.O.U. (clique aqui)
e na falsa resolução 02/2005 (clique aqui).
O assunto sequer foi discutido em alguma reunião do CGI de 2009 ou 2008
(clique aqui e aqui).
portanto ninguém viu ou assinou algo. Falsificaram até a resolução
pública particular do CGI.br, que não tem validade jurídica
nenhuma, de 28/11/2008 (clique aqui)
acrescentando o ".net.br" de 27/03/2009 mas deixaram a data de 28/11/2008.
Foi algo semelhante ao que aconteceu na reunião de 21 de outubro de 2005
na qual o CGI.br decidiu pela transferência do embolsamento através
da Fapesp para a ONG NIC.br (clique aqui
e aqui) mas a referida reunião nunca
aconteceu (clique aqui) e
portanto ninguém do CGI.br viu ou assinou algo! (30/03/09)
O www.CERT.br (Centro de Espionagem e Retenção
de Tráfego) mantido pelos empresários
do CGI.br (clique aqui, aqui
e aqui) parece ser um grupo ilegal de
hackers que atuam nos limites da legalidade. Nos últimos meses com a
operação “Klaus” o grupo mantém um Servidor
Espelho do Anti-Spam TQMCube no Brasil e que recebe consulta de TODOS os e-mails
recebidos no Brasil para verificar a origem se é ou não um “spanner”
e todos os sites visitados para ver se contém ou não vírus.
Com esta centralização o CERT têm acesso à origem
e destino de TODOS os e-mails brasileiros, assim como TODAS as páginas
WEB acessadas. e podem bloquear o e-mail que quiserem alegando SPAM ou inibir
a visita a determinados sites alegando “site com vírus”.
Como tudo está sendo grampeado (chamam de logado) sabem inclusive quais
sites os juízes acessaram nos últimos meses em suas residências.
(detalhes clique aqui) (02/04/09)
A operação “Klaus” também vem eliminando
centenas de e-mails de empresas hospedadas no www.3reais.com.
A técnica é simples o CERT cadastra provedores como LocaWeb, Brasil
Telecom, Terra e outros como “spanner” no site Anti-Spam UCE Protect
(clique aqui) o que vem ocasionado “sumiço
de e-mails”. Tudo acontece no exterior e inclusive o TQMCube.com que fica
na Geórgia / USA mas encontra-se descontinuado. Não é a
toa que existem cerca de 50 centros de Anti-spam no mundo e nenhum no Brasil.
Todos ficam longe ao alcance das leis Brasileiras e desta forma o CGI.br
pode manipular a vontade a internet no Brasil. Para
conseguir isto o CGI.br teve que acabar com o Movimento Brasileiro de Combate
ao SPAM (clique aqui)
(02/04/09)
Mas quem é o CERT? É somente uma sigla, não
existe juridicamente e ninguém é responsável (clique aqui),
mas que sugere a segurança na internet em TODOS os servidores dos governos
estaduais junto com a ONG NIC.br que controla a segurança nos servidores
da Justiça (clique aqui) e
ainda instalou pacotes Anti-spam em todos os Provedores. O CERT inclusive é
suspeito de instalar um programa de captação de senhas do banco
Caixa Econômica em máquina de integrante da Abusando. (clique aqui)
(02/04/09)
Suspeita-se
que os mentores do Pacote Anti-spam (que deveria se chamar
Pacote de Grampo da Internet) instalado no governo, na Justiça em todos
os provedores tenha sido orquestrado em 2005 por um grupo de especialistas na
área (clique aqui). (02/04/09)
Estranho porque a Juz Navigandi tirou do ar o seguinte: "A
Internet Brasileira esta sendo grampeada - Direito e Informática
...Detalhes sobre os métodos usados estao em www.abusando.info. O que
temos que fazer para evitar isto? PermalinkMensagem inadequadaMensagem inadequada
... forum.jus.uol.com.br/133203/a-internet-brasileira-esta-sendo-grampeada/
- 25k -" (20/05/09)
Inédito.
NIC.br perde ação judicial (clique aqui). Das
7 ações já perderam 5 (clique aqui)
As duas que sobraram correm em SP no endereço da mãe de um dos integrantes da
Abusando e não no Paraná. É o cúmulo Oficiais de Justiça ficarem cercando uma
pessoa idosa de 86 anos. Se demorar 1 mês os integrantes do CGI.br que
são os mesmos do NIC.br embolsam R$ 8 milhões, 2 meses R$ 16 milhões
e se levar 2 anos melhor ainda... Mas por que não entraram contra a Abusando
que já existe desde 2006?
Descoberto
grampo nos e-mails e sites visitados
no Brasil
(clique
aqui) <--
NOVO
Resumo das possíveis falcatruas do CGI.br/ONG NIC.br/Fapesp.br
(clique aqui) <--
Fapesp coloca a mão na conta bancária da empresa paranaense
EBDI. (clique aqui)
<--
Polícia
Federal investiga integrantes do CERT envolvidos na "operação
Klaus"
aqui
(29/04/09)
CGI.br
reconhece que a resolução 02/2005 é falsa! (clique aqui)
(18/02/09)
Doação de R$ 149 milhões para a Reconstrução de Santa Catarina
(clique aqui) (01/12/08)
ONG NIC.br mente nos processos judiciais (clique aqui)
Lista com 25 suspeitas de falcatruas do CGI.br (clique aqui)
Leilao 100.000 dominios, domingo 02/11/2008 (clique aqui)
(23/10/08)
R$ 162 milhões para Inclusão Digital nos Estados (clique aqui)
Carta aberta aos parlamentares (clique aqui)
<-- NOVO (30/09/08)
Lista negra da Abusando das empresas que mantém lista cinza
(clique aqui) (01/10/08)
Direito de resposta da Abusando da difamação do CGI.br. (clique
aqui) (04/10/08)
Denúncia encaminhado para Procuradoria da República no Rio
de Janeiro (clique aqui) (07/10/08)
CGI.br de olho no lucro dos provedores (clique
aqui)
Declaração do presidente - Carta aberta ABUSANDO (clique aqui)
(20/08/08)
ABUSANDO ganha caso contra o Yahoo e RSA nos Estados Unidos
(clique aqui)
Enquanto os parlamentares estão ocupados com o CPI
dos grampos telefônicos parece que o CGI.br grampeia e bisbilhoteia os e-mails
dos parlamentares (clique aqui
e aqui)
A Associação
Abusando compra o dominio interjuris.com.br
do Sr. Jose Carlos. O domínio estava vago em 17/12/2008 e foi registrado pelo
Sr. José Carlos que mostrou inclusive a Nota Fiscal emitida pela ONG NIC.br.
O contrato de venda foi registrado em cartório e apesar do valor pago ter sido
um pouco salgado o investimento compensou. (20/12/2008)
Inédito: as trapaças do CGI.br nos últimos três leilões
de domínios e conheça também as falcatruas que o CGI.br vem fazendo com domínios
como televisoes.com.br, coreldraw.com.br, wordpress.com.br, hongkong.com.br,
minhaempresa.com.br e dezenas de outros (clique aqui)
(06/02/09)
CGI.br
vem grampeando sistematicamente os e-mails da Abusando. Foi até criado
um arquivo escondido indexgrave1.html no site da Abusando com propósito único
para este fim e informado por e-mail a quatro pessoas conhecidas. Logo a seguir,
no dia 12/02/09 o Registro.br acessou este link escondido três vezes! Uma vez
da maquina 3.138.net.registro.br e duas vezes da maquina 5.21.net.registro.br.
O grampo na internet é extremamente fácil para o Grupo de Trabalho em Segurança
GTS do CGI.br aplicá-lo. Basta duplicar os dados em algum ponto na rede de internet
e encaminhar pela própria internet para a GTS bisbilhotar os E-mails, MSN e
até voz sobre IP de qualquer brasileiro. (13/02/09)
|
Abusando
informa: |
Dúvidas na Internet podem ser esclarecidos por um "Notório Saber em Internet" (clique aqui) de segunda à sexta-feira das 08:00h às 17:00h. no telefone (0xx11) 5509-3500. |
CGI.br
reconhece que a resolução 02/2005 é falsa!
O Comitê Gestor Internet do Brasil informou em 2009,
após três anos de engodo que a inexistente resolução 02/2005
(clique aqui) foi trocado por uma RPI
- Resolução Pública Ilegal (clique aqui)
escrita pelos empresários do CGI.br. Segundo a Justiça Federal o CGI.br não
foi criado por lei, não é órgão e não representa o governo, clique aqui).
O problema aconteceu porque diversos juízes estavam norteando as suas conclusões
baseados na falsa resolução 02/2005 (clique aqui,
aqui, aqui)
o que poderia tornar ineficaz as sentenças judiciais. Mas porque NÃO
cancelaram a resolução 01/2005 que faz referencia ao falso 02/2005?
Simples: o Art. 4º da Resolução 01/2005 (clique aqui)
garante o embolsamento a título de gastos de cerca de R$ 8 milhões por mês aos
integrantes do NIC.br e CGI.br que são os mesmos conforme o
Art. 6º do estatuto da ONG NIC.br (clique aqui)
e ainda contrariando o Art. 9º do Decreto
Nº. 4.829/3 que diz: "O CGI.br não ensejará qualquer espécie de remuneração"
(clique aqui).
Nos últimos 13 anos os integrantes do CGI.br (clique
aqui, aqui
e aqui)
que
são os mesmos que o NIC.br (um define as regras e o valor e outro arrecada)
já embolsaram algo em torno de R$ 400 milhões e é mais do que três vezes
ao assalto ao Banco do Brasil em Fortaleza. O dinheiro "sumido"
pelos integrantes do CGI é tanto que na pressa até esqueceram a quatro anos
atrás R$ 149 milhões na conta da FAPESP. Teve que a FAPESP em 08/08/08 alertar
o CGI que esqueceram alguns trocos lá. (clique aqui)
(18/02/09)
O CGI.br está em uma sinuca. A resolução 01/2005 (clique aqui)
publicada no D.O.U diz que a Resolução 02/2005 contém todas as regras a serem
seguidas, mas acontece que esta publicação foi barrada no D.O.U. porque o CGI.br
não foi criado por lei e os empresários do CGI.br (clique aqui,
aqui e aqui) não
podem publicar textos no D.O.U. Para contornar criaram um D.O.U próprio (mais
detalhes clique aqui) e reeditaram
a resolução 02/2005 (clique aqui)
com o claro objetivo de trapacear mais de um milhão de internautas e
continuar embolsando R$ 8 milhões por mês. Até os magistrados foram
induzidos usar a inexistente resolução 02/2005 como base para conclusões judiciais
nos processos. Entretanto o Conselho Nacional de Justiça na sua resolução 45/2007
diz que a inexistente 02/2005 não é da CGI.br mas da ONG NIC.br de propriedade
dos integrantes do CGI.br. (clique
aqui) (06/02/09)
"Conforme os magistrados, no Brasil vige a regra da anterioridade quanto
ao registro de nome de domínio, como dispõe o art. 1º da Resolução nº 002/2005".
(Veja tres casos: clique aqui,
aqui e aqui).
A decisão judicial é questionável porque a Resolução nº 002/2005 não
existe juridicamente, a publicação foi barrado no D.O.U. Sequer os
empresários do CGI.br, criado sem força de lei, estão usando a sua própria falsa
resolução 02/2005 mas um substituto particular (clique aqui).
A homologação da “extensão .jus.br" o CGI.br também não conseguiu publicar
no Diário Oficial da União, e portanto não poderia oferecer uma extensão irregular
para o Conselho Nacional de Justiça usar. Um ano depois simplesmente publicaram
algo no D.O.U. particular dos empresários do CGI.br e chamam de Resolução Pública.
(clique aqui e aqui)
(06/02/09).
Os integrantes do CGI.br tem pleno conhecimento das irregularidades cometidas
usando a marca empresarial CGI.br. No Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR
a Justiça Federal concluiu que o "O Comitê Gestor da Internet do
Brasil não foi criado por lei, náo é órgão ou entidade federal, não representa
o ministério, não representa órgão federais da Administração direta e sequer
tem personalidade jurídica" (clique aqui)
Mesmo assim continuam trapaceando nos leilões de domínios (clique aqui, aqui
e aqui). A várias Atas Notariais sobre este site anexados nos 7 processos judiciais
(clique aqui e aqui)
confirma o conhecimento das falcatruas do grupo (clique aqui,
aqui e aqui) descritos
aqui.
Você sabia que na Argentina não se paga o registro? (clique
aqui,
aqui
e aqui),
entretanto aqui no Brasil um grupo de empresários "milongueiros espertos"
do CGI.br (clique aqui, aqui
e aqui) embolsaram cerca de R$ 400 milhões em 13
anos de internet (ciique aqui), boa parte contabilizado como doação de anônimos
para a Fapesp contrariando até o TCE-SP e lesando o erário ao não pagar impostos
(clique aqui). Atualmente tudo está baseado na resolução ilegal 01/2005 publicada
no D.O.U (clique aqui) para que a receita caia direto no bolso dos empresários
do CGI.br (uns R$ 8 milhões por mês) através da ONG deles chamado NIC.br. Em
2008 criaram uma nova taxa para provedores cobrando o IP (clique aqui)
o que resulta em outro embolsamento de cerca de R$ 40 milhões/ano. Ainda bem
que mais de 1.5 milhões de internautas brasileiros adoram pagar taxas de R$
30,00. Imagine o que aconteceria com a internet na Argentina se lá tivesse um
Demi E.?. Seria um bom tango?. Agora imagine o que aconteceria se
a Argentina tivesse um Demi ? (06/02/09)
Em tempo de tango e sapateado, nunca
dançamos tantos com estes infelizes do CGI. Resta saber se o TCE-SP vai fazer
alguma coisa ou vamos ficar eternamente sapateando. (06/02/09)
Comitê Gestor Internet do Brasil reserva para si o domínio "cabares.com.br",
(clique aqui), e o que deve ser muito importante para
as operações da internet no Brasil. Há tempos atrás o CGI.br já havia reservado
para si o domínio "prostituta.com.br" e pediu até documentação para
verificar a similaridade com a atividade clique aqui.
Até a cervejinha "budweiser.com.br" reservaram (clique aqui)
para a inauguração. Milhares de comunidades no Orkut aguardam ansiosamente para
ver o conteúdo a ser colocado no domínio "cabares.com.br" pelo CGI.br
já que no domínio "prostituta.com.br" suspeita-se que será uma grande
história revelada por uma mulher que se vendeu a qualquer custo para manter
seu cargo. (06/02/09)
Google paga R$ 50 milhões a integrantes do CGI.br (clique aqui),
que por sua vez pagam quase 1 milhão de reais ao Safernet (clique aqui)
que por sua vez vive azucrinando o Google para ver se arranca também alguns
trocos assim como conseguiu arrancar alguns trocos da Petrobrás e da Rainha
Sílvia da Suécia. (clique aqui). O interesse do CGI.br
em investir milhões no restaurante Safernet de Pituba da Bahia (clique aqui)
deve-se ao fato que o mesmo atua no atravessamento de denuncias ao MPF PRSP.
Se você tiver alguma denuncia a fazer faça-o direto no site do MPF PRSP e não
em site de atravessadores financiados com o dinheiro sujo obtido por extorsão
dos proprietários de mais de 1,5 milhão de domínios. Aliás como a Justiça Federal
concluiu que o CGI.br não foi criado por lei (clique aqui)
a titularidade de um domínio também não tem valor legal, assim como o argumento
de que foi registrado antes. (clique aqui) (27/11/08)
CGI.br chega ao ridículo! Após debochar das Leis e Parlamentares
brasileiros e ainda criar na internet do Brasil, um mundo jurídico a parte com
leis particulares (clique aqui)
e NÂO conseguir publicar seus embolsamentos no D.O.U. que não
permite publicação de empresários sem força de lei (a Justiça Federal concluiu
que o CGI.br não foi criado por lei, clique aqui)
e para contornar
criaram um substituto para o Diário Oficial da União - D.O.U.!
Veja esta aberração empresarial: "Criada a Resolução Pública";
CGI.br/RES/2008/06/P, considerando que os atos decisórios do CGI.br serão publicados
na forma de Resolução e terão plena eficácia após publicação no site http://www.cgi.br.".
Veja a reunião (clique aqui)
em que os empresários do CGI.br aprovaram a "Resolução Pública" e
que só tem valor para conflitos sociais. Exemplo: Demarcação de uma terra onde
passa um córrego e neste córrego estão jogando lixo. (24/11/08)
Para um americano ou europeu é inconcebível um domínio estar congelado.
O congelamento é uma invenção dos embolsadores do CGI.br para obrigar as empresas
e internautas a pagarem logo a taxa de extorsão anual de R$ 30,00 x 1,4 milhões
de domínios (e ainda adiantado em 1 ano) através do constrangimento
público que o site da empresa está congelado por falta de pagamento.
Veja outras leis estranhas na internet e como o CGI.br debocha das Leis Brasileiras
e dos Parlamentares. (clique aqui)
Não é a toa que o CGI.br se gaba de que o modelo brasileiro é o melhor do mundo
(para os bolsos deles) e nas palavras do CGI.br "o modelo americano
é uma burrice", (clique aqui) pois não
permite embolsamentos pessoais. (01/12/08)
Segundo a justiça o registro de domínios pela ONG NIC.br não passa de uma mera
delegação sem força de lei feita pelos empresários do CGI.br, semelhante ao
da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo - Fapesp conforme conclui
a juíza da 3ª Vara Cível de Niterói, Lindalva Soares Silva. Consequentemente
a titularidade de mais de 1,5 milhões de domínios no Brasil não são
respaldados por lei. Tanto os registros feitos pela Fapesp, até 4/12/2005
como as feitas após pela ONG NIC.br são meramente "eficácia declarativa,
sem efeito em relação a terceiros". (clique aqui)
A única coisa que o CGI.br consegiu fazer em 13 anos de internet e com muita
destreza foi sumir com R$ 400 milhões (clique aqui)
sendo que destes R$ 149 milhões foi localizado porque estava apodrecendo na
conta da Fapesp a 4 anos. Teve que a Fapesp alertar o CGI.br que tinham esquecido
um troco na conta. (clique aqui).
Solicite ao deputado (clique aqui)
ou senador (clique aqui) do
seu estado para que os R$ 149 milhões
de reais parados há 4 anos na conta da Fapesp (clique aqui)
sejam doados para a Reconstrução de Santa Catarina em forma
de ferros, tijolos e cimentos permitindo a reconstrução de casas, proteções
nas encostas e ainda criar barragens de contenções. O seu e-mail pode fazer
a diferença envie-o ainda hoje com copia para denuncias@abusando.info, info@fapesp.br,
denuncias@prsp.mpf.gov.br e no site www.prsp.mpf.gov.br, Veja outros e-mails
(clique aqui),
isto, antes que os integrantes do CGI.br além dos 8 milhões mensais
também embolsem os R$ 149 milhões que esqueceram na conta. (01/12/08)
A Abusando teve acesso a 7ª ação judicial do
mega-grupo empresarial CGI.br, contra integrantes da Abusando. A ação, um absurdo
jurídico, denota claramente que um Notório Saber está enrolando a ala
de integrantes rebeldes do CGI.br que acreditam na honestidade ou o
que parece ser mais provável os integrantes do CGI.br são tansos demais para
entrar com uma ação judicial que já rendeu dois carros zeros para os advogados
e ainda vão perder porque esqueceram dos titulares do site abusando e interjuris.
O CGI.br/NIC.br (que são os mesmos) embolsam R$ 320 mil por dia útil. Esta é
a 3ª ação dos integrantes do CGI.br, as outras duas já perderam (clique aqui
). Infelizmente nem podem entrar como CGI.br porque e as duas como CGI.br perderam
também pois a Justiça Federal concluiu que não existem (clique aqui
e aqui). Mais detalhes e ainda veja na integra
a 7ª ação (clique aqui) (27/11/08)
A Associação Abusando foi criada em início de 2006 que tem entre outros
o objetivo de fiscalizar e denunciar as trapaças do CGI.br (clique aqui)
assim como denunciar o excesso de embolsamento dos integrantes do CGI.br (R$
400 milhões em 13 anos) clique aqui.
Mas o Ali Demi Baba insiste em
enrolar os cerca de 40 embolsadores do CGI.br
(clique aqui, aqui
e aqui) e os que votaram (clique aqui)
de que a Abusando não existe e ainda mentem ao dizer que os integrantes da Abusando
foram julgados. Sequer sabem interpretar uma ação judicial . Veja as sete ações
do CGI.br clique aqui e aqui
. A técnica do CGI é simples. quanto mais demorar tudo mais embolsam. Se demorar
mais 1 ano embolsam mais R$ 80 milhões, dois anos R$ 160 milhões e assim vai.
(27/10/08)
Até da OAB o grupo empresarial CGI.br usando a Fapesp cobrou
durante 10 anos "retribuições" induzindo a OAB ao crime de sonegação
Fiscal por não fornecer Nota fiscal e ainda contabilizaram as "retribuiçoes"
dos domínios da da OAB como doção de anônimos usando o CNPJ 43.828.151/0001-45
da Fapesp (Fundação tem estas regalias) para não pagar impostos lesando o erário
e ainda contrariando o TCE-SP entre 2002 a 2005 só para embolsar outros R$ 100
milhões (clique aqui
pág. 4/5). O assunto que se suspeita ser uma quadrilha composta por advogados
foi denunciado ao OAB (clique aqui) (31/10/08)
A ONG NIC.br
de propriedade dos empresários CGI.br (clique aqui,
aqui e aqui)
vem mentindo seguidamente na justiça dizendo que é "sucessor
legal da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo "; Fapesp".
(clique aqui, aqui
e aqui) SEQUER HOUVE LICITAÇAO e tudo não passou de uma
mera delegação SEM FORÇA DE LEI feita por um grupo de empresários do CGI.br
(clique aqui) e segundo a juíza que ainda
considerou a atividade de registro de domínios somente
como "eficácia declarativa" (clique aqui
e aqui). Resultado: tudo que a Fapesp e a
ONG NIC.br fizeram relativo a internet não tem força de lei,
inclusive os leilões fraudulentos de domínios (regras veja aqui
e aqui) e também as cobranças de domínios. No caso
da Fapesp contabilizaram durante 10 anos cerca de R$ 250 milhões dos internautas
como "doação de anônimos" em nome do obscuro professor Harmut Richard
Glaser, até o TCE-SP conseguiram enganar (clique aqui),
além de induzir 1,4 milhões de empresas / ano ao crime de sonegação fiscal por
não fornecer Nota Fiscal. e no caso da ONG NIC.br, após 5/12/2005, chamam de
"retribuição" porque "taxa" tem que ser aprovado pelo congresso.
Mas se até a OAB, mais de 40 mil advogados, milhares de jornalistas e outros
profissionais adoram pagar "retribuições" de R$ 30,00 / ano sem sequer
contestar a legalidade os mais de 1 milhão de internautas e empresas também
acabaram pagando. Clique aqui e conheca as
principais atividades do CGI.br (22/10/08)
Pior é que o CGI.br ainda debocha das leis brasileiras e dos parlamentares (clique
aqui) porque não depende
destes para criar leis na internet.
Consulta ao registro budweiser em 18/11/08 no registro.br:
"O domínio budweiser.com.br não pode ser registrado por tratar-se de uma
palavra reservada pelo CG". Deve ser muito importante para as operações
da Internet Brasileira reservar uma geladinha para o Notório Barbudo (18/11/08)
Você não consegiu registrar ou perdeu um domínio no leilão fraudulento
do CGI.br? "Segundo a juíza, "a função da Fapesp visa
somente eficácia declarativa, sem efeito em relação a terceiros", o que
afastaria a argumentação da Hiperzoom de que fez o registro do domínio do ignoticias
antes da Ig." (argumentos clique aqui, aqui
e aqui). Resumindo tudo que a Fapesp ou NIC.br
fazem ou fizeram relativos a internet não tem ou teve força de lei. (23/10/08)
CGI.br muda a história da Internet no Brasil.
A primeira conexao de internet ocorreu em setembro de 1988 no Laboratório Nacional
de Computação Científica (LNCC) do CNPq, no Rio de Janeiro, que consegue acesso
à Bitnet estabelecida com a Universidade de Maryland a uma taxa de transmissão
de 9600 bits (clique aqui).
Mas um "Notório Saber em Internet", para se auto-afirmar e auto-vangloriar,
garante que assistiu em janeiro de 1991 à primeira conexão três anos após...
(clique aqui) (19/07/07) Até no
programa SBT Realidade de 27/10/08 faltou com a realidade ao afirmar que ele
mesmo o Demi Getschko foi que fez a primeira
conexão em 1991 em SP e que na realidade aconteceu em 1988 com os cariocas.
O SBT Realidade perdeu a maior chance da vida dela que seria indagar o Sr. Demi
e seus asseclas aonde foram parar os R$ 400 milhões extorquidos em 13 anos de
internet. (28/10/08)
Além do mais o CGI.br que mentiu comprovadamente duas vezes ao Ministério
Público Federal (clique aqui) e também
mentiu para o Conselho Nacional de Justiça (clique aqui)
e ainda garante que:"..., Demi Getschko,
figura lendária da Internet que recebeu de Jon Postel (já falecido) um dos "pais"
da Internet "; os outros são Vinton Cerf, Bob Kahn e Steve Crocker ";
o domínio <.br>. Na época, a Internet era de cunho acadêmico (a ICANN
"; Internet Corporation for Assigned Names and Numbers não existia) e estava
debaixo do projeto do Departamento de Defesa (DoD) dos EUA que sempre investiu
em P&D." clique aqui.(14/10/08)
Tanto Mao Tse-tung como Demi Getschko
parecem que adoram o culto a si próprio. O segundo nasceu em Trieste
na Itália, uma cidade com forte influência de mafiosos barbudos alguns até naturalizados
brasileiro e parece estranho mas TODOS os colaboradores mais próximos a ele
o consideram um prepotente. Até a principal maquina da Fapesp se chama "Trieste"
em homenagem ao maior embolsador na área de internet no Brasil. Fisicamente
falando, quem está sentado em cima de R$ 400 milhões extorquido durante 13 anos
dos internautas parece que acaba virando um prepotente. Escreveram 10 paginas
de lorotas sobre o CGI.br (clique aqui)
mas o que TODOS os brasileiros querem saber é "aonde
foram parar os 400 milhões de reais?" (14/10/08)
Os integrantes do CGI.br (clique aqui,
aqui e aqui)
estão cientes do conteúdo deste site, conforme as várias Atas
Notariais anexados em 7 processos judiciais (clique aqui)
e deveriam ter denunciado as possíveis falcatruas do CGI.br (clique aqui)
ao Ministério Público Federal mas neste caso podem ser expulsos da partilha
de cerca de R$ 8 milhões por mês (clique aqui).
Parece que o bolso acabou falando mais alto.(30/09/08)
De olho no dinheiro dos bancos a ONG particular NIC.br
de propriedade de integrantes do CGI.br (clique aqui
Art. 6º), lança com exclusividade um novo produto de segurança no mercado brasileiro
com o nome "dnssec". (clique aqui)
A nova extensão ".b.br" sequer foi publicado no D.O.U mas mesmo assim
logo no lançamento 2 bancos já se interessaram em soltar dinheiro. Para evitar
concorrentes bloquearam o dominio dnssec.com.br. e o serviço de segurança (conversão
de letras em números) não será prestada pelas empresas brasileiras (não são
confiáveis) mas pelo próprio CGI que nem existe juridicamente (recurso criminal
clique aqui) e com antecedentes criminais
suspeitos (clique aqui e aqui)
(19/07/07)
Como pode uma ONG (clique aqui)
que emite 200 mil NF frias e pagar R$ 300 mil a mais em ISS (clique aqui)
o que dá direito a lavar R$ 6 milhões ainda cuidar de segurança bancária? Repete-se
a fábula do "lobo tomando conta das ovelhas" sendo aplicada na Internet
do Brasil. Conheça a origem desta fábula a 7 anos atrás (clique aqui).
(27/06/07)
Por trás da eleição
com direito a participar da partilha de R$ 8 milhões por mês estão 171 empresas
que votaram (clique aqui)
CGI.br controla os e-mails dos parlamentares
e vem bloqueando através da polícia os e-mails da Associação Abusando. Veja
um exemplo: <alvarodias@senador.gov.br> (reason: 550 Denied by policy.)
(clique aqui). Mas enquanto
os parlamentares estão ocupados com o CPI dos grampos telefônicos parece que
o CGI.br grampeia e bisbilhoteia os e-mails dos parlamentares, através
do www.antispam.br; sem contar o www.cert.br do CGI.br que é suspeito de atuar
em grampos digitais "voz sobre IP e outros dados pela internet" além
serem suspeito de tentar implementar em dezembro de 2007 um sistema de obtenção
ilegal de senhas de correntistas da Caixa Econômica em computadores de integrantes
da Abusando (clique aqui) para através da Policia
Federal tentar invadir o escritório e calar a força (clique aqui)
o que em 7 ações judiciais não conseguiram. Sequer uma ação contra a própria
Associação Abusando aberta legalmente em 2006. tiveram competência para fazer.
São tão sujos que só abrem ação em SP porque a mãe (com 86 anos) de um dos integrantes
da Abusando mora lá. (30/09/08)
Nos EUA a ICANN cobra U$ 0,25 por domínio
(clique aqui), enquanto aqui no Brasil o CGI.br (clique
aqui) embolsa R$ 100,00 (40+40) depois R$ 80 (40+40)
e agora R$30,00 / ano dos proprietários de 1,4 milhões de domínios usando a
ONG particular NIC.br deles (clique aqui). Mas como R$ 40 milhões anuais é pouco para uma
ONG com todos os 25 funcionários pagos pela Fapesp, em 2008 começaram a criar
outras cobranças ilegais (clique aqui)
e sem sequer publicar no D.O.U, como IP dos provedores (clique
aqui), outra atividade extorsiva que rende outros
R$ 40 milhões ano. Seria algo semelhante a Anatel começar a cobrar o numero
telefônico das concessionárias de telefonia e que são obrigados a entregar um
telefone com um número qualquer assim como um provedor não consegue entregar
uma conexão internet sem um número IP. Não é a toa que os que estão no CGI.br
não querem abandonar a partilha de R$ 80 milhões / ano, chegando até a melar
as eleição (clique aqui) e desta forma evitar que estranhos entrarem pelo
voto. Mas tudo foi solucionado com suplentes. (04/10/08)
Desvio de verba do Infovia.RJ para ONG particular
carioca. Denúncia encaminhado para a Procuradoria da República
no Rio de Janeiro (clique aqui) (07/10/08)
Na reunião dos empresários de bolso grande do CGI.br no dia
08/08/08 (clique aqui)
o Dr. Ricardo Renzo Brentani, Diretor Presidente do CTA da Fapesp alertou ao
CGI.br que os mesmos esqueceram R$ 162.421.379,23 na conta da Fapesp e que o
dinheiro estava apodrecendo a 3 anos na conta. (30/09/08)
O Dr. Brentani deveria tomar vergonha na cara ao liberar R$
162 milhões para os empresários do CGI.br em vez de DEVOLVER
EM DOBRO O DINHEIRO EXTORQUIDO dos internautas
aos próprios internautas e deveria ainda aproveitar a reunião para explicar
porque outros R$ 130.678.581,00 (clique aqui)
foram gastos com salários e viagens para os próprios integrantes do CGI.br e
por fim explicar aonde foram parar o restante dos R$ 100 milhões que sumiram
(total clique aqui). Também não seria
nada mal explicar porque a Fapesp continua por 3 anos pagando os 25 funcionários
da ONG NIC.br se a ONG embolsa cerca de R$ 8 milhões por mes dos internautas
e como conseguiram trocar nas centenas de ações (OAB-SP 193.817) em Varas da
Fazenda Pública os CNPJs 43.828.151/0001-45 da Fundação por uma ONG particular
NIC.br CNPJ 05.506.560/0001-3 de propriedade dos empresários de bolso grande
do CGI.br (30/09/08)
Os R$ 162 milhões além de extorquido ainda o foram de forma irregular.
Em 2002 a justiça concluiu que "a Fapesp não tem competência para o registro
de domínios" (clique aqui) e também em 2002 o Tribunal
de Contas do Estado de São Paulo "; TCE-SP expulsou a atividade
de registro de domínios de dentro da Fapesp (clique aqui
pág. 4/5), mas mesmo assim a Fapesp continuou durante mais 4 anos (até 4/12/2005)
embolsando a receita de cerca de 1,2 milhões de domínios x R$ 30,00 / ano cada.
Para não pagar imposto de renda contabilizaram tudo como doação no projeto do
obscuro professor Harmut Richard Glaser. Além disto ainda induziram milhões
de empresas e internautas ao crime de sonegação fiscal, por não fornecer Nota
Fiscal durante 10 anos de embolsamento. (O CGI, mesmo sem força de lei, garante
que era um serviço de caráter publico, mas quando passou sem licitação para
a ONG NIC.br, não era mais). Outra parte destes milhões também veio das dezenas
de leilões irregulares de domínios de internet, praticados durante anos pela
Fapesp e que foi denunciado ao MPF mas sequer a Fapesp respondeu. (clique aqui)
deixando tudo para o inexistente juridicamente CGI.br responder. (30/09/08)
Dr.
Brentani da Fapesp parece ser um notável médico na área de câncer,
mas isto não o habilita a decidir sobre o destino de R$ 162 milhões
extorquidos dos internautas do Brasil inteiro e ainda exigir
que seja somente aplicado em pesquisas no Estado de São Paulo. O limite por
projeto é de 900 mil reais e o principal critério será de não falar mal do CGI
/ NIC.br e Fapesp. Com tanta trapaça só sobra uma coisa: FAPESP
DEVOLVA EM DOBRO AOS INTERNAUTAS E EMPRESAS DO BRASIL INTEIRO TODO O DINHEIRO
EXTORQUIDO EM MAIS
DE 10 ANOS DE INTERNET. (30/09/08)
A Fapesp conseguiu abocanhar R$ 13,50 da conta bancária de uma empresa
paranaense. Segundo a Empresa Brasileira de Dominios "; EBDI,
o fato aconteceu recentemente em 02/09/2008 e o assunto refere-se a ação judicial
75/053.04. 001744-6 da 8ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo na qual estranhamente
nem aceitam domínios como bens de penhora. (mais detalhes clique aqui).
A EBDI tambem reclamou das sujeiras da Fapesp no processo 1500/2001 da 4. Vara
Cível do PR. A Fundação de Amparo ao Estado de São Paulo deu uma de "joão
sem braço" e ao ser intimado no oficio de penhora e bloqueou "outros"
487 domínios da EBDI. Isto foi em 17 de maio de 2002 (pág. 62) e até hoje em
2008 continuam mantendo-os bloqueados. A Fapesp acostumado a extorquir dos internautas,
enganar o TCE-SP, a Receita Federal etc, ainda faz trapaças nos processos judiciais,
porque na hora do aperto perante ao Ministéirio Público Federal quem responde
é o inexistente juridicamente CGI.br. (clique aqui)
(30/09/08)
O CGI.br debocha das leis brasileiras e dos parlamentares porque
não depende destes para a criação de leis sobre internet. O CGI.br cria suas
próprias leis através de resoluções internas feita por empresários do CGI.br
e as aplica através da ONG NIC.br (quem não concordar fica sem o dominio ".br").
E não é somente isto: embolsa através da ONG NIC.br composto pelos integrantes
do CGI.br. (18/09/08) Veja também Carta aberta aos parlamentares
(clique aqui)
Segundo o Notório Saber do CGI.br: "Neste país, a
chance de alguém estar totalmente legal tende a zero, dado o emaranhado de leis
que podem ser "sacadas" a critério de quem quiser alegar ilegalidade
ou exercer algum poder constritivo ("boa constrictor" = jibóia)"
e "especialmente se considerarmos o péssimo
nível intelectual e ético de boa parte do senado."
(clique aqui). Mesmo assim, alguns parlamentares
ainda têm coragem para sentar e tomar café com membros do CGI.br (clique aqui)
que segunda a Justiça Federal, sequer é um órgão, entidade, autarquia ou foi
criado por lei. O CGI.br
ainda debocha das leis brasileiras e dos parlamentares
porque está sentado em cima de cerca de R$ 400 milhões, apoiados em resoluções
falsas com alguns até publicadas no D.O.U. (clique aqui).
Um detalhe importante: Boa parte deste dinheiro foi contabilizado como doação
de anônimos. Tudo para não pagar impostos ! Até o imposto de renda conseguiram
driblar usando a Fapesp (clique aqui). Até
mesmo para o Ministério Público Federal o CGI.br mentiu em duas ocasiões aqui
comprovadas (clique aqui) e outra para o Conselho
Nacional de Justiça (clique aqui) Na realidade o CGI.br (clique
aqui, RG e CPF aqui
e aqui) segundo a Justiça não passa de
um mero grupo de empresários (clique aqui)
que ainda embolsam dinheiro dos internautas, de mais de 40 mil advogados e até
dos parlamentares, que toda vez que eles quiserem registrar algum domínio, tem
de pagar esta contribuição "forçada". (18/09/08)
Declaração
do Notório do CGI.br aos integrantes do CGI.br "O
registro de domínios não é regido pelas leis deste país.
Nós fazemos o que bem entendemos e se não concordam que registrem
seus dominios fora do Brasil. Aqui nós somos a lei. Não necessitamos
publicar nada no DOU porque somos uma ONG particular. E por este motivo que
a partir de agora vamos trabalhar com mediação. Não queremos
depender da nossa justiça". (clique aqui).
Tudo isto é um absurdo porque Mediação
Arbitral só vale se os dois lados aceitarem.
(30/03/09)
O CGI.br criou na internet do Brasil, um mundo jurídico a parte com
leis particulares. Exemplo: em vez de "spc ou seproc" usam
"congelamento", em vez de "leilão" usam "processo de
liberação", em vez de "lance" usam "ticket" em vez
de "taxas" usam "retribuição da manutenção" e para a maioria
não entender nada em vez de "provedor" usam "ISP" (veja
aqui). Para confundir ainda usam palavras como
ICANN (um órgão ligado ao Departamento do Comércio dos EUA) e outros como TLDs
etc Veja aqui nesta resposta do CGI.br ao Ministério
Público. Outras consequencias sobre as leis do CGI.br clique aqui
(22/10/08)
No caso do CPI dos Grampos sequer entrou em pauta o "grampo digital"
(grampo do voip "voz sobre IP" e outros dados entre usuários de internet)
na qual o principal grupo suspeito de atuar ilegalmente é o CERT "; www.cert.br,
uma espécie de SNI do CGI.br. O CERT do CGI.br é um grupo muito sujo veja um
exemplo (clique aqui). (23/09/08)
A Associação Abusando vem investigando quais parlamentares
(clique aqui) apóiam as possíveis trapaças
do CGI.br (clique aqui) e para que não saia
nenhuma lei sobre internet. Em breve tudo será noticiado ao público. O lobby
é muito grande, e o CGI.br tem muito dinheiro para jogar fora, graças ao apoio
financeiro dos proprietários de 1,45 milhões de dominios que adoram pagar R$
30,00 por dominio ano. (18/09/08)
Direito de Resposta: Abusando x CGI.BR. Como tornar-se um denunciante
e virar réu. Leia esta importante documentação (clique aqui)
da Associação abusando, que fiscaliza as ações da ONG NIC.BR e que passou de
denunciante para réu. (04/10/08)
Dos 20 integrantes do CGI.br não satisfeitos com a decisão judicial
"o conteúdo dos sites
parece estar de acordo com o direito constitucional de manifestação do pensamento"
(clique aqui) 18 abriram novo processo
2008.186466 (clique aqui) na 5ª. Vara Cível João
Mendes SP, contra as mesmas 3 pessoas físicas (dois moram no PR e um os EUA,
mas abriram em SP no endereço da mãe de 86 anos). Valor da causa R$ 373.500,00,
custos advocatícios 20% = R$ 74.700,00. Mas porque não comparecem na 7 delegacia
de Lapa SP, Inquérito 147206 - Processo 050060353642 para explicar aonde foram
parar os R$ 400 milhões (clique aqui)
que sumiram em 13 anos de internet? E de quebra explicar as 200 mil notas fiscais
frias? E de quebra explicar como conseguem extorquir os proprietários de 1,4
milhões de domínios R$ 30,00 / ano cada baseado na resolução 02/2005
que NAO EXISTE !!!! (28/08/08)
A milionária ação acima que rendeu dois carros zero aos advogados,
não deve dar em nada porque nesta terceira ação dos mesmos integrantes do CGI.br
(clique aqui e aqui)
novamente e pela terceira vez esqueceram de incluir na ação a Associação Abusando
titular e responsável do site www.abusando. O mais grave é que usam Oficiais
de Justiça para intimidar pessoas idosas de 86 anos em SP em vez de citar o
filho nos EUA. Os Oficiais ficam dia e noite rondando o endereço. Só porque
a mãe mora em SP abriram em SP a ação. É inacreditável! (15/09/08)
A Abusando constatou na consulta publica do processo 2008.186466 que no dia
26/08/08 o juiz solicitou que cada integrante do CGI declara-se a profissão
conforme art.282,II,CPC. Infelizmente a profissão de "embolsador
da receita de internet" ainda não foi regulamentada pois ficaria mais fácil
colocar todos na mesma profissão. A Abusando também constatou que os
CPFs de cada um foram retirados (clique aqui)
e compare com estes mesmos daqui. Devem
estar escondendo algo muito grave a ponto de esconderem os RGs e CPFs nos processos
judiciais. (26/09/08)
A ação 2008.186466 (clique aqui) está fadada ao
insucesso daqui a 1 ano porque sequer incluíram os titulares dos sites interjuris
e abusando; ainda defendem o CGI (que não pode entrar com ação porque segundo
a Justiça Federal não existe juridicamente, clique aqui
e aqui), defendem a Fapesp, mas não são da Fapesp,
defendem a ONG NIC.br mas não incluíram a ONG NIC.br; e ainda usaram somente
textos fulminados pela decadência, nos estritos termos do art.38 do CPP, "verbis":
"Art.38.
Salvo disposição em contrário, o ofendido, ou seu representante
legal, decairá no direito de queixa ou de representação,
se não o exercer dentro do prazo de 6 (seis) meses, contado do dia em
que vier a saber quem é o autor do crime, ou, no caso do artigo 29, do
dia em que se esgotar o prazo para o oferecimento da denúncia".
(03/11/08)
Pior ainda: na pagina 7 (clique aqui) transcreveram
"Segundo o estudo da ONG NIC.br os integrantes são
os mesmos que o CGI. br e somente segue ordens do CGI. br (que são os
mesmos hehehehehe)." Mas deveriam ter escrito "Segundo o estatuto
da ONG NIC.br...". o que é bem diferente. O escritório
de advocacia deveria contratar um digitador melhor em vez de cobrar dois carros
zero pela ação.
Mas desta vez foram um pouco mais inteligentes, (clique aqui)
pois não incluíram a Ata Notarial do site para evitar que sejam
novamente acusados de conivência das maracutaias do CGI.br conforme Ata
Notarial. É a sétima ação do mega-grupo empresarial
CGI.br e a terceira ação dos integrantes do CGI, as outras duas
deu na trave (clique aqui).
Vai levar 1 ano só para citar os integrantes no Paraná e como
outro integrante da Abusando citado no processo mora nos EUA estão tentando
colocar a mãe dele que mora em SP no lugar. O CGI.br de fato é
muito podre e sujo. (03/11/08)
Tudo
isto tem um motivo simples: "calar a boca de alguns integrantes
rebeldes do CGI.br" dizendo que a ação esta correndo e continuar
embolsando R$ 8 milhões por mês ou R$ 320 mil por dia útil. Se a 7. ação (clique
aqui) levar 10 anos melhor ainda! (03/11/08)
O CGI.br mentiu ao Ministério
Público Federal ao
afirmar (na fl. 15 clique aqui,
processo 583.00.2006.225286 10/11/2006 21ª. Vara Cível Forum João Mendes Júnior)
que: "... conforme estabelecia
a Resolução 01/98, revogada pela Resolução 02/2005, vigente a partir de 05 de
dezembro de 2005",. Oras, é impossível juridicamente
um grupo de empresários do CGI.br publicar um texto em um jornal qualquer, chamar
de resolução, e com isto informar ao Ministério Publico Federal que "revoga
a resolução 01/98" publicada no DOU. E mesmo que fosse publicado não teria
valor legal porque o CGI.br sequer foi criado por lei (clique aqui)
e os empresários do CGI.br nem pode assinar resolucões no D.O.U. Veja aqui
outro caso semelhante em que ex-diretora da Anac usou um documento inexistente
e que por isto foi considerado documento falso pelo MPF. O CGI.br também
alegou ao MPF (clique aqui)
que "ajuizou ação penal privada (queixa-crime) 2006.70.00.009663-9"
mas a Justiça Federal concluiu que o "CGI.br não passa de
um grupo de pessoas" e que nada tem a ver com governo (clique aqui)
e ainda mencionam seis vezes ao MPF a falsa resolução 02/2005! Ainda mente novamente
ao MPF (clique aqui)
ao afirmar na fl 17 que a FAPESP só pode cancelar um dominio segundo
as regras estabelecidos no artigo 9 da Resolução 02/2005 publicada
em 05/12/09 (somente em jornais) mas na folha fl 15 diz que a Fapesp parou de
atuar com a atividade de registro de domínios em 05/12/09. O CGI.br ainda
esqueceu o principal que era responder ao MPF sobre o "fraude milionário
em leilão de domínios e outras maracutaias da Fapesp". Mas porque a Fapesp
não respondeu o ofício do MPF deixando tudo para o obscuro CGI.br responder
que segundo a Justiça Federal sequer tem personalidade juridica e não representa
ninguem do governo? (clique aqui e aqui)
(17/09/08) (alterado 15/06/09)
O CGI.br apresentou ao Ministério Público Federal a quitação de "quatro
bolsas auxílio ao professor Harmut Richard Glaser" como se fosse a arrecadação
e destino de cerca de R$ 212.779.479,00 extorquidos durante 10 anos
pela Fapesp (clique aqui, processo
583.00.2006.225286 10/11/2006 21ª. Vara Cível Forum João Mendes Júnior).
Veja um deles (clique aqui) referente a quitação
da fabulosa quantia de R$ 81.401.396,00. Os valores são públicos (clique
aqui) mas esqueceram de incluir os valores envolvidos para o MPF não desconfiar.
Também esqueceram de incluir que foi gasto com "desenvolvimento da Internet
no Brasil" um total de cerca de R$ 130.678.581,00 em salário e viagens
para os empresários do CGI.br. Também esqueceram de informar ao Ministério Público
Federal que o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo TCE-SP tinha expulsado
a atividade de registro de domínios em início de 2002, isto é 4 anos antes,
de dentro da FAPESP, (clique aqui
pg. 4/5) e que a Fapesp não podia mais extorquir os internautas.
Para escapar do TCE-SP só saíram fisicamente da FAPESP mas os depósitos na Fapesp
continuaram por mais 4 anos já que era tudo contabilizado como doação de anônimos
e isento de imposto e até de Nota Fiscal lesando o erário. Na prática
até parece que enganaram os proprietários de 1,45 milhões domínios durante 10
anos. (15/09/08) (alterado 15/06/09)
Muito estranho o Ato Normativo do Conselho Nacional de Justiça
Resolução nº 45, de 17/12/2007 e que diz: "art.
4º da Resolução nº 002/2005 do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR
- NIC.BR" (clique aqui).
Entretanto a resolução 02/2005 NÃO EXISTE (não foi publicado
no D.O.U e mesmo se fosse não teria valor legal porque o CGI.br não foi criado
por lei) e o NIC.br é somente uma ONG de propriedade de integrantes do CGI.br
que por sua vez segundo a Justiça também não existe (clique aqui),
além do mais o registro de domínios pela ONG NIC.br não passa de uma mera
delegação sem força de lei feita pelos empresários do CGI.br, semelhante
ao da Fapesp (clique aqui). Suspeita-se que o CGI.br
tenha mentido ao CNJ sobre a falsa resolução 02/2005 e que ainda é da ONG NIC.br
que existe juridicamente em vez do CGI.br que sequer existe. Até os
juízes estão usando a 02/2005 inexistente. (Veja três casos aqui,
aqui e aqui
ou o governo do MT aqui,
BA aqui,
a Receita Federal aqui)
Para tentar legalizar a falsa res. 02/2005 o CGI.br conseguiu publicar no D.O.U.
a 01/2006 (clique aqui) que altera o inexistente
02/2005 publicado no jornal e que por sua vez no Art. 13º (clique aqui)
cancela o 01/98 este sim publicado no D.O.U. É inacreditável !!! (28/08/08)
O CGI.br também esqueceu de informar ao Conselho Nacional de Justiça que segundo
a Receita Federal a ONG
NIC.br de propriedade de integrantes do CGI.br atua nas atividades de defesa
de direitos sociais, ligados à cultura e à arte (clique
aqui). Nada a ver com internet e muito menos com a
inxistente Resolução nº 002/2005 descrito na Resolução nº 45 de 17/12/2007 do
CNJ. (24/11/08)
Detalhes sobre o "jus.br" na entrevista Conselho Nacional de Justica
estão no Blog dos Sites Públicos www.sitespublicos.org (clique
aqui)
(20/05/09)
A homologação da extensão
".jus.br" os
empresários de bolso grande do CGI.br (clique
aqui, aqui e aqui)
sequer conseguiram publicar no Diário Oficial da União, (clique
aqui)
e veja o que existe no D.O.U. (clique aqui)
portanto o CGI.br não poderia
oferecer uma extensão irregular para o Conselho Nacional de Justiça usar.
O problema aconteceu porque empresários não podem publicar nada no D.O.U. (26/09/08)
Agora dá para entender de onde a ONG NIC.br conseguiu apresentar a "segurança
nacional" para evitar que os seus computadores fossem periciados
por ordem judicial, pela justiça, isto em final de 2007. A ONG NIC.br só pode
ter apresentado a algum juiz a resolução CNJ nº 45 acima e junto o gerenciamento
do ".jus.br" e que não desconfiou que a mencionada resolução 02/2005
não existe juridicamente e o NIC.br é somente uma ONG de propriedade dos empresários
do CGI.br, liberando a "segurança nacional" na hora. (05/09/08).
Integrante da Associação Abusando denuncia ao OAB "ação nefasta
de advogados inescrupulosos pertencentes a quadrilha do CGI.br".
Conheça na integra a denúncia clique aqui
. Mas segundo a Abusando parece ser dificil ocorrer imparcialidade na decisão
da OAB porque no Grupo de Tecnologia de Informação - GTInfo da OAB-PR está o
adv. Omar Kaminski que também é membro do CGI.br (um grupo
de empresários que conseguiram sumir com R$ 400 milhões em 13 anos apoiados
em resoluções falsas ou sequer publicados no D.O.U.). - O adv. Dr. Omar por
ser membro do CGI.br e participar ativamente na GTInfo OAB-PR, além
de dono do site internetlegal.com.br com toda a certeza já deve ter informado
o OAB, MPF, STF e outros órgãos das seguintes
Suspeitas
de falcatruas do CGI.br:
(24/11/08)
- Mentir ao Conselho
Nacional da Justiça para que o Ato Normativo Resolução 45, de 17/12/2007 saia
com graves erros jurídicos. (aqui)
- oferecer uma extensão irregular ".jus.br" para o Conselho Nacional
de Justiça usar. (aqui)
- Debochar das leis brasileiras e dos parlamentares e criar uma própria lei
na internet (aqui)
- Mentir duas vezes ao Ministério Público Federal para encobrir desvios de mais
de R$ 250 milhões. (aqui)
- Apresentar ao MPF uma "bolsa de auxílio a um professor" como se
fosse prestação de contas de mais de 100 milhões de reais extorquidos dos internautas
pela Fapesp. (aqui)
- Gastar R$ 130.678.581,00 em viagens e salários durante 13 anos (aqui)
- Esquecer 149 milhões de reais na conta da Fapesp por mais de 4 anos. (aqui)
- Gastar quase 1 milhão de reais com o restaurante Safernet de Pituba Bahia,
só porque o mesmo atua no atravessamento de denúncias entre o público e o MPF
PRSP. (aqui)
- apropriação indébita de R$ 400 milhões em 13 anos (aqui)
- vender dados cadastrais ao Google por R$ 50 milhões (aqui)
- emitir cerca de 200 mil Notas Fiscais falsas, repetidas cobrando o mesmo serviço
e para enganar a Receita tiraram o nome do domínio da NF. (aqui)
- pagar cerca de R$ 300 mil a mais em ISS o que dá direito a lavar até R$ 6
milhões (aqui)
- Trapacear as empresas ao emitir anualmente cerca de 1,4 milhões de Notas Fiscais
baseados na resolução 02/05 inexistente. (desde 05/12/2005) (aqui)
- efetuar dezenas de leilões irregulares de domínios cada um entre 50 a 100
mil domínios. (aqui)
- induzir 1,4 milhões de internautas e empresas ao crime de sonegação fiscal
ao cobrar R$ 250 milhões com cerca de 3.470.678 boletos sem Nota Fiscal. (aqui
e aqui)
- contabilizar R$ 250 milhões extorquidos dos internautas como doação anônima
em nome de Harmut Richard Glaser para não pagar impostos. (aqui)
- enganar o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo "; TCE-SP entre 2002
a 2005 para poder embolsar mais de R$ 100 milhões. (aqui)
- cobrar pelo IP dos provedores para poder embolsar mais R$ 40 milhões limpo
/ ano, a partir de 2008 e sem publicar no D.O.U. (aqui)
(aqui)
- agraciar com centenas de domínios genéricos de alto valor para quem denuncia
as trapaças da Fapesp / CGI.br e NIC.br ao Ministério Público (aqui)
- induzir os internautas a abrirem centenas de empresas frias para conseguir
domínios genéricos através da similaridade com o nome empresarial. (aqui)
- Publicar um texto qualquer no jornal (chamam de resolução 02/2005) e com isto
cancelar a resolução 01/98 publicada no D.O.U. (aqui)
- publicar resolução falsa no D.O.U., a resolução 01/2006 que altera uma resolução
02/2005 inexistente. (aqui)
- publicar no D.O.U. resolução 01/2005 que permite embolsar a receita de internet
R$ 80 milhões ano através da ONG NIC.br que conforme o estatuto Art. 6º é composto
pelos próprios empresários integrantes do CGI.br contrariando o Art. 9º do Decreto
Nº. 4.829, de 03/09/2003 que diz: "O CGI.br não ensejará qualquer espécie
de remuneração" (aqui)
- induzir internautas, advogados, juizes, desembargadores e até a Receita Federal
a utilizarem um documento frio a Resolução 2/2005 e que deveria regulamentar
toda a internet Brasileira, mas não existe porque a publicação no D.O.U - Diário
Oficial da União foi barrado em 2005 e mesmo que fosse publicado não teria valor
legal porque segundo a Justiça Federal o CGI.br não foi criado por lei. (aqui)
Os
Juízes deveriam usar a Resolução 01/98 mas como este não favorece o bolso dos
empresários do CGI.br, simplesmente publicaram no site clique aqui
que a resolução 01/98 foi trocado pelo falso 02/2005.
(Veja três casos aqui,
aqui, aqui)
(20/03/09)

A
EBDI - Empresa Brasileira de Domínios
de São José dos Pinhais ficou estarrecida ao constatar o baixo nível da ONG
particular NIC.br que de olho em R$ 2.281,43 relativo aos créditos cobrados
da EBDI referente as custas dos advogados da Fapesp no processo 75/053.04. 001744-6
que tramita na 8ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, usou um artifício extremamente
baixo: trocou no processo o beneficiário do crédito, a FAPESP para a ONG NIC.br.
A ONG particular NIC.br, de propriedade dos empresários do CGI.br, conseguiu
de alguma forma inexplicável lubridiar a Fapesp, verdadeira beneficiária
dos créditos em um processo que corre na Fazenda Pública. Segundo a EBDI, devido
a delapidação já efetuada durantes estes anos pela cobrança ilegal de uma pseudo-taxa
pelo CGI.br e na falta de bens físicos, a mesma sentiu-se obrigada a oferecer
os dominios, seus bens virtuais: monopoliodedominios.com.br, cgiembolsa350milhoes.com.br
e notoriorussobarbudo.com.br. (28/08/08)
No processo 583.00.2006.225286 Fórum João Mendes SP, aconteceu algo incrível.
Saiu em 03/07/08 (fl. 768) um oficio para desativar a hospedagem do site
www.interjuris.com.br mas o titular somente tomou conhecimento do processo judicial,
isto é foi citado, 53 dias após e ainda com multa de
50 mil ao dia se não desativar o site, já desativado pela mesma justiça! Não
dá para entender como a advogada Dra. Kelli Priscila Angelini OAB 193.817 e
Dr. Francisco de Assis Alves OAB 24.545 conseguiram um feito tão inédito destes
no Brasil contrariando até a Constituição Federal que diz que primeiro deve
ser citado, depois apresentado defesa e depois desativado. Ambos devem ter colado
na prova do OAB porque conseguiram inverter isto (02/09/08)
Empresários do CGI.br isentaram durante 10 anos a Fapesp da emissão de Nota
Fiscal sobre cerca de 3.470.678 boletos (clique aqui)
e como tudo foi contabilizado como doação de anônimos para Harmut Richard Glaser
(veja aqui e
aqui), sequer tiveram que pagar impostos sobre cerca de R$ 250 milhões e
boa parte do dinheiro ainda sumiu.... Segundo o Assessor do Presidente da Fapesp
o Sr. Demi Getschko, tudo foi feito de forma
que não consta-se uma única palavra na contablidade da Fapesp sobre "receita
da atividade de registro de dominios". Imagine alguem colocar o correto
que seria "receita advinda da extorsão dos proprietários de 1,2 milhões
domínios"? (05/08/08)
A Justiça Federal
define o CGI.br
como somente : "um grupo de pessoas - representativas do Estado, da
sociedade e da comunidade específica - que têm um interesse comum: o uso e o
desenvolvimento da Internet no Brasil." e não é órgão, entidade
ou representa o governo e sequer tem personalidade jurídica. (clique aqui).
Mas então como os empresarios do CGI.br conseguiram assinar a resolução 01/2005
e a 01/2006 no D.O.U.e ainda favorecendo os próprios bolsos desviando a receita
de Internet para a ONG NIC.br deles? (31/07/08)
O Sr. Alexandre de SP está com câncer em estágio quase terminal e necessita
de cerca de R$ 3.500,00 por mês em remédios. Gastou muito dinheiro com taxas
de domínios (chamadas de retribuições) para a Fapesp e para a ONG NIC.br de
propriedade do CGI.br. Mas a doença fez com que gastasse também bastante dinheiro
durante anos com remédios, e a cerca de 6 meses entrou com ação judicial contra
a ONG NIC.br requerendo uma série de domínios parados há anos no CGI.br. Apesar
do CGI.br prometer liberar em varias ocasiões os domínios a advogada Dra. Kelli
OAB-SP 193.817, a pedido do Sr. Demi Getschko
do CGI.br ficam enrolando metodicamente. O CGI ESTÁ ENROLANDO POIS SE O SR.
ALEXANDRE MORRER POR FALTA DE REMEDIOS NÂO IRÃO PRECISAR DE ENTREGAR OS DOMÍNIOS.
Apesar das várias promessas de liberações sempre aparecem com uma desculpa nova.
Como podem ser tão sujos e podres assim? (06/10/08)
Enquanto isto o Diretor Presidente da FAPESP "; Dr. Ricardo Renzo
Brentani , um especialista na área de câncer, está montado em cima
de R$ 162 milhões de reais (que o Sr. Alexandre contribuiu com um parte) e que
está apodrecendo a 3 anos na conta bancária da Fapesp. O dinheiro foi extorquido
dos internautas durante 10 anos e representa cerca de 55%, os outros 45% sumiram.
Sr. Brentani, por favor devolva o dinheiro extorquido
pela Fapesp aos internautas em vez de entregar para os empresários do CGI.br.
Não adianta ter um diploma de médico na área de câncer e ao mesmo tempo deixar
outros morrerem porque está retendo o dinheiro extorquido, inclusive a do Sr.
Alexandre que precisa urgente do mesmo para a compra de remédios contra câncer.
Ou jogue o seu diploma de médico no lixo pois parece que o dinheiro está
falando mais alto. A Fapesp além de extorquir R$ 162 milhões, conseguiu
abocanhar em 02/09/08 outros R$ 13,50 de conta bancária de uma empresa paranaense.
(clique aqui)
(06/10/08)
Obs.: o Sr. Alexandre é o filho, (para evitar a divulgação do nome), mas nesta
segunda será informado o numero do processo judicial na qual o CGI.br e a advogada
da Fapesp a Dra. Kelli OAB-SP 193.817 estão fazendo as sujeiras, esperando
o Pai do Sr. Alexandre morrer por falta de remédios só para não liberar os dominios
que deveriam liberar por lei. A trapaceira da Dra. Kelli já foi denunciado ao
OAB, mas o advogado Omar Kaminski além de ser do CGI.br ainda participa ativamente
do GTinfo do OAB-PR. (06/10/08)
A Dra. Kelli Priscila Angelini, OAB/SP 193.817, adv da Fapesp/CGI.br/NIC.br,
informou a uma empresa hospedeira de sites nos EUA que uma "corte brasileira"
ordenou o cancelamento da hospedagem "abusando e interjuris.com.br"
(clique aqui). Usou o nome Kelli Angelini
e ainda esqueceu do nr. OAB (ou a OAB cancelou de tanta falcatrua) em vez de
usar Kelli Priscila Angelini o que é falsificação de informações nos EUA. Vai
ser entrado com ação em New York contra ela por falsificação de nome. É possível
que nunca mais consiga ir para EUA. É tudo muito estranho isto, a advogada
deve ter coquinho na cabeça, bastava ela entrar na sala ao lado do escritório
dela e ordenar a um funcionário da ONG NIC.br (todos os 25 com os salarios pagos
pela mamãe Fapesp) para desativar o domínio bem brasileiro www.interjuris.com.br
em vez de cancelar a hospedagem nos EUA. (27/07/08)
Na realidade TODOS, advogados, professores, juizes, empresários ou até
mesmo pessoas físicas, que desejam registrar um domínio ".br" são
terminantemente enganados ANTES de efetuar o registro de um dominio,
porque são obrigados a "concordar" com os termos de um contrato leonino
(clique aqui) que diz em seu item
IV. "O REGISTRO seguirá sempre as normas emanadas pelo Comitê Gestor
da Internet no Brasil, especialmente a Resolução CG nº 002/05 e seu Anexo I."
Ocorre que a resolução 02/05 jamais existiu juridicamente. Isto porque sequer
foi publicado no D.O.U. Mas na realidade o Registro.br que é a ONG NIC.br diz
no Estatuto do NIC Art. 6º (clique aqui)
que é composto pelos mesmos empresários do proprio CGI.br. No estatuto NIC Art.
4º § 1º (clique aqui) diz que só seguem
ordens deles mesmo, desculpe, do CGI.br que são eles mesmos. Resultado: Um montante
de 400 milhões sumiram em 13 anos. Mas o CGI.br é mestre em falsificar resoluções
no D.O.U. A resolução 01/2006 (clique
aqui) altera a resoluçao 02/2005
que não existe pelo menos de direito e de fato.(29/07/08)
A Associação Abusando recomenda aos integrantes da ONG NIC.br de propriedade
do CGI(.br que são os mesmos (clique aqui),
RG e CPF (clique aqui,
aqui e alguns aqui)
a manterem o hábeas corpus em baixo do braço, a polícia esta de olho... Ainda
mais que não conseguem explicar aonde foi parar os R$ 400 milhões em 13 anos
de embolsamento e sequer compareceram na policia (clique aqui).
(19/09/08)
A ONG particular NIC.br emite atualmente 1,3 milhões de Notas Fiscais frias
por ano (clique aqui), todos com base
em uma suposta resolução 02/2005, que é fria! Não foi publicada no Diário Oficial
da União - D.O.U e mesmo que fosse não tem força de lei porque o CGI.br não
foi criado por lei. Entretanto, o pagamento dos proprietários de aproximadamente
quase 1,3 milhões de domínios x R$ 30,00/ano, isto sim é tão quente que some
rápidinho nos bolsos do conselheiros do CGI.br que segundo a justiça, "é
um órgão que não existe e sequer representa alguem do governo" (clique
aqui), mas
mesmo assim conseguem delegar a si mesmo (através da ONG NIC.br) toda a receita
de internet (resolução 01/2005) (23/11/08)
"O
Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo denunciou nesta segunda (21)
a ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Denise Abreu, pelo
crime de uso de documento falso. Segundo nota do MPF, como diretora da agência,
ela apresentou à Justiça a norma IS-RBHA 121-189 como válida, sendo que a mesma
nunca foi posta em prática oficialmente. Se a ação penal
for aberta, a pena pelo crime é de dois a seis anos de prisão. ... "Se
a norma não existe, ela é falsa e, portanto, não tinha validade e, muito menos,
poderia ter sido utilizada em um processo judicial", afirma a procuradora,
segundo nota do MPF." (clique aqui)
. Enquanto isto na aviação da Internet "Até desembargadores
norteiam suas conclusões nas normas particulares dos empresários do Comitê Gestor
Internet do Brasil, só porque chamam de Resolução 002/2005 (clique aqui,
aqui e aqui)
e que NUNCA foi publicado no Diário Oficial da União, portanto não existe juridicamente".
CGI.br garante que foi publicado em 05/12/2005. mas somente em jornais.....,
e que ainda cancela a resolução 01/98 este realmente publicada no D.O.U. Graças
a esta mentirinha os empresários do CGI.br embolsaram outros R$ 150 milhões
em 2 anos, totalizando R$ 400 milhões em 13 anos. Tudo isto mesmo que a justiça
tenha concluido a 2 anos que os empresários do CGI.br não representam ninguém
do governo (clique aqui e aqui).
(22/07/08)
Existem 9.726 domínios ".adv.br" mas será que estes quase 10 mil
advogados e escritórios que pagam alegremente retribuições de R$ 30.00 cada
ano sabiam que os R$ 300 mil / ano foram durante 10 longos anos contabilizados
como doação de anônimo em nome de Harmut Richard Glaser? (clique aqui)
e o que é pior, as 1,3 milhões de Nota Fiscais emitidas anualmente, por força
da NÃO publicação da resolução 02/2005 não tem valor algum, é tudo falso. (22/07/08)
"Café com Parlamentares, 10/07/2008 - a partir das 09:00hs
em Brasília, com a participação de Deputados, Senadores e membros do CGI.br
para trocar idéias e traçar planos em relação às atividades que afetam a Internet
no país". (clique aqui)
Parece que os Senadores e Deputados sequer desconfiam que o CGI.br conseguiu
sumir com R$ 400 milhões em 13 anos de internet, que a Justiça concluiu que
o CGI.br não representa ninguém do governo, nem é órgão governamental, que a
resolução 01/2006 publicada no D.O.U. é falsa porque altera algo que sequer
existe, que a resolução 02/2005 que deveria regulamentar toda a internet no
Brasil, inlcusive a cobrança, nunca foi publicada no D.O.U (não passa de regras
internas dos empresários do CGI.br) Um caso típico de "inclusão digital
pessoal do CGI.br" é o estado do Rio que queria míseros R$ 10,8 milhões
para aplicar no projeto Infovia.RJ mas o CGI.br negou porque já tinha sumido
com os 90 milhões na época, em início de 2003 (clique aqui).
TODOS os Senadores e Deputados Federais foram informados diversas vezes por
e-mail sobre as "possíveis" maracutaias do CGI.br e portanto não podem
alegar desconhecimento, a não ser que haja uma possível conivência. (05/08/08)
O TSE trata o CGI.br como se fosse um órgão
(clique aqui
pag. 8) apesar da justiça ter concluido que o CGI.br
não é órgão, que sequer existe juridicamente e que os empresários
do CGI.br não representam ninguém do governo. (clique aqui),
por outro lado o CGI.br alega que deve a sua existência jurídica graças a
um comunicado do STF "reconhecendo, assim a representação legal desta
entidade" (detalhes deste estranho fato clique aqui)
(07/07/08)
"O Comitê Gestor da Internet do Brasil não foi criado por lei,
mas pelo decreto nº 4829/03, com base no art. 84, VI, 'a', da CF, dispositivo
este que não autoriza o Presidente da República a criar órgão mas tão somente
dispor, mediante decreto, sobre a organização e funcionamento da administração
federal. Também não poderia o órgão ser criado por Ministro de Estado, já que
o art. 87, II, da CF a que alude a portaria nº 147/95 (fl. 16) confere ao Ministro
de Estado apenas a atribuição de expedir instruções para a execução das leis,
decretos e regulamentos" (clique aqui)
(08/09/08)
O CGI.br não passa de um bando de farsantes ao afirmar que "tendo
inclusive movido seus sítios Web para servidores no exterior, ao serem impedidos
pela Justiça de mantê-los no Brasil". (clique aqui)
porque os empresários do CGI.br simplesmente mentiram já que sequer conseguiram
em 5 anos um simples oficio judicial para desativar o domínio bem brasileiro
www.interjuris.com.br. (clique aqui),
que está no ar desde 06/04/2003 ou sequer conseguiram um simples oficio judicial
para a Associação Brasileira Abusando desativar o sitio que sempre esteve hospedado
no exterior, assim como 90% das hospedagens brasileira estão no exterior
causados pela política do CGI.br que somente se preocupou em embolsar R$ 400
milhões em 13 anos e sequer aplicou algo em internet no Brasil a nao ser no
"personal internet embolsament".
Tentaram enganar a Justiça ao entrar com a ação (clique aqui)
contra um integrante da Abusando em nome da CGI.br, como se fosse órgão do governo,
e conseguiram até algumas isenções de taxas judiciais por aparentarem serem
do governo. Mas os empresários do CGI.br são muito tansos pois a justiça percebeu
a manobra e veja a: (07/07/08)
Conclusão da Justiça Federal sobre o CGI.br - Comitê Gestor Internet Brasil:
- CGI.br náo é órgão ou entidade federal e não representa o ministério,
- CGI.br não representa órgão federais da Administração direta,
- CGI.br sequer tem personalidade jurídica .
Veja: Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR (clique aqui)
São
1,3 milhões de boletos anuais x R$ 30,00 cada
Só não dá para entender como os empresários
do CGI.br conseguiram publicar a resolução 01/2005 no D.O.U favorecendo
o próprio bolso deles através da ONG NIC.br. Ou pior ainda foi
a Resolução 01/2006 que altera um texto escrito em um jornal (alguns
empresários chamam de resolução 02/2005) e que, pasmem,
o texto publicado em três jornais cancela a resolução
01/98, este sim publicado no D.O.U. (veja todos os detalhes abaixo). O CGI.br
deve ter gasto uma parte dos R$ 400 milhões embolsados para conseguir
um feito tão inédito no Brasil. Mesmo que tivesse sido publicado
no D.O.U. não teria força de lei porque a Justiça Federal
concluiu que o CGI.br não foi criado por lei. (clique aqui)
Resolução Nº 002/2005 (clique
aqui)
O documento é um resumo das regras atualmente adotadas pelo Registro.br para
o registro de domínios no país, bem como as normas para a cobrança e pagamento
das taxas.
...
Art. 13º - Esta Resolução e seu Anexo I entram em vigor na data de suas publicações
em 3 (três) jornais de grande circulação, revogando-se as disposições em contrário,
em especial a Resolução Nº 001/98 e seus Anexos I e II.
Comitê Gestor da Internet no Brasil
Publicado nos jornais O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo e O Globo, no
dia 05 de dezembro de 2005
Graças ao texto supostamente publicado acima em alguns jornais,
mas não no Diário Oficial da União, os proprietários
de cerca de 1,3 milhões domínios pagam alegremente R$ 30,00 em
retribuições por ano. Não podem usar a palavra taxas porque
tem que ser aprovado pelo congresso. Até desembargadores norteiam suas
conclusões nas normas particulares dos empresários do Comitê
Gestor Internet do Brasil, só porque chamam de Resolução
002/2005 (clique aqui,
aqui, aqui)
(07/07/08)
Na resolução 01/2005: Art.
2º - Ao NIC.br caberá efetuar o registro e o cancelamento de Nomes de Domínio
de acordo com as regras estabelecidas na Resolução CGI.br Nº 002/2005, aprovada
pelo CGI.br na reunião 21 de outubro de 2005.
Afinal de contas: A resolução 02/2005 não existe,
a reunião no dia 21/10/05 nunca ocorreu, também não houve
licitação e a delegação para a ONG NIC.br foi feita
por um grupo de empresários sem força de lei; mas como a ONG NIC.br
extorque cerca de R$ 8 milhões mês dos internautas a briga para
entrar na partilha através de representantes foi grande. (clique aqui).
(07/07/08)
A ONG NIC.Br apresenta as resoluções falsas do CGI.br (clique
aqui) a milhões de internautas como se fosse
uma imposição estabelecida pelo CGI. Mas na realidade são eles que formulam
tudo o que está ai uma vez que CGI e NIC é a mesma coisa. São apenas siglas
como Contabilidade e Faturamento (04/10/08)

A ONG NIC.br composta pelos empresários "de colarinho branco e bolso
grande" do CGI.br estão a quase dois anos assustando a mãe do presidente
da Associação Abusando na Rua São João Batista, São Paulo SP. Apesar de nos
três processos judiciais de SP (clique aqui)
terem pleno conhecimento do endereço correto os "barbudos de óculos e meio
careca" do CGI.br insistem, usando Oficiais da Justiça, a ficarem
regularmente amedrontando uma pessoa idosa de 86 anos e inclusive ficam dias
e dias a fio de tocaia na residência. O CGI.br deveria
tomar vergonha na cara só porque já conseguiram a proeza de extorquir
R$ 400 milhões dos internautas não lhes dá o direito de ficarem amedontrando
velhinhas e ainda envolvem Oficiais de Justiça para uma atividade tão vil mesmo
sabendo do endereço correto. (07/07/08)
Incrível: a ONG NIC.br que segundo o seu CNPJ 05.506.560/0001-3 na Receita
Federal "atua na defesa de direitos sociais, ligado à cultura e à arte"
(clique aqui) alterou drasticamente seu cadastro
na Receita Federal tirando a parte da atividade de ONG "ligada à cultura
e à arte" deixando somente e ainda como atividade secundária de ONG ligada
a "defesa de direitos sociais" (atividade ligado aos bolsos dos empresários
do CGI.br). O CNPJ da ONG NIC.br ficou um pouco estranho porque a arte
de embolsar R$ 400 milhões em 13 anos tem muito a ver com falta de cultura
ao extorquir os proprietários de 1,3 milhões de domínios R$ 30 cada durante
13 anos na área de internet. O motivo disto era conseguir doações milionários
tendo qualificação como OSCIP, áte o estatuto da ONG NIC.br no art 52 foi adaptado
para se ocorrer uma possível perda de OSCIP seja doado a uma ONG amiga com OSCIP.
(clique aqui). Devido
as denúncias encaminhados para a Secretaria Nacional da Justiça nunca conseguiram
OSCIP. (05/08/08)
Os empresários integrantes do CGI.br (clique aqui),
RG e CPF (clique aqui e aqui)
que a justiça concluiu que não passa de um mero grupo (clique aqui);
são os mesmos donos (clique aqui) da multimilionária
ONG NIC.br. Veja todos os CNPJs (clique aqui)
envolvidos na concorrida eleição do CGI.br que dá direito a participar da
partilha dos R$ 8,2 milhões por mês da receita da ONG NIC.br (clique aqui)
da qual os mesmos empresários integrantes do CGI.br também são donos segundo
o estatuto NIC Art. 6º (clique aqui) mas
por estranho que pareça só segue ordens do CGI.br (estatuto NIC Art. 4º § 1º
clique aqui), portanto o CGI.br que não
existe manda e decide os valores de internet no Brasil para ser embolsado pela
ONG NIC.br de propriedade particular dos integrantes do CGI.br. A falsa resolução
01/2005 que permite um autoembolsamento de R$ 8 milhões por mês sequer foi assinado
pelos empresários do CGI.br que não podem assinar resoluções (clique aqui)
. A resolução 02/2005 que decide todas as regras de internet foi barrada a quase
três anos. O prazo para a publicação era de seis meses a partir das supostas
assinaturas. (25/05/08)
A situação da eleição CGI.br 2007 foi tão angustiante que os Srs. Carlos
A. Afonso, Gustavo Gindre, Marcelo Fernandes, Mário Luis Teza Conselheiros titulares
do CGI.br representando as ONGs do terceiro setor e com medo de serem obrigados
a abandonar a partilha de cerca de 8,2 milhões de reais por mês alegaram que
"O prazo é muito curto. Estamos propondo
reeleger os atuais representantes titulares ... para mais um mandato de três
anos" (clique aqui e aqui
e um bate boca grave (clique aqui).
No final o Notório Saber em Embolsamento na Internet o Sr. Demi
Getschko acomodou todos através de criação do cargo de suplentes o que duplicou
a quantidade de empresários no CGI.br. Na próxima eleição da partilha dos R$
8,2 milhões mensais do CGI.br está previsto o cargo de suplente do suplente.
(25/05/08)
Os integrantes do CGI.br e da ONG NIC.br (são os mesmos) atestam em Ata
Notarial assinada no 7. tabelião de Curitiba que a partir de 24/07/2007
às 12:43 tem pleno conhecimento das supostas maracutaias do CGI.br/NIC.br/Fapesp
descritas neste site e portanto são coniventes por não denunciarem ao Ministério
Público. Veja aqui quatro outros
processos judiciais nas quais desde 2005 constam Atas Notariais dos sites www.interjuris.com.br
e da abusando. Além disto os proprietários de 1,4 milhões de domínios que pagaram
"retribuições" anuais de R$ 30,00 continuam a quase 3 anos aguardando
que o bando e a Fapesp compareçam na 7ª Delegacia de Polícia de Lapa jurisdição
da Fapesp. Inquérito 147206 - Processo 050060353642 para esclarecer o sumiço
de R$ 250 milhões (clique aqui) (25/05/08)
NIC.br
promove 6. Mega leilao de domínios
- (Regras clique aqui e aqui).
Antes de participar conheca as trapaças do CGI.br nas regras de similaridade.
(clique aqui , aqui e aqui)
(25/02/08)
Ao que tudo indica neste 6. leilão (16/02/2008 a 02/03/2008) com
cerca de 90 mil domínios e milhares de participantes, os empresários do CGI.br/NIC.br
(são os mesmos, o que difere é que o segundo embolsa por ordem do primeiro cf.
resolução 01/2005 (clique aqui)) está só aguardando
a auditoria do leilão ir embora para poder repetir as mesmas maracutaias do
leilão NIC.br que ocorreu no feriadão feriadão Corpus Christi 2007 (clique aqui)
(14/03/08)
Alguns domínios no leilão de 02/03/2008
como loucos.com.br, microcameras.com.br, tijolosdevidro.com.br, isolamentosacusticos.com.br
, cactus.com.br que apesar de terem dois concorrentes foram liberados pela ONG
NIC.br. O mais estranho é o domínio dancarinas.com.br que após o leilão foi
para a lista de "participou mais de seis leilões" e mesmo assim na
calada da noite em 09/06/2008 também foi liberado. Todas as dezenas de leilões
sempre foram as escuras. As regras sequer foram publicadas no Diário Oficial
da União e o resultado completo também nunca foi divulgado. É tudo as escuras,
sem rastros por um grupo que sequer existe juridicamente e nem foi criado por
lei, algo semelhante aos grupos noticiados pela TV e Jornal sensacionalista.
(06/02/09)
Resultado parcial do leilão de 29/06/2008 com 91.906 domínios,
em que houve entre dois a oito empresas concorrentes e por algum motivo obscuro
o CGI.br escolheu um único para: televisoes.com.br (6); coreldraw.com.br (2);
tecelagem.com.br (8); guiaturistico.com.br (8); tulipas.com.br (7); saojosedobelmonte.com.br
(7); fumante.com.br (6); torta.com.br (6); travesseiros.com.br (6); traumatologista.com.br
(6); gaiolas.com.br (6); turistico.com.br (6); baratos.com.br (6); afago.com.br
(2); bobo.com.br (3); fv.com.br (4); seguronline.com.br (2); clorofila.com.br
(5); toritama.com.br (5); bora.com.br (5); siqueiracampos.com.br (2); vh.com.br
(3); om.com.br (4). Veja quem foram os concorrentes que perderam. (clique aqui)
(06/02/09)
Não se sabe porque no leilão de domínios de 02/11/2008 com
107.617 domínios alguns mesmo tendo mais de um concorrente participante foi
liberado a um único concorrente. Para consultar os concorrentes enganados clique
aqui. São permitidos 20 consultas somente, após isto o seu IP é bloqueado. Imagine
nos leilões com 120 mil dominios pode-se consultar somente 20 e participar em
somente 20 dominios. A técnica é simples: quanto menos o internauta souber mais
facil é para o CGI.br manipular dominios. Quem participou e o resultado sequer
são publicados no D.O.U.
argonautas.com.br Ticket: #4959121, #4960613
caminhos.com.br Ticket: #4961414, #4971571, #4972977, #4985777,
#5005683
geracaofuturo.com.br Ticket: #4963668, #4986859
protex.com.br Ticket: #4958161, #4986791
rodaviva.com.br Ticket: #4972903, #4977047, #4991755
Domínios como wordpress.com.br, hongkong.com.br, minhaempresa.com.br, paisagista.com.br,
grandeabc.com.br, guiapratico.com.br, petcenter.com.br, portaldesalvador.com.br,
imobiliariaweb.com.br e dezenas de outros o CGI para evitar que entrem no próximo
leilão de domínios de 01/03/2009 as moveu para uma obscura lista de "participou
em mais de seis leilões" (clique aqui). Estes domínios só participaram
de um único leilão anterior em 02/11/2008 e não em seis leilões. Após baixar
a poeira domínios como portaldosalvador, wordpress e outros são repassados aos
interessados. Segundo o Alexandre do registro.br com o domínio imobiliariaweb.com.br
o CGI.br pretende trocá-lo por uma elegante casinha no campo a preço de banana.
(06/02/09)Participantes (ticket) que foram enganados no leilão de 02/11/2008
porque o CGI.br em vez de incluir no próximo leilão de 01/03/2009 separou
em uma lista particular.
portaldesalvador.com.br Ticket #4965320, #4982813
paisagista.com.br Ticket #4967812, #4967910, #4986810, #5000832,
#5010010
minhaempresa.com.br Ticket #4964417, #4966567, #4969350
imobiliariaweb.com.br Ticket #4960030, #4965530, #4971368,
#4972472
hongkong.com.br Ticket #4985778, #5006164
guiapratico.com.br Ticket #4961905, #4963821, #4969201, #4972099
grandeabc.com.br, Ticket #4965487, #4969004, #4981782, #4986292,
#5002870
wordpress.com.br Ticket #4958366, #4959090, #4960708, #4961240,
#4961828, #4963980, #4979317, #4989225
Veja como descobrir quem foram os concocorrentes: Entre no www.registro.br,
clique em "pesquisas" e a seguir NÃO clique no "Disponibilidade
de domínios - Informa se um determinado domínio está disponível para registro."
mas clique lá embaixo no escondido "Whois - Apresenta informações completas
sobre os registros em nosso banco de dados." Entre com o numero do
ticket e dominio separado por espaço ex: 4965320 portaldesalvador.com.br Infelizmente
após a segunda ou terceira consulta já aparece "% Taxa máxima de consultas
excedida. Informações reduzidas." A ONG NIC.br não gosta de pessoas
bisbilhotando as trapaças dela. (27/02/09)
Este
site foi acessado pela Fapesp (máquina
mercurio.fapesp.br) em 03/04/09 as 11:44 (17/04/09)
Fapesp coloca as mãos na conta bancária da empresa paranaense EBDI. (14/03/09)
Como a Fapesp não consegue aguardar o leilão judicial dos domínios brasileiros:
“notoriorussobarbudo.com.br”, “cgiembolsa350milhoes.com.br” e “monopoliodedominios.com.br”
o presidente da Fapesp preferiu colocar as mãos na conta bancária da
empresa EBDI. Mas irritado em abocanhar somente R$ 13,50 (média de
R$ 1,35 por dedo) em 02/09/08 da referida conta (clique aqui)
ficou na espreita e após seis meses de espera em 13/03/2009, segundo a EBDI,
o presidente da Fapesp abocanhou outros R$ 588,04 (média de R$ 58,80 por dedo).
A EBDI ainda suspeita que o presidente da Fapesp tenha grampeado os
telefones 41-3283-5064 / 9903-1089 da EBDI para poder conseguir obter
justamente a data em que houve um depósito tratado pelo telefone. Se bem que
a Abusando acha normal alguém acertar a data exata em seis meses. (14/03/09)
O Presidente da Fapesp devia tomar vergonha na cara, pois está
sentado em cima de R$ 149 milhões parados há quatro anos na conta da Fapesp,
dinheiro extorquido de mais de 1,5 milhões de internautas ao ano que em vez
de devolver em dobro aos internautas, mandou um empregado da Fapesp entregar
aos empresários do CGI.br (clique aqui).
A Fapesp para enganar o Tribunal de Contas do Estado de SP - TCE-SP
que proibiu a atividade de registro de domínios em 2002 (clique aqui
pág. 4/5) contabilizou a receita de internet como doação de anônimos para não
pagar imposto sobre os quase R$ 300 milhões extorquidos. Só em final de 2005
mudaram da Fapesp para a ONG NIC.br (clique aqui)
(14/03/09)
O presidente da Fapesp também poderia explicar como além dos R$ 149 milhões
parados a Fapesp gastou outros R$ 130.678.581,00 em viagens e salários
para a atividade de registro de domínios. (clique aqui)
(14/03/09)
Pior ainda que é que parece que o Presidente da Fapesp se nega a querer
investigar a maior falcatrua paulista que é o caso dos 10 mil pesquisadores
Paulistas que anualmente importam materiais através dos EUA, mas que na realidade
vem todos da Eppendorf da Alemanha. Segundo a Fapesp o dinheiro é público, mas
a responsabilidade é dos 10 mil pesquisadores que escolheram esta forma de importação
bem mais cara. Segundo a secretária que atendeu no departamento responsável
na Fapesp, era a mesma que trabalhou durante anos com um tal de Demi
Getschko. A Abusando desconfia que o Presidente da Fapesp tem uma participação
nisto tudo, pois sequer investigou um caso de importação errado de um equipamento
da Alemanha para EUA para uma pesquisadora paulista. (detalhes clique aqui).
O Presidente da Fapesp também deveria comparecer na 7. Delegacia de
Lapa SP, Inquérito 147206 - Processo 050060353642 para explicar aonde
foi parar a metade dos R$ 250 milhões, assim como explicar porque continua até
2009 pagando os cerca de 25 funcionários da ONG NIC.br e porque não devolve
os 488 domínios retidos indevidamente da EBDI desde 2002. Incrível, como pode
uma Fundação criada para incentivar pesquisas em São Paulo ficar trapaceando
e segurando 488 domínios da EBDI do Paraná, por sete anos já! (processo 1500/2001
4 VC Ctba). (14/03/09)
Só
os juros dos R$ 149 milhões durante quatro anos daria para o presidente
da Fapesp passar o resto da vida nas parasidíacas Ilhas Caimans mas
em vez disto preferiu ficar seis meses na espreita para poder novamente colocar
as mãos sujas na conta bancária limpa da empresa paranaense EBDI. (14/03/09)
A Fapesp é tão petulante que até ignora os processos judiciais
do MPF como "por exemplo" o PAC nº. 1.22.000.003631/2005-81 que tem
por escopo "apurar eventuais irregularidades, fraudes e enriquecimento
ilícito na realização de leilões de domínio na rede de comunicações internet",
promovidos pela FAPESP e pelo Comitê Gestor Internet Brasil. Veja o processo
(clique aqui) e a resposta do CGI.br (clique aqui)
que como de hábito começa com umas dez folhas lotadas de siglas inglesas e ainda
usa a falsa resolução 02/2005 que NUNCA foi publicado no Diário Oficial da União
e não tem força de lei porque o CGI.br NÃO foi criado por lei e ainda é um grupo
que sequer existe juridicamente (clique aqui e
aqui). A Fapesp, a principal envolvida,
sequer respondeu. Segue outra denúncia posterior mais grave (clique
aqui). (20/03/09)
Nas sete ações judiciais por difamação contra integrantes da Abusando, a Fapesp
nunca participou apesar de ser a principal acusada. A pretensa prestação de
contas de 10 anos de embolsamento da taxa de extorsão da receita de internet
pela Fapesp quem apresenta é a ONG NIC.br de propriedade
de integrantes do CGI.br e que atua nas atividades de defesa de direitos sociais,
ligados à cultura e à arte (clique aqui)
e sequer existia na época. Como a Fapesp vem escondendo esta montanha de dinheiro
do TCE-SP, não pode colocar no próprio site da Fapesp e por isto está no site
da ONG NIC.br (clique aqui).(20/03/09)
Na contabilidade da Fapesp nunca existiu a palavra "receita de registro
de dominios", apesar de ter sido emitido durante 10 anos cerca de 3.470.678
boletos sem Nota Fiscal (aqui). O que houve
foi um Projeto de Pesquisa denominado "Desenvolvimento e Manutenção de
um Sistema Informatizado para o Gerenciamento dos Registros de Domínios da Internet
no Brasil" (pág. 15 veja aqui
ou pág. 172 proc. 583.00.2006.225286 10/11/2006 21ª. Vara Cível) em nome
de um obscuro professor Harmut Richard Glaser que recebeu cerca de R$ 300 milhões
em doações de anônimos e destes a Fapesp pagou R$ 130.678.581,00 em viagens
e salários. (20/03/09)
Notícia divulgada pela Agencia Fapesp em 5/12/2005: "Em 2002, os serviços
foram transferidos da sede da FAPESP para a então nova sede do CGI.br. No ano
seguinte, foi criado o NIC.br, como uma entidade civil e sem fins lucrativos.
Completado o processo de transferência das responsabilidades entre as entidades,
o NIC.br passa a assumir todas as tarefas do registro no país." (clique
aqui
e aqui). A realidade:
Em 2002 o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo TCE-SP considerou incompatível
a atividade de registro de dominios com o estatuto da Fapesp e expulsou a atividade
de dentro da Fapesp. (clique aqui
pág. 4/5). No ano seguinte, em 6/1/2003 os integrantes do CGI.br criaram a ONG
NIC.br (clique aqui) que segundo
a Receita Federal atua nas atividades de defesa de direitos sociais, ligados
à cultura e à arte (clique aqui), mas continuaram
por mais três anos usando o CNPJ da Fapesp, sem emitir Nota Fiscal (clique aqui),
sem pagar imposto por ser contabilizado como doação de anônimos. Do total de
cerca de R$ 300 milhões a metade evaporou. Tudo entrou e saiu pelas portas dos
fundos da Fapesp, longe do TCE-SP que sequer desconfiou das supostas trapaças
do na época presidente e apoio do assessor do presidente (clique aqui)
.(20/03/09)
Tudo
isto era legal? Veja isto: Em final de 2002 "Juíza
Rejeita Competência da Fapesp para Registro de Site", .."o
registro na Fapesp não cria direitos de privilégios pois sua competência não
descende de lei, mas sim de uma mera delegação. "Para ela, a Fapesp não
tem competência legal para fazer o registro porque essa função foi passada ao
organismo por delegação e não por texto legal", diz Rodrigo Rocha, advogado
do escritório Dannemann, Siemsen Advogados,.." (clique aqui")
Em setembro de 2000 já alertavam que o "O cartório da Internet
é a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a Fapesp."
(clique aqui) e até antes em 1999 já pipocavam denúncias
sobre o destino da receita de Internet. (clique aqui).
Infelizmente o Sr. Carlos Afonso que reclamava tanto do destino da receita entrou
no CGI.br e gostou tanto do embolsamento que continua por cerca de seis anos
já e nunca divulgou nada sobre o destino da receita. (clique aqui)
A ONG dele www.rits.org anda de vento em popa. (20/02/09)
O atual presidente da Fapesp perdeu a chance de ouro que seria devolver aos
internautas os R$ 149 milhões mas em vez disto entregou aos empresários do CGI.br
e sequer alertou o TCE-SP da irregularidade. Pior parece que vem acobertando
a importação irregular de equipamentos para 10 mil pesquisadores paulistas,
isto anualmente! (clique aqui) Como não deve ter muito
a fazer gasta o tempo de olho na conta bancária da empresa paranaense EBDI para
abocanhar valores de R$ 13,50 reais enquanto permanece sentado em cima de 488
domínios da EBDI por 7 anos já e não pode alegar desconhecimento porque continua
pagando os cerca de 25 funcionários da ONG NIC.br além de manter os equipamentos.
(20/03/09)
----------------------------------------------
A VeriSign que gerencia os dominios .com e .net nos EUA, informa
que após mais de uma década irá aumentar em 7% o valor do registro de domínios
(de U$ 6,00/ano para U$ 6,42/ano) para os mais de 500 "registrars"
que cobram a mais de uma década (somado os impostos) entre 8 a 15 dólares por
domínio / anual dependendo do serviço adicional desejado (como DNS , E-mails
hospedagem, etc). Aqui no Brasil o CGI .br alega cobrar preços compátíveis aos
internacionais, isto é, R$ 50 o registro (feito pelo próprio interessado hehehehe)
e R$ 50 de anualidade, depois alterou para R$ 40 + R$ 40/ano e depois R$ 30/ano,
enquanto lá nos EUA sempre foi U$ 6,00 e pior
lograram o erário não pagando os impostos sobre R$ 212.779.479,00 (clique
aqui) porque tiveram a fabulosa idéia
de contabilizar durante uma década tudo como doção
de anônimo no projeto do Sr. Harmut Richard Glasser (clique
aqui), um obscuro professor
de bolsos largos. A Fundação Fapesp tem estas regalias que nem partido politico
tem e nunca houve na contabilidade da Fapesp a palavra "receita internet"
ou "registro de domínios", só nos mais de 3,47 milhões de boletos
bancários emitidos. Mas e o dinheiro aonde ficou? Pois é sumiu.... Se
você souber aonde foram parar R$ 212.779.479,00 informe a 7. Delegacia de Lapa
SP (processo 050060353642-0000. clique aqui)
(08/04/08)
A ONG Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR "; NIC.br CNPJ 05.506.560/0001-36
conforme consulta na Receita Federal foi aberta em 06/01/2003 e o NIC.br
atua nas atividades de defesa de direitos sociais, ligados à
cultura e à arte (clique aqui), tudo sem
fins lucrativos, o que quer dizer: nada pode sobrar, tudo tem que ser embolsado.
Mas como conseguem emitir anualmente em média 1,4 milhões de Notas Fiscais de
R$ 30,00 na área de internet? Destes cerca de 200 mil Notas são frias e ainda
pagaram cerca de R$ 300 mil a mais em ISS o que dá direito a lavar R$ 6 milhões
porque o imposto já está pago. (clique aqui)
(12/03/08)
A ganância do CGI.br não tem limites. Apesar
do Art 9º do Decreto Nº 4.829, de 03/09/2003 que cria o CGI que diz: "O
CGI.br não ensejará qualquer espécie de remuneração" (clique aqui)
o megagrupo empresarial CGI.br formado por empresários e integrantes do governo,
chega a extorquir R$ 59.400,00 de uma empresa que queira um grupo de
IPs (clique aqui) e dos provedores
pequenos R$ 1.530,00, sempre usando a ONG NIC.br de fachada, da qual todos do
CGI.br são sócios conforme o Art. 6º do Estatuto da ONG clique aqui).
Basta comparar estas duas listas: (clique aqui e
aqui). A previsão de embolsamento do CGI.br
para 2008 é de R$ 82 milhões totalizando cerca de R$ 450 milhões embolsados
até final de 2008 (clique aqui). (04/03/08)
FATO INÉDITO: após o Decreto Nº 4.829, de 03/09/2003 que cria
o grupo Comitê Gestor Internet CGI.br para criar normas, regras e condutas sobre
internet, o mesmo efetuou dezenas e dezenas de reuniões mas entre o decreto
e 04/02/2008 o CGI.br sequer
conseguiu publicar no D.O.U. uma única regra, norma ou conduta sobre internet
(deveria ser a resolução 02/05, mas foi barrado). Só conseguiram publicar
a resolução 01/05 (clique aqui)
que permite o autoembolsamento de toda a receita de internet
(até 2007 deu cerca de R$ 370 milhões jogados numa lata de lixo clique
aqui) tudo através da ONG particular
NIC.br de propriedade do CGI.br (são os mesmos conforme o Art. 6º do estatuto
NIC clique aqui). Na realidade NÃO podem
assinar resoluções no D.O.U. por serem da inciativa privada e o que saiu (01/05)
foi assinado por um empregado do Ministério de Ciência e Tecnologia e os integrantes
do CGI sequer conhecem a resolução 01/05 porque não o assinaram. Ainda bem que
os proprietários de 1,4 milhões de domínios adoram pagar taxas de R$ 30,00 por
ano por domínio que cai direto no bolso do CGI.br a titulos de gastos conforme
a resolução 01/05. (25/02/08)
E-mail do empresário J.R.: "venho acompanhando o processo
de liberação do domínio unic.com.br pois é de interesse de
meu próprio escritório de contabilidade de mesmo nome . Este domínio estava
reservado para o processo de transição para o domínio EDU. Sem mais nem menos,
em fins de janeiro/2008, antes mesmo de começar o processo de liberação em andamento
agora em fevereiro, o NIC-BR liberou o registro para a escola que já possui
o unic.edu.br, unic.br, iuni.com.br, e iuni.org.br" .J.R. reclama
que "a liberação deveria ser feito dentro
das regras públicas estabelecidas pelo próprio Comitê Gestor, ou seja, DURANTE
O PROCESSO DE LIBERAÇÃO, E NÃO ÀS ESCURAS". E como
pode o CGI.br transgredir suas próprias regras: "Não é permitido registrar
o mesmo nome em extensões diferentes" que foi criado em 12/08/2000?
(clique aqui). E porque o Carlos Vogt, na época presidente
da Fapesp, dono jurídico do registro.br até 04/12/05, pode ter uma revista eletrônica
www.comciencia.br com final .br e nós pobres internautas so podemos ter ".com.br"
ou ".org.br", mas nunca ".br"? E ainda registrar uniemp.br,
uniemp.com.br e uniemp.org.br em 02/2003? (clique aqui)
. A UNIEMP já é suspeita de lavagem de dinheiro (texto completo clique aqui)
(26/02/08)
Finalizando o empresário J.R indaga: "Aproveitando...o Sr. Luiz Carlos
Potim....é poderoso lá no NIC não !!??"
Integrantes do CGI.br
descem de nível e caem na lama ao bater
boca com a Abusando (clique aqui) .
Mas não informam no bolso de quem (ou aonde) foi parar a metade de R$ 250 milhões
e nada sobre a emissão de 200 mil Notas Fiscais frias e o pagamento a mais de
R$ 300 mil em ISS que permite lavar R$ 6 milhões de reais. Também não comentam
sobre a venda de dados cadastrais (sites registrados) ao Google por R$ 50 milhões
e sobre as regras da nova partilha de R$ 82 milhões (receita da internet em
2008) nem um pio.. ficaram todos quietinhos. Em 12 anos o grupo conseguiu sumir
com cerca de R$ 370 milhões... Suspeita-se que seja muito mais do
que o dobro do que os hackers e crakers desviaram das contas bancárias brasileiras
(20/02/08).
CGI.br embolsa R$ 370 milhões
em 12 anos. (clique aqui)
Só para ano atual 2008 estão previstos embolsamentos de outros R$ 82 milhões,
isto para um grupo de cerca de 40 pessoas, metade do governo, usando uma ONG
NIC.br de fachada e apoiado por resoluções falsas ( res. 01/2005) sequer assinada
pelos integrantes do CGI.br. Como o CGI.br consegue ainda cancelar a resolução
01/98 publicado no Diário Oficial da União com uma simples publicação no jornal
(chamam de resolução 02/05) induzindo os internautas e advogados ao uso de resoluções
falsas ou inexistentes em centenas de processos judiciais? (14/02/08)
Obs.
Todos os e-mails de denúncias encaminhados a @abusando.info são
"deletados" por SPAM pelo CGI.br que controla todos os e-mails no
Brasil inclusive a dos parlamentares, juízes e do governo (clique
aqui) e denúncia (aqui).
Se possível encaminhe novamente para abusando3@hotmail.com. O assunto
de grampo na internet brasileira é tão grave que foi encaminhado
a cerca de 13 mil juízes (clique aqui).
(24/06/09)
E-mail de internauta indignado com a Máfia
CGI/NIC/Registro.br: (24/06/09)
> Date: Sun, 21 Jun 2009 10:48:43 -0300
> Subject: Mais uma da Máfia CGI/NIC/Registro.br
> From: <internauta>
> To: abusando@abusando.info
> CC: denuncias@abusando.info; abusando3@hotmail.com
>
> (Por favor não publiquem meu endereço de e-mail. Muito obrigado!)
>
> Outro dia assistindo a um comercial na TV das Universidades
>
Anhanguera (uma universidade particular
de São Paulo)
> descobri que eles têm um domínio que descaradamente
> viola as regras da máfia CGI/NIC/Registro.br.
>
> O domínio em questão é www.vestibulares.br e sabem
> porquê viola as regras? Porque este é um domínio genérico!
> Vejam no site da máfia quanto ao registro de domínios .EDU.BR
> (as regras são as mesmas para o .BR pois somente
> instituições de ensino superior podem registrá-los).
>
> http://registro.br/faq/faq1.html#20
>
> 1.20 Posso registrar qualquer nome como um domínio .EDU.BR ?
>
> Não. Nomes de domínios .EDU.BR não podem ser genéricos.
> Domínio genérico é aquele composto por palavra ou
acrônimo
> que defina conceito geral ou que não tenham ligação
alguma
> com a razão social, nome fantasia ou seus respectivos acrônimos.
>
> Desta forma, caso a documentação descrita na questão
3.3 do FAQ
> não permita que se classifique o nome como não genérico,
> deve-se encaminhar documentação adicional para comprovação
de
> não generalidade do nome.
>
> Agora a questão é: quanto as Universidades Anhanguera
> pagou ao barbudo arrogante Getschko para ele permitir uma
> coisa destas? Está mais do que claro que o endereço
> www.vestibulares.br é totalmente irregular! O CGI cria suas
> próprias regras e ele mesmo as viola, isto é um tapa na cara
> dos internautas Brasileiros, até quando teremos que
> aturar esses desgraçados fazendo o que bem entendem
> com o registro de domínios no Brasil?
CGI.br libera cidades gaúchas "bage.com.br, gravatai.com.br,
caxiasdosul.com.br" para um grupo paulista controlar. O grupo
paulista já controla 84 cidades gaúchas. (detalhes clique aqui)
O
CGI.br declara publicamente que "Os domínios brasileiros são
geridos pelo CGI.br como um patrimônio da comunidade e não uma mercadoria...
" (clique aqui)
mas o mesmo
CGI.br usa como moeda domínios genéricos
para calar
a boca de quem denunciou
as maracutaias do CGI.br em 07/05/2007 às 13:37 ao Ministério Público, Polícia
Federal, e outros órgãos. (clique
aqui , aqui
e aqui). Estes
domínios, na realidade um bem público, deveriam estar no leilão, mas trapacear
milhares de internautas parece ser algo normal para o CGI.br (20/02/08).
NIC.BR trapaceia integrantes do Comitê Gestor Internet ao entrar
com ação falsa na justiça por uso de endereço falso . A ação falsa é somente
para agradar os integrantes do CGI.br no assunto dos 5 mil domínios em 200 endereços
falsos. O processo judicial 583.00.2007.257452 do CGI.br para enganar os integrantes
do Comitê Gestor Internet até parece aquele "dito" popular "ladrão
que engana ladrão tem 100 anos de perdão". Clique aqui
e veja detalhes. (21/02/08)
CGI.br de olho no lucro dos provedores,
sequer publicaram no D.O.U. mas já estão embolsando R$ 4,2 milhões/mês adicionais.
Começou estratégicamente em 1/2008 durante as ferias dos donos de provedores,
quando voltarem algum funcionário já pagou aí já é tarde para contestar (clique
aqui) (14/02/08)
Algumas informações aqui contidas
foram enviados por e-mail particular p/os seguintes amigos e conhecidos: 65
senadores, 500 deputados federais, 700 deputados estaduais, 300 vereadores,
130 agências de notícias, 1100 jornais, 430 jornalistas, blogs e sites, 400
rádios AM/FM, 120 revistas, 2.300 provedores e hospedagem de sites, 130 TVs,
450 de Fundações entre outros
Comitê Gestor Internet Brasil conseguiu retroceder o "Brasil Internet"
para a época de ditadura. na qual as regras e justiça eram feitas
por leis pessoais (adaptado a largura da entrada dos bolsos) e a margem e longe
da justiça comum. Supõe-se que os R$ 370 milhões que sumiram ao longo de 12
anos tenham sustentado o esquema todo. Clique aqui
e conheça os truques do grupo. (21/02/08)
Situação da receita da internet no Brasil (valores
aproximados) arrecadados por integrantes do CGI.br, contrariando o Art 9º do
Decreto Nº 4.829, de 03/09/2003 que cria o CGI e que diz: "O CGI.br não
ensejará qualquer espécie de remuneração" (clique aqui).
Na realidade deveria ter sido aplicado na "inclusão digital nos estados"
conforme declaração do CGI (clique aqui), mas
parece que a "inclusão digital pessoal do CGI.br" acabou prevalecendo.
(31/01/08).
|
1995-2005 |
R$ 250 milhões |
Status: sumiu a metade |
|
|
|
7. Delegacia de Lapa SP (processo 050060353642. clique aqui) |
|
julho/2005 |
R$ 50 milhões |
Status: embolsado CGI.br |
|
|
|
venda de dados cadastrais (endereços de sites) ao Google (aqui) |
|
2006 |
R$ 30 milhões |
Status: embolsado CGI.br |
|
|
|
1,1 milhões de domínios x R$ 30,00 |
|
2007 |
R$ 40 milhões |
Status: embolsado CGI.br |
|
|
|
1,3 milhões de domínios x R$ 30,00 |
|
2008 |
R$ 82 milhões |
Previsão: a ser embolsado pelo CGI.br |
|
|
|
1,5 milhões de dom. x R$ 30,00 + cobrança IPs dos provedores |
O Estado do Rio tentou em 04/2003 reaver R$ 10,8 milhões que seria usado no projeto Infovia.RJ. (clique aqui). Mas parece que a prioridade de embolsamento pelo CGI foi maior do que a inclusão digital no Rio. Suspeita-se que chegaram a aplicar milhões na ONG carioca RITS.org.br, mas foi para comprar o dono da ONG para ele calar com as denúncias contra o CGI.br (clique aqui). (25/01/08)
Um
ex-funcionário do NIC.br deixou escapar para a Abusando que o multi-milionário
Notório Saber em Embosalmentos está de malas prontas com passagem só de ida,
possivelmente para as parasidíacas ilhas Caimans. Provavelmente estará acompanhado
de boa parte dos integrantes do CGI.br. Até final de 2008 serão R$ 450 milhões
embolsados pelo grupo CGI.br e não precisam mais trabalhar pelo resto da vida.
(14/02/08).
A Abusando vem detectando que o mega-grupo empresarial CGI.br
vem encurtando em surdina
o prazo de pagamento da "taxa de extorsão anual"
que era de 180 dias em 30/07/1999 para 120 dias (um mês p/ o congelamento e
3 meses p/ a remoção). Mas recentemente encurtaram este prazo ainda mais: alguns
para até 21 dias, entre o registro e remoção. Isto não computando que você está
sendo cobrado adiantado, por 1 ano. Analogicamente, seria a mesma coisa que
você fosse alugar uma casa (domínio) para abrigar sua moradia (site) e sendo
imposto pelo locador (NIC.BR) o pagamento dos alugueis de 12 meses (taxa do
nic) pela sua hospedagem. Só que neste caso com um agravante: ele não fornece
para você o número da sua casa (DNS). Os prazos variam para domínios registrados
no mesmo dia, se for usuário antigo é um pouco maior, mas se for usuários novos,
por ser mais fácil de enganar, os tempos são menores. Como
sempre boa parte das atividades do CGI acontece em surdina e na calada da noite
(a TV vive noticiando grupos assim). Como
o CGI.Br pode ser tão safado? Veja um outro exemplo.
A cobrança ilegal de IPs
para arrancar dinheiro dos provedores,
(clique aqui) que sequer
foi publicada no D.O.U., na realidade acham que não precisa porque o importante
deve ser o CGI.Br embolsar. Foi o que também aconteceu na falsa reunião do dia
21/10/2005 na qual o CGI decidiu pela transferência da Fapesp para o bolso deles
(NIC.br) (clique aqui). A
reunião sequer aconteceu e também não podem assinar por serem da iniciativa
privada. Mas isto não impede da ONG particular NIC.Br de propriedade do CGI
ficar embolsando cerca de R$ 8,2 milhões / mês (4 usual e 4,2 dos IPs dos provedores)
e ainda usarem as falsas resoluções nos processos judiciais. Clique aqui
e conheça o CGI.br. (19/02/08)
Manipulação da mídia: CGI.br investe massiçamente em anúncios
no site denunciar.org.br da ONG Safernet da Bahia. Elogiam-o veemente no CGI.br.
Por sua vez a Safernet divulga o site denunciar.org em programas de TV como
"Via Legal" incentivando milhares de brasileiros a cadastrarem suas
denúncias no site que para dar credibilidade alega "parceria com o Ministério
Público" (clique aqui).
Fizemos um teste denunciando uma das centenas de maracutaias do CGI.br e o sistema
ficou mudo! Estranho mas o site denunciar.org.br da Safernet só fala mal do
Google, afinal de contas o CGI.br conseguiu arrancar R$ 50 milhões do Google
com a venda de cadastros de domínios e porque a Safernet não irá também conseguir
tirar alguns trocos? Se tiver alguma denúncia, faça-o diretamente no
site do Ministério Público e nunca em site de atravessadores. (21/02/08)
A Abusando obteve uma declaração bombástica de um integrante
de uma empresa que possui mais de 4.000 domínios, Sr. Clayton, o qual garante
que a empresa já pagou mais de R$ 1,3 milhões de reais em "retribuição
de manutenção" desde 1.999. A maior parte deste dinheiro o CGI.br recusou-se
a fornecer Nota Fiscal para não pagar impostos sobre a entrada deste dinheiro
em caixa e a metade já sumiu! Em
2008 tudo piorou, mal o novos integrantes do CGI.br assumiram e já estão participando
de maracutaias enganando mais de 1 milhao de internautas nos leilões de domínios
ao transferir em 4/1/08
mais de 15 domínios de cidades retirados do Clayton por erro
qualquer de endereço e transferidos diretamente sem passar pelo leilão para
outra outra empresa também com endereço falso, mas desta vez com o apoio do
CGI.br que mantém 200 empresas em salas inexistentes no endereço do Grupinho
do Paraná e aonde também funciona a filial PR da Abusando. Como o CGI.br pode
ser tão trapaceiro? 21/01/08
CGI.br continua trapaceando nos leilões de domínios (regras
veja aqui e aqui):
Segundo o Clayton no 3. leilão do NIC.br que ocorreu no feriadão do Carnaval
2007, no domínio "luminaria.com.br" houve três participantes: 1) Perfilac
Industrial e Comercial Ltda (lance nr. 3336606). 2) a empresa Sete Mídias (lance
nr: 3353781) e a empresa 3) Papai Noel Distribuição de Conteúdo. Ltda. lance
nr.3333589). Milhares de internautas não participaram neste domínio porque cada
um só pode participar com lances em no max. 20 domínios por empresa e quando
encontram um domínio que já tem 3 lances procuram outro entre os 60 mil domínios
por leilão, sem contar que a consulta a situação do domínio é limitada a 40
domínios por dia! . Apesar da regra "os nomes que tiverem dois ou mais
candidatos, NÃO serão liberados e ficarão aguardando o próximo processo de liberação"
o domínio "luminaria.com.br" foi parar na empresa Papai Noel. enganando
milhares de participantes no leilão. Veja as graves trapaças do CGI.br no 5.
leilão de domínios que aconteceu no feriadão Corpus Christi 2007 (clique aqui
e aqui). Porque em dois anos TODOS os cinco
leilões do NIC.br cairam nos feriadões? (Clique aqui)
(20/02/08)
O Clayton desconfia que um funcionário de nome Alex do NIC.br
parece estar recebendo algum beneficio do Potim para manipular durante mais
de 1 ano tickets e resultados de leilão de domínios a favor do Potim. O Alex
atua em um posto chave dentro do Registro.br / NIC.br, é "homem de confiança"
do Notório Barbuds (quase dormem juntos) e apoiado pela jurídica externa Kati.
Clayton também detectou que esta manipulação acontece contra outros milhões
de internautas participantes nos leilões. Nada é transferido nos leilões e sim
somente uns 15 a 30 dias depois que a auditoria já sumiu. Clayton alega que
chegam a encurtar em 1 semana o prazo limite de pagamento dele só para "forçar"
a perda do domínio. A seguir vai para o processo de liberação, e quando tudo
esfria vai para o Potim ou Cubits. Clayton também alega que outra forma muito
usado é solicitar documentação por e-mail e caso não seja respondido em 15 dias
cancelam sumariamente TODOS OS DOMÍNIOS DO CNPJ, não importando se estão pagos
ou não, se existe sites ativos, lojas comerciais ou e-mails em uso e após um
prazo de esfriamento vai para o Potim ou Cubits (21/01/08)
No CGI.br estão 3 gaúchos que sequer ligaram pelo fato do próprio
CGI.br, liberar por baixo do pano, os domínios de três cidades gauchas bage.com.br,
gravatai.com.br e caxiasdosul.com.br para um grupo paulista
controlar e que já controla 84 cidades gaúchas. Os 3 gaúchos devem estar muito
ocupados contando os resultados parciais da partilha da receita de internet
(só este ano são R$ 82 milhões para os integrantes do CGI embolsarem usando
a ONG NIC.br de fachada) Também chamam de anuidade padrão CGI.br (clique aqui)
contariando o Art 9º do Decreto Nº 4.829, que diz: "O CGI.br não ensejará
qualquer espécie de remuneração" (clique aqui).
Outros domínios que o CGI.br liberou por baixo do pano: anapolis.com.br,
campinagrande.com.br, juazeirodonorte.com.br, novafriburgo.com.br, adesivo.com.br,
camisetas.com.br, compressores.com.br, imobiliarias.com.br, modelos.com.br,
lavarapido.com.br, persianas.com.br, picanha.com.br, show.com.br, virgindade.com.br,
soldado.com.br, dedetizacao.com.br. E os millhões de internautas
que participaram dos leilões? Sequer imaginam que é o próprio CGI.br que manipula
os domínios depois que terminou o leilão e a auditoria já ter sumido. Clique
aqui , aqui e aqui
e veja outros casos de manipulação de domínios. (21/02/08)
Dia 17/1/2008 alguns marionetes do CGI estão tendo a primeira
reunião. Conheça os integrantes do CGI.br clique aqui
e converse com eles sobre seus direitos e o destino do dinheiro, porque não
é aplicado em inclusão digital em seu estado, aonde foi parar a metade dos 250
milhões e como conseguem sumir com cerca de R$ 40 milhões por ano (1,4 milhão
de domínios x R$ 30,00 ano) se até os 25 funcionários a Fapesp paga. Sem contar
os R$ 1,5 milhões que entraram a mais com a alteração
de 30 para 15 dias entre o registro e o congelamento, além dos milhões
adicionais com a retribuição antecipada de até 10 anos e ainda
a receita adicional de cerca de R$ 4,2 milhões/mês
dos provedores e empresas de telecomunicações com a venda de IPs. (clique
aqui) (17/01/08)
O site do CGI.br é realmente um engodo: anuncia em letras garrafais
(clique aqui) desde 27/07/07 a redução na taxa
de extorsão de R$ 30,00 para R$ 10,00 p/ dominios nom.br (clique aqui).
Mas o internauta tem que pagar 3 anos adiantado. Seis meses após a Abusando
constatou que domínios .nom continuam representando 0,22% do total (somente
2370 de um total de 1,3 milhões de domínios). A alteração do prazo de taxa de
extorsão de 30 para 15 dias, que reforçou os cofres em R$ 1,5 milhões e a cobrança
ilegal de IPs dos provedores, sem publicar no D.O.U, que reforça mensalmente
em R$ 4,2 milhões sequer são mencionados (clique aqui)
(22/01/08)
Cuidado com as tramóias de Natal do CGI.br! No último natal
de 2006, 5 domínios da EBDI foram pagos em 22/12/06 (R$ 150,00) através de boleto
bancário e com Nota Fiscal fornecido, mas tudo foi cancelado em pleno Natal
25/12/06 por falta de pagamento. O dinheiro, como sempre, o CGI.br embolsou
e os domínios foram para o leilão! (clique aqui). Em 03/06
a ONG particular NIC.br de propriedade do CGI.br pediu o depósito de R$ 120,00
(4 domínios), na conta da Fapesp! Este valor a Fundação de Amparo ao Estado
de SP "embolsou" e os domínios foram para o leilão! (clique aqui).
Um dos domínio em questão é genérico, isto é, tem alto valor no mercado como
locadora.com.br e que o CGI.br parece ter muito interesse. Como podem ser tão
sujos? 25/12/07
Presente de Natal - A ONG particular NIC.br prevendo que em breve vão
cair e ao mesmo tempo não satisfeitos em embolsar somente R$ 40 milhões
por ano (1,4 milhões de domínios x 30,00 ano), resolvem por ordem de seus donos
o CGI.br (que são os mesmos, hehehehe) e sem sequer publicar no D.O.U. (Diário
Oficial da União) antecipar em até 10 anos a cobrança da retribuição do serviço
de "cadastro automático de domínios" no computador. É como
cobrar adiantado por 10 anos o aluguel do inquilino de um imóvel mesmo sabendo
que o imóvel irá ser vendido no mês seguinte. Para sacanear os milhões de internautas
pagantes encurtaram de 30 para 15 dias o prazo entre o registro e o congelamento
(é congelado caso não seja pago 1 ano adiantado). Só estes 15 dias já dá um
aumento de caixa de R$ 1,5 milhões (antecipação de Natal hohoho!) Tudo
na surdina! E aonde vai este dinheiro? Segundo a resolução 01/05 cai
direto no bolso do CGI.br a título de gastos. Nem os 25 funcionários precisam
pagar. A Fapesp paga por estarem assumindo o polo passivo das ações judiciais
clique aqui 27/12/07
E aonde está indo os R$ 1,5 milhões que entraram a mais com
a jogada dos 15 dias, além dos milhões adicionais com
a retribuição antecipada de até 10 anos tudo somado aos habituais
R$ 3 milhões mensais (1,4 milhão de domínios x R$ 30,00 / ano) ? Uma
parte em um resort alugado para "doutrinar" todos os integrantes do
CGI.br. pois eles vão ter o arduo trabalho em janeiro 2007 de convencer os internautas
que estão sendo útil (após 12 anos de embolsamento) e que a metade dos R$ 250
milhões não sumiu mas evaporou sem querer. Será que mais de 1 milhão de internautas
ávidos em pagar taxinhas de R$ 30,00 / ano concordam que seja aplicado em um
resort para lazer em vez de inclusão digital nos seus estados conforme declaração
do CGI.br? (aqui) (28/12/07)
O ano 2008 promete grandes embolsamentos: A ONG particular
NIC.br de propriedade de integrantes do CGI.br resolve em 14/12/2007 (clique
aqui) e sem que haja alguma
publicação no D.O.U. - Diário Oficial da União e ainda aproveitando as férias
dos donos de provedores, a cobrar pelo uso de IPs (números) essenciais
para que uma empresa ou provedor possa atuar na área de internet no Brasil,
isto, após 12 anos sem custos porque é equivalente a um posto de saúde
enriquecer cobrando pelas senhas nas filas. Veja aqui
a tabela de extorsão do CGI.br. Seria algo semelhante
a Anatel começar a cobrar o numero telefônico das concessionárias de telefonia
só porque estes são obrigados a entregar um telefone com um número qualquer
assim como um provedor não consegue entregar uma conexão internet sem um número
IP. Estima-se uma receita ADICIONAL para o CGI
de cerca de R$ 4,2 milhões/mes para os integrantes do CGI.br "embolsarem",
todos os meses, a título de gastos e ainda darem risadas
dos provedores pagantes. Parece que
"paira sobre o CGI.br" uma suspeita que os provedores devem estar
ganhando montanhas de dinheiro com os IP´s e que não custa repassarem um pouco
deste lucro para os integrantes do CGI.br cobrirem o rombo das festas de fim
de ano. O Sr. Energúmeno Tavares representante
dos provedores no CGI.br (clique
aqui, aqui
e aqui) adorou e aprovou a nova
taxa de IPs cobrado dos provedores porque suspeita-se que algo deve escorregar
no bolso dele (clique aqui).
Toda esta nova cobrança é baseado na "irregular resolução
de 01/2005" que sequer foi criado por lei. clique aqui,
e ainda contrariando o Art 9º do Decreto Nº 4.829, de 03/09/2003 que diz: "O
CGI.br não ensejará qualquer espécie de remuneração" (clique aqui)
A Resolução 02/05 que deveria regulamentar toda as cobranças e normas na internet
sequer foi publicada no D.O.U só em jornais! (09/01/08) Alterado (29/04/09)
O que é congelamento de
domínio? É uma espécie de Lista Negra
que informa públicamente que não foi paga a taxa de extorsão adiantado de R$
30,00 / ano. Sequer prestam algum serviço e em
15 dias já vai para a lista negra pública. O
site e e-mail da empresa param de funcionar e se não pagar urgente a taxa de
extorsão a empresa poderá ter prejuizos enormes! Como o monopólio do
registro ".br" está nas mãos de uma ONG particular de propriedade
do CGI.br não tem como escapar. Para o CGI.br poder embolsar mais em menos tempo
foram paulatinamente encurtando desde 30/07/1999 o prazo de 180 dias
para o congelamento para ser congelado após 6 dias em 11/2007.
Isto porque ainda é cobrado adiantado em 1 ano! (27/12/07)
O CGI.br criou na internet do Brasil, um mundo jurídico a parte com
leis particulares. Exemplo: em vez de "spc ou seproc" usam
"congelamento", em vez de "leilão" usam "processo de
liberação", em vez de "lance" usam "ticket" em vez
de "taxas" usam "retribuição da manutenção" e para a maioria
não entender nada em vez de "provedor" usam "ISP" (veja
aqui). Para confundir ainda usam palavras como
ICANN (um órgão ligado ao Departamento do Comércio dos EUA) e outros como TLDs
etc (clique aqui).
Os domínios mais cobiçados são os genéricos como cafe.com.br, pao.com.br etc.
que não podem estar registrados no INPI, mas estes o "pessoal de bolso
cheio" vem manipulando tranquilamente desde o leilão da Fapesp de 21/11/2004
a 05/12/2004 com 39.965 domínios para "requerentes com diferencial
declaratório" que alegam "similaridade empresarial"
e acabaram induzindo os
internautas a abrirem entre 220 a 600 empresas frias
(só existe o CNPJ para conseguir domínios por similaridade).
Basta levar a regra do CGI.br para a Junta Comercial para ser liberado nomes
de empresas como "Transas e Fodas Ltda. ME e Dor e Ervas Informática Ltda.
e centenas de outros. (veja alguns clique aqui).
De quebra induziram mais
de 1 milhão de internautas ao crime de sonegação fiscal
por não fornecer Nota Fiscal sobre R$ 250 milhões e ainda
lesaram o erario não pagando os impostos
(clique aqui) (28/12/07)
O "grupinho do Paraná"
teve séries problemas com a Receita por ter pago em 1999, R$ 40 mil em "retribuição
da manutenção". Negaram fornecer Nota Fiscal porque o CGI.br alegava ser
um serviço de caracter público, também não pagaram impostos sobre o que receberam
(contabilizaram como doação de anônimos) e o dinheiro sumiu. O CGI.br ainda
se considera com razão (clique aqui)
Parecer de procurador 16/11/2003:"Ocorre
que toda a estrutura e a infra-estrutura montadas a partir do Comitê Gestor
Internet do Brasil padecem de uma grave insuficiência jurídica. Com efeito,
a portaria interministerial em questão não possui lastro ou fundamento legal"
e
"decreto
presidencial que viabiliza a inovação da ordem jurídica à margem da lei"
(clique aqui)
Os integrantes do CGI.br/NIC.br (são os mesmo) atestam em Ata Notarial
assinada no 7. tabelião de Curitiba terem pleno conhecimento das supostas maracutaias
do CGI.br/NIC.br descritas neste site. A
partir de 24/07/2007 às 12:43 TODOS os integrantes do CGI.br são obrigados a
denunciar ao Ministério Público TODAS as maracutaias descritas neste site sob
pena de serem coniventes.
Será que eles vão se auto-denunciar? Mas quem fizer isto possivelmente
será excluido da partilha de R$ 40 milhões ano (1,4 milhões de domínios x R$
30,00). São quase 40 embolsadores, (clique aqui)
perfazendo cerca de R$ 1 milhão cada / ano embolsados a título de gastos, conforme
resolução 01/05 clique aqui processos.html)
Até
parece a estória de Ali Demi Babá e os 40 embolsadores.
Quem não conhece esta estória? (28/12/07)
Google paga R$ 50 milhões a integrante do CGI.br pela compra
do cadastro de nomes de domínios registrados (clique aqui)
e ainda retira do ar o blog de eleições CGI.br 2007 (clique aqui).
Uma máquina compartilhada por integrante da Abusando foi invadida e na qual
ao que parece existe um sistema
de obtenção de senhas de clientes do Banco Caixa Econômica
através de "phishing". A Justiça e a Polícia foram devidamente notificados.
Existem grandes suspeitas que a invasão tenha sido "encomendada"
pelo CERT "Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança
no Brasil" uma divisão do mega grupo empresarial CGI.br - Comitê
Gestor Internet Brasil criada para justificar o "embolsamento" de
"retribuições forçadas" de R$ 40 milhões/ano, através do monopolio
dos integrantes do CGI.br e "legalizada" pela ONG particular NIC.Br
apoiado em resoluções falsas publicadas no D.O.U. (clique aqui)
Se a polícia conseguir calar os integrantes da Abusando o CGI.br divisão
CERT não irá precisar justificar o sumiço da metade de R$ 250 milhões de reais,
nem a emissão de 200 mil Notas Fiscais frias e o pagamento de R$ 300 mil a mais
em ISS que permite lavar até R$ 6 milhões de reais, basta depositar na conta
da ONG NIC.br/CERT que está lavado e limpo com ISS pago e imposto isento. (clique
aqui) (18/12/07). Conheça a realidade sobre
o CERT (clique aqui)
Caso o CERT consiga fazer a perícia no HD invadido, antes da polícia, tudo será
considerado inválido! O CERT, uma sigla do CGI.br consegue até falsificar
resoluções no D.O.U - Diário Oficial da União (clique aqui)
o que dirá de um simples HD? Além do mais o grupo possívelmente desviou
mais do que a somatória de todos os crakers das contas bancárias brasileiras!
Manipulação da Mídia - A Associação Abusando vem levantando
que boa parte dos escritórios advocatícios de direito em informática de SP prestam
serviços quaisquer para a ONG NIC.br/CGI.br/Fapesp e não podem ser usados pelos
internautas nos processos judiciais contra o CGI.br por já terem alguma relaçao
de atividade. Muitos Institutos e Associações de direito de informática e Ongs
como RITS recebem polpudos doações do CGI. e nunca vão falar mal do CGI. Sem
contar a Fapesp que recebe todo o ano mais de R$ 500 milhões do governo de estado
de SP e aplica maciçamente na mídia. O mais estranho a conivência da Prefeitura
de SP para não extornar 200 mil Notas Fiscais (clique aqui)
frias enquanto todas as empresas tem que extornar porque o serviço não foi prestado
mas só a ONG particular NIC.br de propriedade do CGI.br não precisa. Em
troca parece que o CGI.br vem dedando todos os endereços das empresas de SP
na mira do imposto estadual e federal. É como se o banco fornecesse
endereços de clientes para a prefeitura para conseguir créditos. Para contornar
a ilegalidade de liberação todos os dados empresariais ficam sempre disponíveis
publicamente na site do registro.br. O único que fornece publicamente a uma
decada o CNPJ a partir de algum dado qualquer é o CGI.br, nem a Receita Federal
faz isto. Não é a toa que todos os domínios do CNPJ são cancelados sumariamente
em 15 dias se houver alguma inconsistencia qualquer no endereço, baseado em
uma resolução falsa 02/2005 cuja publicação foi barrada no D.O.U. Tudo para
manter os dados cadastrais o mais completo possivel. Um subproduto valioso são
os endereços de sites e as cidades. Só o Google pagou R$ 50 milhões
a integrante do CGI.br pela compra do cadastro de nomes de domínios
registrados mas disfarçado em venda de empresa lotado de cérebros brasileiros.
(clique aqui) (17/01/08)
O CGI.br DETONOU o legítimo Movimento Brasileiro de Combate ao SPAM
e abriu seu próprio antispam.br para ter um contrôle maior sobre os e-mails
brasileiros e DETONAR os relativos as denúncias das maracutais deles (clique
aqui) (20/12/07)
CGI.br tenta através da Polícia Federal alguma ação policial
para bloquear as denúncias da abusando como se fossem SPAM. Caso o CGI.br obtenha
exito não vão precisar justificar o sumiço da metade de R$ 250 milhões
de reais, se é que ainda existe a outra metade, Tudo foi contabilizado
como doação de anônimos logrando até o erário. (18/12/07)
"O spam não é, em si, um crime. O que o transforma em conduta
criminosa é o envio de mensagens com o uso de falsificação e roubo de identidade".
Eliot Spitzer ex-promotor-geral do Estado de Nova York
Um exemplo típico de SPAM: Em 5/12/2005 o CGI.br enviou SPAM
a mais de 860 mil internautas informando a transferência da atividade de registro
de domínios da Fapesp para a ONG particular deles NIC.br e que tal fato foi
decidido em uma reunião de 21/10/2005 (clique aqui).
A reunião nunca aconteceu e ninguém do CGI assinou nada a não ser o
coordenador! Era tudo falso! Para dar mais veracidade até publicaram
no D.O.U. o resultado da reunião fictícia e o doc. não assinado (clique
aqui) Graças a este truque a receita da internet R$ 40 milhões/ano cai direto
no bolso do CERT/CGI/NIC a titulo de gastos 18/12/07
Os integrantes do CGI.br
são em boa parte da iniciativa privada e NÃO podem assinar resoluções publicadas
no D.O.U. - Diário Oficial da União. Para contornar alguém do
Ministério de Ciência e Tecnologia assina.. (08/01/08)
O mega grupo empresarial CGI.br/NIC.br tenta por ordem judicial a prisão
dos integrantes da Abusando e ainda a penhora judicial sobre suas contas
bancárias. Tudo isto porque denunciaram as maracutaias do CGI/NIC! Não seria
melhor TODOS os integrantes do CGI comparecerem na 7. Delegacia de Lapa
SP processo 050060353642-0000. clique aqui) que está averiguando o sumiço da
metade dos R$ 250 milhões e já aproveitar e explicar a emissão de 200 mil Notas
Fiscais frias e o pagamento a mais de R$ 300 mil em ISS que dá direito a lavar
R$ 6 milhões de reais? (clique aqui) (18/12/07)
No "Comunicado a respeito de difamações contra o CGIbr"
(clique aqui), o
CGI.br alega que "já houve condenações desse grupo que faz essas difamações".
Como o CGI.br pode mentir tão descaradamente? Aonde estão as condenações? Sequer
conseguiram ordem judicial para desativar o domínio original, bem brasileiro,
www.interjuris.com.br (clique aqui)
e antecessor da associação abusando e ativo já por quase 5 anos. Pior perderam
a ação judicial quando tentaram tirar do ar o sitio interjuris.com.br. (clique
aqui) (03/01/08)
Em resposta a "Denúncias do CGIbr são falsas" (clique
aqui) a Abusando publicou "Denúncias
do CGIbr são verdadeiras"
(clique aqui) copie e reproduza nas suas
listas ou no orkut. A seguir o CGI.br (clique aqui)
tenta justificar porque os megaleilões de domínios do NIC.br cairam nos feriadões!.
Algumas toupeiras alegam "coincidência cair no feriadão". Mas
só houve 5 leilões NIC.br nos últimos 2 anos e TODOS cairam no feriadão!
(clique aqui). Além de um monte de lorotas (clique
aqui) não informam o que 39 milhões de
internautas brasileiros querem saber: "aonde foi parar a metade
dos R$ 250 milhões de reais?" (03/01/08)
Integrantes do CGI.br garantem que o CGI.br recebe sobre cada domínio "apenas
a anuidade padrão do CGI.br" de R$ 30,00 (clique aqui).
O que perfaz para cada um R$ 1,6 milhões / ano limpos no bolso (1,4 milhões
de domínios x R$ 30,00 ano / 24 embolsadores). tudo a titulo de gastos, contrariando
o decreto Nº 4.829, de 3/9/03 (clique aqui) que no
Art 9° diz: "A participação no CGI.br é considerada como de relevante interesse
público e não ensejará qualquer espécie de remuneração". Será que o bolso
dos 24 embolsadores falou mais alto? Nos EUA a
ICANN cobra U$ 0,25 por domínio (clique aqui)
(17/12/07)
Como o CGI.br pode ser tão ligeiro? A ONG particular NIC.br
de propriedade de integrantes do CGI.br emitiu 2,5 milhões de cobranças por
e-mail cobrando R$ 30,00 cada durante 2 anos (1,1 milhões de domínios em 2006
e 1,4 milhões em 2007) todos com o texto: "O
não pagamento destas retribuições implica na inobservância do artigo 9°, parágrafo
1°, inciso II da Resolução 002/2005, publicada em 05/12/2005"
(clique aqui). Mas a publicação da resolução 02/05 foi barrada no D.O.U. (o
prazo limite era 6 meses a partir de 5/12/2005 e já estamos em 2008) e o publicado
ali quer dizer "em 3 jornais comuns" enganando internautas e advogados
nos processos judiciais e ainda cancelam a resolução 01/98 que realmente foi
publicado no D.O.U. Será que eles teriam que devolver o dinheiro, cerca de R$
70 milhões? (10/01/08)
O projeto de lei do Senador Papaléo Paes (clique aqui)
"também argumenta ser conveniente facultar às associações a
geração de receita, desde que o resultado da operação não seja apossado de forma
privada e individual, mas aplicado integralmente nos objetivos da associação".
Parece que a ONG NIC.br do CGI se antecipou a anos ao projeto de lei mas somente
na geração de receita. Continuando "...Em sua opinião, a mudança por
ele proposta permitirá que as atividades econômicas das associações venham a
garantir sua sustentabilidade." No caso da ONG particular NIC.br os
25 funcionários são pagos pela Fapesp e os R$ 70 milhões entraram limpo, descontando
os impostos ISS e Cofins e o restante são isentos por ser uma ONG sem fins lucrativas.
Lucro é aquilo que sobra e como a ONG NIC.br (= CGI.br) é sem fins lucrativas
nada dos R$ 70 milhões pode sobrar. (10/01/08)
Eleições no CGI.br: 5º Setor que
representa o grupo mela eleição tenta iludir os participantes com declarações
inverídicas p/ poderem continuar na partilha de R$ 90 milhões
a título de gastos durante +3 anos, melando as eleições do CGI.br
Veja aqui No final foi tudo resolvido com
suplentes. Será que eles tambem tem direito a participar da partilha? (27/12/07)
Para acomodar todos na eleição do CGI.br, incluindo os 4 que não queriam abandonar
a partilha dos R$ 40 milhões (1,4 milhão de domínios x R$30,00) (clique aqui),
criaram o cargo de suplente. Na próxima eleíção está prevista o cargo de suplente
do suplente. A partilha é limpa porque os 25 funcionários da ONG particular
NIC.br a Fapesp paga e em troca o CGI.br assume as ações judiciais e e uma das
formas para evaporar a outra metade dos R$ 250 milhões de reais.(13/01/08)
CGI.br de olho no lucro
dos provedores
Ansiosos para abocanhar parte dos lucros dos provedores na área de internet o Comitê Gestor Internet resolve em 14/12/2007 (sem que haja alguma publicação no D.O.U. Diário Oficial da União), embolsar parte dos ganhos dos provedores através da cobrança da alocação de números IPs ("Internet Protocol") Cada máquina conectada a Internet deve ter um código único, análogo a um número de telefone que tem que ser único no mundo e portanto os blocos de IPs são essenciais para que uma empresa ou provedor possa atuar na área de internet no Brasil. (17/01/08) (clique aqui)
Durante 12 anos, não houve custos porque é equivalente ao monopólio de uma simples liberação de número de senhas (na internet se chama IPs) para integrantes de filas de espera em um Posto de Saúde. As regras do CGI.br são idênticas as senhas de uma fila comum: "não pode repassar, não pode vender, não pode trocar" clique (aqui). Mas imaginou o Posto de Saúde enriquecer cobrando pelas senhas? Pois é, somente o CGI.br pode cobrar algo assim e ainda sem publicar no D.O.U.! hehehehe 17/01/08)
Existe uma previsão de receita ADICIONAL de cerca de R$ 4,2 milhões/mês) para os integrantes do CGI.br "embolsarem", todos os meses, a título de gastos baseado na "irregular resolução de 01/2005" que diz que a receita anual (1,4 milhões de domínios x R$ 30,00) cai no bolso do NIC.br que segundo o estatuto é o próprio CGI.br, contrariando o Decreto nº 4.829, de 03/09/2003 que no Art. 9º diz: "O CGI.br não ensejará qualquer espécie de remuneração" (clique aqui) e a Resolução 02/05 que deveria regulamentar toda as cobranças e normas na internet sequer foi publicada no D.O.U só em jornais! O prazo para publicacação expirava em 6 meses após a assinatura em 5/12/05, mas mesmo em 2008 continuam usando como se fosse uma resolução, enganando internautas e advogados nos processos judiciais.(17/01/08)
Tudo
se baseia na suspeita do CGI.br que os provedores devem estar ganhando
montanhas de dinheiro com os IP´s e não custa repassarem um pouco deste lucro
para os integrantes do CGI.br cobrirem o rombo das festas de fim de ano e os
resort de lazer para "doutrinar" os integrantes do CGI.br. (17/01/08)
A cobrança começou em janeiro de 2008, justamente quando
os donos de provedores estão curtindo as férias com seus filhos. Quando
voltarem algum funcionário já acabou pagando e aí é tarde para contestar. Também
já é tarde para se moblizarem quanto a irregularidade da cobrança e o destino
deste dinheiro que suspeitam que seja o bolso dos integrantes do CGI.br. (24/01/08)
Resumindo: O ano 2008 promete grandes embolsamentos para a ONG particular
NIC.br de propriedade de integrantes do CGI.br - Comitê Gestor Internet
Brasil é so calcular: R$ 40 milhões por ano (1,4 milhão de domínios x R$ 30,00
ano) (limpos porque os cerca de 25 funcionários da ONG particular a Fapesp paga),
mais os R$ 1,5 milhões que entraram com a alteração de prazo de pagamento de
30 para 15 dias entre o registro e o congelamento, mais os milhões adicionais
com a retribuição antecipada de até 10 anos, mais a receita adicional de cerca
de R$ 4,2 milhões/mês dos provedores e empresas de telecomunicações com a venda
de IPs. Tudo para os integrantes do NIC.br embolsarem a titulo de gastos (que
segundo o estatuto são os integrantes do CGI) e tudo conforme a resolução 01/2005
que sequer os integrantes do CGI assinaram. (clique aqui).
E ainda tem metade dos R$ 250 milhões arrecadados até 2005 (a outra metade já
evaporou... rsrsrsrsrsrs). (17/01/08) Volta (clique aqui)
-----------------------
NIC.BR trapaceia integrantes do Comitê Gestor Internet ao entrar
com ação falsa na justiça por uso de endereço falso . A ação foi somente para
agradar os integrantes do CGI.br no assunto dos 5 mil domínios em 200 endereços
falso. O processo judicial 583.00.2007.257452 do CGI.br para enganar os integrantes
do Comitê Gestor Internet até parece aquele "dito" popular "ladrão
que engana ladrão tem 100 anos de perdão". Veja abaixo uma estória quase
semelhante. (21/02/08)
Nos últimos 5 anos CGI.br vem cancelando
milhares de domínios pelo simples fato de constar algum erro mínimo nos dados
cadastrais, obtendo desta forma de volta o domínio. O CGI.br montou
uma espécie de "Tribunal de Denúncias Anônimas" (alguém faz uma denúncia
anônima e com base nisto solicitam documentação em prazos recordes (15 dias)
e em caso de não fornecimento em tempo habil TODOS os domínios do CNPJ são cancelados
sumariamente. A contagem iniciava-se logo antes de uma feriadão ou até no último
dia útil do ano). De vez em quando deixavam escapar quem era o denunciante,
provocando uma espécie de revanche com novas denúncias anônimas. Mas no caso
dos 5 mil domínios em 200 empresas com endereços falsos em vez de cancelar,
simulam uma ação judicial falsa !!! erraram até o nome do suposto acusado!!!
Tudo para agradar (trapacear) os integrantes do CGI.br. É inacreditável o CGI.br
passando a perna no Comitê Gestor Internet!. Após um bom tempo o processo será
cancelado por erro de nome, até lá os integrantes do Comitê Gestor Internet
já esqueceram a história e todos continuam vivendo felizes com os bolsos cheios
como resultado da partilha de R$ 82 milhões (a ser extorquido dos internautas
em 2008). (21/02/08)
A
seqüência:
1) um internauta pernambucano denuncia ao CGI.br um esquema
montado por um grupo paulista de 200 empresas com endereços falsos no Paraná,
2) o dono do CGI.br um Notório Embolsador considera normal
(clique aqui) e não cancela nenhum dos 5
mil domínios sumariamente, possivelmente devido a participação do próprio CGI.br
no esquema,
3) o internauta pernambucano denuncia o esquema do CGI.br em
07/05/2007 às 13:37 ao Ministério Público SP, Polícia Federal, e outros órgãos.
(veja o distribuidor clique aqui)
4) o CGI.br agracia-o com domínios genéricos de alto monetário
(clique aqui e aqui),
sendo boa parte domínios do Clayton, que mesmo pagos foram cancelados por algum
motivo obscuro no endereço e repassados ao denunciante.
5) No leilão de domínios do NIC.br que aconteceu no feriadão
do Corpus Christi, o CGI.br agracia, agora ambos, com polpudos domínios genéricos
enganando milhões de internautas que participaram do leilão (clique e aqui)
6) o grupo paulista cancela a ação 583.03.2007.113586-5 contra
o CGI.br,
7) os integrantes do Comitê Gestor Internet pressionam o CGI.br
devido a revelação no site da Abusando.
8) o CGI.br abre uma ação judicial 583.00.2007.257452 contra
o grupo paulista para agradar (trapacear) os integrantes do CGI.br
9) estranho, mas erram o nome! A ação está fadado
ao insucesso por erro de nome.
10) Integrantes do CGI se acalmam (pelo jeito adoram serem
enganados desde que continuem na partilha dos R$ 82 milhões a ser extorquido
em 2008 dos internautas e provedores)
Declaração dado pelo Sr. Demi Getschko um
dos Notórios Embolsadores do CGI.br / NIC.br em 16 de abril de 2007
16:18 "Fizemos todos os contactos
possíveis, no Paraná e Receita Federal, para apurar irregularidades na constituição
das empresas em foco. O resultado foi que "nada consta"... Por estranho
que possa parecer - e nossa estranheza nisso soma-se à sua - aparentemente *nada*
impede que 200 empresas possam compartilhar uma sala, num determinado endereço
físico. Sinceramente, eu achava que isso era irregular e que conseguiríamos
uma saída por esse lado, mas esse fato *não* se confirmou..."
Só que a Junta Comercial não permite duas ou mais empresas em
uma mesma sala, conforme alegado, e sim foram usadas 200 salas inexistentes,
uma para cada empresa, o que é bem diferente do que foi declarado pelo CGI.br.
Como pode o CGI.br escrever tanta burrice? E depois disto ainda simular uma
ação judicial na justiça, fadado ao insucesso por erro de nome, só para agradar
os integrantes do próprio CGI.br? Parece que para um grupo que conseguiu desviar
cerca de R$ 370 milhões em 12 anos "vale tudo", até enganar os sócios.
(25/02/08)
| "Ocorre
que toda a estrutura
e a infra-estrutura montadas a partir do Comitê Gestor Internet
do Brasil padecem de uma grave insuficiência jurídica. Com
efeito, a portaria interministerial em questão não possui
lastro ou fundamento legal".
(parecer de procurador). |
|
MENSALÃO
NA INTERNET II O MCT - Ministério
da Ciência e Tecnologia aprovou em 14/02/06 resolução
de codinome "embolsar" (clique aqui)
que permite a integrantes do governo acomodados no CGI.br - Comitê
Gestor Internet Brasil a extorquir os internautas e embolsarem R$ 3 milhões
/ mês usando uma ONG particular de propriedade do CGI.br (clique
aqui) Conheça os donos
da ONG NIC.br (clique aqui)
Mas pode o CGI.br criar e embolsar uma taxa pública disfarçada
de "retribuição" sem aprovação do
congresso
e ainda enganar a Receita por 12 anos sem pagar impostos
sobre os 250 milhões extorquidos? |
WWW.ABUSANDO
- Área destinada a denúncias de internautas
- Denúncias Clique aqui
"Arrependi-me muitas vezes por ter falado muito;
nunca por ter ficado em silêncio"
Aviso: Pretendem suspender as
eleições 2007 CGI.br - Veja no www.abusando.info/blog
- Dê a sua opinião!
...Estamos falando da Eleição do CGI Br. Quer dizer, não
é uma eleição porque já possui vencedores antes
de serem proclamados. Mas eles são peritos nisso! Fazem a mesma coisa
com os dominios... Autor clique aqui
Saiu na mídia: "Sbc-l: - Opiniões e comentários ajudariam
a deglutir melhor a questão". (clique aqui)
E você
internauta o que faria? Denunciaria qual ítem?
|
|
Declarações
judiciais: (veja
eles clique
aqui) "Juíza Rejeita Competência da Fapesp para Registro de Site", .."o registro na Fapesp não cria direitos de privilégios pois sua competência não descende de lei, mas sim de uma mera delegação. A Fapesp não tem competência legal para fazer o registro porque essa função foi passada ao organismo por delegação e não por texto legal". Isto foi em 2002! (clique aqui).E a ONG particular NIC.br de propriedade de integrantes do CGI.br, como fica?
|
Mas
quem é CGI.br - Comitê Gestor Internet Brasil?
- CGI.br náo é órgão ou entidade federal e não representa o ministério,
- CGI.br não representa órgão federais da Administração direta,
- CGI.br sequer tem personalidade jurídica.
Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR (veja varios processos - clique aqui)
O
CGI.br "; Comitê Gestor Internet Brasil, vem
a uma década falando sobre siglas estranhas como: gTLDs, CERT.br, PTT.br e CETIC.br,
TICs, viagens para Mar Del Plata, Tunísia e outros.
Não
adianta o CGI.br gastar tempo com lorotas, 21 milhões de internautas brasileiros
querem saber aonde foi parar a metade dos R$ 250 milhões e porque a outra
metade está apodrecendo até hoje!
Se é que ainda existe... Porque emitiram 200 mil Notas Fiscais Frias (clique
aqui).
e porque pagaram a mais R$ 300 mil em ISS que dá direito a lavar R$ 6 milhões
de reais por ano, basta depositar o dinheiro. sujo na conta bancária da ONG
particular NIC.br de propriedade dos integrantes do CGI.br que o ISS já está
pago e imposto é isento..(01/10/07)
Nos EUA a ICANN cobra U$ 0,25 por domínio (clique aqui),
enquanto aqui no Brasil o CGI.br (clique aqui)
embolsa R$30,00 / ano de 1,4 milhão de domínios usando a ONG particular deles
(clique aqui). Não é a toa que os que estão no CGI.br
não querem abandonar a partilha de R$ 30 milhões / ano, tentando melar a eleição
(clique aqui) e desta forma evitar que estranhos
entrarem pelo voto. (03/12/07)
O grupo empresarial CGI.br embolsa R$ 100 mil por dia corrido
(1,4 milhões de domínios x 30,00 ano) graças a licitação irregular para o registro
automático de domínios" vencida pela ONG particular NIC.br de propriedade
dos integrantes do próprio CGI.br (03/12/07)
Mas quem é o CERT? É só uma sigla e não existe absolutamente
nada legalizado além disto. Por trás disto esconde-se um enorme tráfego de influência
de informações cadastrais e rastreamento de atividades. Para legalizar o tráfego
tornam os dados cadastrais obrigatoriamente públicos. Nem a Receita Federal
informa o nr. de CNPJ com base em alguma outra informação, só o CGI.br.
Se o endereço for a residência em vez da empresa os domínios são sumariamente
cancelados! Portanto a qualidade dos dados cadastrais são excelentes. Suspeita-se
que a Prefeitura e Governo de São Paulo utilizam este cadastro para localizar
contribuintes e empresas inadimplentes, em troca o CGI.br emite 200 mil notas
fiscais frias e pagam a mais R$ 300 mil em ISS o que permite lavar até R$ 6
milhoes de reais. Suspeita-se que os cadastros são liberados para a Receita
Federal e em troca não incomodam com a falta de pagamento de imposto sobre os
R$ 250 milhões extorquidos porque foi contabilizado como doação de anônimos
e portanto isento de impostos. Os dados cadastrais valem uma fortuna. Conseguiram
vender ao Google por cerca de R$ 50 milhões (clique aqui)
e também passaram ao UOL por um valor astronômico desconhecido (clique aqui)
(20/12/0 (volta)
O CGI.br vem usando um truque "baixo" na justiça
tentando trocar em centenas de processos judiciais no www.tj.sp.gov.br o CNPJ
43.828.151/0001-45 da Fapesp para o CNPJ 05.506.560/0001-36 de uma ONG particular
chamado NIC.br. Veja alguns processos relativos a troca do polo passivo de FAPESP
por NIC. (clique aqui) Será que a Fapesp está
tentando fugir da Justiça ao transferir os supostos delitos para uma ONG particular
passível de falência? Em troca desta gentileza a Fapesp ainda paga a 2 anos
os 25 funcionários da ONG particular NIC.br . Ainda bem que todos os integrantes
do CGI.br estão cientes destes truques baixos, até registraram em cartório tudo
que esta escrito aqui, e ainda porque a ONG particular NIC.br deles só segue
ordens do chefe CGI.br.(estatuto NIC Art. 4º § 1º clique aqui)
que por sua vez são eles mesmos (estatuto NIC Art. 6º clique aqui).
Basta comparar estas duas listas: (clique aqui e
aqui). Nas centenas processos, que correm em
segredo de justiça, consta o codinome "Domínio Marca Virtual" e são
sorteados curiosamente com preferência para uma mesma vara. (veja alguns aqui)
(04/12/07)
Segundo o CGI.br: "O documento (Resolução
Nº 02/2005) é um resumo das regras atualmente adotadas pelo
Registro.br para o registro de domínios no país, bem como as normas para a cobrança
e pagamento das taxas." (clique aqui)
O texto foi elaborado por um grupo que não é órgão do governo, não representa
o governo ou o ministério e sequer tem personalidade jurídica (clique aqui).
Mesmo assim nos processos judiciais e alguns juristas a usam como referência
e "sequer imaginam que a Resolução Nº 02/2005
NÂO EXISTE". Deveria ter sido publicada no D.O.U. ";
Diário Oficial da União até 6 meses após a assinatura (4/12/2005). Na época
o CGI.br só conseguiu publicar a resolução 01/2005 (clique aqui)
que no Art. 1º altera a delegação de um serviço de caráter público da Fapesp,
sem licitação, para uma ONG particular chamada NIC.br de propriedade dos próprios
integrantes do CGI.br (conforme estatuto da ONG NIC.br clique aqui)
e que no Art. 4º regulamenta o auto-embolsamento
de toda a receita da internet (R$ 40 milhôes ano, 1,4 milhões de domínios x
R$ 30,00 / ano) a título de gastos, para eles mesmo. .(10/12/07)
Na prática, nos últimos 12 anos, o CGI.br tem-nos demonstrado que está mais
preocupado em embolsar R$ 40 milhões por ano do que criar alguma regulamentação
na área de internet. Pior em 12/2005 anularam a Resolução 01/98 e não
o substituíram. Desde 5/12/05 os juízes baseiam suas decisões em documentos
ilegais como resolução 02/2005 que nem existe (exemplo clique aqui)
(10/12/07)
O
Comitê Gestor Internet Brasil vem censurando a mídia internet de forma
que determinados e-mails sejam bloque para conseguir com que seus e-mails particulares
chegassem aos seguintes amigos e conhecidos: 65 senadores, 500 deputados federais,
700 deputados estaduais, 300 vereadores, 130 agências de notícias, 1100 jornais,
430 jornalistas, blogs e sites, 400 rádios AM/FM, 120 revistas, 2.300 provedores
e hospedagem de sites, 130 TVs e não pode ser considerado SPAM pelo ANTISPAM.BR,
um dos "grupos" criado pelo CGI.br para justificar o "embolsamento"
de R$ 30 milhões/ ano a título de gastos conforme resolução 01/2005. (11/09/07)
Como pode integrantes do governo (clique aqui)
incluirem no D.O.U. - Diário Oficial da União resolução (clique aquina
qual eles mesmo (clique aqui)embolsam toda a receita
de internet de R$ 30 milhões / ano? O grupo já é suspeito pelo sumiço da metade
de R$ 250 milhões de reais. Caso você saiba aonde foi parar esta montanha de
dinheiro (mais de R$ 100 milhões) informe a 7ª Delegacia
de Polícia de Lapa (11) 3864 7445 R. Camilo,
317 SP/SP Inquérito
147206 - Processo 050060353642. Os milhares de
proprietários de mais de 1 milhão de domínios registrados no Brasil que pagam
R$ 30,00 cada / ano irão te agradecer.Veja um dos depoimentos na Polícia sobre
o sumiço de mais de R$ 100 milhões (clique
aqui). (03/12/07)
Durante 10 anos a Fapesp não emitiu Nota Fiscal sobre R$ 250
milhões extorquido dos internautas porque o CGI.br alega ser um serviço de caracter
público e assim NÂO PAGAR IMPOSTO! e ainda INDUZINDO 1,4 MILHÔES DE INTERNAUTAS
AO CRIME DE SONEGAÇÃO, posto que não existia origem para a saida do dinheiro
uma vez que boleto não acompanhado de Nota Fiscal não pode ser declarado. Veja
decisão judicial: sobre a atividade: "Ressalta
a diferença entre serviço público e interesse público, para concluir que "Nosso
ordenamento jurídico não recepcionou as atividades descritas no Decreto nº 4.829/2003
como serviços públicos, mas sim como atividade econômica, ou seja, serviços
privados especialmente destinados à exploração da iniciativa privada, porém
de interesse coletivo". Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR
.(clique aqui) Decreto
nº 4.829/2003 (clique aqui) (03/12/07)
Em final de 2002 "Juíza Rejeita
Competência da Fapesp para Registro de Site", .."o registro
na Fapesp não cria direitos de privilégios pois sua competência não descende
de lei, mas sim de uma mera delegação. "Para ela, a Fapesp não tem competência
legal para fazer o registro porque essa função foi passada ao organismo por
delegação e não por texto legal", diz Rodrigo Rocha, advogado do escritório
Dannemann, Siemsen Advogados,.." (clique aqui").
Em 2002 o TCE-SP expulsa a atividade de registro de dentro da Fapesp
(clique aqui), mas infelizmente
esqueceram de expulsar a taxa de extorsão, desculpe, "retribuição"
de R$ 30 milhões anuais. Graças a este "descuido" da TCE entram mais
R$ 90 milhões e que sumiram!. Até final de 2005 a Fapesp continuou
tranquilo registrando e embolsando R$ 30 milhões por ano contablizados como
doação de anônimos em conta de projeto de pessoa física. o Sr Harmut Richard
Glasser, um obscuro professor, de bolsos grandes, que inventou o milionário
sistema de "registro automático de domínios em computador" recebendo
R$ 250 milhões de reais em doações de 1,4 milhões de internautas ávidos em pagar
taxinhas de R$ 30,00 reais. (03/12/07).
Após a expulsão pelo TCE, em inicio de 2003 e para
contornar o problema de computadores no Registro.br, segundo
o próprio CGI.br, os mesmos eram fornecidos pela
UNIEMP (clique aqui
pag4) de propriedade do presidente da Fapesp.(clique aqui)
auxiliado por um "assessor do presidente da Fapesp" (clique
aqui que tambem é dono da ONG particular
NIC.br (clique aqui) e eterno
dono do CGI.br um "Notório Saber em Internet" (clique
aqui). Mais trapaças da UNIEMP clique aqui
(03/12/07) (alterado 15/06/09)
Fundação é o único órgão que pode receber doção de anônimos,
nem partido político tem estas regalias. A doção anômima permite inclusive ficar
livre e longe da Receita Federal e órgãos fiscalizadoras com TCE. Não é a toa
que continuaram usando a Fapesp entre 2002 e final de 2005 (são mais R$ 90 milhões
que sumiram!). Se voce souber informe a 7. Delegacia de Lapa (11) 3864 7445
Inquérito 147206 - Processo
050060353642 (04/12/07).
Se a juíza concluiu em 2002 (clique aqui)
que a "Fapesp não tem competência legal para fazer o registro
porque essa função foi passada ao organismo por delegação e não por texto legal",
agora imagine a ONG particular NIC de propriedade do CGI.br que assumiu em 5/12/2005
. da Fapesp a atividade de supervisionar o cadastro automático de domínios em
computador, sem licitação! Foi na realidade uma auto-delegação (delegar
a si próprio usando o D.O.U.) a receita de R$ 40 milhões anuais (1,4
milhões de domínios x R$ 30,00) do registro de domínios a si mesmo. Será que
o bolso pessoal fala mais alto? (04/12/07)
CGI.br tenta prender integrantes da Associação Abusando e ainda
bloquear as contas bancárias deles (clique aqui).
Juiz nega tapa-boca e nega provimento ao CGI.br. O correto seria o CGI.br esclarecer
na 7. Delegacia de Lapa em SP (processo 050060353642-0000. clique aqui)
aonde foi parar a metade dos R$ 250 milhões (se é que a outra metade ainda existe)
e aproveitar a oportunidade para esclarecer a emissão de 200 mil Notas Fiscais
frias e ainda o pagamento de 300 mil em ISS, (o que dá direto a lavar R$ 6 milhões),
mas em vez disto entram com pedido de prisão e bloqueio de contas de integrantes
da Associação Abusando, porque cometeram o crime de denunciar as maracutaias
do CGI.br. Veja Processo www.tj.sp.gov.br: 583.00.2006.225286-4/000000-000.
Existem outros 5 processos (clique aqui).
Todos por difamação. mas nada do CGI informar a 21 milhões de internautas,
aonde está o dinheiro! (04/12/07)
Alguns barrigudos do CGI.br insistem e afirmar que foi coincidência
os leilões milionários de domínios cairem nos feriadões. Veja os últimos 5 leilões
manipulados de domínios que sequer foram publicados no D.O.U. - Diário Oficial
da União.
- 1. leilão NIC.br 03/06/2006 15:00 a 18/06/2006 15:00 (feriadão Corpus Christi)
- 2. leilão NIC.br 07/10/2006 15:00 a 22/10/2006 15:00 (feriadão Dia das Crianças)
- 3. leilão NIC.br 10/02/2007 15:00 a 25/02/2007 15:00 (feriadão Carnaval)
- 4. leilão NIC.br 02/06/2007 15:00 a 17/06/2007 15:00 (feriadão Corpus Christi)
- 5. leilão NIC.br 06/10/2007 15:00 a 21/10/2007 15:00 (feriadão Dia das Crianças)
Porque nos feriadões? Poucas pessoas participam e fica mais
fácil manipular o resultado. Quando o internauta ou proprietário de empresa
voltar e descobrir que o domínio já está com outro é tarde demais (dormiu no
feriadão!). A data mais importante é a data limite, que sempre cai no domingo.
Se alguém der o lance no domingo o outro concorrente anterior sequer é informado
quem foi que deu o lance e sim somente que perdeu por concorrência com um desconhecido.
A auditoria é dispensado assim que termina o leilão, mas os domínios são manipulados
até 30 dias após o leilão, quando a auditores já estão em casa descansando (auditoria
é um engodo só para mostrar seriedade nos processos judiciais) Para dificultar
qualquer controle as consultas dos cerca de 60 mil domínios (em cada) são limitadas
a 40 domínios por vez, e pior ainda nunca houve uma publicação do resultado
do leilão na internet ou a legalização no D.O.U Ainda incluíram regras obscuras
nas quais o CGI.br decide quem pode ou não ficar com um domínio genérico e na
realidade são os mais importantes porque não podem ser registrados no INPI e
tem alto valor no mercado (até R$ 150 mil). Regras veja aqui
e aqui (03/12/07)
Sequer houve licitação na transferência da atividade de "cadastro
automático e nacional de domínios em computador e pela internet" da Fundação
Estadual Fapesp para uma ONG particular NIC.br (clique aqui)
de propriedade do CGI.br (Estatuto NIC.br Art. 6º clique aqui)
que só segue ordens do chefe CGI.br.(Estatuto NIC Art. 4º § 1º clique aqui)
cujos integrantes são os mesmos (clique aqui). - Na realidade é uma receita de R$ 100 mil
por dia corrido (1,4 milhões de domínios x R$ 30,00 ano) limpos para o CGI porque
até os 25 funcionários da ONG particular são pagas pela Fapesp. Portanto o dinheiro
sobra limpo, é só embolsar. (03/12/07)
Assunto/ementa: Apurar eventuais irregularidades
em licitações promovidas entre os representados e eventuais fraudes em leilões
de domínios na internet.
Centros de Apoio Operacional C.A.O das Promotorias de Justiça da Cidadania
Publicidade de que tratam os artigos 106 e seguintes do ato n.º. 484/06 CPJ
junho/2007
Nº CAO: 49082007 - Nº Documento: 185/07 - Município: São Paulo
FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado São Paulo - representado
CGI.BR - Comitê Gestor de Internet Brasil - representado
NIC.BR - Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto br - representado
http://www.mp.sp.gov.br/pls/portal/url/ITEM/358B74F10D3BE6FAE040A8C02C017B23
Parece que o Ministério de Ciência e Tecnologia quer se desvincular
das maracutais do CGI.br, sumindo textos originais do site do MCT como por exemplo:
"Getschko, que atualmente é Membro do Comitê Gestor da Internet no Brasil
- organização ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), assessor da
presidência da Fapesp e diretor de tecnologia da Agência Estado" veja (backup) Outros textos que sumiram do site do MCT:
"Portaria Interministerial CCIVIL/MC/MCT nº 18, de 13.01.2004" (veja
backup) que delega ao Demi
Getschko dono do CGI.br e NIC.br superpoderes de "Notório Saber em
Internet". Em geral alegam que devido a problemas técnicos houve alteração
de endereço o que é uma forma elegante de sumir com um documento. Ainda sumiu
no IDG Now!: "Hackers invadem sites da Fapesp e da ICANN" (veja backup),
e no Jornal do Brasil "Rio quer relocação da receita dos registros de domínio
da Internet - O montante, que pode chegar a R$ 10,8 milhões, seria usado pelo
projeto Infovia.RJ" ... (veja backup)
Infelizmente o Rio não consegiu em 03/2003 e até hoje a metade do dinheiro continua
apodrecendo na conta da Fapesp e a outra metade sumiu!.. (03/12/07)
Através de portaria, os Ministros de Estado das Comunicações
e da Ciência e Tecnologia criaram o Comitê Gestor da Internet do Brasil,
com as atribuições de coordenar a atribuição de endereços IP assim como o registro
de nomes de domínio. Este por sua vez, por resolução e em regime de monopólio,
delegou sua competência para executar tais serviços a um órgão público estadual.
Portanto, da forma como foi concebido trata-se de um registro tipo híbrido,
posto que não pode ser considerado público por não derivar de lei; e tampouco
privado, tendo em vista à concessão em regime de monopólio, que fere o princípio
da livre concorrência. Uma curiosa situação se apresenta com a repetitiva tese
de ilegitimidade passiva sustentada pela Fapesp em todas ações judiciais em
que é chamada a integrar a lide. Isto porque se o CG, como responsável pela
coordenação de endereços IP e registro de domínios no país, que não possui personalidade
jurídica própria, terceirizou suas atribuições a uma fundação estadual de fomento
à pesquisa que pretende a exclusão de sua responsabilidade, germina a semente
da dúvida: quem então teria legitimidade para integrar o pólo passivo em demandas
que envolvem registro indevido? Domínios dominados - Simulação de vôo para registrar
um ponto br - por Ana Amelia M. B. de Castro Ferreira mail: anamelia@ism.com.br
Relatório Final do Comitê Gestor da Internet no
Brasil em início de 2003
(clique aqui)
foi muito bem explicado no documento entitulado "Conciliábulo de lordes
e o povaréu " (clique aqui).
O documento declara gastos de R$ 22 milhões, não se sabe no bolso de quem, mas
segundo a pag. 10, os membros desse grupo de trabalho são : Demi
Getschko; Nelson Simões; Fernando Peregrino e Hartmut Glaser. Do grupo:
um sugeriu e consegiu o eterno cargo de contrôle chamado "Notório Saber
em Internet", outro deixou escapar que foram (registro.br) expulsos de
dentro da Fapesp pelo TCE (só esqueceram de expulsar as contas R$ 90 milhões
nos 3 anos seguintes), outro foi um vendido do RNP e o ultimo tentou o que qualquer
brasileiro honesto faria "liberar a parte carioca de R$ 10,8 milhões"
para o projeto Infovia.RJ (clique aqui)
Infelizmente o bolso de alguns Notórios falou mais alto do que qualquer inclusão
digital e social tanto que a metade continua apodrecendo a 4 anos e a outra
metade sumiu!!!!. (clique aqui) (04/12/07)
O CGI.br deveria parar de brincar de censura na imprensa, tomar
vergonha na cara, e esclarecer ao povo brasileiro porque sumiu a metade de R$
250 milhões (clique aqui) porque a "suposta"
outra metade está apodrecendo na conta da Fapesp e porque a Fapesp paga os cerca
de 25 funcionários da ONG particular NIC.br de propriedade do CGI.br. Gastam
tempo escrevendo lorotas (clique aqui)
em vez de esclarecer o por que das 200 mil Notas Fiscais Frias.emitidas e os
R$ 300 mil pagos a mais em ISS (clique aqui).
Alguns suspeitam que foi para lavagem de dinheiro, basta depositar até R$ 6
milhões que está lavado e limpo. (ISS pago e imposto isento) outros acham que
o ISS foi pago a mais por mero engano. (11/09/07)
Como eles conseguiram
esta mamata sem licitação? Alguns integrantes do CGI.br (clique aqui)
são funcionários do Ministério de Ciência e Tecnologia e conseguiram publicar
no D.O.U. a resolução 01/2005 que no artigo 4º diz “o total dos valores
... será utilizado para o ressarcimento das despesas tidas pelo NIC.br na execução
das atribuições ... mediante prévia autorização do CGI.br.” que por sinal
são eles mesmos. Desta forma conseguiram até lubridiar o decreto 4.829 3/9/2003
que cita no no Art. 9° “A
participação no CGI.br é considerada como de relevante interesse público e não
ensejará qualquer espécie de remuneração”
(detalhes aqui). Ainda bem
que os donos de 1,1 milhão de domínios adoram pagar R$ 30,00 14/9/07
O grupo empresarial CGI.br já entrou com 5 ações judiciais
contra membros da Abusando e sempre vem se apresentando como "vinculado
à União Federal e representantes do Estado" para entre outras serem "dispensado
do recolhimento de custas por parte do Comitê por se tratar de órgão vinculado
à União (fl. 77)" veja
Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR (clique aqui) e
o mesmo documento informa que o CGI.br não é "..um grupo de representantes
dos Ministérios de Estado, de representantes de órgãos federais da Administração
Direta." e não é ".órgão ou entidade federal. Na realidade,
sequer tem personalidade jurídica ". Portanto o CGI.br deveria se
retratar nas centenas de ações judiciais e pagar as custas da mesma forma que
todos os outros. (12/07/07)
Integrantes do CGI.br, em vez de comparecerem na 7. Delegacia
de Lapa, SP/SP (clique aqui) para em 2.005 prestarem depoimento
referente ao sumiço de R$ 100 milhões (clique aqui), resolvem contra-atacar com outra representação
criminal na polícia de São José dos Pinhais e de Curitiba contra integrantes
da Abusando por calúnia. Este é o 4 processo contra os mesmos, mas como podem
entrar com tanto processos judiciais? (clique aqui)
Não seria melhor todos irem na 7.DP de Lapa para explicar quem sumiu com os
R$ 100 milhões e porque emitiram 200 mil Notas Fiscais frias? (30/08/07)
O grupo empresarial CGI.br
isentou a Fapesp durante 10 anos a NAO emitir Notas Fiscais sobre R$
250 milhões de reais, logrando a Receita Federal, para não pagar impostos. Internamente
na Fapesp nunca existiu o "registro.br",
tudo foi tratado como "doação de anônimo"
para o projeto de pessoa física do Prof. Harmut Richard Glaser (exemplo R$ 45.251.300,00
que foi extorquido dos internautas em 2005 - titulo de quitação clique aqui)
Detalhes clique aqui. E agora quem embolsou
a metade dos R$ 250 milhões? E quem vai repor o erário?
(12/08/07) Detalhes clique aqui
e aqui
Comitê Gestor Internet: Eleição vira pizza russa!: Segundo
o próprio CGI.br "O prazo é muito curto. Estamos propondo reeleger
os atuais representantes titulares ... para mais um mandato de três anos"
(clique aqui
e descubra nas entrelinhas, depois de um monte de lorotas, mais esta
nova marmelada!). Em outras palavras, estão excluindo da eleição os 220 empresários
interessados em participar no CGI.br (clique aqui)
e joga-los para o escanteio alegando que o prazo de votação de 1 ano para o
CGI.br, estabelecida pelo próprio CGI.br ter sido "muito curto". (31/08/07)<
O grupo empresarial CGI.br joga baixo... nos processos judiciais
incluem até 8 folhas impressas e lotadas de títulos e premios para convencer
todos da utilidade deles... Infelizmente se sujam com atitudes como pedir depósito
de R$ 120,00 na conta da Fapesp (clique aqui)
e ainda ficar com os 4 domínios ou embolsar R$ 150,00 de 5 domínios pagos em
23/12/2007 e em 25 dezembro cancelar por falta de pagamento (clique aqui),
isto durante uma festinha de natal que custou, segundo um ex-funcionário, R$
30 mil. o que equivale a 1.000 domínios x R$ 30,00 (19/09/07)
Será que o CGI.br está sendo conivente com a emissão
de 200 mil notas fiscais frias, sumiço de R$ 100 milhões, manipulação de domínios,
leilões fraudulento, etc? O mais estranho é que tem 220 empresários
(clique aqui)
querendo participar e que ainda desconhecem
que o estatuto da ONG particular NIC.br (clique aqui).afirma
nas entrelinhas que "os integrantes da ONG NIC.br são os mesmos
que os do CGI.br" e que a "ONG NIC.br só segue ordens do CGI.br"
(portanto deles mesmo hehehehehehe). Na prática suspeita-se que os integrantes
do CGI.br emprestam o nome para dar legalidade a atos suspeitos do NIC.br e
em troca podem participar na partilha (somente a título de gastos) da extorsão
de R$ 30 milhões anuais (sequer publicado no D.O.U). Mas surgiu um impasse,
os que estão lá não querem sair e abandonar a partilha de R$ 30 milhões, alegando
que o prazo de eleição de 1 ano é muito curto!. (clique
aqui)
E agora? Só em 2005 o seleto grupo consumiu R$ 15.628.944,00 (e isto com 25
funcionários pagos pela Fapesp). (30/08/07)
Caso algum dos 220
empresários (clique aqui)
consiga entrar no CGI.br (os que estão lá
não querem sair) e obter o direito de entrar na partilha de R$ 30 milhões de
reais por ano, R$ 110 mil por dia útil a título
de gastos conforme a resolução 01/2005
(clique aqui), estará também logo no
primeiro dia útil do CGI.br participando ativamente da emissão diária
de cerca de 740 Notas Fiscais Falsas (sem NF de estorno e repetidos),
(clique aqui),
pagando a mais cerca de R$ 1.100,00 por dia útil de ISS e com direito
de lavar cerca de R$ 22.200,00 por dia útil, (o ISS já está pago e o restante
de imposto é isento).é só depositar na conta Banespa ag. 105 cc. 3917001-5 ou
105 13 003201-4 - CNPJ 05.506.560/0001-36 da ONG particular NIC.br (clique aqui)
que é também do CGI.br (clique aqui)
porque os integrantes são os mesmos conforme o estatuto.(clique aqui)
(30/08/07)
O que os 220 empresários clique aqui)
não imaginam é que se forem eleitos, vão ser também responsáveis por centenas
de processos judiciais relativos a conflito de domínios da Fapesp e que estão
sendo sorrateiramente assumidos (clique aqui)
pela ONG particular NIC.br . É importante que o empresário
tenha bastante bens, porque por enquanto o CGI.br usa centenas de bens público
(domínios genéricos) para calar a boca de quem denunciou as maracutaias ao Ministério
Público. (clique aqui e aqui)
E quando os domínios acabarem? (30/08/07) Acórdão
em que a Justiça indefere a troca do polo passivo de FAPESP por NIC. (clique
aqui)
(04/12/07)
O CGI.br declara publicamente que "Os
domínios brasileiros são geridos pelo CGI.br como um patrimônio da comunidade
e não uma mercadoria... " (clique
aqui)
mas o mesmo CGI.br usa domínios genéricos (um bem público) como mercadoria
para calar a boca de quem denuncia as maracutaias CGI.br ao Ministério Público.
(clique aqui e aqui).
Enquanto isto todos partilham alegremente dos R$
30 milhões por ano (receita dos domínios) a título de gastos, dinheiro que segundo
o próprio CGI.br deveria ter sido destinado aos estados. (clique aqui),
mas acabou virando uma auto-embolsamento. O Rio de Janeiro tentou em 3/2003
aplicar a sua parte de R$ 10,8 milhões no Infovia.RJ (clique aqui)
mas não conseguiram. De lá para cá o total chegou a R$ 240 milhões de reais.
A metade esta apodrecendo na conta da Fapesp e a outra metade sumiu ! Veja processo
policial no 7.DP em Lapa / SP. (clique aqui)
(30/08/07)
Estranho é a eleição para o CGI.br: Os integrantes do governo são indicados
por 4 anos, os da iniciativa privada pelo voto ultra-secreto por 3 anos mas
o cargo Notório Saber em Internet é eterno!. Lógico foi o atual Notório que
sugeriu este modelo e que saiu rapidinho após ele declarar gastos estranhos
de R$ 22 milhões em 03/2003 (clique aqui).
(30/08/07)
Paródia: Lá longe se vê um navio afundando... Mas o capitão,
um "Notório Saber em Navegação Virtual" prefere afundar junto e ainda
insiste que seja acompanhado por todos do "Comitê Gestor de Navegação Virtual"
por conivência no desastre. Pior é que ainda tem outros duzentos e vinte querendo
embarcar na canoa furada. (30/08/07)
Afinal de contas a única coisa que o
grupo conseguiu publicar no D.O.U. Diário Oficial da União, até agora desde
a sua posse, foi uma misera resolução 01/2005 (clique aqui)
que transfere o registro.br da Fapesp para uma ONG particular "sem licitação"
e ainda permite um "auto-embolsamento" de R$ 30 milhões (1.1 milhão
de reais x R$ 30,00 por ano) a título de gastos. A resolução 02/2005 que regulamenta
toda a Internet no Brasil sequer foi publicada no D.O.U e a Resolução 01/2006
é falsa, porque altera 2 itens na resolução 02/2005 que nem existe. Onde estão
os advogados com especialização digital deste país ??? (23/08/07)
Mas e você leitor acha que eles vão dividir R$ 30 milhões,
que são extorquidos anualmente dos internautas, com estranhos que estão tentando
entrar pelo voto? (23/08/07)
Para a eleição atual gastou-se 6 meses na publicação do edital
e o processo todo vai levar outros 6 meses. Os 12 meses equivalem a mais R$
30 milhões no bolso da ONG particular NIC.br, cujos integrantes são os mesmos
que o CGI.br. (23/08/07)
A policia já está intimando os donos do CGI.br para prestarem
esclarecimentos quanto ao sumiço da metade de R$ 250 milhões de reais.
(veja processo policial no (clique aqui).
Além disto um deles "ganhou" mais de 25 milhões de DÓLARES graças
ao acesso ao cadastro de domínios no Brasil. Não satisfeitos, um outro membro
abriu um sistema de "certificação E-CPF e E-CNPJ" onde o provedor
ou contador que quer ser um agente certificador deve primeiro pagar um DARF
de R$ 500 mil". Um terceiro abriu uma ONG que recebe toda a receita da
Internet. R$ 30 milhões por ano e nem os 25 funcionários não precisam pagar,
porque quem paga é a Fapesp (na realidade é um forma de ir consumindo com a
outra metade dos R$ 250 milhões que "supostamente" ainda restam) Clique
aqui e veja três casos de sucessos na Internet
- (23/08/07)
A ficha de antecedentes criminais do CGI.br já esta ficando
extensa, quase dobrando a esquina, com alguns processos judiciais desde 2001
(clique aqui). Veja depoimento na Polícia
sobre o sumiço de R$ 100 milhões (clique aqui)
e ainda querem trabalhar com segurança bancária! (clique
aqui) eliminando
as empresas brasileiras do setor. . (23/08/07)
Na realidade o próprio CGI.br mela a sua própria eleição para
evitar de ter que dividir nos próximos 3 anos o bolo de R$ 30 milhões anuais
com estranhos (clique aqui)
e o que não chega a ser tão grave, se acontecer só muda o nome do "embolsador".
Grave mesmo é iludir 1 milhão de internautas nos leilões de domínios e após
o leilão liberar centenas de domínios genérico para "empresas amigas"
e "calar a boca de denunciantes". (clique
aqui) (23/08/07)
Alguém vivia questionando a "destinação dos recursos arrecadados
pela venda do serviço de registro de domínio"; chamava o
Comitê Gestor de "um grupo de voluntários";
debochava da falta de transparência, "o processo de eventual
criação dessa nova entidade (NIC.br), tem sido conduzido a portas fechadas,
o que não chega a ser novidade" (clique aqui)
E ainda "...lamento que não haja informações nos sites da Fapesp
e do Comitê sobre a arrecadação do dinheiro e seu destino"
e sobre o dinheiro que sumiu: "Precisamos ter informações sobre
o que é feito com o dinheiro arrecadado". (clique
aqui)
(23/08/07)
Mas depois que entrou em 2003 neste "seleto grupo do CGI.br"
(clique aqui) e na ONG na particular Nic.br
da qual vivia reclamando (clique aqui) e após ter
entrado outros R$ 90 milhões no bolso do grupo, nada divulgou sobre o destino
deste dinheiro e logicamente ainda co-assinou a permanência por mais três anos
no "embolsamento" a título de gastos. (clique aqui)
(23/08/07)
Sorte mesmo tiveram os membros fundadores da ONG particular NIC.br, conforme
o estatuto (clique aqui) nunca vão sair
por serem fundadores e vão embolsar a vida toda a título de gastos boa parte
dos R$ 30 milhões anuais (conforme a resolução 01/2005). (23/08/07)
Comitê
Gestor Internet do Brasil como sempre negocia domínios ilegalmente trapaceando
as suas próprias regras como: "os detentores de domínios
no .com.br terão seis meses, a partir de 6 de abril e até 6 de
outubro para, manifestando seu interesse, registrar o mesmo nome sob o .net.br.
Findo o período de "sunrise", a partir de 27 de outubro, os
domínios para os quais seu detentor no .com.br optou por não registrá-los
no .net.br estarão disponíveis para registro a todos."
(clique aqui) Mas consultando
no registro.br (clique aqui) constatamos que o correspondente
msn.net.br do domínio msn.com.br da
Microsoft foi repassado a terceiro em 22/04/09 e o correspondente terra.net.br
do terra.com.br da Terra Networks Brasil S.A. também
foi repassado para terceiro em 26/04/09. Fora isto constatamos centenas de domínios
".net.br" que foram repassadas ilegalmente no período "sunrise".
Pior que TUDO é ilegal porque no Diário Oficial da União
- DOU diz bem claro "e) .net, destinado exclusivamente a provedores
de meios físicos de comunicação, habilitados legalmente
à prestação de serviços públicos de telecomunicações.
Exige-se a comprovação desta atividade por documento específico
e o CGC;" (clique aqui),
Até parece que o CGI.br passou uma rasteira na Anatel já que cancelou
a exigência da licença da Anatel e contrariando até o D.O.U.
Enquanto mais de um milhão de internautas aguardam o dia 27 de outubro
de 2009 os integrantes do Comitê Gestor Internet do Brasil repassam
em surdina domínios ".net.br" para amigos por baixo do pano.
Quanto os integrantes do CGI.br (clique aqui,
aqui e aqui) que
são os mesmos que o NIC.br e Registro.br estão embolsando nestas
trapaças? Até quando vamos ter que agüentar um grupo de empresários
que embolsam cerca de R$ 8 milhões todo o mês e já estão
a 13 anos trapaceando os internautas?
Veja outros maracutaias relacionados com o .net.br (clique aqui)
e em outro caso em que um internauta denunciou o esquema do CGI.br ao Ministério
Público mas o CGI.br liberou cerca de 100 domínios para comprar
o silêncio dele (clique aqui e aqui).
O CGI.br ainda efetuou dezenas de leilões irregulares de domínios
(clique aqui e aqui)
e até a advogada do CGI.br a Dr. Kelli (OAB 193817/SP), parece que trocou
uma plástica por um monte de domínios genéricos. (clique
aqui) e para continuar trapaceando, longe da
Justiça, ainda querem manipular Câmaras Arbitrais. (clique aqui)
(29/04/09)
No dia 13/06/2009 inicia-se mais um leilão fraudulento de dominios
(regras clique aqui e aqui)
Se você constatar outros domínios que foram repassados ilegalmente,
denuncie no site do Ministério Público: www.pr(seuestado).mpf.gov.br.
Se for em relação a cobrança ilegal de R$ 30,00 é
só mencionar que é baseado na resolução 02/2005
que sequer existe e que o CGI.br é uma grupo fora da lei, não
foi criado por lei segundo conclusão da própria Justiça
Federal (clique aqui).
Algumas
dicas para dificultar o grampo na Internet:
(12/05/09).
Antes
faça os seguintes testes:
1) digite www.abusando.info e veja se ocorre algum bloqueio na visita.
2) a) crie um e-mail de teste no seu domínio chamado abusando@xxx ou
abusando30@xxx, etc. b) crie uma lista de e-mails de amigos no campo cópia
escondida do e-mail e separado por ";" c) escreva no titulo e no conteúdo
www.abusando.info e solicite que retorne o e-mail. d) Agora encaminhe novamente
usando seu e-mail normal no mesmo domínio para o mesmo distribuidor com
copia escondida, mas com outro titulo e conteúdo diferentes sem mencionar
www.abusando.info e informe que é o segundo e-mail de teste e peça
que também retorne.
3) Teste mais simples mas com menor chance de localização do grampo:
Encaminhe dois e-mails a vários amigos usando cópia escondida
e em um deles escreva no titulo e no corpo da mensagem: “www.abusando.info”
e solicite que retorne ambos.
4) perguntas a serem feitas ao responsável de informática de sua
empresa ou provedor (clique aqui).
O bloqueio por filtragem pode ocorrer no provedor de origem, no
de destino ou em ambos. É possível que já tenham desativado
após 02/03/09 quando se tornou pública esta informação.
Se for constatado bloqueio sempre que possível de um e-mail recebido
copie o "cabeçalho completo do e-mail" na memória e
depois clique em encaminhar. Cole o cabeçalho no inicio e encaminhe para
o seu próprio e-mail. Agora este e-mail conterá dados
importantes para identificar a origem como:
IP de origem e horário de envio.
Denuncie
ao Ministério Público caso o seu provedor tenha instalado o kit
anti-spam da ONG NIC.br, porque todos os seus sites visitados, origem e destino
de e-mails estão sendo grampeados (chamam de logados) e ainda podem ser
bloqueados seletivamente. Mas faça
por escrito porque os e-mails para a Justiça
são travados (como aconteceu com a abusando clique aqui)
pela ONG NIC.br que cuida da segurança dos provedores da Justiça
segundo a Resolução 45/2007 do Conselho Nacional de Justiça
(clique aqui)
Evite grampo nos sites visitados:
DNS: O Servidor de Nome de Domínio converte o site digitado
em IP, mas através dela sabem qual site esta sendo visitado. Como todo
o Brasil está centralizado em um único lugar chamado TQMCube para
ver se o site não tem vírus, o CGI.br sabe quem está acessando
qual site e se quizer ainda bloquear alegando supostamente conter vírus.
Evite DNS nacionais, O UOL chega a mandar e-mail alegando que com o DNS dela
a internet é mais rápida. É mentira! Logo
a seguir a Telefônica chega a deslocar um técnico para trocar o
DNS alegando um Speedy mais rápido. É mentira!
Querem saber quais sites são visitados. Use DNSs de fora do Brasil como
www.opendns.com ou veja no www.internetprotegida.com.br
(08/05/09).
Internet Explorer: Atualize para a versão 8 e navegue
somente no modo “InPrivate”. Caso contrário o seu perfil
de navegação (sites visitados) é repassado pelo Explorer
ao site interessado como Registro.br, Nic.br, Cgi.br, Cert.br. Caso realmente
queira navegar de forma anônima use o navegador OperaTor, é um
pouco lento mas usa outros IPs para a navegação.
(20/05/09).
Evite grampo nas comunicações:
Para conversas sigilosas evite MSN ou Skype use www.bitwiseim.com,
versão free, que é encriptado muito indicado para contato de empresa
com vendedores (coloca no pen-drive e funciona em Lan-house etc.) , entrevista
de algum assunto polemico e sigiloso para jornal ou site de noticias e outros.
Cuidado: a comunicação digitada é muito fácil para
grampear em algum ponto de rede internet mas se tiver encriptado fica extremamente
difícil
(08/05/09).
A voz através do Voip, usando o Skype, MSN, UOL Voip
podem também ser facilmente grampeados em algum ponto da rede internet.
Use para conversas sigilosas o www.bitwiseim.com
versão free, que a voz é encriptado,
ou algum semelhante. (08/05/09). Veja outras
reportagens sobre grampo no Voip (clique aqui)
Evite
grampo nos e-mails por filtragem:
E-mail:
use anexos word, pdf ou zip com senha. A ONG NIC.br instalou em servidores da
Justiça um programa que vasculha o conteúdo do e-mail por palavras.
Foi o que aconteceu com um e-mail recém aberto no BOL pela Abusando mas
que foi devolvido por spam pela Justiça só porque continha a palavra
“abusando”. Veja detalhes em www.abusando.info/denuncias/grampo.pdf.
O Kit de grampo foi instalado em centenas de provedores, no governo, nos parlamentares
e como se viu nos órgãos de Justiça.
(08/05/09).
Spywares e Adwares:
São rotinas instalados maliciosamente na sua máquina para capturar
senhas bancarias, de e-mail ou tudo que é digitado no teclado etc. Alguns
até são inofensivos e divertidos como “ganhe um porta copos
da Coca-cola” ao clicar, após um tempo de 5 segundos de expectativas,
o CD abre para colocar um copo no lugar do CD, mas pode também instalar
outras rotinas na máquina. Cuidado com Sypwares, use o programa “Advanced
System CARE” em www.iobit.com que corrige o computador, protege, otimiza
e corrige configurações de sistema. Além de efetuar limpeza
e manutenção no Windows ainda analisa a desempenho, detecta problemas
de segurança e ainda previne que Spyware se instalem no seu PC e o mais
importante: “remove o seu histórico de atividades e rastros de
uso”
(08/05/09).
Existem centenas de outros programas e técnicas de segurança e
o que foi mostrado são somente alguns poucos (08/05/09).
Aceitamos
sugestões no e-mail abusando3@hotmail.com (os outros estão travados
pelo CGI.br)
4.16 Por que o Registro .br não emite nota fiscal?
Veja o site do CGI.br em 15/08/2006 clique aqui
e aqui.
Registro de domínios é um serviço público? "Ressalta a diferença entre
serviço público e interesse público, para concluir que "Nosso ordenamento
jurídico não recepcionou as atividades descritas no Decreto nº 4.829/2003 (clique
aqui) como serviços públicos, mas sim como atividade
econômica, ou seja, serviços privados especialmente destinados à exploração
da iniciativa privada, porém de interesse coletivo". Recurso Criminal
Nº 2007.70.95.004446-2/PR (clique aqui)
Para
boletos com cedente NIC.BR: O boleto bancário tem valor fiscal segundo a Autorização
de Regime Especial N° 11.901, Processo N° 2005-0.142.944-8, da Prefeitura Municipal
de São Paulo, para a emissão de nota fiscal de serviços - Série A, mensal, conjugada
com boleto de cobrança bancária e relatório de encaminhamento de cobrança, publicada
em 15/7/2005 no Diário Oficial da cidade de São Paulo, folha 23.Para boletos
com cedente FAPESP: O serviço do Registro .br é isento da emissão de nota fiscal
por ser um serviço de caráter público, executado por delegação de competência
do Comitê Gestor da Internet brasileira. Está amparado pela normatização publicada
no D.O.U. 15/05/1998: (clique
aqui) resoluções
número 1 e 2 e seus anexos I e II e na Constituição Federal, Art. 150.
Em outras palavras o grupo empresarial CGI.br isentou a Fapesp durante 10 anos
a NAO emitir Notas Fiscais sobre R$ 250 milhões de reais, logrando a Receita
Federal, para não pagar impostos. Internamente na Fapesp nunca existiu o "registro.br"
e tudo foi tratado como "doação de anônimo" para o projeto de pessoa
física do Prof. Harmut Richard Glaser (exemplo R$ 45.251.300,00 que foi extorquido
dos internautas em 2005 - titulo de quitação de clique aqui)
Detalhes clique aqui. E agora quem embolsou
a metade dos R$ 250 milhões? E quem vai repor o erário? (12/08/07)
Decisão Judicial referente ao decreto presidencial n. 4.829, de 3 de setembro
de 2003 que cria o CGI.br com competência para somente "estabelecer diretrizes
para a organização das relações entre o governo e a sociedade, na execução do
registro dos nomes de domínio". Tal atribuição não investiu o CGI, por
óbvio, de poderes para editar regras jurídicas primárias, assim entendidas,
para fins da argumentação que ora se desenvolve, aquelas que, inovando na ordem
normativa, sujeitam os seus destinatários ao cumprimento de deveres e obrigações.
(clique aqui). (23/08/07)
Mas poderia a Fapesp emitir cerca de 3.470.678 boletos bancários por ordem do
CGI.br que incluiu uma "retribuição" no Art. 5º da Resolução 01/98
do CGI.br (clique aqui)
e que está baseada em uma simples Portaria Interministerial
MC/MCT nº 147, de 31 de maio de 1995? E a ONG particular NIC.br cobrar e embolsar
baseada em uma suposta resolução 02/2005 que nem existe no D.O.U? (23/08/07)
(voltar)
Os estados necessitam urgente de verba para inclusão digital, enquanto isto
a metade de R$ 250 milhões está apodrecendo na conta da Fapesp (a outra metade
sumiu mas a 7ª Delegacia de Lapa / SP está investigando (clique aqui)
e a ONG particular NIC.br já conseguiu embolsar R$ 50 milhões em 20 meses (1
milhão de domínios x R$ 30,00 ano) só porque os integrantes (clique aqui)
são os mesmos que o CGI.br e tudo isto com os 25 funcionários pagos pela Fapesp!
(clique aqui).
(23/08/07)
A verba da Fundação Araucária do Paraná poderia dobrar de 20 para 40 milhões
de reais se a Fundação de SP (Fapesp) devolve-se a parte que foi extorquida
dos paranaenses e a ONG particular NIC.br devolve-se a parte surrupiada a "título
de gastos", baseada na Resolução 01/2005 (clique aqui)
do CGI.br que favorece a "eles mesmos" embolsarem
tudo a "título de gastos". (23/08/07)
Como se pode derrotar uma idéia? Como se pode derrotar um argumento? No diálogo
que se segue, fica claro que se pode derrotar uma idéia de duas maneiras diferentes:
A primeira é debatendo e apresentando uma idéia melhor; um argumento mais consistente.
É a maneira construtiva e democrática. Faz avançar o conhecimento. Faz avançar
o direito e a justiça. Um país progride quando assim consegue estabelecer um
debate sobre seu futuro. A outra é desqualificando o autor da idéia ou do argumento.
No ataque pessoal, mesmo que assim não pareça. Por exemplo: ele é um falido!
Ele não conhece a realidade! Ele está defendendo interesse próprio! E por aí
vamos. É maneira de encerrar o debate sem debater a idéia. Foge-se dela.
Segundo a mídia tem noticiado o Prefeito de SP vive mandando guardas "azuis"
e truculentos em cima dos vendedores ambulantes da rua 25 de março, galeria
pajé e outros, por não emissão de Nota Fiscal! Mas será que o prefeito terá
coragem para mandar os guardas azuis invadirem a ONG particular NIC.br (clique
aqui) de propriedade do CGI.br (clique aqui)
por emitir 200 mil Notas Fiscais frias e o que dá direito a lavar R$ 6 milhões
por ano? (clique aqui) (01/08/07)
Alguém já viu alguma vez a lista dos "mais de 6 (seis) leilões"
ou dos "reservados pelo CG", os "reservados para
a transição EDU.BR" , os "reservados por baixo calão",
os "reservados por marca notória" ou ainda alguma "publicação
no D.O.U referendando o resultado dos lelões de domínios"? A técnica
do CGI.br parece ser "quanto mais desinformado
o internauta mais fácil será para manipulá-lo e mais dócil ficará para soltar
dinheiro (R$ 30,00 por domínio)" (21/07/07)
Denúncias do mês:
- CGI.Br envolvido na emissão de 200 mil Notas Fiscais Eletrônicas "frias".
- Suposta lavagem de dinheiro, possivelmente R$ 6 milhões por ano.
- FAPESP paga salários para 25 funcionários da ONG particular NIC.BR.
- ONG NIC.Br extorque R$ 30 milhões ano dos internautas por ordem do CGI.br.
- FAPESP de São Paulo tumultua processo judicial no Paraná.
- FAPESP transferindo processos judiciais para uma ONG particular!
- CGI.br libera
um bem público para calar denunciante.
Mas quem é CGI.br - Comitê Gestor Internet Brasil?
- CGI.br náo é órgão ou entidade federal e não representa o ministério,
- CGI.br não representa órgão federais da Administração direta,
- CGI.br sequer tem personalidade jurídica .
Veja: Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR (clique aqui)
Resumo
do mês: - O ciclo do dinheiro.
O Governo do Estado de SP pagou em 2006 (clique aqui)
R$ 522 milhões (referente a 1% da receita tributária do Estado SP para ser aplicada
em pesquisa pela Fapesp que por sua vez paga os salários de cerca de 25 funcionários
da ONG particular NIC.br (clique aqui) que por sua
vez emitiu 200 mil Notas Fiscais Frias (clique aqui)
pagando RS 300 mil a mais em ISS para a prefeitura de SP o que dá direito à
lavagem de dinheiro de até R$ 6 milhões por ano, basta depositar o dinheiro
sujo na conta do NIC.br que já está lavado e com ISS pago! Os R$ 240 milhões
(incluso juros) extorquidos dos internautas em 10 anos, entrou e está saindo
pela porta dos fundos da Fapesp com a conivência do TCE-SP Tribunal de contas
do Estado de SP e longe dos impostos da Receita Federal porque tudo foi contabilizado
como doação de anônimos de 1 milhão de empresas e internautas ávidos em pagar
R$ 30 por domínio por ano. (23/06/07)
No último leilão de domínios do CGI.br que aconteceu no feriadão Corpus Christi
(02/06/2007 15:00 a 17/06/2007 15:00), somente três empresas (dentro de um universo
1,1 milhões possíveis) foram agraciados com domínios genéricos por similaridade.
Uma empresa recebeu por similaridade com o nome empresarial: "aguardentes.com.br,
cadeados.com.br, cimentos.com.br, cola.com.br, estofamentos.com.br, estufas.com.br,
exaustores.com.br, ferros.com.br, fiscal.com.br, folheados.com.br, mamona.com.br,
paes.com.br, pintores.com.br, piso.com.br, plotters.com.br, troca.com.br".
Outra empresa, mesmo com o endereço falso, recebeu "anticoncepcional.com.br,
cofre.com.br, cozinha.com.br, cromoterapia.com.br, despachante.com.br, gravidez.com.br,
hipismo.com.br, ingles.com.br, sexualidade.com.br, vasectomia.com.br",
e a Prefeitura de "itumbiara.com.br" que foi "por baixo das panos"
pois deveria obrigatoriamente ser www.itumbiara.go.gov.br. (clique aqui).
Os milhares de internautas que fizeram seus lances para obter estes domínios,
mais uma vez ficaram, como sempre, "chupando dedo" neste processo
"democratico" promovido pela ONG particular NIC.br de propriedade
do Comitê Getor Internet Brasil (16/08/07)
Para comprar o silêncio de um denunciante com um bem público o CGI.br repassa
no dia 18/07/2007 o dominio colecionadores.com.br, que tem um preço estimado
de R$ 50 mil no mercado, logrando 21 milhões de internautas que acreditam na
honestidade, imparcialidade e justiça do Comitê Gestor Internet do Brasil. Também
passaram cirurgias.com.br, cogumelos.com.br, fusquinha.com.br, laminacoes.com.br,
protecoes.com.br, sinucas.com.br, sirene.com.br, tulipas.com.br, acucares.com.br,
explosivo.com.br, gelos.com.br, macacohidraulico.com.br, multimetros.com.br,
solados.com.br, guardacosta.com.br, garanhoes.com.br, concretos.com.br e tem
mais 50 outras. Clique aqui (19/07/07)
Um bilionário russo pagou 3 milhões de dólares pelo domínio vodka.com. A compra
faz parte de uma tentativa de expandir a empresa para o mercado norte-americano,
informou um operador. O preço pago pelo vodka.com está entre os maiores já revelados
em negociações de endereços genéricos da Web. Em maio, o diamond.com foi vendido
por 7,5 milhões de dólares para a rede de varejo de jóias Ice.com. Já o business.com
foi vendido pela mesma quantia em 1999. Não é a toa que a família Getschko registrou
o domínio homepages.com.br. Consulte no www.registro.br
a titularidade. Só cuidado que todas as consultas são rastreadas e os melhores
domínios genéricos (mais consultados) separados para amigos do CGI.br. (20/07/07)
3 milhões de dólares não é muito, isto o CGI.br arrecada e embolsa a título
da gastos através da ONG particular NIC.br em dois meses. É só calcular: 1,1
milhão de domínios registrados x R$ 30,00 / ano menos 6 % de inadimplencia.
(6% = 60 mil domínios média dos leilões sobre 1,1 milhão de domínios). Portanto
a receita limpa de quase R$ 3 milhões por mês não é nada comparado com o valor
dos domínios genéricos brasileiros e que são trocados para "calar a boca"
de denunciantes.(21/07/07)
Como pode o CGI.br trapacear 1 milhão de internautas através de regras de similaridade
nos leilões de domínios? Centenas participaram no último leilão nos domínios:
plotters.com.br, cadeados.com.br, paes.com.br, mamona.com.br, estufas.com.br,
exaustores.com.br etc, mas perderam por similaridade para uma empresa que não
tem nada a ver com o assunto!. e que deveria ser idêntica! (clique aqui)
Além do CGI.br já ter liberado uns 20 domínios genéricos por baixo do pano para
esta mesma empresa como: aguardentes.com.br, auditivos.com.br, cambagem.com.br,
caprinos.com.br, endoscopista.com.br, equinos.com.br, equipadora.com.br, estaleiros.com.br,
fisiatra.com.br, foniatra.com.br, geneticista.com.br, gravacoes.com.br, jateadora.com.br,
lajota.com.br, renal.com.br, urologico.com.br, nazista.com.br, tudo para "calar'
a boca de um denunciante das maracutaias do CGI.br. Alguns dos domínios genéricos
chegam a R$ 80 mil. (Clique aqui). (23/07/07)
Fora isto o CGI.br ainda agregou os seguintes domínios genéricos: cimentos.com.br,
alergologista.com.br, alisante.com.br, anfetamina.com.br, anticoagulante.com.br,
antioxidantes.com.br, cadeados.com.br, cancerologista.com.br, cardiologico.com.br,
citologista.com.br, cola.com.br, curio.com.br, doador.com.br, dragagem.com.br,
embriologista.com.br, endocrinologista.com.br, epidemiologista.com.br, eutonia.com.br,
fardamentos.com.br, fisiologista.com.br, fivela.com.br, gessos.com.br, roldana.com.br,
hemoderivado.com.br, hemodialises.com.br, hemoterapeuta.com.br, hortas.com.br,
imunologista.com.br, imunopatologia.com.br, lanternagem.com.br, mangote.com.br,
mineracoes.com.br, nutrologista.com.br, ortodontologia.com.br, ouvidores.com.br,
palmilha.com.br, pasteis.com.br, pavimentacoes.com.br, personalidade.com.br,
piso.com.br, sinteco.com.br, vinagres.com.br, sonorizacoes.com.br, terraplenagens.com.br,
transfusoes.com.br, transposicao.com.br. (Clique aqui).
Enquanto milhões de internautas participam dos leilões de domínios (regras veja
aqui e aqui) o CGI.br
libera por baixo do pano milhares de domínios genéricos para amigos ou são usados
como moeda para calar denunciantes. (23/07/07)
Centenas de internautas que concorreram para tentar adquirir estes domínios
nos leilões, simplesmente foram enganados pelo CGI.br.! Para cada domínio são
em média 6 a 25 interessados que foram lubridiados. (23/07/07)
Fapesp libera zoologico.com.br para a prefeitura de SP, que na realidade deveria
usar www.zoologico.sp.gov.br. Em troca parece que a prefeitura faz vistas grossas
as 200 mil Notas Fiscais frias (clique aqui)
emitidas pela ONG particular NIC.br (com funcionários pagos pela Fapesp) e o
que dá direito a lavar R$ 6 milhões por ano, basta depositar na conta do NIC.br
porque o ISS já está pago adiantado! Será que existe alguma relação com o jogo
do bicho do zoológico de SP? (19/07/07)
Atualmente a única resolução sobre internet publicada no D.O.U - Diário Oficial
da União é a resolução 01/2005 (clique aqui)
que trata sobre o autoembolsamento a título de gastos do CGI.br de R$ 30 milhões
por ano. (1,1 milhão de domínios x R$ 30,00) através da ONG particular NIC.br
composto por integrantes do CGI.br (clique aqui).
O texto que chamam de resolução 02/2005 só foi publicado em alguns jornais e
a Resolução 01/2006 é falsa porque somente altera textos publicados em jornais
e não precisariam ter gasto a tinta de impressão no D.O.U ou foi só para lograr
21 milhões de internautas brasileiros?. (20/07/07)
O CGI.br sequer segue a sua própria resolução 01/2006 publicada em 05/02/2007,
seção 1, página 02. no D.O.U. (falsa porque altera um texto publicado no jornal,
clique aqui) e que diz:"f) o domínio
que participe de mais de 6 (seis) processos de liberação consecutivos sem que
seja possível a sua liberação para registro, será excluído do processo e reservado
pelo CGI.br por prazo indeterminado, para posterior deliberação.".
Mas o domínio colecionadores.com.br que estava dia 08/07/2007 01:32 e no dia
13/07/2007 01:17 na lista dos "mais de 6 (seis)" no dia 18/07/07
foi usado para "comprar o silêncio de uma denúncia". Além disto ainda
liberaram em 18/07/07 os dominios crepes.com.br e geriatra.com.br! Clique aqui
(21/07/07)
Não bastasse o CGI.br lograr os internautas na lista de "mais de 6
(seis)" e também nas regras de similaridade nos leilões ainda repassa
em 16/07/2007 por similaridade o domínio itumbiara.com.br para a Prefeitura
de Itumbiara que deveria, segundo as regras do próprio CGI.br usar www.itumbiara.go.gov.br
e não um endereço comercial www.itumbiara.com.br. Os outros participantes deste
domínio no leilão ficaram chupando dedo! (clique aqui)
(24/07/07)
O CGI.br, como terceira pessoa, vive contestando com agravo penhoras judiciais
de dominios. Se houve uma penhora é porque foi julgada e deferida. E os dominios
"surrupiados" pelo CGI.br. Quem julga ? Ou eles estão até acima disto
também? (15/08/07)
21 milhões de internautas, segundo as regras do CGI.br, não podem registrar
uma revista com extensão ".br" mas somente ".com.br" ex.
comciencia.br ou registrar 3 extensões diferentes uniemp.br, uniemp.com.br e
uniemp.org.br. no mesmo CNPJ. Quem pode é o presidente da Fapesp cuja empresa
particular UNIEMP (clique aqui) ainda anda supostamente
envolvida na lavagem de dinheiro do Registro.br (clique aqui
e aqui) (24/07/07)
No www.tj.sp.gov.br tinham centenas de processos de domínios, todos em segredo
absoluto de justiça, envolvendo o CNPJ 43.828.151/0001-45 da Fapesp mas parece
que estão mudando para o CNPJ 05.506.560/0001-36 de uma ONG particular chamado
NIC.br (mas e se a ONG particular depois falir? Todos ganham mas ninguém leva!).
A maioria dos processos da Fapesp acabaram sendo sorteados para a mesma vara,
foi muita sorte!. Será que por trás das transferências de CNPJ está o dedo do
CGI.br - Comitê Gestor Internet Brasil que não passa de um mero grupo empresarial
conforme Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR (clique aqui)
ou da Fapesp tentando fugir da Justiça ao transferir os supostos delitos para
uma ONG particular passível de falência? A ONG particular está de pé porque
a Fapesp paga os 25 funcionários mas e se parar de pagar? (28/06/07) (veja alguns
aqui)
O codinome "Domínio Marca Virtual" é a sigla que consta nas centenas
de processos de domínios da Fapesp e NIC.br e que são sorteados curiosamente
com preferência para uma mesma vara. Veja no www.tj.sp.gov.br. (veja alguns
aqui) (19/07/07) (voltar)
De
olho no dinheiro dos bancos a ONG particular NIC.br de propriedade de integrantes
do CGI.br (clique aqui Art. 6º), lança
com exclusividade um novo produto de segurança no mercado brasileiro com o nome
"dnssec". (clique aqui)
A nova extensão ".b.br" sequer foi publicado no D.O.U mas mesmo assim
logo no lançamento 2 bancos já se interessaram em soltar dinheiro. Para evitar
concorrentes bloquearam o dominio dnssec.com.br. e o serviço de segurança (conversão
de letras em números) não será prestada pelas empresas brasileiras (não são
confiáveis) mas pelo próprio CGI que nem existe juridicamente (recurso criminal
clique aqui) e com antecedentes criminais
suspeitos (clique aqui
e aqui) (19/07/07)
Como pode uma ONG (clique aqui) que emite 200 mil
NF frias e pagar R$ 300 mil a mais em ISS (clique aqui)
o que dá direito a lavar R$ 6 milhões ainda cuidar de segurança bancária? Repete-se
a fábula do "lobo tomando conta das ovelhas" sendo aplicada na Internet
do Brasil. Conheça a origem desta fábula a 7 anos atrás (clique aqui).
(27/06/07)
O CGI.br foi denunciado ao Antispam.br (um grupo mantido pelo próprio CGI.br
para justificar o embolsamento de R$ 30 milhões ano) por ter praticado o envio
de 1 milhão de e-mails contendo informações falsas. O caso ocorreu em 04/12/2005
no e-mail "Comunicado de alteração da Fapesp para Nic.br na qual
o Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI .br comunica ao público em geral
que, em reunião realizada no dia 21 de outubro de 2005 e .... " Clique
aqui. Mas na consulta no
site do CGI só constam reuniões realizadas nos dias 7 e 28 de outubro de 2005
(clique aqui). Na época dispensaram
até a licitação porque não se refere a transferência de uma atividade pública
para privada, mas de um mero embolsamento público para uma ONG privada, tanto
que nem o pagamento dos 25 funcionarios mudou. (21/07/07)
Os cerca de 250 processos judiciais da Fapesp também estão mudando de CNPJ imagine
algum engraçadinho solicitar o congelamento dos R$ 522 milhões de 2006? Os R$
240 milhões obtidos da extorsão na internet em 10 anos foi contabilizado como
doação e a metade está enroscado no caixa 2. O orçamento da Fundação do Paraná
(Fundação Araucária) é de cerca de R$ 21 milhões e poderia dobrar este ano,
bastando devolver cerca de 9% (a contribuição do PR) do total arrecadado. (21/07/07)
Mas o que 21 milhões de internautas brasileiros podem esperar da ONG particular
NIC.br (clique aqui) de propriedade de integrantes
(clique aqui) do CGI.br (clique aqui
Art. 6º) e que somente segue ordens dela mesmo, (clique aqui
Art. 4º § 1º), mesmo define os valores a serem extorquido de 1,1 milhão de empresas
e internautas (clique aqui Art. 4º §
2 º ), embolsa tudo (R$ 30 milhões/ano) a título de gastos (clique aqui
Art. 4º) e ainda com os 25 funcionários pagos pela Fapesp? (27/06/07)
Slogan do mês:
Dizem as más línguas que "A transparência do grupo empresarial CGI.br,
NIC.br e Fapesp limitam-se aos vidros nas janelas".
Inédito:
Livraria virtual lança o e-book virtual: "Domínios: um caso de polícia!".
v1.1. Adquira o seu é grátis! (clique aqui)
A versão 1.0 não contém os parágrafos escritos em marrom.
Destaque: CGI.br perde ação judicial (clique aqui).
Destaque: CGI.br perde outra ação judicial por abuso de poder (clique aqui).
Destaque: Lista de processos judiciais! (atualizado em 20/08/07) (clique aqui).
Destaque: CGI.br perde agravo Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR (clique
aqui)
Destaque: Depoimento na Polícia sobre o sumiço de R$ 100 milhões (clique aqui).
Destaque: Processo no Tribunal de Contas da União desde 2001 parado(clique aqui).
Veja: Processo Fraude milionário em leilão de domínios da Fapesp. (clique aqui
e denúncia aqui e outra aqui)
Veja: texto explicativo sobre a situação de domínios no Brasil (clique aqui)
Saiu na mídia: Brazilian Internet Comitee is no more an impartial organ (clique
aqui)
Inédito: Illicit enrichment by ICANN members in Brazil! (clique aqui)
CGI.Br envolvido na emissão de 200 mil Notas Fiscais Eletrônicas - NFe "frias"
e
suposta lavagem de dinheiro, possivelmente R$ 6 milhões por ano. detalhes (clique
aqui)
Será que os integrantes do NIC.br (clique aqui) e
do CGI.br (clique aqui) estão sendo coniventes?
(25/06/07)
Início da II Etapa do 5. Mega Leilão (70 mil domínios). O leiloeiro virtual
bateu o martelo no domingo dia 17/06/2007 às 15:00. Milhares de empresários
tiveram que trabalhar no domingo por imposição do CGI.br! Agora vem a segunda
fase: pedir a documentação e liberar de preferência para os amigos do CGI. Como
nas outras vezes a auditoria foi dispensado para esta segunda fase! Nos processos
judiciais podem informar que houve auditoria, mas nunca informam que os domínios
são manipulados entre 15 a 30 dias após o leilão e usando métodos obscuros de
similaridade desde 12/2004. O resultado completo nunca é divulgado! Para tentar
oficializar as similaridades e embolsar os melhores domínios publicaram no D.O.U.
uma resolução falsa 01/2006 (clique aqui) que
somente altera 2 artigos publicados em jornal comum (que por sua vez chamam
de resolução 02/2005)! Antes de iniciar o 5. leilão o movimento de empresários
entrando e saindo no NIC.br era muito grande. Será que estavam negociando os
domínios do leilão? Será que este leilão será novamente feito com cartas marcadas?
Regras: (clique aqui e denúncia aqui
e outra aqui) (26/06/07)
Fapesp paga os cerca de 25 funcionários da ONG particular NIC.br!. Apesar da
ONG NIC.br embolsar por ordem do CGI.br (que são os mesmos) mais do que R$ 100
mil por dia útil, a titulo de gastos, a Fapesp continua pagando os salários.
Será que estão sumindo com a outra metade dos R$ 240 milhões extorquidos pela
Fapesp dos internautas? Será que os eventos do CGI.br/NIC.br também estão sendo
patrocinados pela Fapesp? E porque a FAPESP não paga também os salários dos
funcionários dos provedores e sites de hospedagem, que recebem um lucro menor
do que R$ 30 milhões por ano? (25/06/07)
Somente em 2005 a Fapesp gastou R$ 4.175.823,00 em salários (clique aqui)
o que perfaz uma média aritmética de R$ 14 mil mês para cada um dos 25 funcionários.
O valor é táo irrisório que desde 05/12/2005 até 05/2007 continuou pagando os
mesmos 25 funcionários apesar da atividade de registro de domínios e a receita
de R$ 30 milhões/ano serem transferidos da Fapesp para uma ONG particular chamada
NIC.br (clique aqui) e que não precisou nem pagar
seus funcionários (25/06/2007)
Manipulação de domínios genéricos por similaridade pela Fapesp e após 05/12/2005
pela ONG particular NIC.br
lote.com.br -> Iogurte Lote Com BR Informatica Ltda ME CNPJ 07.281.935/0001-32
Conwaf Cont. Ltda
iogurte.com.br -> Iogurte Lote Com BR Informatica Ltda ME CNPJ 07.281.935/0001-32
Conwaf Cont. Ltda
transas.com.br -> Transas & Fodas Com BR Informatica Ltda ME CNPJ 07.282.118/0001-07
Conwaf Cont. Ltda
blog.com.br -> Blog & Fotolog Com BR Informatica Ltda ME CNPJ 07.283.086/0001-56
Conwaf Cont. Ltda
dor.com.br -> Dor & Ervas Com BR Informatica Ltda ME CNPJ 07.281.723/0001-55
Conwaf Cont. Ltda
ervas.com.br -> Dor & Ervas Com BR Informatica Ltda ME CNPJ 07.281.723/0001-55
Conwaf Cont. Ltda
Mais de 10 mil domínios genéricos de alto valor comercial foram manipulados
para amigos do CGI.br, após o término dos leilões fraudulentos (clique aqui
e aqui) e a auditoria contratada ter sido mandada
embora! Veja como funciona (clique aqui) (01/07/07)
Denúncia de "sumiço de metade de 250 milhões de reais", registrado
na Polícia Federal Divisão Fazendária em 12/2005 e após o laudo de qualificação
encaminhado 7ª DP de Lapa, jurisdição da Fapesp. Inquérito 147206 - Processo
050060353642-0000. Caso você saiba aonde foi parar esta montanha de dinheiro
(mais de R$ 100 milhões) informe a 7ª Delegacia de Polícia de Lapa (11) 3864
7445 R. Camilo, 317 SP/SP. Os milhares de proprietários de mais de 1 milhão
de domínios registrados no Brasil que pagam R$ 30,00 cada / ano irão te agradecer.
(12/12/06) Veja um dos depoimentos na Polícia sobre o sumiço de R$ 100 milhões
(clique aqui).
E o Ministro de Ciência e Tecnologia? deu um sabor de pizza na denúncia ao enviar
em 29/04/05 (clique aqui) para o próprio CGI.br
a denúncia do CGI.br resultando ainda em perseguições contra o denunciante.
Em 26/09/05 chamou o denunciante de irresponsável por ter denunciado o sumiço
de R$ 100 milhões. Confirmou que os R$ 100 milhões extorquidos na época FHC
continuam na conta, mas não explicou aonde foram parar os outros R$ 100 milhões
extorquidos no governo atual (clique aqui).
O assunto virou Caso de Polícia com as provas do sumiço enviadas em 12/05 para
a Polícia Federal Divisão Fazendária. (29/05/07)
Em 05/12/2005, com a transferência ''sem licitação" da atividade de registro
de domínios da Fapesp para a ONG particular NIC.br houve alteração somente do
CNPJ do Registro.br (serviço de registro de domínios) e o restante permaneceu
igual! Nem o telefone, endereço ou a empresa pagante dos 25 holerites (a Fapesp)
foram alterados! Seria "dolo presumido", "formação de quadrilha",
"estelionato" ou "crime de concussão"? Ou foi somente para
a Fapesp tentar escapar do Ministério Público? Veja estes processos de denúncias
(clique aqui) Alguns no TCU
continuam parados desde 2001! (21/06/07)
Como pode integrantes do Ministério da Ciência e Tecnologia (clique aqui)
criarem a resolução 01/2005 (clique aqui) na
qual eles mesmos, usando outro nome (clique aqui),
embolsarem a título de gastos R$ 30 milhões por ano? (21/06/07)
O CGI.br tentou processar o denunciante mas perdeu e entrou com agravo, perdeu
novamente, e no resultado se destaca: "O CGI.br não é, pois, órgão ou entidade
federal. Na realidade, sequer tem personalidade jurídica. É, como se viu, um
grupo de pessoas - representativas do Estado, da sociedade e da comunidade específica
- que têm um interesse comum: o uso e o desenvolvimento da Internet no Brasil."
e também NÂO é "...um grupo de representantes dos Ministérios de Estado,
ou de representantes de órgãos federais da Administração Direta" e portanto
foi negado provimento ao Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR (clique
aqui) (23/05/2007)
Declaração do Comitê Gestor Internet do Brasil: (clique aqui)
"Assim, os serviços que a Fapesp atualmente presta com exclusividade poderiam,
por exemplo, ser também prestados por instituições de amparo à pesquisa de outros
Estados, como a Faperj, do Rio de Janeiro, ou a Facepe, de Pernambuco. Isso
evitaria a aplicação dos recursos arrecadados predominantemente no eixo Rio-São
Paulo" e também que: "Os recursos gerados pertencem ao Comitê Gestor
e não a Fapesp, que se encarrega gratuitamente de todo o serviço de registro
contábil. Os gastos são efetuados segundo regras rígidas estabelecidas pelo
CG; e têm sido utilizados na aquisição de equipamentos de suporte à operação
do próprio registro e no pagamento à Fapesp de R$ 60 mil mensais fixos pelo
ressarcimento direto de suas despesas, o que inclui, entre outros encargos,
a manutenção da infra-estrutura correspondente" entretanto a Fapesp extorquia
durante 10 anos entre 2 a 3 milhões de reais por mês dos internautas a titulo
de doação de anônimo. (hehehehehe) (20/06/07) (volta)
O estado do Rio de Janeiro tentou obter em 03/2003 a sua parte de R$ 10,8 milhões
dos R$ 90 milhões depositados na conta da Fapesp (receita da Internet), para
aplicar na Infovia.RJ (clique aqui),
mas não conseguiram!. De lá para cá o total chegou a R$ 240 milhões de reais.
A metade esta apodrecendo na conta da Fapesp e a outra metade sumiu ! Veja processo
policial no 7.DP em Lapa / SP. (clique aqui)
(20/06/07)
Portaria Interministerial nº 307 cria a comissão eleitoral do mega grupo empresarial
CGiBr (clique aqui), entretanto esqueceram de incluir
na eleição o integrante do cargo de "Notório Saber em Internet" que
foi uma auto sugestão feita em 2003 pelo Sr. Demi
Getschko (clique aqui
pag. 8) mas que saiu rápidinho para ele após declarar gastos estranhos de R$
22 milhões de reais. (clique aqui
pag. 4). Se o CGI.br tem 12 representantes de 6 Ministérios porque o governo
indicou para o cargo de "Notório Saber em Internet" um empresário
sócio proprietário da ONG NIC.br que por ordem do próprio CGI.br fatura R$ 30
milhões por ano? Conheça os milionários sócios da ONG NIC.br (clique aqui)
(28/05/07)
O dono do mega grupo empresarial CGI.br, um "Notório Saber em Internet"
(clique aqui) e dono da ONG NIC.br (clique aqui)
por ser também um importante "Assessor do Presidente da Fapesp" (clique
aqui), poderia muito bem ter substituido nos
3.470.678 boletos da Fapesp o texto "por ordem do CGI.br" por "por
ordem do Assessor do Presidente da Fapesp". É tudo igual... e seria mais
sensato...e não tem porque ficar enganando 1 milhão de empresas e internautas.(25/05/07)
Como o CGI.br é considerado um grupo particular (clique aqui)
que usa a sigla Registro.br com o CNPJ da Fapesp até 04/12/2005 e a seguir usa
o CNPJ da ONG NIC.br que segue ordens do CGI.br, que são os mesmos, só sobra
a suspeita que a principal atividade do CGI.br é embolsar R$ 100 mil por dia
útil a titulo de gastos graças à resolução 01/2005 (limpos porque a Fapesp já
paga os funcionários) e ainda manipular a vontade os melhores domínios genéricos
brasileiros com base na falsa resolução 01/2006 publicado no D.O.U e que somente
altera um texto publicado no jornal! Alguns desavisados chamam este texto do
jornal de Resolução 02/2005 e que por estranho que pareca regulamenta toda a
Internet Brasileira (20/06/07) O comportamento do CGI.br mudou no 5. leilão
fraudulento NIC.br, depois que pegaram um notório do CGI, de "calça curta",
cor preta e com faixa vermelha escrita R$ 30,00, carregando o "dominiogratis.com.br"
"reservado pelo CG" desde 17/05/2002 e entregando em 12/06/2006 para
o grupo "amigos do cgi”. Agora o CGI.br está colocando no leilão os domínios
reservados pelo CGI para depois após processos fraudulentos liberar para empresas
com nomes similares. O leilão de domínio do CGI.br é como participar do jogo
de baralho com cartas marcadas. (20/06/07)
A FAPESP de São Paulo, não satisfeito em extorquir R$ 40 mil da empresa Paranaense
EBDI - Empresa Brasileira de Domínios ainda tenta arrancar outros R$ 2 mil reais.
Caso contrario, serão penhorados os bens da EBDI. Processo 75.053.04. 001744-6,
1ª Vara Cível SP. Além de extorquir R$ 240 milhões em 10 anos (incluso juros)
dos internautas deixam a metade apodrecendo na conta e a outra metade fizeram
sumir. A policia de São Paulo, 7º D.P da Lapa, investiga o caso. Inquérito
147206 - Processo 050060353642 (clique aqui)
(20/06/07)
Em Curitiba, Paraná, corre um processo judicial de execução na 4ª vara cível
1500/2001 www.assejepar.com.br na qual a Fapesp após um determinado tempo conseguiu
entrar no processo como terceira pessoa. Acredite se quiser, até com agravo
contestando a decisão do juiz a Fapesp fez. Porque uma Fundação de Amparo ao
Estado de São Paulo esta enfiada em um processo judicial no Paraná? (21/06/07)
No mesmo processo judicial 1500/2001 apesar do juiz enviar ofício ordenando
que na consulta pública de domínios penhorados consta-se "domínio penhorado
por ordem judicial a favor de nome_completo@hotmail.com" a Fapesp vive
esquecendo da ordem judicial e volta atrás para "palavra reservada por
ordem judicial". A Fapesp esqueceu pela 4. vez em 4 anos e o o juiz terá
que enviar um 4º Ofício com as mesmas solicitações anteriores. (21/06/07)
Para piorar a FAPESP removeu, sem ordem judicial, uns 20 domínios que estão
no processo paranaense 1500/2001 e repassou para a ONG NIC.br incluir no 5º
leilão de domínios em 02/06/2007 a 17/06/2007. (ex. reclamacao.com.br, terrasanta.com.br,
etc). Como a Fapesp pode ser tão sujo? Só porque recebeu R$ 522 milhões e extorquiu
outros R$ 240 milhões dos internautas, não quer dizer que sejam os donos da
internet no Brasil! (21/06/07)
A Fapesp também removeu centenas de domínios como luminosos.com.br, vinil.com.br
paineis.com.br, plotters.com.br e outros porque a documentação comprovando o
endereço chegou com atraso do 2 dias !!! A taxa de extorsão estava paga por
mais de 6 anos e o endereço que constava era do provedor e não o da empresa
A empresa paranaense que se dane ficou sem site e e-mails! Entretanto o grupo
CGI.br mantém mais de 5 mil domínios em 200 empresas com endereços falsos!!!
Lógico isto dá uma receita adicional de R$ 150 mil por ano (5 mil x 30,00).
Alguém acha que vâo abdicar do embolsamento adicional de R$ 150 mil por ano
em prol de justiça? (21/06/07)
Mas isto não é nada! Vejam só: o domínio reclamacao.org.br e outros quatro que
foram pagos em 22/12/2006, (total = R$ 150,00) e fornecido até Nota Fiscal,
mas foram cancelados por falta de pagamento em pleno Natal em 25/12/2006 e inclusos
no 5. leilão para mostrar a "força" do CGI.br. Foi um belo presente
de Natal do CGI.br! R$ 150,00 no lixo! (21/06/07) (volta)
A FAPESP no processo judicial 1500/2001 na 4ª vara cível no Paraná deu uma de
"João sem braços". enrolou na resposta ao oficio do Juiz e bloqueou
indevidamente 490 domínios da empresa EBDI. Não satisfeita ainda repassou um
dos domínios >> dominiogratis.com.br << para um dos 11 amigos do
CGI.br. Como podem ser tão trapaceiros? (20/06/07)
Indicação de peso: o Ministério de Ciência e Tecnologia vem a 12 meses recomendando
a mais de 1 milhão de empresas e internautas que usem as 11 únicas empresas
provedores de serviço de hospedagem no Brasil. O restante, mais de 5 mil que
se danem! Consulte as páginas do www.registro.br e veja quais são estas 11 únicas
empresas provedores de serviço de hospedagem do Brasil. Para entrar neste seleto
grupo dos 11, o provedor ganha um desconto de R$ 3,00 sobre os 30,00, mas tem
que arcar com as despesas bancarias do boleto (cerca de R$ 3,00) e ainda fica
sendo responsável juridicamente pelo domínio registrado pelo seu cliente. Motivo
o registro é feito pelo provedor e não mais pelo site www.registro.br que se
isenta de qualquer responsabilidade, mas continua recebendo os mesmos R$ 27,00!
Será que os 11 foram enganados por estes daqui (clique aqui)?
(20/06/07)
Em 17/07/06 o dominio prostituta.com.br estava no leilao com 2 participantes
(clique aqui). Em 21/06/2006 na consulta informava
"O domínio prostituta.com.br não pode ser registrado por estar reservado
pelo CG" em 27/06/2006 informava "O domínio prostituta.com.br não
está disponível para registro. Encontra-se em fase de averiguação de documentação
dentro do processo de liberação." A polícia costuma pedir a documentação
mas o Comite Gestor Internet também? Atualmente o domínio continua com o CG
será que querem montar um prostíbulo virtual? (29/06/07)
O empregado da ONG NIC.br o Sr. Harmut Richard Glaser (clique aqui)
é um dos homens mais ricos do Brasil!. O projeto
que ele abriu na Fapesp chamado de "registro automático de domínios",
recebeu durante 10 anos sob a forma de doação
de anônimos mais de R$ 240 milhões (incluso juros) de mais de 1 milhão de empresas
e internautas ávidos em pagar
anualmente as taxas de extorsão de R$ 30,00. (antes da liquidação era 100,00
e depois 80,00). Veja Processos Fapesp (aqui).
mas acesse rápido antes que tirem do ar. (23/05/2007)
O segredo mais bem guardado da Internet Brasileira é a lista de "domínios
do CG" contendo todos os milhares de domínios genéricos de alto valor (alguns
acima de R$130 mil) e que foram algum dia "reservados pelo CG", "em
processo de transição EDU.BR" ou outro motivo maluco que andam inventando.
Muitos destes domínios resurgem em nome de alguma empresa amiga (ex. dominiogratis.com.br
que estava reservado pelo CG). Estamos elaborando lista provisória dos "domínios
do CG". (clique aqui).(08/05/07)
Outro segredo são as dezenas de milhares de domínios que foram manipulados fora
das datas dos leilões usando métodos obscuros como "similaridade",
"endereço com um erro qualquer" ou outro motivo fútil .(08/05/07)
O seu jornal ou blog está com problemas financeiros? Precisa de anúncios? Faça
uma reportagem sobre as denúncias. Entreviste todo o grupo da ONG NIC.br (endereços
clique aqui) e o CGI.br (clique aqui).
É bem provavel que "alguem" faça contato colocando um polpudo anúncio
em troca de palpites na sua pauta. Se isto não acontecer e for constatado veracidade
nas denúncias pelo menos mantenha o seu eleitor informado. (08/05/07)
A resolução 02/2005 (clique aqui) "é
um resumo das regras atualmente adotadas pelo Registro.br para o registro automático
de domínios no país, bem como as normas para a cobrança e pagamento das taxas"
que NUNCA FOI PUBLICADO NO D.O.U. portanto tudo é ilegal inclusive os leilões
e as cobranças. Mas para poder embolsar a título de gastos R$ 30 milhões ano
(1 milhão de domínios x R$ 30,00) publicam um texto em aguns jornais, chamam
de Resolução 02/2005 e com isto ainda dizem que cancelaram a Resolução 01/98
este sim publicado no D.O.U. Pague logo seus R$ 30,00 o bolso do CGI.br agradece!
(29/03/07)
Os gaúchos entraram com o processo TC 012.048/2001-5 no TCU - Tibunal de Contas
da União para "apurar possíveis irregularidades ocorridas na prestação
de contas dos recursos arrecadados com o registro de domínios na internet brasileira
e para que fosse efetuada a fiscalização desses recursos". O processo pode
ser vista no site www.tcu.gov.br mas não
andou um milimetro desde 2001! Porque em 7 anos não andou? Alguém teria interesse
nesta demora ou é normal? Mais detalhes (clique aqui). Até
o Sr. Harmut Richard Glaser empregado da ONG NIC.br de propriedade do CGI.br
(clique aqui) reclamou da expulsão do registro.br
de dentro da Fapesp em início de 2002 pelo TCE-SP Tribunal de Contas do Estado
de São Paulo (clique aqui),
mas conseguiram enganar o TCE-SP porque a atividade expulsa rendeu entre 2002
a 2005 para a Fapesp R$ 59.359.585,00 (com juros cdi 18% R$ 90 milhões) conforme
o próprio Sr. Harmut declara (clique aqui).
Também lograram a Receita Federal contabilizando como doação de anônimos e portanto
livre de impostos.(13/04/07)
Enquanto o Brasil vive defendendo uma descentralização do controle da internet
mundial (clique aqui),
o CGI.br fica controlando a rede dentro do país com mãos de ferro. Talvez
a falta de startups tupiniquins tenha um nome: burocracia. (texto original
www.techbits.com.br clique aqui)
(20/03/07)
Instituto UNIEMP - CNPJ 66.052.028/0001-80 – Responsável Carlos Vogt (clique
aqui) também Presidente da Fapesp até 2006 Av. Paulista,
2198, 16 andar 01310-300 - SP – SP – Tel. (11) 3288-0466, envolvido em suposta
lavagem de dinheiro simulados através de pagamento de salários e computadores
para o Registro.br (atividade de registro automático de domínios) (clique aqui)
enquanto a Fapesp do mesmo Carlos Vogt extorquia do internauta usando o nome
Registro.br e por ordem do CGI.br cerca de R$ 3 milhões / mês (clique aqui),
enquanto o CGI.br declarava publicamente que pagava R$ 60 mil / mês para a Fapesp
pela atividade de registro automático de domínios - registro.br. (clique aqui)
enquanto o mesmo declarante embolsava U$ 25 milhões pela venda de um servidor
de Busca (clique aqui) (26/03/07) Veja mais aqui
Fraude: apesar do CGI.br transferir em 05/12/2005 a atividade e principalmente
a receita do registro automático de domínios da Fapesp para a ONG NIC.br de
propriedade particular do CGI.br muitas cobranças de registros foram desviados
em 12/2005 e 2006 da conta do Nic.br para a conta da Fapesp e caracterizado
como doação de anônimo por ser uma fundação, logrando a Receita Federal e conseguindo
fugir dos impostos (26/03/07)
A dura vida do CGI.br. Assim começa mais um dia na vida dos nossos "notórios":
todos reunidos confortavelmente na sala com a "plaquinha" "CGI.br"
na qual definem os valores a serem extorquidos de mais de 1 milhão de internautas
e os domínios genéricos a serem manipulados (reservados para o CG). A tarde,
logo após um belo almoço, reunem-se na mesma sala. Mas o primeiro ao entrar
inverte a "plaquinha" que desta vez fica com o texto "ONG NIC.br"
e iniciam a longa e dificil tarefa da "contagem de pilhas e pilhas de dinheiro",
tudo que entrou no dia anterior: cerca de R$ 120 mil (por dia útil). A seguir
embolsam polpudos pro-labores seguindo determinação do estatuto e ainda são
obrigados a gastar o restante no mesmo dia e de qualquer forma!. A ONG é sem
fins lucrativos e portanto nada pode sobrar nem mesmo as evidências! (26/04/07).
Alguém liberou dor.com.br e ervas.com.br para a recem criada empresa "Dor
e Ervas Informatica Ltda." (clique aqui)
e também liberou transas.com.br para a empresa "Transas e Fodas Informatica
Ltda.", mas bloqueou a liberação do broadvoice.com.br para a empresa "Broadvoice
do Brasil Ltda.", pedindo registro no INPI. Logo a seguir fizeram um leilão
relampago de domínios na qual não houve tempo e nem foram informados a participar.
Resultado o dominio broadvoice.com.br foi parar em um clube de Voip que não
tem nada a ver com a marca Broadvoice. A questáo é descobrir quem foi o integrante
da ONG NIC.br que fez tamanha sacanagem? Quanto ele embolsou com esta atitude?
Clique aqui e veja se consegue descobrir quem foi,
porque sinceramente nós não conseguimos descobrir o Notório Saber em Internet
do NIC.br que fez tamanha sacanagem. (26/04/07)
Em 10/11/2006 denunciaram que "alguém" da ONG NIC.br vem passando
informações sigilosas para o Robô do Servidor de Busca do UOL (detalhes aqui)
ou o robô foi dotado de inteligência artificial que permite adivinhar centenas
de domínios novos registrados 20 dias antes no Registro.br. Agora centenas de
milhares de boletos bancários falsos cobrando hospedagens estão sendo enviados
para os internautas. Será que foi o mesmo "alguém" do caso do vazamento
de cadastros do NIC.br para UOL? Clique aqui e nos
ajude a descobrir quem foi....(26/04/07)
Ao que parece o CG-PCVL.br - Comitê Gestor de Proteção aos Cachorrinhos Vira
Lata do Brasil e o CGI.br - Comitê Gestor Internet Brasil são ambos grupos particulares
mas com interesses diferentes. O que difere mesmo é que a Fapesp emitiu em 10
anos 3.470.678 boletos de extorsão embolsando cerca de R$ 240 milhões, por ordem
do CGI.br, e depois o grupo ainda cria a ONG NIC.br, (clique aqui),
cujos integrantes são os mesmos que o CGI.br conforme estatuto do NIC.br (clique
aqui), publicam um texto no jornal que
chamam de Resolução 02/2005 mas que
permite cancelar a Resolução 01/98 publicado
no D.O.U., tudo com o objetivo de embolsar a título de gastos R$ 30 milhoes
/ ano. (Resolução 01/2005).a partir
de 05/12/2005 (23/05/2007).
Decisão Judicial referente ao decreto presidencial n. 4.829, de 3 de setembro
de 2003 que cria o CGI.br com competência para somente "estabelecer diretrizes
para a organização das relações entre o governo e a sociedade, na execução do
registro dos nomes de domínio". Tal atribuição não investiu o CGI, por
óbvio, de poderes para editar regras jurídicas primárias, assim entendidas,
para fins da argumentação que ora se desenvolve, aquelas que, inovando na ordem
normativa, sujeitam os seus destinatários ao cumprimento de deveres e obrigações.(clique
aqui) Será que eles poderiam transferir "sem
licitação" da Fapesp para a ONG NIC.br de propriedade particular de integrantes
do próprio CGI.br? Ou extorquir R$ 30,00 de mais de 1 milhão de empresas e internautas
por ano? (20/04/07)
Conheça as novidades do 4. Mega-leilão NIC.br com 74.000 domínios: (clique aqui
para ver os detalhes) (31/03/07)
- Cerca de 96% dos 74.000 domínios do leilão foram obtidos através de meios
ilícitos.
- não houve publicação das regras no D.O.U Diário Oficial da União
- criam resolução falsa no D.O.U. para oficializar a regra de similaridade do
domínio de forma a justificar a manipulação já feita nos últimos 3 anos nos
melhores domínios genéricos brasileiros. Alguns o mercado paga mais de R$ 130
mil.
- Resolução falsa para excluir e embolsar o restante dos melhores e mais valiosos
domínios genéricos brasileiros.
- incluíram domínios pagos, pretendendo ganhar duas vezes com o mesmo domínio
- incluíram domínios "picareteados". (pagos com deposito na conta
da Fapesp)
- embolsam o resultado monetário do leilão (74.000 x R$ 30,00) a titulo de gastos
- esconderam na consulta os nomes dos concorrentes
- determinados usuários são excluídos eletronicamente das consultas (clique
aqui para ver os detalhes) (31/03/07)
Ministério de Ciência e Tecnologia contribuindo para o progresso do Brasil:
desde o leilão de 12/2004 e nos 7 seguintes devido a regra de similaridade na
qual o registro.br decide quem será o dono de um domínio genérico, aliado a
limitação de somente 20 lances nos leilões de mais de 60 mil domínios o CGI.br
conseguiu induzir os internautas nos últimos dois anos a abrirem entre 1000
a 1.500 empresas novas no Brasil só para conseguirem os domínios genéricos de
alto valor no mercado. Alguns acima de 130 mil reais, devido ao alto tráfego
que trazem. Estas empresas tem registro na Junta e CNPJ na Receita Federal e
nada mais. Como a empresa Transas & Fodas.com.br Informática Ltda ME CNPJ
07.282.118/0001-07 que ganhou o domínio transas.com.br do registro.br na época
Fapesp. Para oficializar a maracutaia publicaram dois anos depois uma resolução
falsa no D.O.U. (clique aqui). (27/03/07)
No Brasil existem cerca de 5 mil empresas de hospedagem de sites, para mais
de 1 milhão de domínios registrados, mas o CGI.br insiste em indicar somente
11 empresas (para enganar ainda chamam de provedor de serviços). Não é a toa
que o Brasil anda na lanterna mundial em termos de distribuição de renda. Ou
as milhares de empresas de hospedagem brasileiras são a favor das maracutaias
ou perdem clientes para estas 11 empresas. (27/03/07)
O CGI.br também distribui IPs que são essencial para uma empresa poder atuar
no mercado de internet. A distribuição é gratuita mas a quantidade é em geral
16 IPs por provedor, mas alguns recebem blocos de 65 mil IPs. (clique aqui)
(31/03/07)
O Decreto Nº 4.829, de 3 de setembro de 2003 da Presidência da República (clique
aqui) declara no Art. 9° “A participação no CGI.br
é considerada como de relevante interesse público e não ensejará qualquer espécie
de remuneração”, mas o estatuto da ONG NIC.br, de propriedade do CGI.br,
define pró-labore para os integrantes do NIC.br e que também são do CGI.br conforme
o mesmo estatuto (clique aqui) e ainda
segue ordens do CGI.br (deles mesmo hehehehe!) contrariando o Art. 9° do Decreto
Nº 4.829. Até o empregado do NIC.br Sr. Harmut Richard Glaser (clique aqui)
deixou escapar que antes do NIC.br no período de 1998 a 2005 os integrantes
do CGI.br já tinham embolsado entre salários e mordomias um total de R$ 55.603.008,00
(clique aqui). Somente em 2005 foram
R$ 15.628.944,00 em salários e mordomias para o CGI.br. Imagine então quanto
foi em 2006! Como pode o CGI.br do MCT contrariar o Art. 9° do Decreto Nº 4.829
do Presidente? Ou será que o bolso próprio fala mais alto? Será que eles agem
como se não existisse o Ministério Público, o TCU, o TCE-SP, a Receita Federal
e só preocupam em cobrar de quase 1 milhão de internautas e empresas R$ 30,00
/ ano? (20/03/07).O próprio CGI.br declarou várias vezes que o custo da atividade
de registros de domínios é de R$ 60 mil por mês (clique aqui)
, mas recolhem agora como ONG NIC.br a título de gastos R$ 3 milhões por mês
(1 milhão de domínios x R$ 30,00 / ano). O que demonstra que todo o esquema
foi montado visando um enorme lucro mensal, mas como a ONG deles é sem fins
lucrativos são obrigados a gastar tudo rapidinho (20/03/07).Declaração do CGI.br
1): “Assim, os serviços que a Fapesp atualmente presta com exclusividade poderiam,
por exemplo, ser também prestados por instituições de amparo à pesquisa de outros
Estados, como a Faperj, do Rio de Janeiro, ou a Facepe, de Pernambuco. Isso
evitaria a aplicação dos recursos arrecadados predominantemente no eixo Rio-São
Paulo” (clique aqui). Isto foi em 1998 pelo Sr. Ivan
Moura Campos, Coordenador do Comitê Gestor da Internet que graças ao acesso
a todos os domínios existentes no Brasil consegiu vender o servidor de busca
akwan/todo.br, de propriedade particular, por estimados 25 milhões de dólares.
(clique aqui) (20/03/07) (voltar)
Declaração do CGI.br 2): que ainda entre 1998 a 2005 a Fapesp extorquiu R$ 124.732.885,00
por ordem do CGI.br (clique aqui). Na
planilha foram usados juros bancários CDI em torno de 18,9% e calculando-se
a valores atualizados com os mesmos juros daria: R$ 228.801.712,00 extorquidos
até 2005 de quase 1 milhão de internautas e empresas através de cerca de 3.470.678
boletos de extorsão . Garantem que tinham em 2005 R$ 136.479.227,00 apodrecendo
na conta, faltando em 2005 somente R$ 92.322,485,00. Se incluir o 2006 a falta
poderá ultrapassar os R$ 130 milhões. Quem embolsou este dinheiro? Porque não
foi para os estados? Porque o estado do Rio de Janeiro tentou obter a sua parte
em 03/2003 de R$ 10,8 milhões na Infovia.RJ (clique aqui)
mas não consegiu? (20/03/07)
Caso você tenha alguma denúncia relativo ao CGI.br encaminhe para a Procuradoria
da República em São Paulo, Drª Zélia Luiza Pierdoná, Rua Peixoto Gomide, 768,
7º andar, CEP 01409-904, São Paulo – SP Ref. PAC 1.26.000.001756/2005-27 e mencione
seu telefone no e-mail: zpierdona@prsp.mpf.gov.br - (11)3269-5000 ou no site
www.prsp.mpf.gov.br. Clique aqui para enviar o seu
e-mail ao Registro.br com cópia para a Polícia Federal, Camara, Senado, MCT,
TCU, TCM, TCE, Abusando e Ministério Público e com cópia escondida para diversos
jornais e revistas. Em geral os jornais pedem: nome do remetente, RG, endereço
e telefone.
CGI.br confirma a expulsão da “atividade de registro” de dentro da Fapesp
pelo TCE-SP Tribunal de Contas do Estado de SP a partir de início de 2002 clique
aqui
pg.5 e veja alguns comentários clique aqui.
Mas parece que a Fapesp enganou o TCE-SP
pois o documento www.nic.br/contas (clique aqui)
da ONG NIC.br cujos integrantes são também do CGI.br informa que a Fapesp extorquiu
entre 2002 a 2005 pela "atividade de registro" R$ 90 milhões (incluindo
os juros). Fisicamente, para agradar o TCE-SP a atividade de registro
saiu em inincio de 2003 de dentro da Fapesp, mas a cobrança continuou ate 4/12/2005
pela Fapesp porque tudo era contablizado como doação de anônimos nem imposto
precisava ser pago. Muito estranho tudo isto pois a ONG
NIC.BR foi fundado em 6/1/2003 mas a ata da primeira reunião foi em 17/06/2005
clique aqui. Mas então quem pagou e recebeu aqueles
salários e mordomias de R$ 35.652.438,00 entre 2003-2005 listados no documento
do NIC.br? Ao total entre 1998 a 2005 foram R$ 55.603.008,00, mas quem pagou
e embolsou tudo isto? Houve alguma licitação? Porque a UNIEMP do presidente
da Fapesp está envolvido nos salários? Será que os principais integrantes do
NIC.br clique aqui participaram? ou algum Conselheiro
do CGI? ou foi somente o CGI.br clique aqui que
são os mesmos conforme o estatuto Art. 6º do NIC.br? clique aqui.
(13/04/2007).
Até as contas bancárias estão no mesmo banco e agência, veja só:
Fapesp - Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Sao Paulo
Banespa ag. 105 cc. 72400-2 CNPJ 43.828.151/0001-45
NIC.br - Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR
Banespa ag. 105 cc. 3917001-5 CNPJ 05.506.560/0001-36
Banespa ag. 105 13 003201-4 CNPJ 05.506.560/0001-36
Enquete:
Quem você acha que ficaria preso? a) alguém (uns) que desvia R$ 55 milhões,
dá uma rasteira no TCE-SP, ilude e trapaceia quase 1 milhão de empresas e internautas
e acaba sendo denunciado ou b) alguém (uns) que com pouco estudo e devido a
fome surupia uma galinha e acaba sendo denunciado.? (18/02/07)
Comunidade Linux excluido da consulta do Mega-leilão de 74 mil dominios, através
do bloqueio do comando "whois" que pesquisa a quantidade de concorrentes
de um domínio. O comando permaneceu bloqueado no momento mais importante do
leilao, isto é na data final 25/02/2007 de 7:44 até o termino âs 15:00 horas.
A mensagem "Taxa máxima de consultas excedida" pode ter duas origens:
a) ultrapassou o limite de consultas no banco de dados, mas que pode ser resolvido
de forma bem simples: dividir o banco em 24 pequenos bancos e fazer a consulta
no banco correto conforme a letra inicial ou b) falta de dinheiro para comprar
um PC decente. É também possível que tenham embolsado os R$ 30 milhões ao ano
e acabou faltando troco para comprar um PC melhor. Como pode o CGI.br simplesmente
excluir determinados grupos do leilão? (25/02/2007)
CGI.br bloqueia no meio do Mega-leilão a consulta de nome empresarial dos concorrentes
de um domínio. Em uma eventual disputa ou manipulação ninguém pode contestar
quem ficará sendo o dono do domínio. Na prática esconderam em um outra tela
secundária: clicando no botão "pesquisas" e a seguir NÃO se pode clicar
no botão "Disponibilidade de Domínios - informa se um determinado domínio
está disponível para registro" porque a resposta será o mesmo (este botão
é só para enganar), mas sim clicar no último botão lá em baixo, bem no final,
aonde diz "whois' e ainda digitar novamente o dominio. Além disto ao visualizar
uma consulta o CGI.br apaga o log na sua maquina e ao tentar salvar a tela as
imagens ficam incorretas. São técnicas para trapacear os internautas mantendo-os
desinformado e sem provas (regras do leilão clique aqui)
(25/02/07)
Em cada leilão fraudulento (clique aqui)
que propicia receitas acima de 1 milhão de reais para CGI.Br o mesmo gasta uma
nota em auditores para acompanhar o leilão tomando cafezinho na frente do micro.
O que os auditores não sabem é que as maracutaias (clique aqui,
aqui, aqui
e aqui) acontecem depois do leilão
quando já foram para casa e embolsaram uma boa grana pelo serviço de dar credibilidade
ao suposto leilão. Sõ a imprensa nunca foi convidada... e você pode imaginar
o porquê? (9/9/06) Veja as maracuatias do leilão anterior clique aqui.
CGI.br usa o Jornal Nacional para informar que através de uma Resolução solucionou
o problema dos “espertinhos que registram marcas para depois vendê-los por milhões
de dólares”. É mentira! O assunto não tem nada a ver com a Resolução publicada
no D.O.U. Veja a seguir. (27/03/07)
CGI.BR se atrapalha com o D.O.U. – Diário Oficial da União. Fato inédito no
Brasil: “o CGI.br grupo anômalo, composto por empresários, que se dizem vinculados
ao Ministério da Ciência e Tecnologia publica no D.O.U. Resolução 01/2006 (clique
aqui) que na realidade altera a resolução 02/2005
que por sua vez não foi publicado no D.O.U. e portanto não existe!” Com a pretensa
alteração do inexistente o CGI.br, entre outras, "pretende-se autodelegar
o direito para decidir" quem será proprietário do restante dos melhores
e mais lucrativos domínios genéricos brasileiros na internet. Alguns genéricos
valem mais de R$ 130 mil cada. Com a falsa resolução 01/2006 que
altera o nada, criaram uma nova lista "participou de mais de 6 leilões"
junto com outras listas que já usavam como "reservados pelo CG",
em "processo de transição para edu" e outros textos esquisitos. Por
baixo dos panos, na calada da noite, eles vão liberando os melhores domínios
que sequer participam dos leilões (veja alguns casos aqui)
.
Além disto com a publicação no D.O.U. da resolução 01/2006 o CGI.br pretende
oficializar as manipulações feitas desde o leilão de 12/2004 e nos sete leilões
seguintes na qual o CGI.br já vinha manipulando a titularidade de domínios cujo
nome seja similar a razão social. Veja esta denúncia grave de 09/2005 clique
aqui. Milhares de domínios genéricos como dor.com.br,
ervas.com.br, blog.com.br etc de alto valor monetário foram transferidos de
titularidade. Veja também várias trapaças feitas com a conivência da Fapesp
por ordem do CGI.br, clique aqui. Mais de
500 mil empresas e internautas foram logradas com estas manipulações desde 12/2004.
CGI.Br chega a incentivar o ridículo como a empresa Transas & Fodas Informática
Ltda. disputando o domínio amante.com.br em 02/2006 clique aqui
Agora veja a divulgação deturpada e inocente passada para a mídia em 2007 para
encobrir e oficializar as maracutaias clique aqui.
(18/02/07) (alterado em 15/06/09)
Ainda chamam de domínios abandonados, (clique aqui)
sendo que na realidade a maior parte dos 74 mil domínios foram "surrupiados"
dos internautas com base na resolução 02/2005 que nunca foi publicado no D.O.U.
(27/02/07)
Para esconder as transferências ilegais o CGI.br em19/02/2007 simplesmente cancelou
na consulta do domínio a informação de quem é o proprietário e quais são os
domínios e tickets daquela empresa. Até a data da consulta foi retirado. Desta
forma podem manipular a vontade todo e qualquer domínio no Brasil.
Mas isto não é tudo, veja esta: “a resolução 02/2005 que não foi publicada no
D.O.U., mas somente em alguns jornais comuns já dá poderes suficientes para
no Art. 13º cancelar a resolução 01/98 este sim publicado no D.O.U.”. (18/02/07)
Como pode o CGI.br publicar um texto qualquer no jornal, chamar de resolução
02/05 e com isto cancelar a resolução 01/98 publicada no D.O.U e ainda embolsar
30 milhões de reais (1 milhão de domínios x R$ 30,00 / ano)?
Porque a resolução 02/2005 não foi publicada? O Decreto Nº 4829/03 com base
no art. 84, VI, "a", da CF não permite “criar gastos” e para contornar
a falta da publicação no D.O.U. só publicaram em alguns jornais comuns. Resultado
“mais de R$ 30 milhões (1.000.000 de domínios x R$ 30,00 / ano) no bolso do
NIC.br que são os mesmos do CGI.br conforme o estatuto do NIC.br (clique aqui),
além de quatro leilões de domínios”. (17/02/07)
Como eles conseguiram esta mamata sem licitação? Alguns integrantes do CGI.br
(clique aqui) são funcionários do Ministério
de Ciência e Tecnologia e conseguiram publicar no D.O.U. a resolução 01/2005
que no artigo 4º diz “o total dos valores ... será utilizado para o ressarcimento
das despesas tidas pelo NIC.br na execução das atribuições ... mediante prévia
autorização do CGI.br.” que por sinal são eles mesmos. Deste jeito eles
conseguem fazer passar até um elefante pelo buraco de uma agulha. (17/02/07)
Como pode o CGI.br na Resolução 1/98 Art. 5º contrariar o art. 87, II, da CF
a que alude a portaria nr. 147/95 e o art. 84, VI, "a", da CFa que
alude o decreto nr. 4829/3 que recria o CGI.br, a criar aumento de despesas
com uma "retribuição de manutenção de domínio" que durante 10 anos
rendeu R$ 250 milhões maculado sob a forma de "doação de anônimos"
na conta da Fundação Estadual Fapesp? Nem Nota Fiscal forneceram por ser um
serviço de caracter público. Quando a ONG NIC.br assumiu sem licitação veja
resolução 01/2005 art. 1º, e mesmo assim somente após 8 meses é que começaram
a fornecer Nota Fiscal. A receita deve ter aberto o olho, mas será que vão ter
coragem para cobrar os impostos dos R$ 250 milhões extorquidos? (18/02/07)
CGI.br perde ação judicial. Queixa-crime na 3. Vara Criminal Federal de Curitiba.
CGI.br (com apoio do NIC.br) e com três advogados, os melhores do planeta, contra
o Sr. Jan Struiving com somente um advogado Dr. Marcus Reis, mas muito bom!
Veja www.jfpr.gov.br processo 2006.70.00.009663-9 na qual ocorreu em 15/02/2007
a seguinte decisão de forma resumida: Comitê Gestor Internet do Brasil não
foi criado por lei, mas por decreto nr. 4829/3 com base no art. 84, VI, "a",
da CF... quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos
públicos.... a legitimidade da propositura da ação seria do Ministério Público
e não do Comitê Gestor ... Rejeito pois a queixa-crime.... (17/02/07)
Segundo o processo, na véspera da audiência anterior de instrução e julgamento
marcado para o dia 05/10/06 às 14:00 horas o Querelado sofreu um acidente, e
devido a um entorse e distensão do tornozelo estava impossibilitado de locomover-se
ao local da audiência que acabou sendo remarcado para 15/02/07. Parece que devido
ao pouco prazo não foi possível informar o CGI.br. Na petição seguinte do CGI.br
depreende-se que o mesmo reclamou dos enormes gastos com passagens aéreas para
vários advogados e testemunhas e todos parece que queriam “tirar o couro” do
Querelado, pois entre outras sugeriram que o Querelado poderia ter ido de muletas
ou cadeira de rodas para a audiência. Clique aqui
e veja a audiência anterior (17/02/07)
Para enganar a Procuradoria da República em São Paulo que através do PAC - Procedimento
Administrativo Civil de número 1.26.000.001756/2005-27 pretende apurar "eventuais
fraudes em leilões de domínios na internet, irregularidades praticadas pela
FAPESP e pelo Comitê Gestor de Internet Brasil (CGI), quanto à cobrança de valores
de registro e manutenção de nomes de domínio, a aplicação e destinação do dinheiro
arrecadado e ilegalidade do Decreto nº4.829/2003", o Comitê Gestor
Internet Brasil somente em 05/12/2005 (três anos!!!! após o pessoal do Registro.BR
ser expulso de dentro da Fapesp pelo Tribunal de Contas do Estado de SP veja
aqui) agradeceu a Fapesp pelo serviço de extorsão (doação
forçada ou perde o domínio) de 250 milhões de reais em 10 anos e transferiu
"sem licitação" para a ONG NIC.br (de propriedade do próprio CGI.br
(hehehehehe!) e alguns integrantes do governo (veja aqui
e aqui) (12/12/06)
TCU - Tribunal de Contas da União. Devido ao enorme volume de recursos federais
arrecadado pela CGI / Fapesp estadual foi ingressado com o processo TC 012.048/2001-5
para "apurar possíveis irregularidades ocorridas na prestação de contas
dos recursos arrecadados com o registro de domínios na internet brasileira e
para que fosse efetuada a fiscalização desses recursos". Consultando a
tramitação no site www.tcu.gov.br
percebe-se que o processo está durante 6 anos "deitado em berço esplêndido",
à espera de uma decisão dos Ministros do TCU. Quem sabe algum dia... De lá para
cá, graças a demora, entraram cerca de R$ 200 milhões sob a forma de doação
obrigatória (ou perde o domínio) na conta da Fapesp, iludindo mais de 500 mil
internautas e empresas e a Receita Federal por não fornecer Nota Fiscal e não
pagar imposto. A metade dos recursos arrecadados simplesmente sumiram, alertam
outros processos judiciais e policiais relativo ao assunto. Suspeita-se que
a lavagem do dinheiro foi feito entre 2003 e 2005 através de prestação de serviços
quaisquer (sem licitação) para a Fapesp pela ONG particular chamada NIC.br de
propriedade de integrantes do CGI.br e do governo e a UNIEMP de propriedade
do presidente da Fapesp (22/01/07) Clique aqui para voltar.
A ONG NIC.br efetuou em 2006 mais 3 mega leilões de 60 mil domínios cada e sem
que sequer fosse publicado alguma regra no D.O.U. e pior é que detectamos que
as irregularidades vem aumentando nos leilões (para confundir chamam de “processo
de liberação”) Não se pode esperar muito de um grupo que publica uma suposta
resolução 02/05 em um jornal comum o que confere poderes para até cancelar a
resolução anterior 01/98.publicado no D.O.U. O próximo passo só pode ser publicar
uma resolução e um papel higiênico usado e com isto cancelar a resolucão publicado
no jornal. Só conseguiram publicar no D.O.U uma das resoluções, a 01/05, em
fevereiro de 2006 mas que permite eles mesmos embolsarem toda a receita da internet
(total de R$ 3 milhões / mês) em vez da Fapesp embolsar e sumir com o dinheiro.(12/12/06)
Afinal de contas, porque aplicar R$ 30 milhões por ano em "inclusão digital"
nos estados brasileiros mais necessitados se dá para sumir com a grana da conta
da Fapesp (veja processo na 7 Delegacia de Polícia) ou contabilizar como gastos
no milionário órgão arrecadador chamado "ONG NIC.BR" de propriedade
deles e ainda com o apoio do Ministério de Ciência e Tecnologia através da resolução
01/05 (clique aqui) ? (27/12/05)
Cuidado: Se você recebeu e pagou um boleto de registro e hospedagem (entre R$
38,00 a R$ 318,00) com seus dados cadastrais incluindo o seu CNPJ e alguns com
logo semelhante ao da NIC.br, a ação deve ser movida contra a ONG NIC.br. porque
o mesmo vem divulgando todos os seus dados cadastrais na internet possibilitando
o surgimento de dezenas de boletos deste tipo. Sempre tem alguem que acaba pagando
e depois não consegue a devolução do dinheiro. Sendo que nem a Receita Federal
informa o CNPJ de empresa com apenas o nome fornecido, isto demonstra a total
irresponsabilidade da NIC.br, que segue orientação do CGI.br que são os mesmos
(26/12/07)
O registro de domínios é um negócio ou uma atividade de utilidade pública?
Empresas privadas disputam com Fapesp um mercado que rende milhões de reais
em taxas anuais. Demi Getschko, do CGI.br
- Comitê Gestor, disse em entrevista à Reuters que "o registro de endereços
locais é um tipo de trabalho de utilidade pública, não é uma forma de negócio".
Segundo ele, a maioria dos países mantém em suas mãos a coordenação dos domínios
nacionais. Não há nenhum interesse de repassar para outras entidades"
disse Getschko o Assessor da Presidência da Fapesp (clique aqui)
e a Fapesp deve continuar. (texto original 29/03/2001 clique aqui).
Seis anos depois toda a receita anual de R$ 30 milhões passa anualmente sem
licitação para uma ONG particular chamada NIC.br de propriedade do Gestschko
e alguns integrantes do governo (veja aqui e
aqui) segundo o estatuto Art. 6º da ONG (clique aqui)
mas que só segue ordens do CGI.br também do Getschko. hehehehehe! (09/01/07)
É um direito seu exigir Nota Fiscal do CGI.br sobre tudo que voce pagou nos
últimos 12 anos.!!!! Clique aqui (9/9/06) Se não for
fornecido Nota Fiscal vocè terá direito a receber de volta em espécie. E entre
5 a 20 anos por lei vocè pode exigir a devolução do dinheiro por não ter sido
fornecida NF. Solicite o seu logo porque a metade dos R$ 250 milhões arrecadados
sumiram e nem o Ministro da Ciência e Tecnologia soube explicar aonde foram,
limitando-se a chamar o denunciante de irresponsável. (12/12/2006)
É até ridiculo a cobrança do NIC.br de R$ 30,00 por "determinação do Comitê
Gestor conforme resolucão 02/2005 publicada em 05/12/2005". Oras o NIc.br
e CGI.br são os mesmos conforme o estatuto do NIC.br (clique aqui)
como pode eles seguirem ordem dados por eles mesmos? Pior a resolução 02/2005
nunca foi publicada no DOU!!!! É so calcular: 1 milhão de domínios x R$ 30,00
ano pingando sem esforço no bolos deles graças a resolução 01/2005. Decidem
como CGI.br e embolsam como NIC.br. (12/12/06)
Comitê Gestor Internet Brasil repassa informações sigilosas para a UOL. Dezenas
de domínios de extensão.blog.br, .vlog.br, .flog.br, .wiki.br registrados dia
21/10/2006 foram repassados para o robô do Servidor de Busca do UOL que em 10/11/2006
fez 8.309 consultas nestes domínios. Mas como estes nomes saíram do NIC.br e
foram parar em 20 dias no robô do Servidor de Busca do UOL? A cerca de um ano
um dos donos do CGI.br/Nic.br embolsou 25 milhões de dólares pela venda de um
Servidor de Busca semelhante ao Google / Yahoo / Cadê e para cujo sucesso foi
crucial ter acesso a todos os domínios registrados no Brasil. (detalhes clique
aqui) Será que o Presidente do Conselho Consultivo
da Abranet, ao qual a UOL esta filiada, que tambem é "Notório Saber em
Internet" no CGI.br, Assessor do Presidente da Fapesp e ainda dono da poderosa
ONG NIC.br pretende fazer o mesmo? (12/12/06) (voltar)
Existem quase 1.000 processos judiciais relativos a conflitos de domínios correndo
contra a Fapesp, (já que o CGI.br não existe juridicamente), todos em absoluto
segredo de justiça, Numa delas a Fapesp pretende penhorar bens como domínios
da EBDI. Alguns destes domínios são de pornô. Será que o presidente da Fapesp
pretende montar um bordel com estes domínios? Ele deveria gastar o tempo dele
explicando aonde foram parar os R$ 100 milhões que sumiram da conta da Fapesp,
os leilões irregulares de domínios feitas pela Fapesp e porque a empresa dele
a UNIEMP estava envolvida em pagamento de salários e computadores para o Registro.br
(que era a Fapesp) se o CGI.br estava pagando R$ 60 mil por mês para Fapesp
= Registro.br pelo registro automático de domínios.
Pior é que uma Fundação de Amparo aos Picaretas do Estado de São Paulo já extorquiu R$ 40 mil da empresa paranense EBDI. Dinheiro que sumiu ... (12/12/06)Veja como foi fácil o CGI.br escapar durante 10 anos dos juizes nos processos judiciais. Nas palavras do próprio CGI.br: “Ate inicio de 2003 existem cerca de 250-300 processos em que ocorreram contestações judiciais relativas a atribuição de nomes de domínio pelo Registro.br. A Fapesp é citada diretamente em apenas parte dessas ações judiciais e, até o presente (01/2003), não foi condenada em qualquer uma delas. Existe jurisprudência consolidada e amplo entendimento no sentido de que a Fapesp, que é a pessoa jurídica que dá suporte à operação do Registro.br, é apenas fiel depositária de informações prestadas pelos requerentes, que são os efetivos responsáveis pela veracidade das informações apresentadas no ato da solicitação do registro. Grande parte dos juízes aceita argumento e a maioria das ações termina de forma amigável." (10/06/2003 - Relatório final do Comitê Gestor interino (clique aqui). Obs. Todos os processos correm em segredo absoluto de justiça!Em outras palavras: como o CGI.br é uma entidade anômala e não existe juridicamente e a Fapesp é o Pontius Pilatus que lava as mãos e somente segue ordens do CGI.br ninguém é responsável por nada. Só não conseguem explicar quem embolsou a metade dos R$ 250 milhóes arrecadados..... com a conivência do TCE/SP – Tribunal de Contas do Estado de SP que só expulsou o Registro.br da Fapesp (clique aqui) mas não os depósitos milionários dos internautas durante 3 anos. (mais de 100 milhões de reais). (13/12/06)
No Brasil
temos 1 milhão de domínios de internet cujos proprietários
estão sendo extorquidos R$ 30,00 cada, enquanto nos EUA a ICANN cobra
somente U$ 0,25 (clique aqui). Andamos
na contramão porque algumas empresas no exterior detém até
5 milhões de domínios próprios, isto é 5 vezes
mais que o Brasil todo, concluindo: Não crescemos porque a ONG NIC.br
cobra 200 vezes mais do que a ICANN e pior dos 250 milhões recebidos
no registro automatico de domínios durante 10 anos, a metade esta
apodrecendo e a outra metade sumiu! Lógico é que vamos ter
1 quinto de registros em relação a Alemanha e que tem apenas
a metade da população brasileira. (13/12/06)
No mundo 10 empresas de registros detém cada um mais domínios
que o Brasil todo e a divulgação feita por um empregado do
NIC.br (clique aqui) que o Brasil é o sexto em registros no mundo
é falsa. O correto é oitavo no mundo no ranking por país.
Este mesmo empregado anda envolvido com depósitos irregulares (clique
aqui) na qual o NIC.br pede para depositar na conta da Fapesp (clique aqui),
não entrega o domínio, e ainda embolsa o dinheiro (clique
aqui) e pior veja o nome dele envolvido na conta da Fapesp. (clique aqui)
(13/12/06)
22. Leilão Beneficente de 60 mil domínios de Internet.
Período 07/10/2006 15:00 a 22/10/2006 15:00. na qual estão
liberando milhares de domínios surrupiados dos internautas (ex. locadora.com.br
que mesmo pago ficaram com o dinheiro e o domínio) Participe, o seu
domínio poderá estar sendo leiloado pelo NIC.br com o apoio
do MCT – Ministério de Ciência e Tecnologia através
da resolucão 02/2005 que ainda não foi publicado no Diário
Oficial da União. Toda a receita (estimada em R$ 2 milhões)
será embolsada conforme a resolução 01/2005 (clique
aqui) pela
ONG NIC.br formada por integrantes do governo. veja aqui
e aqui) Para tirar a Receita Federal da jogada,
parte dos depósitos são feitas na conta da Fapesp e contabilizados
como doação. da mesma forma que os 240 milhões extorquidos
dos internautas nos últimos 11 anos. (07/10/06) (voltar)
O CGI.br trocou em 06/2006 na consulta pública o texto: "O domínio xxxxx não pode ser registrado por estar reservado pelo CG" por "O domínio xxxx não pode ser registrado por tratar-se de uma palavra reservada pelo CG". Foi uma alteração sutil mas que ficava chato com esta consulta pública feita em 2006-06-21 04:40:51 "O domínio prostituta.com.br não pode ser registrado por estar reservado pelo CG" O que o CG - Comitê Gestor quer com este domínio? Segundo a resolução 02/2005 que esqueceram de publicar no DOU, só em jornais comuns, eles se auto-delegam "Art. 7º - O CGI.br pode reservar a si, sempre, domínios que são considerados de interesse à operação da Internet brasileira e que não estejam atribuídos a ninguém" |
|
Nos EUA o ICANN (órgão controladora de registro de domínios ligado ao Dep. de Comércio do Governo dos EUA), cobra U$ 0,25 dólares de cada registro anual (clique aqui) No Brasil, uma terra de ricos, o correspondente CGI.br órgão de registro de domínios composto por alguns integrantes do próprio Ministério da Ciência e Tecnologia (veja aqui e aqui) cobra R$ 27,00 de cada registro e oferece R$ 3,00 a provedores homologados."O modelo americano é uma burrice. As empresas querem é faturar". declara o CGI.br do Ministério de Ciência e Tecnologia. (clique aqui) De fato a ONG chamada NIC.BR de propriedade particular do CGI.br (hehehehe) faturou mais de R$ 20 milhões em 9 meses e a Fapesp mais de R$ 240 milhões em 10 anos e nem o Ministro C&T soube explicar porque a metade sumiu.e o resto está apodrecendo lá. (27/8/06) (voltar) |
O CGI.br não confia nos datacenters brasileiros, não é atoa que usam o datacenter
da HP - Hewlett-Packard (clique aqui)
e tudo é controlado por uma empresa chamada Terremark do Paraguai, desculpe
Miami (clique aqui).
Constatamos que os e-mails do registro .br vem do IP 200.160.2.3 e o identificador
de origem www.ipgeo.com.br
detectou como "Provável ser fora do Brasil"... Será que o CGI.br se
instalou nas ilhas Caimans ou na Suiça? Sõ um Notório Saber em Internet para
nos responder.(23/9/06)
Quem costuma apagar rastros na calada na noite? Com a internet mudou a forma
e o procedimento. Ao acessar um site fica uma copia da página armazenado no
seu computador local. No caso de uma simples consulta de domínio no site do
registro.br ou documentação no CGI.br, nada fica no seu computador! a não ser
que imprima!. Caso detecte alguma inconsistência você não pode provar nada na
justiça. Até os backups da internet mundial no site www.archive.org
foram bloqueados pelo CGI.br a partir de 3/2005 (23/9/2006)
O Comitê Gestor Internet Brasil, parece um “bazar de produtos” de tantos empresários
entrando e saindo com produtos embalados em caixas com nomes estampados e sairem
aparentemente satisfeitos após uma reunião em um sala qualquer do jurídico.
Será que eles conseguiram o domínio? (22/9/06)
"Uma mão lava a outra e as duas depenam 960 mil internautas" é um
dito popular que se aplica ao observar que o Sr. Antonio Tavares da Abranet
(Associação Brasileira de Provedores de Acesso) foi colocado como Representante
dos Provedores no CGI.br de propriedade do Demi
Getschko e também na ONG NIC.BR de propriedade do mesmo Demi. A retribuição
de favores veio logo com o Sr. Demi Getschko
agraciado com cargo no Conselho Consultivo Superior da Abranet na qual o Sr.
Tavares é o presidente. Clique aqui.
Tudo através do voto! e enquanto isto 960 mil internautas pagam religiosamente
R$ 30,00 para o CGI.br repartir entre os socios (clique aqui)
usando a ONG NIC.br deles (clique aqui)
(9/9/06)
Nas audiências judiciais, o Sr. Demi Getschko
(CPF clique aqui), chega mal vestido aparentando
para o Juiz como se fosse um pobre coitado acompanhado de 3 seguranças, desculpe
advogados, mas no Registro.BR chega com cada carrão graças aos seus trintão!
(9/9/06)
Na principal audiência criminal do ano no dia 24/8/2006, na qual o Comitê Gestor
da Internet no Brasil acusou o Sr. Jan Struiving de difamação no site interjuris
protocolada na 3. Vara Criminal Federal do Paraná, estavam de um lado do tribunal
4 pessoas: o Sr. Demi Getschko preposto
do Comitê Gestor Internet Brasil, o "sábio" Sr. Demi
Getschko ocupante do cargo "Notório Saber em Internet" do CGI,
(condecoração que o próprio Sr. Demi sugeriu e saiu rapidinho após declarar
gastos de 22 milhões de reais) (clique aqui),
também estava o Sr. Demi Getschko, Assessor
da Presidência da Fapesp (clique aqui), acompanhado
dos Srs. Demi Getschko, Membro representante
do Brasil na ICANN (Internet Corporation for Assigned Name and Numbers) autorizado
pelo Dep. de Comércio do governo dos EUA, o Sr. Demi
Getschko, quase dono do Abranet (A