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ABUSANDO - Associação Brasileira de Usuários de Numeração IP & Assinantes de Domínios
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Blog www.comunix.org/content/roda-viva-com-demi-getschko | Monitor das Fraudes www.fraudes.org.br

Presidente da Fapesp abocanha novamente em 06/06/2009 um total de R$ 2,25 (dois reais e vinte e cinco centavos) da conta bancária de uma empresa paranaense (clique aqui). Se a sua empresa tiver conta bancária fora de São Paulo: tome cuidado!

Ladrões costumam apagar rastros e provas. O CGI.br também (veja aqui) (25/06/09)

Internauta indignado com a Máfia de Trieste do CGI/NIC/Registro.br: "Quanto as Universidades Anhanguera pagou ao barbudo arrogante Getschko para ele permitir uma coisa destas? Está mais do que claro que o endereço www.vestibulares.br é totalmente irregular! O CGI cria suas próprias regras e ele mesmo as viola, isto é um tapa na cara dos internautas Brasileiros, até quando teremos que aturar esses desgraçados fazendo o que bem entendem com o registro de domínios no Brasil?" Detalhes aqui. (24/06/09)

Internauta indignado com o grampo na internet brasileira (aqui); internauta indignado com a Fapesp (aqui); internauta indignado com os leilões irregulares (aqui). (24/06/09)

Além do Demi, agora o Sr. Gadelha do Ministério de Ciência e Tecnologia vem trapaceando os integrantes da Abusando. Ao fazer a consulta da situação do domínio “notoriorussobarbudo.com.br” e de qualquer domínio brasileiro aparece desde 01/07/09 com "permissão negado". Além disto todos os IPs (endereços de internet) da região também foram bloqueados para consulta detalhado de domínios pelo Sr. Gadelha (clique aqui). É para evitar que as trapaças de domínios feitas pelo CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) sejam descobertos. A gang age como se fossem ladrões ao esconder as trapaças e o dinheiro de internet, cerca de R$ 400 milhões (clique aqui) (02/07/09)

A roubalheira do CGI.br foi denunciado em 05/04/2005 e 12/04/2005 para a presidência que encaminhou para o Ministério de Ciência e Tecnologia. Mas o ministro em vez de averiguar mandou em 29/04/2005 a denúncia do CGI para o próprio CGI averiguar e tudo virou em pizza (clique aqui). Posteriormente em 26/09/2005 o ministro ainda chamou o denunciante de irresponsável por ter denunciado o sumiço de R$ 100 milhões. Confirmou que os R$ 100 milhões extorquidos na época FHC continuam parados a 3 anos na conta (isto em 2005), mas não explicou aonde foram parar os outros R$ 100 milhões extorquidos entre 2003 a 2005 (clique aqui). O assunto virou caso de Polícia com as provas do sumiço enviadas em 12/2005 para a Polícia Federal Divisão Fazendária. Detalhes aqui e veja um depoimento aqui. Além do ministro encobrir o sumiço do dinheiro de internet na época ainda trocou no CGI.br o Sr. Marcelo Lopes pelo colecionador de apartamentos o Sr. Augusto César Gadelha Vieira. (032/07/09)

Os indícios são muito fortes que o Sr. Gadelha e a gang do CGI.br estejam envolvidos em crime de concussão. Na mudança da Fapesp para a ONG NIC.br (aqui) nada mudou a não ser nos 1.5 milhões de boletos anuais mudou o CNPJ de 43.828.151/0001-45 para 05.506.560/0001-36, O contra-cheque dos funcionários, o telefone, o endereço e sequer a agencia bancária Santander ag. 105 mudou (o que facilita escorregar dinheiro da conta da Fapesp para a conta da ONG NIC.br e já comprovado). Sequer houve licitação e os integrantes da ONG NIC.br são os mesmos que a do CGI.br, portanto a receita de internet foi desviado por resolução no DOU (01/2005 e 01/2006) para o bolso do Sr. Gadelha e a gang do CGI.br. A gang ainda isentou a Fapesp a não emitir Nota Fiscal e a não pagar impostos sobre R$ 250 milhões (clique aqui e aqui). No crime de concussão a pena é de reclusão, e vai de dois a oito anos. Há ainda a pena de multa, que é cumulativa com a de reclusão. (03/07/09)

O certo seria o atual ministro C&T dar um chute na traseira do Gadelha devido ao péssimo hábito dele de colecionar apartamentos no Rio, já está com 18, todos doados pelo CGI.br em troca das assinaturas do Gadelha nas resoluções frias no DOU
(01/2005 e 01/2006) o que permite o CGI.br através da ONG NIC.br (são os mesmos) embolsar cerca de R$ 320 mil por dia útil de mais de 1,5 milhões de internautas que são obrigados a pagar a taxa de extorsão de R$ 30,00 para poder usufruirem de um bem público chamado "domínio de internet". (03/07/09)

Ambos, Demi e Gadelha participaram pessoalmente da ação judicial em que a Justiça Federal concluiu que: "o CGI.br não é órgão, não foi criado por lei, não passa de um grupo de pessoas e não representa ninguém do governo" (clique aqui) e portanto as resoluções do CGI.br no DOU não passam de falcatruas visando o próprio bolso (clique aqui). A justiça já andou confiscando os passaportes do Gadelha e do Demi para evitar que fujam para as ilhas Caimans aonde parece que as comissões das importações de equipamentos para mais de 10 mil pesquisadores paulistas anuais já estão sendo depositados durante 5 anos em contas numeradas "demi+vogt" (clique aqui). (03/07/09)

Leilão irregulares de domínios de internet (processo de liberação)

Domingo 28/06/2009 às 15:00 bate o martelo do 11º leilão fraudulento NIC.br com 109 mil dominios (clique aqui). Tudo sem regras e o resultado do último leilão sequer publicado no DOU, mas manipulados pelos indiciados Gadelha, Demi, Glaser (aqui) e uma turma de "embolsadores" clique aqui, aqui e aqui. (23/06/09).

O CGI.br nem bateu o martelo do 11º leilão e já está trapaceando. A Abusando não conseguiu localizar alguns domínios como por exemplo: inseminacoes.com.br, investe.com.br, feijoes.com.br, milhas.com.br, conhaques.com.br, feijoadas.com.br, chopinho.com.br, algodoes.com.br (clique aqui). No 10º leilão teve 63 internautas que se candidataram nestes domínios mas TODOS foram trapaceados pelo Sr. Demi que em vez de incluir no 11º leilão simplesmente repassou um mês após o término do 10º leilão para o Sr. Benani Cubits. O motivo deste favorecimento é que o Sr. Cubits denunciou por e-mail em 07/05/2007 às 13:37 ao Ministério Público, Polícia Federal, e outros órgãos o esquema do Demi de mais de 100 empresas em endereços falsos. Veja aqui e aqui outras centenas de domínios repassados nos últimos leilões por baixo do pano para comprar o silêncio do Sr. Cubits. Veja aqui outras trapaças em leilões anteriores. (22/06/09) Alterado (25/06/09)

No 10º leilão de domínios como: metalurgia.com.br, expansao.com.br, acessar.com.br, folhados.com.br, programar.com.br, vivermelhor.com.br, degrau.com.br que apesar de terem mais de um concorrente foram repassados por semelhança com o nome empresarial. Acontece que o CGI.br é incompetente para julgar estas situações. Para conseguir uma falsa legalidade o Sr. Gadelha publicou no D.O.U. a resolução 01/2006
(clique aqui, aqui e assinatura aqui) que altera a juridicamente inexistente resolução 02/2005 (publicado somente em alguns jornais) que por sua vez segundo o CGI.br anula a 01/98 mas publicado no DOU. Quer dizer usaram o DOU para trapacear milhões de internautas. (22/06/09)

Mas isto não é nada: a Abusando descobriu 149 domínios como: remocoes.com.br, borrachas.com.br, esquadria.com.br, ambiental.com.br, love.com.br, espaco.com.br, autocarros.com.br, canecos.com.br, etc. que em vez de serem incluídos no 11º leilão foram transferidos para uma obscura lista de "participou em mais de 6 leilões", com base na mesma resolução falsa 01/2006 publicada no DOU e assinado pelo Gadelha. Quando abaixar a poeira é negociado às escondidas já que o Gadelha só cria a lista na falsa 01/2006 e não define o que é feito a seguir com o domínio a não ser "prazo indeterminado, para posterior deliberação" faltando o texto final "por debaixo do pano" (
aqui). (23/06/09)

Segue alguns domínios que para não serem mais expostos nos leilões de domínios foram transferidos para uma lista particular de "Domínio não disponível para registro por ter participado de mais de 6 (seis) processos de liberação consecutivos." (6 leilões) e a seguir liberados por algum motivo obscuro para terceiros: joinville.com.br em 23/04/2009, guarapari.com.br em 20/02/2009, apostila.com.br em 18/02/2009, apostilas.com.br em 15/04/2009 (clique aqui). Veja no www.registro.br qual o CNPJ, responsável, endereço e telefone das empresas proprietárias (o acesso aos dados completos é dificultado para evitar que internautas vasculhem as trapaças do CGI.br). Quanto será que o Demi e o Gadelha, que assinou a resolução 01/2006 no DOU, embolsaram na liberação por baixo do pano destes e de centenas de outros domínios? (clique aqui) (23/06/09)

Os domínios das listas: "reservados CG", "transferência para .edu.br", "mais de 6x", "próximo leilão" nunca são divulgadas, tudo acontece na calada da noite o que é uma atitude típica do CGI.br/NIC.br/Registro.br que sempre foi "transparência 0% e embolsamento 100%". As consultas da situação nos domínios são limitadas em somente 20 consultas Quer dizer no 11º leilão
dia 28/06/2009 às 15:00 com 109 mil domínios só permitem deixar pesquisar 0,02% e participar com 0,02% (20 domínios). (22/06/09)

Apesar de todas estas falcatruas no próximo domingo
dia 28/06/2009 às 15:00 bate o martelo do 11º leilão fraudulento NIC.br com 109 mil dominios (clique aqui) e cai mais "dindim" no bolso dos integrantes do CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) que conhecem todas as falcatruas descritas aqui conforme atestam nas atas notariais do site da Abusando em sete processos judiciais (aqui e aqui) mas nada fazem porque se beneficiam da ilegalidade do CGI.br e das resolucões ilegais (01/2005 e 01/2006) publicadas no DOU e portanto são coniventes. (23/06/09)

Ao acessar um banco o seu navegador é instruído pelo site para por questões de segurança não deixar log (rastros) na máquina. Ao efetuar a consulta da situação de domínios no registro.br ou simples visitas no site CGI.br ou NIC.br os rastros e informações coletadas também são apagados. São técnicas usados pelo CGI.br para trapacear os internautas mantendo-os sem provas. Esta técnica de apagar rastros e provas também é muito usado por ladrões. Veja outras trapaças do CERT.br (grupo do CGI.br especializado em grampo de parlamentares e juízes) que incentiva o NÂO uso de formulário de contato para poder conseguir bloquear os e-mails por SPAM (aqui) e também o bloqueio de navegadores anônimos como OperaTor conseguindo convencer até a Ouvidoria da Petrobrás (clique aqui) (26/06/09)


Um dos jornalistas da Abusando obteve a seguinte informação, ainda a confirmar, da Secretaria de Política de Informática no Ministério de Ciência e Tecnologia: “O Sr. Gadelha pretende segurar o Sr. Demi Getschko até a primeira semana de agosto de 2009 e a seguir pagar R$ 2,25 de seguro desemprego e dar um merecido chute na trase... dele” Esperamos que consiga porque o jornalista Heródoto falou em rede de TV Roda Viva no dia 13/04/09 que o Sr. Demi ia pular fora e até agora nada! (clique aqui) Até quando vamos ter que aguentar este crápula mentindo e embolsando? Por dia útil são R$ 320 mil no bolso do CGI.br, 2 dias são R$ 640 mil, 3 dias quase R$ 1 milhão. Segundo o Demi com os bolsos forrados: "se em 13 anos com o apoio de resoluções inexistentes e falsas no Diário Oficial da União D.O.U.,
a atividade de embolsar a extorsão de mais de 1 milhão de internautas (só porque usam um bem público chamado "domínio de internet") tem dado certo porque pular fora?" (19/06/09).

O Sr. Demi Getschko declarou em 09/06/09 que "O Comitê Gestor da Internet no Brasil, entidade criada para administrar recursos centrais de uma rede altamente descentralizada e colaborativa, data de maio de 1995." (aqui). Como sempre o Sr. Demi vive mentindo porque na ação judicial em que ele e Gadelha participaram pessoalmente a Justiça Federal concluiu que o CGI.br não passa de um "grupo de pessoas" e ainda são fora da lei (clique aqui). Dos cerca de R$ 400 milhões (clique aqui) de recursos arrecadados em 14 anos sobrou R$ 149 milhões apodrecendo a 4 anos na conta da Fapesp (aqui) e que agora devido a falta de interesse de outros estados e do próprio CGI.br, está sendo repassado a fundo perdido para universitários paulistas. (clique aqui) E o resto? Além do Demi investir em 9 mansões em SP e o Gadelha em 15 apartamentos no Rio, ambos alegando conformidade com o CNPJ da ONG NIC.br que diz "defesa dos direitos sociais, ligado à arte e à cultura" (clique aqui), não se sabe aonde foi parar o restante mas suspeita-se que tenha sido embolsado por estes aqui, aqui e aqui. (22/06/09)

No final do dia 29 de maio de 2009 o barbudo Demi Getschko e mais três do Comitê Gestor Internet do Brasil foram indiciados por dezenas de crimes inclusive a de enriquecimento ilícito: o Sr. Demi comprou em 3 anos 9 mansões em bairros nobres em São Paulo, o Sr. Augusto César Gadelha Vieira com o salário de executivo do Ministério de Ciência e Tecnologia comprou neste mesmo período 15 apartamentos no Rio, o laranja Sr. Harmut Richard Glaser virou o homem mais rico do Brasil porque emprestou seu CPF para receber mais de R$ 300 milhões em doações de R$ 30,00 / ano de mais de um milhão de internautas (os projetos da Fapesp só podem ser com pessoas físicas e nunca jurídicas) (aqui), a trapaceira da advogada Dr. Kelli OAB 193817/SP trocou uma plástica por domínios (aqui), o adv. Francisco de Assis Alves OAB 24545/SP também está envolvido, o Sr. Carlos Alberto Afonso (aqui) desviou milhões para a ONG RITS (aqui), os Srs. Mário Luis Teza e Gustavo Gindre Monteiro Soares tiveram que comprar calças novas com bolsos extra grandes e reforçados, além disto todos os outros do CGI.br também estão sendo averiguados. Outros na mira da justiça são os integrantes do CERT.br que na operação "klaus" grampearem os e-mails de parlamentares e juizes. O ex-presidente da Fapesp Carlos Vogt junto com o assessor do presidente da Fapesp o Sr. Demi Getschko por irregularidades na importação de equipamentos para 10 mil pesquisadores paulistas (aqui) e ainda a ONG Uniemp do Sr. Vogt por pagar computadores e salários para o Registro.br porque o mesmo estava sem dinheiro logo após ter sido expulso de dentro da Fapesp pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (aqui). O atual presidente de Fapesp em vez de devolver em dobro aos internautas os R$ 149 milhões, esconde as falcatruas do TCE-SP e não regulariza os impostos e ainda é conivente com a importação irregular de equipamentos para mais de 10 mil pesquisadores (
aqui). O CGI.br também ofereceu a extensão irregular ".jus.br" para a Justiça e ".b.br" para os bancos (banco tem dinheiro e o CGI.br adora dinheiro) A homologação sequer conseguiram publicar no Diário Oficial da União. (clique aqui) (15/06/09)

Mesmo assim os indiciados pretendem efetuar um novo leilão fraudulento de domínios no dia 28/06/2009 as 15:00. Lista completa com 109.297 domínios em www.registro.br, mas cada um só pode participar em 20 dominios (regras clique aqui e aqui). Sequer o resultado do leilão anterior e as regras foram publicados no DOU. Veja as trapaças nas dezenas de leilões irregulares de domínios já efetuadas pela ONG NIC.br após 04/12/05 e durante 10 anos antes pela Fapesp. (clique aqui). Os leilões irregulares e outras trapaças da Fapesp na época foram denunciados ao Ministério Público mas a FAPESP sequer respondeu, quem respondeu foi o Sr. Augusto César Gadelha Vieira (clique aqui) e que ainda mentiu ao MPF citando seis vezes o mesmo documento falso, a inexistente resolução 02/2005 (veja porque é falso, clique aqui) e ainda esqueceu do principal que era responder ao MPF sobre o "fraude milionário em leilão de domínios e outras maracutaias da Fapesp" (clique aqui). A Abusando suspeita que para cada mentira com assinatura o Sr. Gadelha do Ministério de Ciência e Tecnologia cobra um apartamento da ONG NIC.br / Registro.br. Como conseguiu em 3 anos 15 apartamentos no Rio falta descobrir as outras 14 mentiras. (15/06/09)

Outras duas mentiras com a assinatura do Sr. Gadelha é a Resolução 01/2005 publicado no DOU que faz referência ao falso 02/2005 e ainda delega um auto embolsamento no bolso do próprio CGI.br/NIC.br da receita de internet (clique aqui, aqui e assinatura aqui) e outra é a Resolução 01/2006 também publicado no DOU que altera a Resolução 02/2005 que sequer existe! (clique aqui, aqui e assinatura aqui). Se por muito menos do que isto paira sobre a ex-diretora da Anac uma prisão de 2 a 6 anos (
clique aqui) imagine para quem usa o próprio DOU para publicar resoluções falsas! Os beneficiados são todos os integrantes do CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) e que são os mesmos da ONG NIC.br / Registro.br. Como se suspeita que para cada mentira com assinatura o Sr. Gadelha funcionário do Ministério de Ciência e Tecnologia cobra um apartamento da ONG NIC.br / Registro.br sobram ainda 12 apartamentos = 12 mentiras a serem descobertos. (16/06/09)

O
Sr. Augusto César Gadelha Vieira participou presencialmente da ação judicial em que a Justiça Federal concluiu que: "o CGI.br não é órgão, não foi criado por lei, não passa de um grupo de pessoas e não representa ninguém do governo" (clique aqui, aqui e aqui). O Sr. Demi Getschko também participou presencialmente dia 24 de agosto de 2006 como preposto do CGI.br, portanto ambos não podem alegar desconhecimento que o CGI.br é considerado um fora da lei (não foi criado por lei) pela Justiça Federal. Aqui por exemplo o Sr. Gadelha mentiu aos Senadores ao chamar o CGI.br de órgão.
Mas o TSE trata o CGI.br como se fosse um órgão (clique aqui pag. 8), a mídia também (clique aqui e aqui) e na mesma ação judicial em que o Srs. Gadelha e Demi participaram pessoalmente alegaram na pág.34 que o CGI.br deve a sua existência jurídica graças a um comunicado do STF "reconhecendo, assim a representação legal desta entidade" (clique aqui). Veja outros comentários sobre a (i)legalidade do CGI.br (clique aqui) (17/06/09)

1
) Quase TODOS os e-mails brasileiros estão sendo grampeados pelo CGI.br (clique aqui) que além de terem uma extensa ficha criminal (clique aqui) ainda mentiram duas vezes ao Ministério Público (clique aqui) e outra para o Conselho Nacional de Justiça (clique aqui). 2) Assunto encaminhado a varios blogs e governos estaduais: "Grampo nos e-mails do governo" (clique aqui).


Novidades: Boleto Malicioso (clique aqui), Salários dos 56 empregados do Registro.br (clique aqui), CGI.br aplica golpe no mercado (aqui), Cobrança ilegal e arbitrária contra os provedores (aqui) Brasil não adere a Câmara Arbitral da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) (aqui) Onde estão os cerca de R$ 400 milhões da receita de 13 anos de internet? Só foi achado R$ 149 milhões esquecidos a quatro anos na conta da Fapesp (aqui) . Se você achar alguma montanha de dinheiro com algum integrante do CGI.br rondando de forma furtivo por perto, informe imediatamente a 7ª Delegacia de Polícia de Lapa, jurisdição Fapesp, (11) 3864 7445 R. Camilo, 317 SP/SP Inquérito 147206 - Processo 050060353642 (clique aqui e veja um dos depoimentos aqui). Testes e dicas para evitar grampo (aqui) CGI.br instala "spam miner" nos Servidores da Justiça (aqui) Demi Getschko falsifica biografia na Wikipedia" (aqui). CGI.br bloqueia o navegador OperaTor (aqui) Trapaças no "sunrise" (aqui).

"O conteúdo deste site parece estar de acordo com o direito constitucional de manifestação do pensamento" www.tj.sp.gov.br 583.00.2007.222626 21ª. Vara Cível - 20 integrantes do CGI (clique aqui) contra 3 da Abusando. (05/03/08).

  • Illicit enrichment by ICANN members in Brazil! (view)
  • Brazilian Internet Comitee is no more an impartial organ (view)
  • The real situation of Internet in Brazil: WCF und Safernet (view)
  • Icann Watch (view)
  • Internet in Brazil (view)
  • Spam in Brazil (view)

Ações e processos judiciais e policiais para consultas, atualizado em 18/03/2009 (clique aqui)

 

Será que Demi Getschko pretende em breve presidir a Associação Abusando? Será bem-vindo!

"Grampo em e-mails e sites visitados por Juízes" encaminhado em 30/03/2009 para cerca de 13 mil juízes da Anamages. "Os grampos telefônicos, que já foram tema de capa da revista Veja, agora se alastram pela internet e atingem os e-mails, atualmente o tipo de correspondência mais utilizada no mundo inteiro O INCONFIDENCIAL teve acesso a documentos que relatam com detalhes uma série de grampos ilegais que estão ocorrendo nos servidores da Justiça e particularmente com os próprios magistrados. Mas não são os únicos! Da forma como a Internet funciona hoje e com os indícios obtidos constatou-se que pessoas mal intencionadas conseguem rastrear qualquer e-mail no território nacional, incluindo os servidores da Justiça e se a origem for indesejável conseguem bloquear todos eles. Leia mais". (30/03/09)

"Em seu relatório de 2008, a International Transparency situa o Brasil em 80º lugar, com nota 3,5 sobre 10, no ranking da corrupção. Estamos nivelados com Burkina Faso, Marrocos, Arábia Saudita e Tailândia. Perdemos até para a Namíbia, Tunísia e Gana, países onde as práticas são consideradas mais corretas do que aqui. É constrangedor o que o mundo pensa de nós!" Veja mais em www.promotordejustica.blogspot.com/ (08/05/09)

"É preciso punir os crimes (de internet) imediatamente após constatados, diz (Demi Getschko) representante do Comitê Gestor da internet no Brasil." (clique aqui) Se isto fosse verdade todos os integrantes do CGI.br já estariam a anos vendo o sol nascer quadrado. Veja a extensa ficha criminal do próprio CGI.br (clique aqui) (25/05/09)

Trapaças no "Sunrise": Milhões de internautas aguardam ansiosamente o dia 27 de outubro de 2009, data de término do período "sunrise". entretanto TODOS ESTÃO SENDO ENGANADOS pelo Registro.br. A ONG NIC.br de propriedade do CGI.br já repassou milhares de domínios .net.br !!!!!. Você duvida? veja o dono e data de registro do msn.com.br e msn.net.br e do terra.com.br e o ticket de registro do terra.net.br. Detalhes clique aqui (10/06/09)

Exija do registro.br (são os mesmo que o CGI.br) a divulgação pública de todas as atas de reuniões e não resumos que não condizem com a verdade. Veja aqui , aqui e aqui na qual o CGI.br fala da vida pecaminosa do Dr. Brentani, mas esqueceu de falar sobre os R$ 149 milhões parados há 4 anos e discutido na reunião. Também não informa que a Fapesp já pagou R$ 130.678.581,00 (clique aqui) em mordomias e salários ao CGI.br . Além disto milhões de internautas estão ansiosos para ver quem assinou a ata de reunião
de 21 de outubro de 2005 na qual o CGI.br decidiu pela transferência do embolsamento através da Fapesp para a ONG NIC.br deles (clique aqui e aqui), mas segundo o próprio CGI.br a referida reunião nunca aconteceu (clique aqui) e portanto ninguém do CGI.br viu ou assinou algo! Foi tudo uma trapaça! Entretanto o CGI.br garante no Diário Oficial da União - D.O.U que a falsa reunião ocorreu (clique aqui e aqui) mas mesmo se tivesse ocorrido não teria validade porque o CGI.br é considerado fora da lei (clique aqui) (12/06/09)

Presidente da Fapesp abocanha novamente
na fria madrugada do sábado 06/06/2009 um total de R$ 2,25 (dois reais e vinte e cinco centavos) da conta bancária da empresa paranaense EBDI
, enquanto esta sentado durante 4 anos em cima de R$ 149 milhões extorquidos dos internautas (clique aqui). Segundo a EBDI deu uma média de R$ 0,225 por dedo e o embolsamento foi facilitado devida a baixa vigilância ocasionada pelo frio curitibano de 1º grau as 3:00 da manha. Os R$ 149 milhões a Fapesp para não pagar imposto contabilizou tudo como doação de anônimos lesando o erário; induziu mais de 1 milhão de internautas durante 10 anos ao crime de sonegação fiscal por não fornecer Nota Fiscal e ainda trapaceou o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo que proibiu a atividade de registro de domínios em 2002, mas continuou cobrando dos internautas até 04/12/2005. O TCE-SP não descobriu porque a Fapesp mudou o endereço físico da atividade de registro, mas não o CNPJ da cobrança. Pior que parece que o presidente da Fapesp anda envolvido na importação irregular de equipamentos de mais de 10 mil pesquisadores paulistas (clique aqui) e mesmo assim insiste em abocanhar R$ 2,25 da conta bancária de empresa paranaense. O Presidente ainda mantém 488 domínios retidos indevidamente da EBDI desde 2002 e ri a toa porque em 1998 a EBDI pagou cerca de R$ 40 mil em taxas de dominios, não recebeu Nota Fiscal e contabilizaram como doação de anônimo. Mas não foi só a EBDI, foi o Brasil inteiro que trapacearam da mesma forma. (10/06/09)




Fapesp desova R$ 149 milhões porque está com um abacaxi na mão "uma montanha de dinheiro que o Comitê Gestor Internet do Brasil CGI.br esqueceu na conta bancária da Fapesp". Apesar de deslocar um empregado da Fapesp para em uma reunião do CGI.br alerta-los sobre o dinheiro esquecido, não houve interesse do CGI.br em aplicar o dinheiro em inclusão digital nos estados. (clique aqui). O CGI.br já tinha recebido da Fapesp R$ 130.678.581,00 em salários e mordomias (clique aqui) e é tanto dinheiro que até deixaram os R$ 149 milhões de lado. A solução para desovar os R$ 149 milhões extorquidos dos internautas do Brasil inteiro foi simples: "R$ 120 mil a fundo perdido para paulistas que estejam cursando o ensino superior e tenham algum projeto. Se a Fapesp gostar do projeto e o internauta nunca ter falado mal da Fapesp/NIC.br/CGI.br ainda recebe após 6 meses um adicional de R$ 500 mil, também a fundo perdido" (clique aqui e palestra aqui). Mas tem que ser paulista, porque os internautas de outros estados só podem se vangloriar que fizeram milhões de "retribuições de R$ 30,00 por domínio por ano” contabilizado como doação de anônimos pela Fapesp (Fundação tem estas regalias) e agora desovados a fundo perdido para os universitários paulistas. Pelo jeito a Fapesp mentiu ao afirmar que "CGI.br possui um saldo de R$ 149 milhões do qual a FAPESP é a fiel depositária" (aqui) Se é do CGI.br porque repassar aos universitários paulistas? (12/06/09)

O CGI.br não informa mais a data da próxima reunião mensal. Parece que andam com medo de serem presos todos juntos bolando novas falcatruas. Em vez de discutir nas reuniões aonde aplicar os R$ 149 milhões que esqueceram a 4 anos na conta da Fapesp, (clique aqui e aqui) discutem novos métodos para embolsar mais (novas extensões de domínios sem sequer publicar no D.O.U.) e só investem junto com a Petrobrás na ONG Safernet porque o mesmo atua na intermediação de denúncias. Segundo relatório do CGI.br a ONG Safernet gostou tanto do dinheiro sujo da ONG NIC.br que pretende mudar da Bahia para morar nos escritórios da ONG NIC.br em São Paulo. (clique aqui e aqui) A Abusando até alertou a Ouvidoria da Petrobrás protocolo Nº 20445/2008 para não embarcar nesta canoa furada, mas o segundo e-mail da Abusando confirmando o assunto foi bloqueado por SPAM pela ONG NIC.br que controla os servidores de e-mail da Petrobrás através do TQMCube
(clique aqui) Se o CERT.br (grupo do NIC.br que cuida dos grampos) faz isto com a Justiça Brasileira (clique aqui), manipular os e-mails da Petrobrás é fichinha. A Petrobrás sequer imagina que com a simples consulta de "se a origem é um spanner" o CGI.br toma conhecimento da origem de TODOS os e-mails encaminhados para a Petrobras e inclusive pode bloquear o que achar conveniente. Mas não é só a Petrobras que caiu no conto do vigário do CERT.br, é todo o Brasil que está sendo grampeado. (04/06/09)

O navegador OperaTor, apesar de lento, realmente permite navegar de forma anônima porque usa outro IP
para navegar. Ao preencher um formulário em um blog ou site, mesmo sendo anônimo conseguem chegar ao autor através do IP de origem e horario de preenchimento o que não conseguem usando o OperaTor. O CERT.br (um grupo do CGI.br especializado em grampear parlamentares e juizes) vem incentivando aos sites e blogs de jornais a bloquearem a página do formulário se o navegador for o OperaTor e de preferência a NÃO usarem formulários de contato (clique aqui). Quer dizer "denuncia anônima" é conversa para boi dormir. Um exemplo típico é a Ouvidoria da Petrobras que insiste em identificar o IP de origem do denunciante bloqueando o navegador OperaTor (clique aqui) mas aceita o Firefox (aqui) e Explorer (aqui). No site a Ouvidoria sequer informa que o IP será mantido em sigilo. E se a ouvidoria repassar o IP ao denunciado e este resolver "deletar" o denunciante? A culpa é da Ouvidoria da Petrobras se o denunciante "anônimo" neste caso sumir da face da terra? (12/06/09) Alterado (25/06/09)

E-mail recebido pela Abusando em 03/05/09: (11/05/09)
>
> Olá pessoal da Abusando,
>
> Quero antes de tudo parabenizar a vocês por lutarem particamente
> sozinhos contra essa quadrilha do GCI.br/NIC.br/FAPESP que há
> tanto tempo controla como bem entende o registro de domínios
> e a manutenção dos endereços IP de todo o Brasil.
>
> Mas quero aproveitar também para fazer uma denúncia que talvez
> vocês não saibam: O Demi Getschko através da ONG NIC.br pretende
> implantar e legalizar uma afronta à privadidade sem limites do
> internauta Brasileiro ao vasculhar TODOS os e-mails circulando
> na Internet. Como ele pretende fazer isso? Através de um
> projeto chamado "Spam Miner" criado para uma tese de pós-doutorado
> de alguns estudantes da UFMG. Na prática esse sistema funciona
> utilizando-se de técnicas de data-mining: o tráfego de mensagens
> (e-mails) é interceptado e uma busca no corpo da mensagem é efetuado
> em busca de palavras-chaves que indicam se uma mensagem é ou não spam.
> Caso seja, a mensagem é enviada para um dos muitos "blackholes"
> (buracos-negros) existentes na Internet ou para a pasta de spam do
> provedor, ou é sistematicamente descartada.
>
> Em analogia, o que esse sistema pretende fazer é o seguinte: imagine
> uma pessoa que escreve uma carta e vai até a agência dos correios
> postar essa carta, mas o(a) atendente no balcão resolve abrir o
> envelope para verificar se a sua carta não viola nehuma lei, e só
> depois da verificação a sua carta é posta no envelope para finalmente
> seguir para o seu destino. Não é maravilhoso? É exatamente isso que
> o Comitê Gestor pretende fazer com o "nobre" motivo de exterminar o spam.
>
> O CGI.br quer supostamente acabar com o spam às custas da privacidade dos
> internautas Brasileiros. Não acreditam? Então olhem os links abaixo:
>
> http://www.ufmg.br/boletim/bol1647/ (clique aqui)
> http://www.ufmg.br/boletim/bol1647/4.shtml (clique aqui)
(11/05/09)

O CGI.br instalou o "spam miner" nos principais provedores e nos servidores de e-mail da Justiça! A Abusando abriu em 17/02/09 uma conta de e-mail abusando@bol.com.br e enviou 10 e-mails e TODOS sumiram. O e-mail da justiça voltou porque o servidor da Justiça vasculhou o conteúdo, localizou a palavra "abusando" e devolveu por SPAM (clique aqui), veja outro caso um pouco diferente com a polícia (clique aqui). Mas detalhes clique aqui. É o cúmulo, para um e-mail chegar na justiça no Brasil temos que pedir antes uma autorização ao CGI.br e vão responder que não pode conter palavras chulas como "demi getschko, abusando, etc." porque o bloqueio na Justiça será inevitavel como já aconteçeu. Estas palavras estão todas encriptadas no kit anti-spam (kit de grampo) instalado nos provedores. Denuncie ao Ministério Público caso o seu provedor tenha instalado o kit anti-spam da ONG NIC.br, porque todos os seus sites visitados, origem e destino de e-mails estão sendo grampeados (chamam de logados) e ainda podem ser bloqueados seletivamente. Testes para detectar e evitar o grampo
(clique aqui). Mas faça a denúncia por escrito porque os e-mails para a Justiça são travados (como aconteceu com a abusando clique aqui) pela ONG NIC.br que cuida da segurança dos provedores da Justiça segundo a Resolução 45/2007 do Conselho Nacional de Justiça (clique aqui e aqui). (25/05/09).

Veja também esta reportagem sobre o CGI.br que detonou a 9 anos atrás o legítimo Movimento Brasileiro de Combate ao SPAM (clique aqui) para ter o controle absoluto nesta área. (11/05/09).

Clique aqui e descubra porque o CERT incentiva o NÃO uso de formulário de contato. (25/06/09).

A técnica de bloqueio de e-mails de denúncias como se fosse SPAM o CGI.br já vem praticando há anos. Veja esta denúncia da Abusando sobre Censura na Internet em
11/09/2007 (clique aqui) (18/06/09)

Um sonho para qualquer grupo obscuro perpetuar fraudes é eliminar os e-mails que circulam com denúncias contra o grupo. Agora isto é possível graças a ONG NIC.br (clique aqui) e com o apoio irrestrito do CGI.br (são os mesmos).
(25/05/09)

Parece que a UFMG além do "spam miner" andou se envolvendo no servidor de busca "todo.br", baseado em Sotware Livre, que um brilhante professor da UFMG e integrante do CGI.br vendeu ao Google por cerca de R$ 50 milhões de reais (clique aqui e aqui) E o dinheiro? Sumiu como os outros cerca de R$ 400 milhões arrecadados pelo CGI.br. (11/05/09)

Alguns internautas vêm indagando se a Fapesp, ONG NIC.br e CGI.br estão acima da lei. A pergunta é difícil de responder, só sabemos que são muito mais espertos nos embolsamentos dos que participaram do maior assalto ao Banco Central em Fortaleza. (12/05/09)


O Comitê Gestor Internet do Brasil - CGI.br vive falando que tudo que consta neste site "são mentiras", entretanto a Associação Abusando criado legalmente em 2006 NUNCA tomou conhecimento de uma única ação judicial dos embolsadores do CGI.br, quer dizer, vale a regra: "quem cala consente". Entraram com sete ações mas contra integrantes da Associação Abusando (clique
aqui). Só faltou entrarem contra o porteiro do prédio. Em todas fizeram atas notariais deste site e portanto são TODOS coniventes das maracutaias aqui descritas e não podem alegar desconhecimento (08/05/09).

O jornalista Heródoto Barbeiro comentou no programa de TV Roda Viva de 13/04/09
(clique aqui) que o Sr. Demi Getschko queria pular fora. Mas parece que após 13 anos de embolsamentos ele não quer pular fora. Foi visto em 30/04/09 rondando parlamentares em Brasília provavelmente buscando apoio nos embolsamentos da receita de internet e no grampo da Internet Brasileira (clique aqui). Se autoproclama "pai da Internet" só porque participou da quinta conexão de internet em 1991 (clique
aqui e aqui), a primeira foi 3 anos antes em 1988 no Rio de Janeiro (clique aqui e aqui). Até quando seremos obrigados a agüentar a petulância e as mentiras de Ali Demi Babá e seus quarenta embolsadores? (08/05/09)

A ONG NIC.br vem incentivando muitos sites a não utilizarem formulários de contato. O motivo disto é simples: “não conseguem bisbilhotar e bloquear uma mensagem enviada através de um formulário”. Exemplo, para contatar um Senador através do site www.senado.gov.br o site do Senado somente oferece a opção por e-mail e desta forma ficamos a mercê do grampo e bloqueio nos e-mails feito pelo CGI.br/NIC.br no Brasil. Além disto em uma Lan-House ou na casa de algum amigo não podemos encaminhar um e-mail ao senado porque o programa de e-mail na máquina usada esta configurado de outra forma. Para resolver basta o webmaster do site do Senado copiar o excelente formulário da Câmara e esquecer as balelas do CERT.br. Mas outros como transparencia.org.br, polibiobraga.com.br, Governo Estadual de Santa Catarina, Assembleia Legislativa SP, etc. também não têm formulários e portanto nestes o CGI.br tem controle completo sobre de quem recebem
e-mails e ainda podem boquear alegando SPAM. (06/05/09)

Atenção: Boleto Malicioso – A Abusando descobriu estupefato que a ONG NIC.br (registro.br) emite anualmente cerca de 1,6 milhões de boletos falsos de R$ 30,00 com base na resolução 02/2005 que não existe, sequer foi criado por lei ou passou pelo congresso! Além disto ainda cobram até R$ 59.400,00 dos provedores porque estão usando IPs (um número) (clique aqui). Tudo é emitido por uma ONG que atua na área de "embolsamento, cultura e arte", nada a ver com internet (CNPJ na Receita clique aqui). A técnica para obrigar milhões a pagarem os boletos anualmente é simples: “quem pagar adiantado pode usufruir por um ano de um bem público chamado domínio”. E o dinheiro aonde vai? Parece que escorrega a 13 anos nos largos bolsos dos integrantes do CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) e que são os mesmos que o NIC.br. (25/05/09)

Conclusão da Justiça Federal sobre o decreto que cria o CGI.br: "Nosso ordenamento jurídico não recepcionou as atividades descritas no Decreto nº 4.829/2003 como serviços públicos, mas sim como atividade econômica, ou seja, serviços privados especialmente destinados à exploração da iniciativa privada, porém de interesse coletivo" (clique aqui), entretanto a Fapesp durante 10 anos não emitiu nota fiscal e não pagou impostos sobre cerca de R$ 300 milhões alegando que o CGI.br definiu como "serviço de caráter público". (clique aqui). A técnica foi muito simples: contabilizaram tudo como doação de anônimo (Fundação tem esta regalia) para o projeto do Harmut Richard Glaser. Veja a conclusão de Procurador "Ocorre que toda a estrutura e a infra-estrutura montadas a partir do Comitê Gestor Internet do Brasil padecem de uma grave insuficiência jurídica. Com efeito, a portaria interministerial em questão não possui lastro ou fundamento legal" e "decreto presidencial que viabiliza a inovação da ordem jurídica à margem da lei" (clique aqui) (25/05/09)

Quanto o Demi Getschko ganha? Um dos jornalistas da Abusando teve acesso a lista de salários dos 56 empregados da ONG NIC.br que atua na área de "embolsamento, cultura e arte", nada a ver com internet (clique aqui). Com um salário maior do que o Presidente da República o Sr. Demi Getschko embolsa R$ 27.762,83 (lista completa mais abaixo) como Diretor Presidente da ONG NIC.br (clique aqui) e que na “... assembléia geral é sempre idêntica à composição do CGI.br, é o braço operacional do CGI.br..” (clique aqui,
aqui e Art. 6º do estatuto aqui) mas o salário dele contraria o Art. 9º do Decreto Nº. 4.829/3 (clique aqui) que diz: "A participação no CGI.br é considerada como de relevante interesse público e não ensejará qualquer espécie de remuneração ". (05/05/09)

O certo seria o Sr. Demi devolver cerca de 13 anos de salários porque trapaceou o Art. 9º do decreto (assinado pelo Presidente da República) (clique aqui) ao através do CGI.br delegar, sem força de lei (clique aqui), ao NIC.br (deles mesmo) o embolsamento da receita de internet, que por sua vez paga o Notório integrante do CGI.br (ele mesmo) (clique aqui, aqui e aqui). Antes de 05/12/05 o CGI.br que não foi criado por lei (clique aqui) delegou o embolsamento para a Fapesp só porque o assessor do presidente da Fapesp era o próprio Demi Getschko (clique aqui). (05/05/09)

Outros polpudos salários são as da dupla Klaus e Cristine do CERT (Centro de Espionagem e Retenção de Tráfego do CGI.br) responsável pelos grampos e bloqueios nos e-mails dos Juízes, Parlamentares, da Justiça e de toda a internet Brasileira (clique aqui) além instalar um sistema de obtenção de senhas da Caixa Econômica em maquina de integrante da Abusando (clique aqui) com o claro objetivo de tentar incriminar indevidamente a Abusando. Para compensar as altas chances de serem presos por manipularem indevidamente servidores de e-mails da Justiça, do Governo, dos Parlamentares, dos provedores etc, os salários são acima de R$ 11 mil só do NIC.br sem contar o que parece que recebem da Fapesp. (05/05/09)

Do total de cerca de R$ 8 milhões / mês (extorquidos de cerca de 1,6 milhões de internautas) gastam míseros R$ 286.470,33 em salários mensais. O restante cerca de R$ 7.713.529,67 some todo mês. (05/05/09)

Veja os 23 marajás que ganham acima de 4 mil reais por mês do NIC.br (a lista de salários é parcial porque parece que pelo menos a metade ganha salários duplos, ganham outro polpudo salário da Fapesp entre 10 a 15 mil). Segue somente as do NIC.br: Demi Getschko: R$ 27.762,83, Frederico Augusto De Carvalho Neves: R$ 22.127,48, Milton Kaoru Kashiwakura: R$ 21.260,37, Oripide Cilento Filho: R$ 11.532,58, Klaus Steding Jessen: R$ 11.352,51, Cristine Hoepers: R$ 11.352,51, Hugo Koji Kobayashi: R$ 9.546,41, Antonio Marcos Moreiras: R$ 7.871,04, Luiz Eduardo Roncato Cordeiro: R$ 7.961,04, Miriam Von Zuben Da Costa: R$ 7.218,57, Marcelo Henrique Peixoto Caetano Chaves: R$ 7.328,57, Newton Vagner Diniz: R$ 7.010,00, Maria De Lourdes Bandeira P De Carvalho: R$ 6.531,74, Kelli Priscila Angelini: R$ 6.441,74, Mariana Reis Balboni: R$ 6.531,74, Aritana Pinheiro Falconi: R$ 5.597,87, Fabricio Raupp Tamusiunas: R$ 5.443,87, Eduardo Sztokbant: R$ 5.444,86, David Robert Camargo De Campos: R$ 5.444,86, Caroline Ferreira Davo: R$ 4.733,15, Juliano Cappi: R$ 4.723,15, Reinaldo Ferraz Da Silva: R$ 4.531,23, Elena Mitie Fujii: R$ 4.326,76. (05/05/09).

Outros 33 empregados da ONG NIC.br: Marcelo Gardini Do Amaral: R$ 3.759,93, Vera Maria Braz: R$ 3.436,06, Cleber Martim De Alexandre: R$ 3.127,23, Paula Liebert Cunha: R$ 3.137,93, Wilson Rogerio Lopes: R$ 3.137,53, Rafael Dantas Justo: R$ 2.861,99, Cesar Henrique Keiti Kuroiwa: R$ 2.861,99, Beatriz Spinelli Iossi: R$ 2.723,42, Caio Jorge Rodrigues Gilberto: R$ 2.422,52, Renasuli Damiao Guarnetti: R$ 2.473,52, Renan Marcelino Alves: R$ 2.321,59, Antonio Galvao Rezende Filho: R$ 2.321,59, Daniel Augusto Do Amaral: R$ 2.321,59, Brenno Jose De Oliveira: R$ 2.321,59, Everton Teles Rodrigues: R$ 2.254,68, Aline Andrade Kellner: R$ 2.254,68, Cesar Linhares Rosa: R$ 2.168,14, Alexandre De Grammont Redondo: R$ 2.152,57, Marcelo Rodrigues: R$ 2.172,57, Vanessa Marques Rangel Dezan: R$ 2.172,57, Danillo Antonio Roncoleta: R$ 1.980,89, Raquel Plec Manao: R$ 1.892,82, Renata Strack Salomao: R$ 1.892,82, Cristiano Dias: R$ 1.659,27, Hugo Leonardo Pontes Costa: R$ 1.659,27, Jussara Da Costa Campos: R$ 1.659,27, Tiago Bispo Dos Santos: R$ 1.659,27, Ana Victoria De Oliveira Tivelli: R$ 1.639,27, Marcelo Oliveira Prota: R$ 1.639,27, Fabiana Araujo Da Silva: R$ 1.565,24, Thomas Willert: R$ 1.585,24, Patricia Cristina Da Silva Pereira: R$ 1.330,87, Fabiana Ferraz: R$ 1.330,87 (05/05/09)

A lista de salários é parcial porque parece que pelo menos a metade ganha salários duplos com outro da Fapesp entre 5 a 15 mil e ainda o Sr. Demi tem a mania de manter um salário baixo mas com adicional entre uns 2 a 10 mil em gratificação, bonificação etc. Desta forma pode cortar o adicional quando quiser e tem todos do NIC.br na mão. Para futuras consultas da lista de salários clique em "arquivo" "salvar como" e escolha o diretorio na sua maquina. (06/05/09)

Comitê Gestor Internet do Brasil - CGI.br aplica golpe no mercado
ao liberar domínios .net.br e dando preferência para amigos do CGI.br que já tem entre 5 a 8 mil domínios genéricos ".com.br" obtidos através de leilões irregulares (regras clique aqui e aqui). Pior ainda é que entre o bolso do CGI.br e o Diário Oficial da União D.O.U. que proibe a comercialização do ".net.br, .tv.br, .taxi.br, radio.br, .teo.br, .b.br, .jus.br" (clique aqui, aqui e aqui) prevaleceu o adicional de cerca de R$ 5 milhões / ano para o bolso dos integrantes do CGI.br que são os mesmos que o NIC.br. O Brasil inteiro segue as resoluções no DOU, menos o CGI.br. Mais detalhes clique aqui. (23/04/09) alterado (05/05/09)


Declaração do Notório Saber do CGI.br aos integrantes do CGI.br "O registro de domínios não é regido pelas leis deste país. Nós fazemos o que bem entendemos e se não concordam que registrem seus dominios fora do Brasil. Aqui nós somos a lei. Não necessitamos publicar nada no DOU porque somos uma ONG particular. E por este motivo que a partir de agora vamos trabalhar com mediação. Não queremos depender da nossa justiça". (clique aqui). Tudo isto é um absurdo porque Mediação Arbitral só vale se os dois lados aceitarem. No Diário Oficial da União D.O.U. garantem que o ".net.br" é exclusivo para empresas que atuam com internet clique aqui e também no site do CGI.br aqui, mas para poder embolsar mais trapaceiam suas próprias regras publicados no DOU clique aqui). Mais detalhes clique aqui. Mas isto não é nada, veja este comunicado do CGI.br debochando das leis brasileiras e do "péssimo nível intelectual e ético de boa parte do senado" (clique aqui). (30/03/09)

O Brasil não adere a Câmara Arbitral da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) o que "dificulta muito as disputas por domínios ‘.com.br’", concorda o advogado Alvaro Loureiro, do escritório Dannemann Siemsen."Quando um país adere à Câmara, ele pode escolher as suas próprias regras. E é isso que o Brasil deveria fazer", complementa o advogado Rodrigo Azevedo. No Brasil "As empresas só têm a opção de recorrer à Justiça ou pagar um resgate pelo sequestro do seu domínio", diz o advogado Álvaro Oliveira, que também é árbitro do comitê da OMPI (clique aqui original aqui), mas contrariando a todos o Embolsador Demi Getschko alega que "só brasileiros podem fazer o registro "do .br", não há necessidade de aderir a uma Câmara em Genebra. A Justiça brasileira é responsável para isso", e com a ONG NIC.br
que segundo a Receita Federal atua nas atividades de "defesa de direitos sociais, ligados à cultura e à arte" (clique aqui) que nada tem a ver com internet mas segundo o Embolsador o orgão (NIC.br) "pretende criar uma Câmara Arbitral para os registros ".net.br"" (clique aqui), contrariando até o D.O.U. (clique aqui) que os empresários do CGI.br não conseguem mudar. Enquanto isto o CGI.br implanta a notícia de outra forma na mídia e ainda mente descaradamente ao afirmar que "O Comitê Gestor da Internet (CGI.br), órgão governamental responsável por coordenar os domínios ".br" na internet," ignorando que a Justiça Federal concluiu que o CGI.br não é orgão governamental, não representa ninguém do governo, não existe juridicamente e sequer foi criado por lei (clique aqui). Até a OAB -RJ repetiu a notícia falsificada (clique aqui) enquanto isto veja as trapaças do CGI.br no Rio (clique aqui) . (29/04/09)

Pior que no Brasil o maior trapaceiro em domínios é o próprio NIC.br que liberou centenas de dominios genéricos ao Sr. Benani Cubits só porque denunciou ao Ministério Público as trapaças da ONG NIC.br (clique aqui e aqui), efetuou dezenas de leilões irregulares de domínios (
clique aqui e aqui) e o mais estranho é uma clínica de estética que está lotado de dominios na área plástica e prótese e suspeita-se que a trapaceira da advogada Dr. Kelli (OAB 193817/SP), tenha trocada uma plástica por um monte de domínios genéricos. (clique aqui). Para continuar trapaceando, longe da Justiça, ainda querem manipular Câmaras Arbitrais. (29/04/09)


Pobre não pode registrar domínios no Brasil porque segundo o CGI.br deve "Ter condições financeiras para arcar com os pagamentos, custas, despesas e ressarcimentos decorrentes deste CONTRATO;" (clique aqui) totalizando R$ 30,00 ao ano. Enquanto que na Argentina o registro é de graça (clique aqui) porque por lá não existe um CGI.br que só se preocupou em embolsar cerca de R$ 400 milhões (clique aqui) (17/04/09)

Outra trapaça do CGI.br é que no contrato de aceitação obrigatória (clique aqui) diz que "O REGISTRO seguirá sempre as normas emanadas pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, especialmente a Resolução CG nº 002/05 e seu Anexo I.", só que a Resolução 02/2005 não existe no D.O.U. e o CGI.br sequer foi criado por lei. O curioso é que o Registro.br é o NIC.br
que no Art. 6º do estatuto (clique aqui) afirma que é composto pelo CGI.br portanto o CGI.br define os valores e o mesmo CGI.br embolsa os valores como NIC.br tudo com base em uma resoluçao falsa 02/2005. (17/04/09)

Demi Getschko falsifica a biografia de Demi Getschko na Wikipedia. Veja como estava em 1 de maio de 2009 no http://pt.wikipedia.org/wiki/Demi_Getschko (clique aqui). Aonde diz: “Foi um dos responsáveis pela QUINTA conexão TCP/IP brasileira, em 1991” falsificou para “Foi um dos responsáveis pela PRIMEIRA conexão TCP/IP brasileira, em 1991”. Retirou a parte aonde diz “A PRIMEIRA conexao de internet ocorreu 3 anos antes, em setembro de 1988 no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) do CNPq, no Rio de Janeiro, que consegue acesso à Bitnet estabelecida com a Universidade de Maryland a uma taxa de transmissão de 9600 bits”. (veja a realidade em www.comunicacao.pro.br). Também retirou esta parte: “ocupando o cargo de Notório Saber em Internet no CGI.br desde 2003, e Assessor da Presidência da Fapesp até o Registro.br ser definitivamente expulso de dentro da Fapesp pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo em 2005,” e sobre a ONG NIC.br "que conforme o CNPJ na Receita Federal atua na defesa de direitos sociais, ligado à cultura e à arte (de embolsar) e não tem nada ver com internet ou tecnologia” (clique aqui) Por último eliminou o link mais importante: Perfil de Demi Getschko na www.ABUSANDO.info que apontava ao site www.abusando.info. As falsificações foram feitas em 13/05/09 às 17:53 pelo Embolsador Everton da CasaBrasil.gov.br (clique aqui) e também do CGI.br (aqui) a pedido do Notório chefão de Trieste o El Capo Demi Getschko. Contribua você também com a biografia do Sr. Demi
O Embolsador Everton parece que também está envolvido nas transferências ilegais das cidades gaúchas "bage.com.br, gravatai.com.br e caxiasdosul.com.br" para um grupo paulista controlar. (clique aqui) (15/05/09)

O Sr. Demi pelo simples fato de ter assistido a quinta conexão internet (clique aqui) o pode ser considerado o “Pai da Internet no Brasil”. Se fosse assim a zeladora que com certeza também assistiu a quinta conexão e ainda realmente trabalhou no projeto zelando pela limpeza terá que ser considerada a “Mãe da Internet no Brasil”. (25/05/09)

O CERT.br (Centro de Espionagem do CGI.br) bloqueou em 13/04/09 dezenas de e-mails do www.3reais.com sempre alegando SPAM, assim como vem sumindo com e-mails de centenas de empresas hospedados no mesmo site. Mas nada melhor do que um dia após o outro. (14/04/09)

Diz um ditado popular que “os ratos são os primeiros a pularem fora do navio que está afundando”. É o que está acontecendo com o Notório Rato do CGI.br que declarou em 13/04/09 na TV Cultura (clique aqui e aqui) que está pulando fora e ainda recomendou os outros ratos do CGI.br a pularem fora. O motivo disto é que andaram grampeando até os e-mails de juizes, mentiram ao Conselho Nacional de Justiça (clique aqui) ao MPF
(clique aqui) e ainda grampearam TODA a internet Brasileira (clique aqui). O assunto foi encaminhado a cerca de 13 mil juizes e agora estão com medo (clique aqui). Chamar o CGI.br de “ratos embolsadores” não é tão grave, o CGI.br entrou com ação judicial em 2005 e a Justiça Federal logo percebeu que sequer existiam e cancelou a ação do CGI.br. (clique aqui). Um português de bolsos grandes do CGI.br chamou no blog do Roda Viva um integrante da Abusando de “energúmeno” mas agora até ele foi convidado a pular fora do CGI.br porque o CGI.br virou uma ratoeira capaz de matar ratos. (14/04/09)

O Sr. Energúmeno Tavares representante dos provedores no CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) adorou e aprovou imediatamente a ilegal taxa de IPs (clique aqui) cobrado dos provedores. Devido à rapidez suspeita-se que algo deve estar escorregando no bolso dele (clique aqui). Na realidade o Sr. Notório do CGI.br (aqui) e o Sr. Energúmeno formam um par perfeito no estilo "barbudos trocando figurinhas". Primeiro o Sr. Notório coloca o Sr. Energúmeno como representante dos provedores no CGI.br de propriedade do Sr. Notório (clique aqui) e agradecendo o Sr. Energúmeno coloca o Sr. Notório no Conselho Consultivo Superior da Abranet (Associação de Provedores) de propriedade do Sr. Energúmeno (clique aqui). Segundo um ditado popular: "Uma mão lava a outra e as duas depenam uma nota preta de cerca de quinhentos provedores e de quebra R$ 30,00 sobre 1,6 milhões de domínios". O Sr. Energúmeno deveria explicar publicamente porque aprovou uma cobrança ilegal e arbitrária contra os provedores (clique aqui e aqui). Mais detalhes da sórdida trapaça contra os provedores (clique aqui). (29/04/09)

TV Cultura e Internet Segura: Fernando Almeida, vice-presidente da Fundação Padre Anchieta, fala da importância da parceria entre a instituição e o Ministério Público, em busca de uma internet mais segura” (clique aqui). Entretanto a própria TV Cultura FALSIFICA informações em blog do programa Roda Viva do Sr. Demi Getschko” ao trocar textos como "quem fazia as resoluções se o CGI não tem força de lei" por "Sr. Demi, parabéns!", (clique aqui). Como pode a TV Cultura alegar que busca uma internet mais segura se falsifica informações em blogs? (17/04/09)

O jornalista Heródoto Barbeiro esqueceu no Roda Viva (clique aqui e aqui) de perguntas cruciais como: Porque a internet brasileira está toda grampeada? Porque R$ 149 milhões continuam por quatro anos parados na Fapesp? Porque o Google pagou R$ 50 milhões a integrante do CGI.br/NIC.br? O que foi feito com a receita de internet, durante 13 anos, algo em torno de R$ 400 milhões? etc. Só houve perguntas pífias, até parece que o programa Roda Viva foi comprado pela Fapesp com os juros dos R$ 149 milhões extorquido dos internautas que anda parado por quatro anos na Fapesp. Outros R$ 130.678.581,00 foram gastos em salários e mordomias para os ratos do CGI.br (14/04/09).

O Sr. Demi Getschko, assessor do presidente da Fapesp (clique aqui), ainda mentiu no programa ao afirmar que fez a primeira conexão de internet em 1991 na Fapesp (clique aqui) mas que na realidade foi em 1988 no Rio (clique aqui) (14/04/09)

O CGI.br vive fazendo reuniões fúteis para ver se consegue arrancar e embolsar mais algum dinheiro dos internautas. O estranho é que até a Estela Waksberg Guerrini do Instituto de Defesa do Consumidor - IDEC e Eduardo Parajo da ABRANET vem participando. (clique aqui). A Abusando espera que tenham indagado aonde foram os cerca de R$ 400 milhões que sumiram (clique aqui), sobre o grampo na internet brasileira, etc (ficha criminal do CGI.br clique aqui). (25/05/09)

O presidente da FAPESP esta desesperado. Segundo a EBDI, o presidente abocanhou em 19/03/09 um valor astronômico de R$ 13,50 da conta bancaria da EBDI em plena luz do dia, lá pelas 4 da tarde (média de R$ 1,35 por dedo). Incrível! O presidente está sentado durante quatro anos em cima de R$ 149 milhões extorquidos dos internauta, sem emitir NF, sem pagar impostos e escondendo do TCE-SP e ainda sobra tempo para ficar de olho nos trocos da empresa paranaense EBDI. (clique aqui). Suspeita-se que ainda esteja conivente com as importações irregulares de equipamentos para cerca de 10 mil pesquisadores paulistas (clique aqui). (20/03/09)


Conforme anuncio em 27/03/2009 (clique aqui) o Comitê Gestor decidiu pelo”.net.br" genérico, contrariando as suas próprias regras publicadas no D.O.U. (clique aqui) e na falsa resolução 02/2005 (clique aqui). O assunto sequer foi discutido em alguma reunião do CGI de 2009 ou 2008 (clique aqui e aqui). portanto ninguém viu ou assinou algo. Falsificaram até a resolução pública particular do CGI.br, que não tem validade jurídica nenhuma, de 28/11/2008 (clique aqui) acrescentando o ".net.br" de 27/03/2009 mas deixaram a data de 28/11/2008. Foi algo semelhante ao que aconteceu na reunião de 21 de outubro de 2005 na qual o CGI.br decidiu pela transferência do embolsamento através da Fapesp para a ONG NIC.br (clique aqui e aqui) mas a referida reunião nunca aconteceu (clique aqui) e portanto ninguém do CGI.br viu ou assinou algo! (30/03/09)

O www.CERT.br (Centro de Espionagem e Retenção de Tráfego)
mantido pelos empresários do CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) parece ser um grupo ilegal de hackers que atuam nos limites da legalidade. Nos últimos meses com a operação “Klaus” o grupo mantém um Servidor Espelho do Anti-Spam TQMCube no Brasil e que recebe consulta de TODOS os e-mails recebidos no Brasil para verificar a origem se é ou não um “spanner” e todos os sites visitados para ver se contém ou não vírus. Com esta centralização o CERT têm acesso à origem e destino de TODOS os e-mails brasileiros, assim como TODAS as páginas WEB acessadas. e podem bloquear o e-mail que quiserem alegando SPAM ou inibir a visita a determinados sites alegando “site com vírus”. Como tudo está sendo grampeado (chamam de logado) sabem inclusive quais sites os juízes acessaram nos últimos meses em suas residências. (detalhes clique aqui) (02/04/09)

A operação “Klaus” também vem eliminando centenas de e-mails de empresas hospedadas no www.3reais.com. A técnica é simples o CERT cadastra provedores como LocaWeb, Brasil Telecom, Terra e outros como “spanner” no site Anti-Spam UCE Protect (clique aqui) o que vem ocasionado “sumiço de e-mails”. Tudo acontece no exterior e inclusive o TQMCube.com que fica na Geórgia / USA mas encontra-se descontinuado. Não é a toa que existem cerca de 50 centros de Anti-spam no mundo e nenhum no Brasil. Todos ficam longe ao alcance das leis Brasileiras e desta forma o CGI.br pode manipular a vontade a internet no Brasil.
Para conseguir isto o CGI.br teve que acabar com o Movimento Brasileiro de Combate ao SPAM (clique aqui) (02/04/09)

Mas quem é o CERT? É somente uma sigla, não existe juridicamente e ninguém é responsável (clique aqui), mas que sugere a segurança na internet em TODOS os servidores dos governos estaduais junto com a ONG NIC.br que controla a segurança nos servidores da Justiça (clique aqui) e ainda instalou pacotes Anti-spam em todos os Provedores. O CERT inclusive é suspeito de instalar um programa de captação de senhas do banco Caixa Econômica em máquina de integrante da Abusando. (clique aqui) (02/04/09)

Suspeita-se que os mentores do Pacote Anti-spam (que deveria se chamar Pacote de Grampo da Internet) instalado no governo, na Justiça em todos os provedores tenha sido orquestrado em 2005 por um grupo de especialistas na área (clique aqui). (02/04/09)

Estranho porque a Juz Navigandi tirou do ar o seguinte: "A Internet Brasileira esta sendo grampeada - Direito e Informática ...Detalhes sobre os métodos usados estao em www.abusando.info. O que temos que fazer para evitar isto? PermalinkMensagem inadequadaMensagem inadequada ... forum.jus.uol.com.br/133203/a-internet-brasileira-esta-sendo-grampeada/ - 25k -" (20/05/09)

Inédito. NIC.br perde ação judicial (clique aqui). Das 7 ações já perderam 5 (clique aqui)
As duas que sobraram correm em SP no endereço da mãe de um dos integrantes da Abusando e não no Paraná. É o cúmulo Oficiais de Justiça ficarem cercando uma pessoa idosa de 86 anos. Se demorar 1 mês os integrantes do CGI.br que são os mesmos do NIC.br embolsam R$ 8 milhões, 2 meses R$ 16 milhões e se levar 2 anos melhor ainda... Mas por que não entraram contra a Abusando que já existe desde 2006?


Descoberto grampo nos e-mails e sites visitados no Brasil (clique aqui) <-- NOVO
Resumo das possíveis falcatruas
do CGI.br/ONG NIC.br/Fapesp.br
(clique aqui) <--
Fapesp coloca a mão na conta bancária
da empresa paranaense EBDI.
(clique aqui) <--
Polícia Federal investiga integrantes do CERT envolvidos na "operação Klaus" aqui (29/04/09)
CGI.br reconhece que a resolução 02/2005 é falsa! (clique aqui) (18/02/09)
Doação de R$ 149 milhões
para a Reconstrução de Santa Catarina
(clique aqui) (01/12/08)
ONG NIC.br mente nos processos judiciais
(clique aqui)
Lista com 25 suspeitas de falcatruas do CGI.br
(clique aqui)
Leilao 100.000 dominios,
domingo 02/11/2008 (clique aqui) (23/10/08)
R$ 162 milhões para Inclusão Digital nos Estados
(clique aqui)
Carta aberta aos parlamentares (clique aqui) <-- NOVO (30/09/08)
Lista negra da Abusando das empresas que mantém lista cinza (clique aqui) (01/10/08)
Direito de resposta da Abusando da difamação do CGI.br. (clique aqui) (04/10/08)
Denúncia encaminhado para Procuradoria da República no Rio de Janeiro (clique aqui) (07/10/08)
CGI.br de olho no lucro dos provedores (clique aqui)
Declaração do presidente - Carta aberta ABUSANDO (clique aqui) (20/08/08)
ABUSANDO ganha caso contra o Yahoo e RSA nos Estados Unidos (clique aqui)


Enquanto os parlamentares estão ocupados com o CPI dos grampos telefônicos parece que o CGI.br grampeia e bisbilhoteia os e-mails dos parlamentares (clique aqui e aqui)


A Associação Abusando compra o dominio interjuris.com.br do Sr. Jose Carlos. O domínio estava vago em 17/12/2008 e foi registrado pelo Sr. José Carlos que mostrou inclusive a Nota Fiscal emitida pela ONG NIC.br. O contrato de venda foi registrado em cartório e apesar do valor pago ter sido um pouco salgado o investimento compensou. (20/12/2008)

Inédito: as trapaças do CGI.br nos últimos três leilões de domínios e conheça também as falcatruas que o CGI.br vem fazendo com domínios como televisoes.com.br, coreldraw.com.br, wordpress.com.br, hongkong.com.br, minhaempresa.com.br e dezenas de outros (clique aqui) (06/02/09)


CGI.br vem grampeando sistematicamente os e-mails da Abusando. Foi até criado um arquivo escondido indexgrave1.html no site da Abusando com propósito único para este fim e informado por e-mail a quatro pessoas conhecidas. Logo a seguir, no dia 12/02/09 o Registro.br acessou este link escondido três vezes! Uma vez da maquina 3.138.net.registro.br e duas vezes da maquina 5.21.net.registro.br. O grampo na internet é extremamente fácil para o Grupo de Trabalho em Segurança GTS do CGI.br aplicá-lo. Basta duplicar os dados em algum ponto na rede de internet e encaminhar pela própria internet para a GTS bisbilhotar os E-mails, MSN e até voz sobre IP de qualquer brasileiro. (13/02/09)

Abusando informa:

 

Dúvidas na Internet podem ser esclarecidos por um "Notório Saber em Internet" (clique aqui) de segunda à sexta-feira das 08:00h às 17:00h. no telefone (0xx11) 5509-3500.


CGI.br reconhece que a resolução 02/2005 é falsa! O Comitê Gestor Internet do Brasil informou em 2009, após três anos de engodo que a inexistente resolução 02/2005 (clique aqui) foi trocado por uma RPI - Resolução Pública Ilegal (clique aqui) escrita pelos empresários do CGI.br. Segundo a Justiça Federal o CGI.br não foi criado por lei, não é órgão e não representa o governo, clique aqui). O problema aconteceu porque diversos juízes estavam norteando as suas conclusões baseados na falsa resolução 02/2005 (clique aqui, aqui, aqui) o que poderia tornar ineficaz as sentenças judiciais. Mas porque NÃO cancelaram a resolução 01/2005 que faz referencia ao falso 02/2005? Simples: o Art. 4º da Resolução 01/2005 (clique aqui) garante o embolsamento a título de gastos de cerca de R$ 8 milhões por mês aos integrantes do NIC.br e CGI.br que são os mesmos conforme o Art. 6º do estatuto da ONG NIC.br (clique aqui) e ainda contrariando o Art. 9º do Decreto Nº. 4.829/3 que diz: "O CGI.br não ensejará qualquer espécie de remuneração" (clique aqui).

Nos últimos 13 anos os integrantes do CGI.br (clique aqui, aqui e aqui)
que são os mesmos que o NIC.br (um define as regras e o valor e outro arrecada) já embolsaram algo em torno de R$ 400 milhões e é mais do que três vezes ao assalto ao Banco do Brasil em Fortaleza. O dinheiro "sumido" pelos integrantes do CGI é tanto que na pressa até esqueceram a quatro anos atrás R$ 149 milhões na conta da FAPESP. Teve que a FAPESP em 08/08/08 alertar o CGI que esqueceram alguns trocos lá. (clique aqui) (18/02/09)

O CGI.br está em uma sinuca. A resolução 01/2005 (clique aqui) publicada no D.O.U diz que a Resolução 02/2005 contém todas as regras a serem seguidas, mas acontece que esta publicação foi barrada no D.O.U. porque o CGI.br não foi criado por lei e os empresários do CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) não podem publicar textos no D.O.U. Para contornar criaram um D.O.U próprio (mais detalhes clique aqui) e reeditaram a resolução 02/2005 (clique aqui) com o claro objetivo de trapacear mais de um milhão de internautas e continuar embolsando R$ 8 milhões por mês. Até os magistrados foram induzidos usar a inexistente resolução 02/2005 como base para conclusões judiciais nos processos. Entretanto o Conselho Nacional de Justiça na sua resolução 45/2007 diz que a inexistente 02/2005 não é da CGI.br mas da ONG NIC.br de propriedade dos integrantes do CGI.br. (clique aqui) (06/02/09)

"Conforme os magistrados, no Brasil vige a regra da anterioridade quanto ao registro de nome de domínio, como dispõe o art. 1º da Resolução nº 002/2005". (Veja tres casos: clique aqui, aqui e aqui). A decisão judicial é questionável porque a Resolução nº 002/2005 não existe juridicamente, a publicação foi barrado no D.O.U. Sequer os empresários do CGI.br, criado sem força de lei, estão usando a sua própria falsa resolução 02/2005 mas um substituto particular (clique aqui). A homologação da “extensão .jus.br" o CGI.br também não conseguiu publicar no Diário Oficial da União, e portanto não poderia oferecer uma extensão irregular para o Conselho Nacional de Justiça usar. Um ano depois simplesmente publicaram algo no D.O.U. particular dos empresários do CGI.br e chamam de Resolução Pública. (clique aqui e aqui) (06/02/09).

Os integrantes do CGI.br tem pleno conhecimento das irregularidades cometidas usando a marca empresarial CGI.br. No Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR a Justiça Federal concluiu que o "O Comitê Gestor da Internet do Brasil não foi criado por lei, náo é órgão ou entidade federal, não representa o ministério, não representa órgão federais da Administração direta e sequer tem personalidade jurídica" (clique aqui) Mesmo assim continuam trapaceando nos leilões de domínios (clique aqui, aqui e aqui). A várias Atas Notariais sobre este site anexados nos 7 processos judiciais (clique aqui e aqui) confirma o conhecimento das falcatruas do grupo (clique aqui, aqui e aqui) descritos aqui.

Você sabia que na Argentina não se paga o registro? (clique aqui, aqui e aqui), entretanto aqui no Brasil um grupo de empresários "milongueiros espertos" do CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) embolsaram cerca de R$ 400 milhões em 13 anos de internet (ciique aqui), boa parte contabilizado como doação de anônimos para a Fapesp contrariando até o TCE-SP e lesando o erário ao não pagar impostos (clique aqui). Atualmente tudo está baseado na resolução ilegal 01/2005 publicada no D.O.U (clique aqui) para que a receita caia direto no bolso dos empresários do CGI.br (uns R$ 8 milhões por mês) através da ONG deles chamado NIC.br. Em 2008 criaram uma nova taxa para provedores cobrando o IP (clique aqui) o que resulta em outro embolsamento de cerca de R$ 40 milhões/ano. Ainda bem que mais de 1.5 milhões de internautas brasileiros adoram pagar taxas de R$ 30,00. Imagine o que aconteceria com a internet na Argentina se lá tivesse um Demi E.?. Seria um bom tango?. Agora imagine o que aconteceria se a Argentina tivesse um Demi ? (06/02/09)

Em tempo de tango e sapateado, nunca dançamos tantos com estes infelizes do CGI. Resta saber se o TCE-SP vai fazer alguma coisa ou vamos ficar eternamente sapateando. (06/02/09)

Comitê Gestor Internet do Brasil reserva para si o domínio "cabares.com.br", (clique aqui), e o que deve ser muito importante para as operações da internet no Brasil. Há tempos atrás o CGI.br já havia reservado para si o domínio "prostituta.com.br" e pediu até documentação para verificar a similaridade com a atividade clique aqui. Até a cervejinha "budweiser.com.br" reservaram (clique aqui) para a inauguração. Milhares de comunidades no Orkut aguardam ansiosamente para ver o conteúdo a ser colocado no domínio "cabares.com.br" pelo CGI.br já que no domínio "prostituta.com.br" suspeita-se que será uma grande história revelada por uma mulher que se vendeu a qualquer custo para manter seu cargo. (06/02/09)


Google paga R$ 50 milhões a integrantes do CGI.br (clique aqui), que por sua vez pagam quase 1 milhão de reais ao Safernet (clique aqui) que por sua vez vive azucrinando o Google para ver se arranca também alguns trocos assim como conseguiu arrancar alguns trocos da Petrobrás e da Rainha Sílvia da Suécia. (clique aqui). O interesse do CGI.br em investir milhões no restaurante Safernet de Pituba da Bahia (clique aqui) deve-se ao fato que o mesmo atua no atravessamento de denuncias ao MPF PRSP. Se você tiver alguma denuncia a fazer faça-o direto no site do MPF PRSP e não em site de atravessadores financiados com o dinheiro sujo obtido por extorsão dos proprietários de mais de 1,5 milhão de domínios. Aliás como a Justiça Federal concluiu que o CGI.br não foi criado por lei (clique aqui) a titularidade de um domínio também não tem valor legal, assim como o argumento de que foi registrado antes. (clique aqui) (27/11/08)

CGI.br chega ao ridículo! Após debochar das Leis e Parlamentares brasileiros e ainda criar na internet do Brasil, um mundo jurídico a parte com leis particulares (clique aqui) e NÂO conseguir publicar seus embolsamentos no D.O.U. que não permite publicação de empresários sem força de lei (a Justiça Federal concluiu que o CGI.br não foi criado por lei, clique aqui) e para contornar criaram um substituto para o Diário Oficial da União - D.O.U.! Veja esta aberração empresarial: "Criada a Resolução Pública"; CGI.br/RES/2008/06/P, considerando que os atos decisórios do CGI.br serão publicados na forma de Resolução e terão plena eficácia após publicação no site http://www.cgi.br.". Veja a reunião (clique aqui) em que os empresários do CGI.br aprovaram a "Resolução Pública" e que só tem valor para conflitos sociais. Exemplo: Demarcação de uma terra onde passa um córrego e neste córrego estão jogando lixo. (24/11/08)

Para um americano ou europeu é inconcebível um domínio estar congelado. O congelamento é uma invenção dos embolsadores do CGI.br para obrigar as empresas e internautas a pagarem logo a taxa de extorsão anual de R$ 30,00 x 1,4 milhões de domínios (e ainda adiantado em 1 ano) através do constrangimento público que o site da empresa está congelado por falta de pagamento. Veja outras leis estranhas na internet e como o CGI.br debocha das Leis Brasileiras e dos Parlamentares. (clique aqui) Não é a toa que o CGI.br se gaba de que o modelo brasileiro é o melhor do mundo (para os bolsos deles) e nas palavras do CGI.br "o modelo americano é uma burrice", (clique aqui) pois não permite embolsamentos pessoais. (01/12/08)

Segundo a justiça o registro de domínios pela ONG NIC.br não passa de uma mera delegação sem força de lei feita pelos empresários do CGI.br, semelhante ao da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo - Fapesp conforme conclui a juíza da 3ª Vara Cível de Niterói, Lindalva Soares Silva. Consequentemente a titularidade de mais de 1,5 milhões de domínios no Brasil não são respaldados por lei. Tanto os registros feitos pela Fapesp, até 4/12/2005 como as feitas após pela ONG NIC.br são meramente "eficácia declarativa, sem efeito em relação a terceiros". (clique aqui) A única coisa que o CGI.br consegiu fazer em 13 anos de internet e com muita destreza foi sumir com R$ 400 milhões (clique aqui) sendo que destes R$ 149 milhões foi localizado porque estava apodrecendo na conta da Fapesp a 4 anos. Teve que a Fapesp alertar o CGI.br que tinham esquecido um troco na conta. (clique aqui).

Solicite ao deputado (clique aqui) ou senador (clique aqui) do seu estado para que os R$ 149 milhões de reais parados há 4 anos na conta da Fapesp (clique aqui) sejam doados para a Reconstrução de Santa Catarina em forma de ferros, tijolos e cimentos permitindo a reconstrução de casas, proteções nas encostas e ainda criar barragens de contenções. O seu e-mail pode fazer a diferença envie-o ainda hoje com copia para denuncias@abusando.info, info@fapesp.br, denuncias@prsp.mpf.gov.br e no site www.prsp.mpf.gov.br, Veja outros e-mails (clique aqui), isto, antes que os integrantes do CGI.br além dos 8 milhões mensais também embolsem os R$ 149 milhões que esqueceram na conta. (01/12/08)

A Abusando teve acesso a 7ª ação judicial do mega-grupo empresarial CGI.br, contra integrantes da Abusando. A ação, um absurdo jurídico, denota claramente que um Notório Saber está enrolando a ala de integrantes rebeldes do CGI.br que acreditam na honestidade ou o que parece ser mais provável os integrantes do CGI.br são tansos demais para entrar com uma ação judicial que já rendeu dois carros zeros para os advogados e ainda vão perder porque esqueceram dos titulares do site abusando e interjuris. O CGI.br/NIC.br (que são os mesmos) embolsam R$ 320 mil por dia útil. Esta é a 3ª ação dos integrantes do CGI.br, as outras duas já perderam (clique aqui ). Infelizmente nem podem entrar como CGI.br porque e as duas como CGI.br perderam também pois a Justiça Federal concluiu que não existem (clique aqui e aqui). Mais detalhes e ainda veja na integra a 7ª ação (clique aqui) (27/11/08)

A Associação Abusando foi criada em início de 2006
que tem entre outros o objetivo de fiscalizar e denunciar as trapaças do CGI.br (clique aqui) assim como denunciar o excesso de embolsamento dos integrantes do CGI.br (R$ 400 milhões em 13 anos) clique aqui. Mas o Ali Demi Baba insiste em enrolar os cerca de 40 embolsadores do CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) e os que votaram (clique aqui) de que a Abusando não existe e ainda mentem ao dizer que os integrantes da Abusando foram julgados. Sequer sabem interpretar uma ação judicial . Veja as sete ações do CGI.br clique aqui e aqui . A técnica do CGI é simples. quanto mais demorar tudo mais embolsam. Se demorar mais 1 ano embolsam mais R$ 80 milhões, dois anos R$ 160 milhões e assim vai. (27/10/08)

Até da OAB o grupo empresarial CGI.br usando a Fapesp cobrou durante 10 anos "retribuições" induzindo a OAB ao crime de sonegação Fiscal por não fornecer Nota fiscal e ainda contabilizaram as "retribuiçoes" dos domínios da da OAB como doção de anônimos usando o CNPJ 43.828.151/0001-45 da Fapesp (Fundação tem estas regalias) para não pagar impostos lesando o erário e ainda contrariando o TCE-SP entre 2002 a 2005 só para embolsar outros R$ 100 milhões (clique aqui pág. 4/5). O assunto que se suspeita ser uma quadrilha composta por advogados foi denunciado ao OAB (clique aqui) (31/10/08)


A ONG NIC.br de propriedade dos empresários CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) vem mentindo seguidamente na justiça dizendo que é "sucessor legal da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo "; Fapesp". (clique aqui, aqui e aqui) SEQUER HOUVE LICITAÇAO e tudo não passou de uma mera delegação SEM FORÇA DE LEI feita por um grupo de empresários do CGI.br (clique aqui) e segundo a juíza que ainda considerou a atividade de registro de domínios somente como "eficácia declarativa" (clique aqui e aqui). Resultado: tudo que a Fapesp e a ONG NIC.br fizeram relativo a internet não tem força de lei, inclusive os leilões fraudulentos de domínios (regras veja aqui e aqui) e também as cobranças de domínios. No caso da Fapesp contabilizaram durante 10 anos cerca de R$ 250 milhões dos internautas como "doação de anônimos" em nome do obscuro professor Harmut Richard Glaser, até o TCE-SP conseguiram enganar (clique aqui), além de induzir 1,4 milhões de empresas / ano ao crime de sonegação fiscal por não fornecer Nota Fiscal. e no caso da ONG NIC.br, após 5/12/2005, chamam de "retribuição" porque "taxa" tem que ser aprovado pelo congresso. Mas se até a OAB, mais de 40 mil advogados, milhares de jornalistas e outros profissionais adoram pagar "retribuições" de R$ 30,00 / ano sem sequer contestar a legalidade os mais de 1 milhão de internautas e empresas também acabaram pagando. Clique aqui e conheca as principais atividades do CGI.br (22/10/08)

Pior é que o CGI.br ainda debocha das leis brasileiras e dos parlamentares (clique aqui) porque não depende destes para criar leis na internet.

Consulta ao registro budweiser em 18/11/08 no registro.br: "O domínio budweiser.com.br não pode ser registrado por tratar-se de uma palavra reservada pelo CG". Deve ser muito importante para as operações da Internet Brasileira reservar uma geladinha para o Notório Barbudo (18/11/08)

Você não consegiu registrar ou perdeu um domínio no leilão fraudulento do CGI.br? "Segundo a juíza, "a função da Fapesp visa somente eficácia declarativa, sem efeito em relação a terceiros", o que afastaria a argumentação da Hiperzoom de que fez o registro do domínio do ignoticias antes da Ig." (argumentos clique aqui, aqui e aqui). Resumindo tudo que a Fapesp ou NIC.br fazem ou fizeram relativos a internet não tem ou teve força de lei. (23/10/08)

CGI.br muda a história da Internet no Brasil. A primeira conexao de internet ocorreu em setembro de 1988 no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) do CNPq, no Rio de Janeiro, que consegue acesso à Bitnet estabelecida com a Universidade de Maryland a uma taxa de transmissão de 9600 bits (clique aqui). Mas um "Notório Saber em Internet", para se auto-afirmar e auto-vangloriar, garante que assistiu em janeiro de 1991 à primeira conexão três anos após... (clique aqui) (19/07/07) Até no programa SBT Realidade de 27/10/08 faltou com a realidade ao afirmar que ele mesmo o Demi Getschko foi que fez a primeira conexão em 1991 em SP e que na realidade aconteceu em 1988 com os cariocas. O SBT Realidade perdeu a maior chance da vida dela que seria indagar o Sr. Demi e seus asseclas aonde foram parar os R$ 400 milhões extorquidos em 13 anos de internet. (28/10/08)

Além do mais o CGI.br que mentiu comprovadamente duas vezes ao Ministério Público Federal (clique aqui) e também mentiu para o Conselho Nacional de Justiça (clique aqui) e ainda garante que:"..., Demi Getschko, figura lendária da Internet que recebeu de Jon Postel (já falecido) um dos "pais" da Internet "; os outros são Vinton Cerf, Bob Kahn e Steve Crocker "; o domínio <.br>. Na época, a Internet era de cunho acadêmico (a ICANN "; Internet Corporation for Assigned Names and Numbers não existia) e estava debaixo do projeto do Departamento de Defesa (DoD) dos EUA que sempre investiu em P&D." clique aqui.(14/10/08)

Tanto Mao Tse-tung como Demi Getschko parecem que adoram o culto a si próprio. O segundo nasceu em Trieste na Itália, uma cidade com forte influência de mafiosos barbudos alguns até naturalizados brasileiro e parece estranho mas TODOS os colaboradores mais próximos a ele o consideram um prepotente. Até a principal maquina da Fapesp se chama "Trieste" em homenagem ao maior embolsador na área de internet no Brasil. Fisicamente falando, quem está sentado em cima de R$ 400 milhões extorquido durante 13 anos dos internautas parece que acaba virando um prepotente. Escreveram 10 paginas de lorotas sobre o CGI.br (clique aqui)
mas o que TODOS os brasileiros querem saber é "aonde foram parar os 400 milhões de reais?" (14/10/08)

Os integrantes do CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) estão cientes do conteúdo deste site, conforme as várias Atas Notariais anexados em 7 processos judiciais (clique aqui) e deveriam ter denunciado as possíveis falcatruas do CGI.br (clique aqui) ao Ministério Público Federal mas neste caso podem ser expulsos da partilha de cerca de R$ 8 milhões por mês (clique aqui). Parece que o bolso acabou falando mais alto.(30/09/08)

De olho no dinheiro dos bancos a ONG particular NIC.br de propriedade de integrantes do CGI.br (clique aqui Art. 6º), lança com exclusividade um novo produto de segurança no mercado brasileiro com o nome "dnssec". (clique aqui) A nova extensão ".b.br" sequer foi publicado no D.O.U mas mesmo assim logo no lançamento 2 bancos já se interessaram em soltar dinheiro. Para evitar concorrentes bloquearam o dominio dnssec.com.br. e o serviço de segurança (conversão de letras em números) não será prestada pelas empresas brasileiras (não são confiáveis) mas pelo próprio CGI que nem existe juridicamente (recurso criminal clique aqui) e com antecedentes criminais suspeitos (clique aqui e aqui) (19/07/07)

Como pode uma ONG (clique aqui) que emite 200 mil NF frias e pagar R$ 300 mil a mais em ISS (clique aqui) o que dá direito a lavar R$ 6 milhões ainda cuidar de segurança bancária? Repete-se a fábula do "lobo tomando conta das ovelhas" sendo aplicada na Internet do Brasil. Conheça a origem desta fábula a 7 anos atrás (clique aqui). (27/06/07)


Por trás da eleição com direito a participar da partilha de R$ 8 milhões por mês estão 171 empresas que votaram (clique aqui)

CGI.br controla os e-mails dos parlamentares e vem bloqueando através da polícia os e-mails da Associação Abusando. Veja um exemplo: <alvarodias@senador.gov.br> (reason: 550 Denied by policy.) (clique aqui). Mas enquanto os parlamentares estão ocupados com o CPI dos grampos telefônicos parece que o CGI.br grampeia e bisbilhoteia os e-mails dos parlamentares, através do www.antispam.br; sem contar o www.cert.br do CGI.br que é suspeito de atuar em grampos digitais "voz sobre IP e outros dados pela internet" além serem suspeito de tentar implementar em dezembro de 2007 um sistema de obtenção ilegal de senhas de correntistas da Caixa Econômica em computadores de integrantes da Abusando (clique aqui) para através da Policia Federal tentar invadir o escritório e calar a força (clique aqui) o que em 7 ações judiciais não conseguiram. Sequer uma ação contra a própria Associação Abusando aberta legalmente em 2006. tiveram competência para fazer. São tão sujos que só abrem ação em SP porque a mãe (com 86 anos) de um dos integrantes da Abusando mora lá. (30/09/08)

Nos EUA a ICANN cobra U$ 0,25 por domínio (clique aqui), enquanto aqui no Brasil o CGI.br (clique aqui) embolsa R$ 100,00 (40+40) depois R$ 80 (40+40) e agora R$30,00 / ano dos proprietários de 1,4 milhões de domínios usando a ONG particular NIC.br deles (clique aqui). Mas como R$ 40 milhões anuais é pouco para uma ONG com todos os 25 funcionários pagos pela Fapesp, em 2008 começaram a criar outras cobranças ilegais (clique aqui) e sem sequer publicar no D.O.U, como IP dos provedores (clique aqui), outra atividade extorsiva que rende outros R$ 40 milhões ano. Seria algo semelhante a Anatel começar a cobrar o numero telefônico das concessionárias de telefonia e que são obrigados a entregar um telefone com um número qualquer assim como um provedor não consegue entregar uma conexão internet sem um número IP. Não é a toa que os que estão no CGI.br não querem abandonar a partilha de R$ 80 milhões / ano, chegando até a melar as eleição (clique aqui) e desta forma evitar que estranhos entrarem pelo voto. Mas tudo foi solucionado com suplentes. (04/10/08)


Desvio de verba do Infovia.RJ para ONG particular carioca. Denúncia encaminhado para a Procuradoria da República no Rio de Janeiro (clique aqui) (07/10/08)

Na reunião dos empresários de bolso grande do CGI.br no dia 08/08/08 (clique aqui) o Dr. Ricardo Renzo Brentani, Diretor Presidente do CTA da Fapesp alertou ao CGI.br que os mesmos esqueceram R$ 162.421.379,23 na conta da Fapesp e que o dinheiro estava apodrecendo a 3 anos na conta. (30/09/08)

O Dr. Brentani deveria tomar vergonha na cara ao liberar R$ 162 milhões para os empresários do CGI.br em vez de DEVOLVER EM DOBRO O DINHEIRO EXTORQUIDO dos internautas aos próprios internautas e deveria ainda aproveitar a reunião para explicar porque outros R$ 130.678.581,00 (clique aqui) foram gastos com salários e viagens para os próprios integrantes do CGI.br e por fim explicar aonde foram parar o restante dos R$ 100 milhões que sumiram (total clique aqui). Também não seria nada mal explicar porque a Fapesp continua por 3 anos pagando os 25 funcionários da ONG NIC.br se a ONG embolsa cerca de R$ 8 milhões por mes dos internautas e como conseguiram trocar nas centenas de ações (OAB-SP 193.817) em Varas da Fazenda Pública os CNPJs 43.828.151/0001-45 da Fundação por uma ONG particular NIC.br CNPJ 05.506.560/0001-3 de propriedade dos empresários de bolso grande do CGI.br (30/09/08)

Os R$ 162 milhões além de extorquido ainda o foram de forma irregular. Em 2002 a justiça concluiu que "a Fapesp não tem competência para o registro de domínios" (clique aqui) e também em 2002 o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo "; TCE-SP expulsou a atividade de registro de domínios de dentro da Fapesp (clique aqui pág. 4/5), mas mesmo assim a Fapesp continuou durante mais 4 anos (até 4/12/2005) embolsando a receita de cerca de 1,2 milhões de domínios x R$ 30,00 / ano cada. Para não pagar imposto de renda contabilizaram tudo como doação no projeto do obscuro professor Harmut Richard Glaser. Além disto ainda induziram milhões de empresas e internautas ao crime de sonegação fiscal, por não fornecer Nota Fiscal durante 10 anos de embolsamento. (O CGI, mesmo sem força de lei, garante que era um serviço de caráter publico, mas quando passou sem licitação para a ONG NIC.br, não era mais). Outra parte destes milhões também veio das dezenas de leilões irregulares de domínios de internet, praticados durante anos pela Fapesp e que foi denunciado ao MPF mas sequer a Fapesp respondeu. (clique aqui) deixando tudo para o inexistente juridicamente CGI.br responder. (30/09/08)

Dr. Brentani da Fapesp parece ser um notável médico na área de câncer, mas isto não o habilita a decidir sobre o destino de R$ 162 milhões extorquidos dos internautas do Brasil inteiro e ainda exigir que seja somente aplicado em pesquisas no Estado de São Paulo. O limite por projeto é de 900 mil reais e o principal critério será de não falar mal do CGI / NIC.br e Fapesp. Com tanta trapaça só sobra uma coisa: FAPESP DEVOLVA EM DOBRO AOS INTERNAUTAS E EMPRESAS DO BRASIL INTEIRO TODO O DINHEIRO EXTORQUIDO EM MAIS DE 10 ANOS DE INTERNET. (30/09/08)

A Fapesp conseguiu abocanhar R$ 13,50 da conta bancária de uma empresa paranaense. Segundo a Empresa Brasileira de Dominios "; EBDI, o fato aconteceu recentemente em 02/09/2008 e o assunto refere-se a ação judicial 75/053.04. 001744-6 da 8ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo na qual estranhamente nem aceitam domínios como bens de penhora. (mais detalhes clique aqui). A EBDI tambem reclamou das sujeiras da Fapesp no processo 1500/2001 da 4. Vara Cível do PR. A Fundação de Amparo ao Estado de São Paulo deu uma de "joão sem braço" e ao ser intimado no oficio de penhora e bloqueou "outros" 487 domínios da EBDI. Isto foi em 17 de maio de 2002 (pág. 62) e até hoje em 2008 continuam mantendo-os bloqueados. A Fapesp acostumado a extorquir dos internautas, enganar o TCE-SP, a Receita Federal etc, ainda faz trapaças nos processos judiciais, porque na hora do aperto perante ao Ministéirio Público Federal quem responde é o inexistente juridicamente CGI.br. (clique aqui) (30/09/08)

O CGI.br debocha das leis brasileiras e dos parlamentares porque não depende destes para a criação de leis sobre internet. O CGI.br cria suas próprias leis através de resoluções internas feita por empresários do CGI.br e as aplica através da ONG NIC.br (quem não concordar fica sem o dominio ".br"). E não é somente isto: embolsa através da ONG NIC.br composto pelos integrantes do CGI.br. (18/09/08) Veja também Carta aberta aos parlamentares (clique aqui)
Segundo o Notório Saber do CGI.br: "Neste país, a chance de alguém estar totalmente legal tende a zero, dado o emaranhado de leis que podem ser "sacadas" a critério de quem quiser alegar ilegalidade ou exercer algum poder constritivo ("boa constrictor" = jibóia)" e "especialmente se considerarmos o péssimo nível intelectual e ético de boa parte do senado." (clique aqui). Mesmo assim, alguns parlamentares ainda têm coragem para sentar e tomar café com membros do CGI.br (clique aqui) que segunda a Justiça Federal, sequer é um órgão, entidade, autarquia ou foi criado por lei. O CGI.br ainda debocha das leis brasileiras e dos parlamentares porque está sentado em cima de cerca de R$ 400 milhões, apoiados em resoluções falsas com alguns até publicadas no D.O.U. (clique aqui). Um detalhe importante: Boa parte deste dinheiro foi contabilizado como doação de anônimos. Tudo para não pagar impostos ! Até o imposto de renda conseguiram driblar usando a Fapesp (clique aqui). Até mesmo para o Ministério Público Federal o CGI.br mentiu em duas ocasiões aqui comprovadas (clique aqui) e outra para o Conselho Nacional de Justiça (clique aqui) Na realidade o CGI.br (clique aqui, RG e CPF aqui e aqui) segundo a Justiça não passa de um mero grupo de empresários (clique aqui) que ainda embolsam dinheiro dos internautas, de mais de 40 mil advogados e até dos parlamentares, que toda vez que eles quiserem registrar algum domínio, tem de pagar esta contribuição "forçada". (18/09/08)

Declaração do Notório do CGI.br aos integrantes do CGI.br "O registro de domínios não é regido pelas leis deste país. Nós fazemos o que bem entendemos e se não concordam que registrem seus dominios fora do Brasil. Aqui nós somos a lei. Não necessitamos publicar nada no DOU porque somos uma ONG particular. E por este motivo que a partir de agora vamos trabalhar com mediação. Não queremos depender da nossa justiça". (clique aqui). Tudo isto é um absurdo porque Mediação Arbitral só vale se os dois lados aceitarem. (30/03/09)

O CGI.br criou na internet do Brasil, um mundo jurídico a parte com leis particulares. Exemplo: em vez de "spc ou seproc" usam "congelamento", em vez de "leilão" usam "processo de liberação", em vez de "lance" usam "ticket" em vez de "taxas" usam "retribuição da manutenção" e para a maioria não entender nada em vez de "provedor" usam "ISP" (veja aqui). Para confundir ainda usam palavras como ICANN (um órgão ligado ao Departamento do Comércio dos EUA) e outros como TLDs etc Veja aqui nesta resposta do CGI.br ao Ministério Público. Outras consequencias sobre as leis do CGI.br clique aqui (22/10/08)

No caso do CPI dos Grampos sequer entrou em pauta o "grampo digital" (grampo do voip "voz sobre IP" e outros dados entre usuários de internet) na qual o principal grupo suspeito de atuar ilegalmente é o CERT "; www.cert.br, uma espécie de SNI do CGI.br. O CERT do CGI.br é um grupo muito sujo veja um exemplo (clique aqui). (23/09/08)

A Associação Abusando vem investigando quais parlamentares (clique aqui) apóiam as possíveis trapaças do CGI.br (clique aqui) e para que não saia nenhuma lei sobre internet. Em breve tudo será noticiado ao público. O lobby é muito grande, e o CGI.br tem muito dinheiro para jogar fora, graças ao apoio financeiro dos proprietários de 1,45 milhões de dominios que adoram pagar R$ 30,00 por dominio ano. (18/09/08)

Direito de Resposta: Abusando x CGI.BR. Como tornar-se um denunciante e virar réu. Leia esta importante documentação (clique aqui) da Associação abusando, que fiscaliza as ações da ONG NIC.BR e que passou de denunciante para réu. (04/10/08)

Dos 20 integrantes do CGI.br não satisfeitos com a decisão judicial "o conteúdo dos sites parece estar de acordo com o direito constitucional de manifestação do pensamento" (clique aqui) 18 abriram novo processo 2008.186466 (clique aqui) na 5ª. Vara Cível João Mendes SP, contra as mesmas 3 pessoas físicas (dois moram no PR e um os EUA, mas abriram em SP no endereço da mãe de 86 anos). Valor da causa R$ 373.500,00, custos advocatícios 20% = R$ 74.700,00. Mas porque não comparecem na 7 delegacia de Lapa SP, Inquérito 147206 - Processo 050060353642 para explicar aonde foram parar os R$ 400 milhões (clique aqui) que sumiram em 13 anos de internet? E de quebra explicar as 200 mil notas fiscais frias? E de quebra explicar como conseguem extorquir os proprietários de 1,4 milhões de domínios R$ 30,00 / ano cada baseado na resolução 02/2005 que NAO EXISTE !!!! (28/08/08)

A milionária ação acima que rendeu dois carros zero aos advogados, não deve dar em nada porque nesta terceira ação dos mesmos integrantes do CGI.br (clique aqui e aqui) novamente e pela terceira vez esqueceram de incluir na ação a Associação Abusando titular e responsável do site www.abusando. O mais grave é que usam Oficiais de Justiça para intimidar pessoas idosas de 86 anos em SP em vez de citar o filho nos EUA. Os Oficiais ficam dia e noite rondando o endereço. Só porque a mãe mora em SP abriram em SP a ação. É inacreditável! (15/09/08)

A Abusando constatou na consulta publica do processo 2008.186466 que no dia 26/08/08 o juiz solicitou que cada integrante do CGI declara-se a profissão conforme art.282,II,CPC. Infelizmente a profissão de "embolsador da receita de internet" ainda não foi regulamentada pois ficaria mais fácil colocar todos na mesma profissão. A Abusando também constatou que os CPFs de cada um foram retirados (clique aqui) e compare com estes mesmos daqui. Devem estar escondendo algo muito grave a ponto de esconderem os RGs e CPFs nos processos judiciais. (26/09/08)

A ação 2008.186466 (clique aqui) está fadada ao insucesso daqui a 1 ano porque sequer incluíram os titulares dos sites interjuris e abusando; ainda defendem o CGI (que não pode entrar com ação porque segundo a Justiça Federal não existe juridicamente, clique aqui e aqui), defendem a Fapesp, mas não são da Fapesp, defendem a ONG NIC.br mas não incluíram a ONG NIC.br; e ainda usaram somente textos fulminados pela decadência, nos estritos termos do art.38 do CPP, "verbis":

"Art.38. Salvo disposição em contrário, o ofendido, ou seu representante legal, decairá no direito de queixa ou de representação, se não o exercer dentro do prazo de 6 (seis) meses, contado do dia em que vier a saber quem é o autor do crime, ou, no caso do artigo 29, do dia em que se esgotar o prazo para o oferecimento da denúncia". (03/11/08)

Pior ainda: na pagina 7 (clique aqui) transcreveram "Segundo o estudo da ONG NIC.br os integrantes são os mesmos que o CGI. br e somente segue ordens do CGI. br (que são os mesmos hehehehehe)." Mas deveriam ter escrito "Segundo o estatuto da ONG NIC.br...". o que é bem diferente. O escritório de advocacia deveria contratar um digitador melhor em vez de cobrar dois carros zero pela ação.

Mas desta vez foram um pouco mais inteligentes, (clique aqui) pois não incluíram a Ata Notarial do site para evitar que sejam novamente acusados de conivência das maracutaias do CGI.br conforme Ata Notarial. É a sétima ação do mega-grupo empresarial CGI.br e a terceira ação dos integrantes do CGI, as outras duas deu na trave (clique aqui). Vai levar 1 ano só para citar os integrantes no Paraná e como outro integrante da Abusando citado no processo mora nos EUA estão tentando colocar a mãe dele que mora em SP no lugar. O CGI.br de fato é muito podre e sujo. (03/11/08)

Tudo isto tem um motivo simples: "calar a boca de alguns integrantes rebeldes do CGI.br" dizendo que a ação esta correndo e continuar embolsando R$ 8 milhões por mês ou R$ 320 mil por dia útil. Se a 7. ação (clique aqui) levar 10 anos melhor ainda! (03/11/08)

O CGI.br mentiu ao Ministério Público Federal ao afirmar (na fl. 15 clique aqui, processo 583.00.2006.225286 10/11/2006 21ª. Vara Cível Forum João Mendes Júnior) que: "... conforme estabelecia a Resolução 01/98, revogada pela Resolução 02/2005, vigente a partir de 05 de dezembro de 2005",. Oras, é impossível juridicamente um grupo de empresários do CGI.br publicar um texto em um jornal qualquer, chamar de resolução, e com isto informar ao Ministério Publico Federal que "revoga a resolução 01/98" publicada no DOU. E mesmo que fosse publicado não teria valor legal porque o CGI.br sequer foi criado por lei (clique aqui) e os empresários do CGI.br nem pode assinar resolucões no D.O.U. Veja aqui outro caso semelhante em que ex-diretora da Anac usou um documento inexistente e que por isto foi considerado documento falso pelo MPF. O CGI.br também alegou ao MPF (clique aqui) que "ajuizou ação penal privada (queixa-crime) 2006.70.00.009663-9" mas a Justiça Federal concluiu que o "CGI.br não passa de um grupo de pessoas" e que nada tem a ver com governo (clique aqui) e ainda mencionam seis vezes ao MPF a falsa resolução 02/2005! Ainda mente novamente ao MPF (clique aqui) ao afirmar na fl 17 que a FAPESP só pode cancelar um dominio segundo as regras estabelecidos no artigo 9 da Resolução 02/2005 publicada em 05/12/09 (somente em jornais) mas na folha fl 15 diz que a Fapesp parou de atuar com a atividade de registro de domínios em 05/12/09. O CGI.br ainda esqueceu o principal que era responder ao MPF sobre o "fraude milionário em leilão de domínios e outras maracutaias da Fapesp". Mas porque a Fapesp não respondeu o ofício do MPF deixando tudo para o obscuro CGI.br responder que segundo a Justiça Federal sequer tem personalidade juridica e não representa ninguem do governo? (clique aqui e aqui) (17/09/08) (alterado 15/06/09)

O CGI.br apresentou ao Ministério Público Federal a quitação de "quatro bolsas auxílio ao professor Harmut Richard Glaser" como se fosse a arrecadação e destino de cerca de R$ 212.779.479,00 extorquidos durante 10 anos pela Fapesp (clique aqui, processo 583.00.2006.225286 10/11/2006 21ª. Vara Cível Forum João Mendes Júnior). Veja um deles (clique aqui) referente a quitação da fabulosa quantia de R$ 81.401.396,00. Os valores são públicos (clique aqui) mas esqueceram de incluir os valores envolvidos para o MPF não desconfiar. Também esqueceram de incluir que foi gasto com "desenvolvimento da Internet no Brasil" um total de cerca de R$ 130.678.581,00 em salário e viagens para os empresários do CGI.br. Também esqueceram de informar ao Ministério Público Federal que o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo TCE-SP tinha expulsado a atividade de registro de domínios em início de 2002, isto é 4 anos antes, de dentro da FAPESP, (clique aqui pg. 4/5) e que a Fapesp não podia mais extorquir os internautas. Para escapar do TCE-SP só saíram fisicamente da FAPESP mas os depósitos na Fapesp continuaram por mais 4 anos já que era tudo contabilizado como doação de anônimos e isento de imposto e até de Nota Fiscal lesando o erário. Na prática até parece que enganaram os proprietários de 1,45 milhões domínios durante 10 anos. (15/09/08) (alterado 15/06/09)

Muito estranho o Ato Normativo do Conselho Nacional de Justiça Resolução nº 45, de 17/12/2007 e que diz: "art. 4º da Resolução nº 002/2005 do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR - NIC.BR" (clique aqui). Entretanto a resolução 02/2005 NÃO EXISTE (não foi publicado no D.O.U e mesmo se fosse não teria valor legal porque o CGI.br não foi criado por lei) e o NIC.br é somente uma ONG de propriedade de integrantes do CGI.br que por sua vez segundo a Justiça também não existe (clique aqui), além do mais o registro de domínios pela ONG NIC.br não passa de uma mera delegação sem força de lei feita pelos empresários do CGI.br, semelhante ao da Fapesp (clique aqui). Suspeita-se que o CGI.br tenha mentido ao CNJ sobre a falsa resolução 02/2005 e que ainda é da ONG NIC.br que existe juridicamente em vez do CGI.br que sequer existe. Até os juízes estão usando a 02/2005 inexistente. (Veja três casos aqui, aqui e aqui ou o governo do MT aqui, BA aqui, a Receita Federal aqui) Para tentar legalizar a falsa res. 02/2005 o CGI.br conseguiu publicar no D.O.U. a 01/2006 (clique aqui) que altera o inexistente 02/2005 publicado no jornal e que por sua vez no Art. 13º (clique aqui) cancela o 01/98 este sim publicado no D.O.U. É inacreditável !!! (28/08/08)

O CGI.br também esqueceu de informar ao Conselho Nacional de Justiça que segundo a Receita Federal a
ONG NIC.br de propriedade de integrantes do CGI.br atua nas atividades de defesa de direitos sociais, ligados à cultura e à arte (clique aqui). Nada a ver com internet e muito menos com a inxistente Resolução nº 002/2005 descrito na Resolução nº 45 de 17/12/2007 do CNJ. (24/11/08)

Detalhes sobre o "jus.br" na entrevista Conselho Nacional de Justica estão no Blog dos Sites Públicos www.sitespublicos.org (clique aqui) (20/05/09)

A homologação da extensão ".jus.br" os empresários de bolso grande do CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) sequer conseguiram publicar no Diário Oficial da União, (clique aqui) e veja o que existe no D.O.U. (clique aqui) portanto o CGI.br não poderia oferecer uma extensão irregular para o Conselho Nacional de Justiça usar. O problema aconteceu porque empresários não podem publicar nada no D.O.U. (26/09/08)

Agora dá para entender de onde a ONG NIC.br conseguiu apresentar a "segurança nacional" para evitar que os seus computadores fossem periciados por ordem judicial, pela justiça, isto em final de 2007. A ONG NIC.br só pode ter apresentado a algum juiz a resolução CNJ nº 45 acima e junto o gerenciamento do ".jus.br" e que não desconfiou que a mencionada resolução 02/2005 não existe juridicamente e o NIC.br é somente uma ONG de propriedade dos empresários do CGI.br, liberando a "segurança nacional" na hora. (05/09/08).

Integrante da Associação Abusando denuncia ao OAB "ação nefasta de advogados inescrupulosos pertencentes a quadrilha do CGI.br". Conheça na integra a denúncia clique aqui . Mas segundo a Abusando parece ser dificil ocorrer imparcialidade na decisão da OAB porque no Grupo de Tecnologia de Informação - GTInfo da OAB-PR está o adv. Omar Kaminski que também é membro do CGI.br (um grupo de empresários que conseguiram sumir com R$ 400 milhões em 13 anos apoiados em resoluções falsas ou sequer publicados no D.O.U.). - O adv. Dr. Omar por ser membro do CGI.br e participar ativamente na GTInfo OAB-PR, além de dono do site internetlegal.com.br com toda a certeza já deve ter informado o OAB, MPF, STF e outros órgãos das seguintes



Suspeitas de falcatruas do CGI.br
: (24/11/08)

- Mentir ao Conselho Nacional da Justiça para que o Ato Normativo Resolução 45, de 17/12/2007 saia com graves erros jurídicos. (aqui)
- oferecer uma extensão irregular ".jus.br" para o Conselho Nacional de Justiça usar. (aqui)
- Debochar das leis brasileiras e dos parlamentares e criar uma própria lei na internet (aqui)
- Mentir duas vezes ao Ministério Público Federal para encobrir desvios de mais de R$ 250 milhões. (aqui)
- Apresentar ao MPF uma "bolsa de auxílio a um professor" como se fosse prestação de contas de mais de 100 milhões de reais extorquidos dos internautas pela Fapesp. (aqui)
- Gastar R$ 130.678.581,00 em viagens e salários durante 13 anos (aqui)
- Esquecer 149 milhões de reais na conta da Fapesp por mais de 4 anos. (aqui)
- Gastar quase 1 milhão de reais com o restaurante Safernet de Pituba Bahia, só porque o mesmo atua no atravessamento de denúncias entre o público e o MPF PRSP. (aqui)
- apropriação indébita de R$ 400 milhões em 13 anos (aqui)
- vender dados cadastrais ao Google por R$ 50 milhões (aqui)
- emitir cerca de 200 mil Notas Fiscais falsas, repetidas cobrando o mesmo serviço e para enganar a Receita tiraram o nome do domínio da NF. (aqui)
- pagar cerca de R$ 300 mil a mais em ISS o que dá direito a lavar até R$ 6 milhões (aqui)
- Trapacear as empresas ao emitir anualmente cerca de 1,4 milhões de Notas Fiscais baseados na resolução 02/05 inexistente. (desde 05/12/2005) (aqui)
- efetuar dezenas de leilões irregulares de domínios cada um entre 50 a 100 mil domínios. (aqui)
- induzir 1,4 milhões de internautas e empresas ao crime de sonegação fiscal ao cobrar R$ 250 milhões com cerca de 3.470.678 boletos sem Nota Fiscal. (aqui e aqui)
- contabilizar R$ 250 milhões extorquidos dos internautas como doação anônima em nome de Harmut Richard Glaser para não pagar impostos. (aqui)
- enganar o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo "; TCE-SP entre 2002 a 2005 para poder embolsar mais de R$ 100 milhões. (aqui)
- cobrar pelo IP dos provedores para poder embolsar mais R$ 40 milhões limpo / ano, a partir de 2008 e sem publicar no D.O.U. (aqui) (aqui)
- agraciar com centenas de domínios genéricos de alto valor para quem denuncia as trapaças da Fapesp / CGI.br e NIC.br ao Ministério Público (aqui)
- induzir os internautas a abrirem centenas de empresas frias para conseguir domínios genéricos através da similaridade com o nome empresarial. (aqui)
- Publicar um texto qualquer no jornal (chamam de resolução 02/2005) e com isto cancelar a resolução 01/98 publicada no D.O.U. (aqui)
- publicar resolução falsa no D.O.U., a resolução 01/2006 que altera uma resolução 02/2005 inexistente. (aqui)
- publicar no D.O.U. resolução 01/2005 que permite embolsar a receita de internet R$ 80 milhões ano através da ONG NIC.br que conforme o estatuto Art. 6º é composto pelos próprios empresários integrantes do CGI.br contrariando o Art. 9º do Decreto Nº. 4.829, de 03/09/2003 que diz: "O CGI.br não ensejará qualquer espécie de remuneração" (aqui)
- induzir internautas, advogados, juizes, desembargadores e até a Receita Federal a utilizarem um documento frio a Resolução 2/2005 e que deveria regulamentar toda a internet Brasileira, mas não existe porque a publicação no D.O.U - Diário Oficial da União foi barrado em 2005 e mesmo que fosse publicado não teria valor legal porque segundo a Justiça Federal o CGI.br não foi criado por lei. (aqui)

Os Juízes deveriam usar a Resolução 01/98 mas como este não favorece o bolso dos empresários do CGI.br, simplesmente publicaram no site clique aqui que a resolução 01/98 foi trocado pelo falso 02/2005. (Veja três casos aqui, aqui, aqui) (20/03/09)



A EBDI - Empresa Brasileira de Domínios de São José dos Pinhais ficou estarrecida ao constatar o baixo nível da ONG particular NIC.br que de olho em R$ 2.281,43 relativo aos créditos cobrados da EBDI referente as custas dos advogados da Fapesp no processo 75/053.04. 001744-6 que tramita na 8ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, usou um artifício extremamente baixo: trocou no processo o beneficiário do crédito, a FAPESP para a ONG NIC.br. A ONG particular NIC.br, de propriedade dos empresários do CGI.br, conseguiu de alguma forma inexplicável lubridiar a Fapesp, verdadeira beneficiária dos créditos em um processo que corre na Fazenda Pública. Segundo a EBDI, devido a delapidação já efetuada durantes estes anos pela cobrança ilegal de uma pseudo-taxa pelo CGI.br e na falta de bens físicos, a mesma sentiu-se obrigada a oferecer os dominios, seus bens virtuais: monopoliodedominios.com.br, cgiembolsa350milhoes.com.br e notoriorussobarbudo.com.br. (28/08/08)

No processo 583.00.2006.225286 Fórum João Mendes SP, aconteceu algo incrível.
Saiu em 03/07/08 (fl. 768) um oficio para desativar a hospedagem do site www.interjuris.com.br mas o titular somente tomou conhecimento do processo judicial, isto é foi citado, 53 dias após e ainda com multa de 50 mil ao dia se não desativar o site, já desativado pela mesma justiça! Não dá para entender como a advogada Dra. Kelli Priscila Angelini OAB 193.817 e Dr. Francisco de Assis Alves OAB 24.545 conseguiram um feito tão inédito destes no Brasil contrariando até a Constituição Federal que diz que primeiro deve ser citado, depois apresentado defesa e depois desativado. Ambos devem ter colado na prova do OAB porque conseguiram inverter isto (02/09/08)

Empresários do CGI.br isentaram durante 10 anos a Fapesp
da emissão de Nota Fiscal sobre cerca de 3.470.678 boletos (clique aqui) e como tudo foi contabilizado como doação de anônimos para Harmut Richard Glaser (veja aqui e aqui), sequer tiveram que pagar impostos sobre cerca de R$ 250 milhões e boa parte do dinheiro ainda sumiu.... Segundo o Assessor do Presidente da Fapesp o Sr. Demi Getschko, tudo foi feito de forma que não consta-se uma única palavra na contablidade da Fapesp sobre "receita da atividade de registro de dominios". Imagine alguem colocar o correto que seria "receita advinda da extorsão dos proprietários de 1,2 milhões domínios"? (05/08/08)


A Justiça Federal define o CGI.br como somente : "um grupo de pessoas - representativas do Estado, da sociedade e da comunidade específica - que têm um interesse comum: o uso e o desenvolvimento da Internet no Brasil." e não é órgão, entidade ou representa o governo e sequer tem personalidade jurídica. (clique aqui). Mas então como os empresarios do CGI.br conseguiram assinar a resolução 01/2005 e a 01/2006 no D.O.U.e ainda favorecendo os próprios bolsos desviando a receita de Internet para a ONG NIC.br deles? (31/07/08)

O Sr. Alexandre de SP está com câncer em estágio quase terminal e necessita de cerca de R$ 3.500,00 por mês em remédios. Gastou muito dinheiro com taxas de domínios (chamadas de retribuições) para a Fapesp e para a ONG NIC.br de propriedade do CGI.br. Mas a doença fez com que gastasse também bastante dinheiro durante anos com remédios, e a cerca de 6 meses entrou com ação judicial contra a ONG NIC.br requerendo uma série de domínios parados há anos no CGI.br. Apesar do CGI.br prometer liberar em varias ocasiões os domínios a advogada Dra. Kelli OAB-SP 193.817, a pedido do Sr. Demi Getschko do CGI.br ficam enrolando metodicamente. O CGI ESTÁ ENROLANDO POIS SE O SR. ALEXANDRE MORRER POR FALTA DE REMEDIOS NÂO IRÃO PRECISAR DE ENTREGAR OS DOMÍNIOS. Apesar das várias promessas de liberações sempre aparecem com uma desculpa nova. Como podem ser tão sujos e podres assim? (06/10/08)

Enquanto isto o Diretor Presidente da FAPESP "; Dr. Ricardo Renzo Brentani , um especialista na área de câncer, está montado em cima de R$ 162 milhões de reais (que o Sr. Alexandre contribuiu com um parte) e que está apodrecendo a 3 anos na conta bancária da Fapesp. O dinheiro foi extorquido dos internautas durante 10 anos e representa cerca de 55%, os outros 45% sumiram. Sr. Brentani, por favor devolva o dinheiro extorquido pela Fapesp aos internautas em vez de entregar para os empresários do CGI.br. Não adianta ter um diploma de médico na área de câncer e ao mesmo tempo deixar outros morrerem porque está retendo o dinheiro extorquido, inclusive a do Sr. Alexandre que precisa urgente do mesmo para a compra de remédios contra câncer. Ou jogue o seu diploma de médico no lixo pois parece que o dinheiro está falando mais alto. A Fapesp além de extorquir R$ 162 milhões, conseguiu abocanhar em 02/09/08 outros R$ 13,50 de conta bancária de uma empresa paranaense. (clique
aqui) (06/10/08)

Obs.: o Sr. Alexandre é o filho, (para evitar a divulgação do nome), mas nesta segunda será informado o numero do processo judicial na qual o CGI.br e a advogada da Fapesp a Dra. Kelli OAB-SP 193.817 estão fazendo as sujeiras, esperando o Pai do Sr. Alexandre morrer por falta de remédios só para não liberar os dominios que deveriam liberar por lei. A trapaceira da Dra. Kelli já foi denunciado ao OAB, mas o advogado Omar Kaminski além de ser do CGI.br ainda participa ativamente do GTinfo do OAB-PR. (06/10/08)


A Dra. Kelli Priscila Angelini, OAB/SP 193.817, adv da Fapesp/CGI.br/NIC.br, informou a uma empresa hospedeira de sites nos EUA que uma "corte brasileira" ordenou o cancelamento da hospedagem "abusando e interjuris.com.br" (clique aqui). Usou o nome Kelli Angelini e ainda esqueceu do nr. OAB (ou a OAB cancelou de tanta falcatrua) em vez de usar Kelli Priscila Angelini o que é falsificação de informações nos EUA. Vai ser entrado com ação em New York contra ela por falsificação de nome. É possível que nunca mais consiga ir para EUA. É tudo muito estranho isto, a advogada deve ter coquinho na cabeça, bastava ela entrar na sala ao lado do escritório dela e ordenar a um funcionário da ONG NIC.br (todos os 25 com os salarios pagos pela mamãe Fapesp) para desativar o domínio bem brasileiro www.interjuris.com.br em vez de cancelar a hospedagem nos EUA. (27/07/08)

Na realidade TODOS, advogados, professores, juizes, empresários ou até mesmo pessoas físicas, que desejam registrar um domínio ".br" são terminantemente enganados ANTES de efetuar o registro de um dominio, porque são obrigados a "concordar" com os termos de um contrato leonino (clique aqui) que diz em seu item IV. "O REGISTRO seguirá sempre as normas emanadas pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, especialmente a Resolução CG nº 002/05 e seu Anexo I." Ocorre que a resolução 02/05 jamais existiu juridicamente. Isto porque sequer foi publicado no D.O.U. Mas na realidade o Registro.br que é a ONG NIC.br diz no Estatuto do NIC Art. 6º (clique aqui) que é composto pelos mesmos empresários do proprio CGI.br. No estatuto NIC Art. 4º § 1º (clique aqui) diz que só seguem ordens deles mesmo, desculpe, do CGI.br que são eles mesmos. Resultado: Um montante de 400 milhões sumiram em 13 anos. Mas o CGI.br é mestre em falsificar resoluções no D.O.U. A resolução 01/2006 (clique aqui) altera a resoluçao 02/2005 que não existe pelo menos de direito e de fato.(29/07/08)

A Associação Abusando recomenda aos integrantes da ONG NIC.br de propriedade do CGI(.br que são os mesmos (clique aqui), RG e CPF (clique aqui, aqui e alguns aqui) a manterem o hábeas corpus em baixo do braço, a polícia esta de olho... Ainda mais que não conseguem explicar aonde foi parar os R$ 400 milhões em 13 anos de embolsamento e sequer compareceram na policia (clique aqui). (19/09/08)

A ONG particular NIC.br emite atualmente 1,3 milhões de Notas Fiscais frias por ano (clique aqui), todos com base em uma suposta resolução 02/2005, que é fria! Não foi publicada no Diário Oficial da União - D.O.U e mesmo que fosse não tem força de lei porque o CGI.br não foi criado por lei. Entretanto, o pagamento dos proprietários de aproximadamente quase 1,3 milhões de domínios x R$ 30,00/ano, isto sim é tão quente que some rápidinho nos bolsos do conselheiros do CGI.br que segundo a justiça, "é um órgão que não existe e sequer representa alguem do governo" (clique aqui), mas mesmo assim conseguem delegar a si mesmo (através da ONG NIC.br) toda a receita de internet (resolução 01/2005) (23/11/08)

"O Ministério Público Federal (MPF)
em São Paulo denunciou nesta segunda (21) a ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Denise Abreu, pelo crime de uso de documento falso. Segundo nota do MPF, como diretora da agência, ela apresentou à Justiça a norma IS-RBHA 121-189 como válida, sendo que a mesma nunca foi posta em prática oficialmente. Se a ação penal for aberta, a pena pelo crime é de dois a seis anos de prisão. ... "Se a norma não existe, ela é falsa e, portanto, não tinha validade e, muito menos, poderia ter sido utilizada em um processo judicial", afirma a procuradora, segundo nota do MPF." (clique aqui) . Enquanto isto na aviação da Internet "Até desembargadores norteiam suas conclusões nas normas particulares dos empresários do Comitê Gestor Internet do Brasil, só porque chamam de Resolução 002/2005 (clique aqui, aqui e aqui) e que NUNCA foi publicado no Diário Oficial da União, portanto não existe juridicamente". CGI.br garante que foi publicado em 05/12/2005. mas somente em jornais....., e que ainda cancela a resolução 01/98 este realmente publicada no D.O.U. Graças a esta mentirinha os empresários do CGI.br embolsaram outros R$ 150 milhões em 2 anos, totalizando R$ 400 milhões em 13 anos. Tudo isto mesmo que a justiça tenha concluido a 2 anos que os empresários do CGI.br não representam ninguém do governo (clique aqui e aqui). (22/07/08)

Existem 9.726 domínios ".adv.br"
mas será que estes quase 10 mil advogados e escritórios que pagam alegremente retribuições de R$ 30.00 cada ano sabiam que os R$ 300 mil / ano foram durante 10 longos anos contabilizados como doação de anônimo em nome de Harmut Richard Glaser? (clique aqui) e o que é pior, as 1,3 milhões de Nota Fiscais emitidas anualmente, por força da NÃO publicação da resolução 02/2005 não tem valor algum, é tudo falso. (22/07/08)

"Café com Parlamentares,
10/07/2008 - a partir das 09:00hs em Brasília, com a participação de Deputados, Senadores e membros do CGI.br para trocar idéias e traçar planos em relação às atividades que afetam a Internet no país". (clique aqui) Parece que os Senadores e Deputados sequer desconfiam que o CGI.br conseguiu sumir com R$ 400 milhões em 13 anos de internet, que a Justiça concluiu que o CGI.br não representa ninguém do governo, nem é órgão governamental, que a resolução 01/2006 publicada no D.O.U. é falsa porque altera algo que sequer existe, que a resolução 02/2005 que deveria regulamentar toda a internet no Brasil, inlcusive a cobrança, nunca foi publicada no D.O.U (não passa de regras internas dos empresários do CGI.br) Um caso típico de "inclusão digital pessoal do CGI.br" é o estado do Rio que queria míseros R$ 10,8 milhões para aplicar no projeto Infovia.RJ mas o CGI.br negou porque já tinha sumido com os 90 milhões na época, em início de 2003 (clique aqui). TODOS os Senadores e Deputados Federais foram informados diversas vezes por e-mail sobre as "possíveis" maracutaias do CGI.br e portanto não podem alegar desconhecimento, a não ser que haja uma possível conivência. (05/08/08)

O TSE
trata o CGI.br como se fosse um órgão (clique aqui pag. 8) apesar da justiça ter concluido que o CGI.br não é órgão, que sequer existe juridicamente e que os empresários do CGI.br não representam ninguém do governo. (clique aqui), por outro lado o CGI.br alega que deve a sua existência jurídica graças a um comunicado do STF "reconhecendo, assim a representação legal desta entidade" (detalhes deste estranho fato clique aqui) (07/07/08)

"O Comitê Gestor da Internet do Brasil não foi criado por lei, mas pelo decreto nº 4829/03, com base no art. 84, VI, 'a', da CF, dispositivo este que não autoriza o Presidente da República a criar órgão mas tão somente dispor, mediante decreto, sobre a organização e funcionamento da administração federal. Também não poderia o órgão ser criado por Ministro de Estado, já que o art. 87, II, da CF a que alude a portaria nº 147/95 (fl. 16) confere ao Ministro de Estado apenas a atribuição de expedir instruções para a execução das leis, decretos e regulamentos" (clique aqui) (08/09/08)

O CGI.br não passa de um bando de farsantes
ao afirmar que "tendo inclusive movido seus sítios Web para servidores no exterior, ao serem impedidos pela Justiça de mantê-los no Brasil". (clique aqui) porque os empresários do CGI.br simplesmente mentiram já que sequer conseguiram em 5 anos um simples oficio judicial para desativar o domínio bem brasileiro www.interjuris.com.br. (clique aqui), que está no ar desde 06/04/2003 ou sequer conseguiram um simples oficio judicial para a Associação Brasileira Abusando desativar o sitio que sempre esteve hospedado no exterior, assim como 90% das hospedagens brasileira estão no exterior causados pela política do CGI.br que somente se preocupou em embolsar R$ 400 milhões em 13 anos e sequer aplicou algo em internet no Brasil a nao ser no "personal internet embolsament". Tentaram enganar a Justiça ao entrar com a ação (clique aqui) contra um integrante da Abusando em nome da CGI.br, como se fosse órgão do governo, e conseguiram até algumas isenções de taxas judiciais por aparentarem serem do governo. Mas os empresários do CGI.br são muito tansos pois a justiça percebeu a manobra e veja a: (07/07/08)

Conclusão da Justiça Federal sobre o CGI.br - Comitê Gestor Internet Brasil:
- CGI.br náo é órgão ou entidade federal e não representa o ministério,
- CGI.br não representa órgão federais da Administração direta,
- CGI.br sequer tem personalidade jurídica .
Veja: Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR (clique aqui)

São 1,3 milhões de boletos anuais x R$ 30,00 cada


Só não dá para entender
como os empresários do CGI.br conseguiram publicar a resolução 01/2005 no D.O.U favorecendo o próprio bolso deles através da ONG NIC.br. Ou pior ainda foi a Resolução 01/2006 que altera um texto escrito em um jornal (alguns empresários chamam de resolução 02/2005) e que, pasmem, o texto publicado em três jornais cancela a resolução 01/98, este sim publicado no D.O.U. (veja todos os detalhes abaixo). O CGI.br deve ter gasto uma parte dos R$ 400 milhões embolsados para conseguir um feito tão inédito no Brasil. Mesmo que tivesse sido publicado no D.O.U. não teria força de lei porque a Justiça Federal concluiu que o CGI.br não foi criado por lei. (clique aqui)

Resolução Nº 002/2005 (clique aqui)
O documento é um resumo das regras atualmente adotadas pelo Registro.br para o registro de domínios no país, bem como as normas para a cobrança e pagamento das taxas.
...
Art. 13º - Esta Resolução e seu Anexo I entram em vigor na data de suas publicações em 3 (três) jornais de grande circulação, revogando-se as disposições em contrário, em especial a Resolução Nº 001/98 e seus Anexos I e II.

Comitê Gestor da Internet no Brasil

Publicado nos jornais O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo e O Globo, no dia 05 de dezembro de 2005


Graças ao texto supostamente publicado acima em alguns jornais, mas não no Diário Oficial da União, os proprietários de cerca de 1,3 milhões domínios pagam alegremente R$ 30,00 em retribuições por ano. Não podem usar a palavra taxas porque tem que ser aprovado pelo congresso. Até desembargadores norteiam suas conclusões nas normas particulares dos empresários do Comitê Gestor Internet do Brasil, só porque chamam de Resolução 002/2005 (clique
aqui, aqui, aqui) (07/07/08)

Na resolução 01/2005: Art. 2º - Ao NIC.br caberá efetuar o registro e o cancelamento de Nomes de Domínio de acordo com as regras estabelecidas na Resolução CGI.br Nº 002/2005, aprovada pelo CGI.br na reunião 21 de outubro de 2005.


Afinal de contas: A resolução 02/2005 não existe, a reunião no dia 21/10/05 nunca ocorreu, também não houve licitação e a delegação para a ONG NIC.br foi feita por um grupo de empresários sem força de lei; mas como a ONG NIC.br extorque cerca de R$ 8 milhões mês dos internautas a briga para entrar na partilha através de representantes foi grande. (clique aqui). (07/07/08)

A ONG NIC.Br apresenta as resoluções falsas do CGI.br (clique aqui) a milhões de internautas como se fosse uma imposição estabelecida pelo CGI. Mas na realidade são eles que formulam tudo o que está ai uma vez que CGI e NIC é a mesma coisa. São apenas siglas como Contabilidade e Faturamento (04/10/08)



A ONG NIC.br composta pelos empresários "de colarinho branco e bolso grande" do CGI.br estão a quase dois anos assustando a mãe do presidente da Associação Abusando na Rua São João Batista, São Paulo SP. Apesar de nos três processos judiciais de SP (clique aqui) terem pleno conhecimento do endereço correto os "barbudos de óculos e meio careca" do CGI.br insistem, usando Oficiais da Justiça, a ficarem regularmente amedrontando uma pessoa idosa de 86 anos e inclusive ficam dias e dias a fio de tocaia na residência. O CGI.br deveria tomar vergonha na cara só porque já conseguiram a proeza de extorquir R$ 400 milhões dos internautas não lhes dá o direito de ficarem amedontrando velhinhas e ainda envolvem Oficiais de Justiça para uma atividade tão vil mesmo sabendo do endereço correto. (07/07/08)

Incrível: a ONG NIC.br
que segundo o seu CNPJ 05.506.560/0001-3 na Receita Federal "atua na defesa de direitos sociais, ligado à cultura e à arte" (clique aqui) alterou drasticamente seu cadastro na Receita Federal tirando a parte da atividade de ONG "ligada à cultura e à arte" deixando somente e ainda como atividade secundária de ONG ligada a "defesa de direitos sociais" (atividade ligado aos bolsos dos empresários do CGI.br). O CNPJ da ONG NIC.br ficou um pouco estranho porque a arte de embolsar R$ 400 milhões em 13 anos tem muito a ver com falta de cultura ao extorquir os proprietários de 1,3 milhões de domínios R$ 30 cada durante 13 anos na área de internet. O motivo disto era conseguir doações milionários tendo qualificação como OSCIP, áte o estatuto da ONG NIC.br no art 52 foi adaptado para se ocorrer uma possível perda de OSCIP seja doado a uma ONG amiga com OSCIP. (clique aqui). Devido as denúncias encaminhados para a Secretaria Nacional da Justiça nunca conseguiram OSCIP. (05/08/08)

Os empresários integrantes do CGI.br
(clique aqui), RG e CPF (clique aqui e aqui) que a justiça concluiu que não passa de um mero grupo (clique aqui); são os mesmos donos (clique aqui) da multimilionária ONG NIC.br. Veja todos os CNPJs (clique aqui) envolvidos na concorrida eleição do CGI.br que dá direito a participar da partilha dos R$ 8,2 milhões por mês da receita da ONG NIC.br (clique aqui) da qual os mesmos empresários integrantes do CGI.br também são donos segundo o estatuto NIC Art. 6º (clique aqui) mas por estranho que pareça só segue ordens do CGI.br (estatuto NIC Art. 4º § 1º clique aqui), portanto o CGI.br que não existe manda e decide os valores de internet no Brasil para ser embolsado pela ONG NIC.br de propriedade particular dos integrantes do CGI.br. A falsa resolução 01/2005 que permite um autoembolsamento de R$ 8 milhões por mês sequer foi assinado pelos empresários do CGI.br que não podem assinar resoluções (clique aqui) . A resolução 02/2005 que decide todas as regras de internet foi barrada a quase três anos. O prazo para a publicação era de seis meses a partir das supostas assinaturas. (25/05/08)

A situação da eleição CGI.br 2007 foi tão angustiante que os Srs. Carlos A. Afonso, Gustavo Gindre, Marcelo Fernandes, Mário Luis Teza Conselheiros titulares do CGI.br representando as ONGs do terceiro setor e com medo de serem obrigados a abandonar a partilha de cerca de 8,2 milhões de reais por mês alegaram que "O prazo é muito curto. Estamos propondo reeleger os atuais representantes titulares ... para mais um mandato de três anos" (clique aqui e aqui e um bate boca grave (clique aqui). No final o Notório Saber em Embolsamento na Internet o Sr. Demi Getschko acomodou todos através de criação do cargo de suplentes o que duplicou a quantidade de empresários no CGI.br. Na próxima eleição da partilha dos R$ 8,2 milhões mensais do CGI.br está previsto o cargo de suplente do suplente. (25/05/08)

Os integrantes do CGI.br
e da ONG NIC.br (são os mesmos) atestam em Ata Notarial assinada no 7. tabelião de Curitiba que a partir de 24/07/2007 às 12:43 tem pleno conhecimento das supostas maracutaias do CGI.br/NIC.br/Fapesp descritas neste site e portanto são coniventes por não denunciarem ao Ministério Público. Veja aqui quatro outros processos judiciais nas quais desde 2005 constam Atas Notariais dos sites www.interjuris.com.br e da abusando. Além disto os proprietários de 1,4 milhões de domínios que pagaram "retribuições" anuais de R$ 30,00 continuam a quase 3 anos aguardando que o bando e a Fapesp compareçam na 7ª Delegacia de Polícia de Lapa jurisdição da Fapesp. Inquérito 147206 - Processo 050060353642 para esclarecer o sumiço de R$ 250 milhões (clique aqui) (25/05/08)

NIC.br promove 6. Mega leilao de domínios - (Regras clique aqui e aqui). Antes de participar conheca as trapaças do CGI.br nas regras de similaridade. (clique aqui , aqui e aqui) (25/02/08)

Ao que tudo indica neste 6. leilão
(16/02/2008 a 02/03/2008) com cerca de 90 mil domínios e milhares de participantes, os empresários do CGI.br/NIC.br (são os mesmos, o que difere é que o segundo embolsa por ordem do primeiro cf. resolução 01/2005 (clique aqui)) está só aguardando a auditoria do leilão ir embora para poder repetir as mesmas maracutaias do leilão NIC.br que ocorreu no feriadão feriadão Corpus Christi 2007 (clique aqui) (14/03/08)

Alguns domínios no leilão de 02/03/2008 como loucos.com.br, microcameras.com.br, tijolosdevidro.com.br, isolamentosacusticos.com.br , cactus.com.br que apesar de terem dois concorrentes foram liberados pela ONG NIC.br. O mais estranho é o domínio dancarinas.com.br que após o leilão foi para a lista de "participou mais de seis leilões" e mesmo assim na calada da noite em 09/06/2008 também foi liberado. Todas as dezenas de leilões sempre foram as escuras. As regras sequer foram publicadas no Diário Oficial da União e o resultado completo também nunca foi divulgado. É tudo as escuras, sem rastros por um grupo que sequer existe juridicamente e nem foi criado por lei, algo semelhante aos grupos noticiados pela TV e Jornal sensacionalista. (06/02/09)

Resultado parcial do leilão de 29/06/2008 com 91.906 domínios, em que houve entre dois a oito empresas concorrentes e por algum motivo obscuro o CGI.br escolheu um único para: televisoes.com.br (6); coreldraw.com.br (2); tecelagem.com.br (8); guiaturistico.com.br (8); tulipas.com.br (7); saojosedobelmonte.com.br (7); fumante.com.br (6); torta.com.br (6); travesseiros.com.br (6); traumatologista.com.br (6); gaiolas.com.br (6); turistico.com.br (6); baratos.com.br (6); afago.com.br (2); bobo.com.br (3); fv.com.br (4); seguronline.com.br (2); clorofila.com.br (5); toritama.com.br (5); bora.com.br (5); siqueiracampos.com.br (2); vh.com.br (3); om.com.br (4). Veja quem foram os concorrentes que perderam. (clique aqui) (06/02/09)

Não se sabe porque no leilão de domínios de 02/11/2008 com 107.617 domínios alguns mesmo tendo mais de um concorrente participante foi liberado a um único concorrente. Para consultar os concorrentes enganados clique aqui. São permitidos 20 consultas somente, após isto o seu IP é bloqueado. Imagine nos leilões com 120 mil dominios pode-se consultar somente 20 e participar em somente 20 dominios. A técnica é simples: quanto menos o internauta souber mais facil é para o CGI.br manipular dominios. Quem participou e o resultado sequer são publicados no D.O.U.
argonautas.com.br Ticket: #4959121, #4960613
caminhos.com.br Ticket: #4961414, #4971571, #4972977, #4985777, #5005683
geracaofuturo.com.br Ticket: #4963668, #4986859
protex.com.br Ticket: #4958161, #4986791
rodaviva.com.br Ticket: #4972903, #4977047, #4991755

Domínios como wordpress.com.br, hongkong.com.br, minhaempresa.com.br, paisagista.com.br, grandeabc.com.br, guiapratico.com.br, petcenter.com.br, portaldesalvador.com.br, imobiliariaweb.com.br e dezenas de outros o CGI para evitar que entrem no próximo leilão de domínios de 01/03/2009 as moveu para uma obscura lista de "participou em mais de seis leilões" (clique aqui). Estes domínios só participaram de um único leilão anterior em 02/11/2008 e não em seis leilões. Após baixar a poeira domínios como portaldosalvador, wordpress e outros são repassados aos interessados. Segundo o Alexandre do registro.br com o domínio imobiliariaweb.com.br o CGI.br pretende trocá-lo por uma elegante casinha no campo a preço de banana. (06/02/09)Participantes (ticket) que foram enganados no leilão de 02/11/2008 porque o CGI.br em vez de incluir no próximo leilão de 01/03/2009 separou em uma lista particular.

portaldesalvador.com.br Ticket #4965320, #4982813
paisagista.com.br Ticket #4967812, #4967910, #4986810, #5000832, #5010010
minhaempresa.com.br Ticket #4964417, #4966567, #4969350
imobiliariaweb.com.br Ticket #4960030, #4965530, #4971368, #4972472
hongkong.com.br Ticket #4985778, #5006164
guiapratico.com.br Ticket #4961905, #4963821, #4969201, #4972099
grandeabc.com.br, Ticket #4965487, #4969004, #4981782, #4986292, #5002870
wordpress.com.br Ticket #4958366, #4959090, #4960708, #4961240, #4961828, #4963980, #4979317, #4989225

Veja como descobrir quem foram os concocorrentes: Entre no www.registro.br, clique em "pesquisas" e a seguir NÃO clique no "Disponibilidade de domínios - Informa se um determinado domínio está disponível para registro." mas clique lá embaixo no escondido "Whois - Apresenta informações completas sobre os registros em nosso banco de dados." Entre com o numero do ticket e dominio separado por espaço ex: 4965320 portaldesalvador.com.br Infelizmente após a segunda ou terceira consulta já aparece "% Taxa máxima de consultas excedida. Informações reduzidas." A ONG NIC.br não gosta de pessoas bisbilhotando as trapaças dela. (27/02/09)

Este site foi acessado pela Fapesp (máquina mercurio.fapesp.br) em 03/04/09 as 11:44 (17/04/09)

Fapesp coloca as mãos na conta bancária da empresa paranaense EBDI. (14/03/09)

Como a Fapesp não consegue aguardar o leilão judicial dos domínios brasileiros: “notoriorussobarbudo.com.br”, “cgiembolsa350milhoes.com.br” e “monopoliodedominios.com.br” o presidente da Fapesp preferiu colocar as mãos na conta bancária da empresa EBDI. Mas irritado em abocanhar somente R$ 13,50 (média de R$ 1,35 por dedo) em 02/09/08 da referida conta (clique aqui) ficou na espreita e após seis meses de espera em 13/03/2009, segundo a EBDI, o presidente da Fapesp abocanhou outros R$ 588,04 (média de R$ 58,80 por dedo). A EBDI ainda suspeita que o presidente da Fapesp tenha grampeado os telefones 41-3283-5064 / 9903-1089 da EBDI para poder conseguir obter justamente a data em que houve um depósito tratado pelo telefone. Se bem que a Abusando acha normal alguém acertar a data exata em seis meses.
(14/03/09)

O Presidente da Fapesp devia tomar vergonha na cara, pois está sentado em cima de R$ 149 milhões parados há quatro anos na conta da Fapesp, dinheiro extorquido de mais de 1,5 milhões de internautas ao ano que em vez de devolver em dobro aos internautas, mandou um empregado da Fapesp entregar aos empresários do CGI.br (clique aqui).

A Fapesp para enganar o Tribunal de Contas do Estado de SP - TCE-SP que proibiu a atividade de registro de domínios em 2002 (clique aqui pág. 4/5) contabilizou a receita de internet como doação de anônimos para não pagar imposto sobre os quase R$ 300 milhões extorquidos. Só em final de 2005 mudaram da Fapesp para a ONG NIC.br (clique aqui)
(14/03/09)

O presidente da Fapesp também poderia explicar como além dos R$ 149 milhões parados a Fapesp gastou outros R$ 130.678.581,00 em viagens e salários para a atividade de registro de domínios. (clique aqui)
(14/03/09)

Pior ainda que é que parece que o Presidente da Fapesp se nega a querer investigar a maior falcatrua paulista que é o caso dos 10 mil pesquisadores Paulistas que anualmente importam materiais através dos EUA, mas que na realidade vem todos da Eppendorf da Alemanha. Segundo a Fapesp o dinheiro é público, mas a responsabilidade é dos 10 mil pesquisadores que escolheram esta forma de importação bem mais cara. Segundo a secretária que atendeu no departamento responsável na Fapesp, era a mesma que trabalhou durante anos com um tal de Demi Getschko. A Abusando desconfia que o Presidente da Fapesp tem uma participação nisto tudo, pois sequer investigou um caso de importação errado de um equipamento da Alemanha para EUA para uma pesquisadora paulista. (detalhes clique aqui).

O Presidente da Fapesp também deveria comparecer na 7. Delegacia de Lapa SP, Inquérito 147206 - Processo 050060353642 para explicar aonde foi parar a metade dos R$ 250 milhões, assim como explicar porque continua até 2009 pagando os cerca de 25 funcionários da ONG NIC.br e porque não devolve os 488 domínios retidos indevidamente da EBDI desde 2002. Incrível, como pode uma Fundação criada para incentivar pesquisas em São Paulo ficar trapaceando e segurando 488 domínios da EBDI do Paraná, por sete anos já! (processo 1500/2001 4 VC Ctba).
(14/03/09)

Só os juros dos R$ 149 milhões durante quatro anos daria para o presidente da Fapesp passar o resto da vida nas parasidíacas Ilhas Caimans mas em vez disto preferiu ficar seis meses na espreita para poder novamente colocar as mãos sujas na conta bancária limpa da empresa paranaense EBDI. (14/03/09)

A Fapesp é tão petulante que até ignora os processos judiciais do MPF como "por exemplo" o PAC nº. 1.22.000.003631/2005-81 que tem por escopo "apurar eventuais irregularidades, fraudes e enriquecimento ilícito na realização de leilões de domínio na rede de comunicações internet", promovidos pela FAPESP e pelo Comitê Gestor Internet Brasil. Veja o processo (clique aqui) e a resposta do CGI.br (clique aqui) que como de hábito começa com umas dez folhas lotadas de siglas inglesas e ainda usa a falsa resolução 02/2005 que NUNCA foi publicado no Diário Oficial da União e não tem força de lei porque o CGI.br NÃO foi criado por lei e ainda é um grupo que sequer existe juridicamente (clique aqui e aqui). A Fapesp, a principal envolvida, sequer respondeu. Segue outra denúncia posterior mais grave (clique aqui). (20/03/09)

Nas sete ações judiciais por difamação contra integrantes da Abusando, a Fapesp nunca participou apesar de ser a principal acusada. A pretensa prestação de contas de 10 anos de embolsamento da taxa de extorsão da receita de internet pela Fapesp quem apresenta é a ONG NIC.br de propriedade de integrantes do CGI.br e que atua nas atividades de defesa de direitos sociais, ligados à cultura e à arte (clique aqui) e sequer existia na época. Como a Fapesp vem escondendo esta montanha de dinheiro do TCE-SP, não pode colocar no próprio site da Fapesp e por isto está no site da ONG NIC.br (clique aqui).(20/03/09)

Na contabilidade da Fapesp nunca existiu a palavra "receita de registro de dominios", apesar de ter sido emitido durante 10 anos cerca de 3.470.678 boletos sem Nota Fiscal (aqui). O que houve foi um Projeto de Pesquisa denominado "Desenvolvimento e Manutenção de um Sistema Informatizado para o Gerenciamento dos Registros de Domínios da Internet no Brasil" (pág. 15 veja aqui ou pág. 172 proc. 583.00.2006.225286 10/11/2006 21ª. Vara Cível) em nome de um obscuro professor Harmut Richard Glaser que recebeu cerca de R$ 300 milhões em doações de anônimos e destes a Fapesp pagou R$ 130.678.581,00 em viagens e salários. (20/03/09)

Notícia divulgada pela Agencia Fapesp em 5/12/2005: "Em 2002, os serviços foram transferidos da sede da FAPESP para a então nova sede do CGI.br. No ano seguinte, foi criado o NIC.br, como uma entidade civil e sem fins lucrativos. Completado o processo de transferência das responsabilidades entre as entidades, o NIC.br passa a assumir todas as tarefas do registro no país." (clique aqui e aqui). A realidade: Em 2002 o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo TCE-SP considerou incompatível a atividade de registro de dominios com o estatuto da Fapesp e expulsou a atividade de dentro da Fapesp. (clique aqui pág. 4/5). No ano seguinte, em 6/1/2003 os integrantes do CGI.br criaram a ONG NIC.br (clique aqui) que segundo a Receita Federal atua nas atividades de defesa de direitos sociais, ligados à cultura e à arte (clique aqui), mas continuaram por mais três anos usando o CNPJ da Fapesp, sem emitir Nota Fiscal (clique aqui), sem pagar imposto por ser contabilizado como doação de anônimos. Do total de cerca de R$ 300 milhões a metade evaporou. Tudo entrou e saiu pelas portas dos fundos da Fapesp, longe do TCE-SP que sequer desconfiou das supostas trapaças do na época presidente e apoio do assessor do presidente (clique aqui) .(20/03/09)

Tudo isto era legal? Veja isto: Em final de 2002 "Juíza Rejeita Competência da Fapesp para Registro de Site", .."o registro na Fapesp não cria direitos de privilégios pois sua competência não descende de lei, mas sim de uma mera delegação. "Para ela, a Fapesp não tem competência legal para fazer o registro porque essa função foi passada ao organismo por delegação e não por texto legal", diz Rodrigo Rocha, advogado do escritório Dannemann, Siemsen Advogados,.." (clique aqui") Em setembro de 2000 já alertavam que o "O cartório da Internet é a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a Fapesp." (clique aqui) e até antes em 1999 já pipocavam denúncias sobre o destino da receita de Internet. (clique aqui). Infelizmente o Sr. Carlos Afonso que reclamava tanto do destino da receita entrou no CGI.br e gostou tanto do embolsamento que continua por cerca de seis anos já e nunca divulgou nada sobre o destino da receita. (clique aqui) A ONG dele www.rits.org anda de vento em popa. (20/02/09)

O atual presidente da Fapesp perdeu a chance de ouro que seria devolver aos internautas os R$ 149 milhões mas em vez disto entregou aos empresários do CGI.br e sequer alertou o TCE-SP da irregularidade. Pior parece que vem acobertando a importação irregular de equipamentos para 10 mil pesquisadores paulistas, isto anualmente! (clique aqui) Como não deve ter muito a fazer gasta o tempo de olho na conta bancária da empresa paranaense EBDI para abocanhar valores de R$ 13,50 reais enquanto permanece sentado em cima de 488 domínios da EBDI por 7 anos já e não pode alegar desconhecimento porque continua pagando os cerca de 25 funcionários da ONG NIC.br além de manter os equipamentos. (20/03/09)

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A VeriSign que gerencia os dominios .com e .net nos EUA, informa que após mais de uma década irá aumentar em 7% o valor do registro de domínios (de U$ 6,00/ano para U$ 6,42/ano) para os mais de 500 "registrars" que cobram a mais de uma década (somado os impostos) entre 8 a 15 dólares por domínio / anual dependendo do serviço adicional desejado (como DNS , E-mails hospedagem, etc). Aqui no Brasil o CGI .br alega cobrar preços compátíveis aos internacionais, isto é, R$ 50 o registro (feito pelo próprio interessado hehehehe) e R$ 50 de anualidade, depois alterou para R$ 40 + R$ 40/ano e depois R$ 30/ano, enquanto lá nos EUA sempre foi U$ 6,00 e pior lograram o erário não pagando os impostos sobre R$ 212.779.479,00 (clique aqui) porque tiveram a fabulosa idéia de contabilizar durante uma década tudo como doção de anônimo no projeto do Sr. Harmut Richard Glasser (clique aqui), um obscuro professor de bolsos largos. A Fundação Fapesp tem estas regalias que nem partido politico tem e nunca houve na contabilidade da Fapesp a palavra "receita internet" ou "registro de domínios", só nos mais de 3,47 milhões de boletos bancários emitidos. Mas e o dinheiro aonde ficou? Pois é sumiu.... Se você souber aonde foram parar R$ 212.779.479,00 informe a 7. Delegacia de Lapa SP (processo 050060353642-0000. clique aqui) (08/04/08)

A ONG Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR "; NIC.br CNPJ 05.506.560/0001-36 conforme consulta na Receita Federal foi aberta em 06/01/2003 e o NIC.br atua nas atividades de defesa de direitos sociais, ligados à cultura e à arte (clique aqui), tudo sem fins lucrativos, o que quer dizer: nada pode sobrar, tudo tem que ser embolsado. Mas como conseguem emitir anualmente em média 1,4 milhões de Notas Fiscais de R$ 30,00 na área de internet? Destes cerca de 200 mil Notas são frias e ainda pagaram cerca de R$ 300 mil a mais em ISS o que dá direito a lavar R$ 6 milhões porque o imposto já está pago. (clique aqui) (12/03/08)

A ganância do CGI.br não tem limites. Apesar do Art 9º do Decreto Nº 4.829, de 03/09/2003 que cria o CGI que diz: "O CGI.br não ensejará qualquer espécie de remuneração" (clique aqui) o megagrupo empresarial CGI.br formado por empresários e integrantes do governo, chega a extorquir R$ 59.400,00 de uma empresa que queira um grupo de IPs (clique aqui) e dos provedores pequenos R$ 1.530,00, sempre usando a ONG NIC.br de fachada, da qual todos do CGI.br são sócios conforme o Art. 6º do Estatuto da ONG clique aqui). Basta comparar estas duas listas: (clique aqui e aqui). A previsão de embolsamento do CGI.br para 2008 é de R$ 82 milhões totalizando cerca de R$ 450 milhões embolsados até final de 2008 (clique aqui). (04/03/08)

FATO INÉDITO: após o Decreto Nº 4.829, de 03/09/2003 que cria o grupo Comitê Gestor Internet CGI.br para criar normas, regras e condutas sobre internet, o mesmo efetuou dezenas e dezenas de reuniões mas entre o decreto e 04/02/2008 o CGI.br sequer conseguiu publicar no D.O.U. uma única regra, norma ou conduta sobre internet (deveria ser a resolução 02/05, mas foi barrado). Só conseguiram publicar a resolução 01/05 (clique aqui) que permite o autoembolsamento de toda a receita de internet (até 2007 deu cerca de R$ 370 milhões jogados numa lata de lixo clique aqui) tudo através da ONG particular NIC.br de propriedade do CGI.br (são os mesmos conforme o Art. 6º do estatuto NIC clique aqui). Na realidade NÃO podem assinar resoluções no D.O.U. por serem da inciativa privada e o que saiu (01/05) foi assinado por um empregado do Ministério de Ciência e Tecnologia e os integrantes do CGI sequer conhecem a resolução 01/05 porque não o assinaram. Ainda bem que os proprietários de 1,4 milhões de domínios adoram pagar taxas de R$ 30,00 por ano por domínio que cai direto no bolso do CGI.br a titulos de gastos conforme a resolução 01/05. (25/02/08)

E-mail do empresário J.R.: "venho acompanhando o processo de liberação do domínio unic.com.br pois é de interesse de meu próprio escritório de contabilidade de mesmo nome . Este domínio estava reservado para o processo de transição para o domínio EDU. Sem mais nem menos, em fins de janeiro/2008, antes mesmo de começar o processo de liberação em andamento agora em fevereiro, o NIC-BR liberou o registro para a escola que já possui o unic.edu.br, unic.br, iuni.com.br, e iuni.org.br" .J.R. reclama que "a liberação deveria ser feito dentro das regras públicas estabelecidas pelo próprio Comitê Gestor, ou seja, DURANTE O PROCESSO DE LIBERAÇÃO, E NÃO ÀS ESCURAS". E como pode o CGI.br transgredir suas próprias regras: "Não é permitido registrar o mesmo nome em extensões diferentes" que foi criado em 12/08/2000? (clique aqui). E porque o Carlos Vogt, na época presidente da Fapesp, dono jurídico do registro.br até 04/12/05, pode ter uma revista eletrônica www.comciencia.br com final .br e nós pobres internautas so podemos ter ".com.br" ou ".org.br", mas nunca ".br"? E ainda registrar uniemp.br, uniemp.com.br e uniemp.org.br em 02/2003? (clique aqui) . A UNIEMP já é suspeita de lavagem de dinheiro (texto completo clique aqui) (26/02/08)

Finalizando o empresário J.R indaga: "Aproveitando...o Sr. Luiz Carlos Potim....é poderoso lá no NIC não !!??"

Integrantes do CGI.br descem de nível e caem na lama ao bater boca com a Abusando (clique aqui) . Mas não informam no bolso de quem (ou aonde) foi parar a metade de R$ 250 milhões e nada sobre a emissão de 200 mil Notas Fiscais frias e o pagamento a mais de R$ 300 mil em ISS que permite lavar R$ 6 milhões de reais. Também não comentam sobre a venda de dados cadastrais (sites registrados) ao Google por R$ 50 milhões e sobre as regras da nova partilha de R$ 82 milhões (receita da internet em 2008) nem um pio.. ficaram todos quietinhos. Em 12 anos o grupo conseguiu sumir com cerca de R$ 370 milhões... Suspeita-se que seja muito mais do que o dobro do que os hackers e crakers desviaram das contas bancárias brasileiras (20/02/08).

CGI.br embolsa R$ 370 milhões em 12 anos. (clique aqui) Só para ano atual 2008 estão previstos embolsamentos de outros R$ 82 milhões, isto para um grupo de cerca de 40 pessoas, metade do governo, usando uma ONG NIC.br de fachada e apoiado por resoluções falsas ( res. 01/2005) sequer assinada pelos integrantes do CGI.br. Como o CGI.br consegue ainda cancelar a resolução 01/98 publicado no Diário Oficial da União com uma simples publicação no jornal (chamam de resolução 02/05) induzindo os internautas e advogados ao uso de resoluções falsas ou inexistentes em centenas de processos judiciais? (14/02/08)


Obs. Todos os e-mails de denúncias encaminhados a @abusando.info são "deletados" por SPAM pelo CGI.br que controla todos os e-mails no Brasil inclusive a dos parlamentares, juízes e do governo (clique aqui) e denúncia (aqui). Se possível encaminhe novamente para abusando3@hotmail.com. O assunto de grampo na internet brasileira é tão grave que foi encaminhado a cerca de 13 mil juízes (clique aqui). (24/06/09)

E-mail de internauta indignado com a Máfia CGI/NIC/Registro.br: (24/06/09)

> Date: Sun, 21 Jun 2009 10:48:43 -0300
> Subject: Mais uma da Máfia CGI/NIC/Registro.br
> From: <internauta>
> To: abusando@abusando.info
> CC: denuncias@abusando.info; abusando3@hotmail.com
>
> (Por favor não publiquem meu endereço de e-mail. Muito obrigado!)
>
> Outro dia assistindo a um comercial na TV das Universidades
> Anhanguera (uma universidade particular de São Paulo)
> descobri que eles têm um domínio que descaradamente
> viola as regras da máfia CGI/NIC/Registro.br.
>
> O domínio em questão é www.vestibulares.br e sabem
> porquê viola as regras? Porque este é um domínio genérico!
> Vejam no site da máfia quanto ao registro de domínios .EDU.BR
> (as regras são as mesmas para o .BR pois somente
> instituições de ensino superior podem registrá-los).
>
> http://registro.br/faq/faq1.html#20
>
> 1.20 Posso registrar qualquer nome como um domínio .EDU.BR ?
>
> Não. Nomes de domínios .EDU.BR não podem ser genéricos.
> Domínio genérico é aquele composto por palavra ou acrônimo
> que defina conceito geral ou que não tenham ligação alguma
> com a razão social, nome fantasia ou seus respectivos acrônimos.
>
> Desta forma, caso a documentação descrita na questão 3.3 do FAQ
> não permita que se classifique o nome como não genérico,
> deve-se encaminhar documentação adicional para comprovação de
> não generalidade do nome.
>
> Agora a questão é: quanto as Universidades Anhanguera
> pagou ao barbudo arrogante Getschko para ele permitir uma
> coisa destas? Está mais do que claro que o endereço
> www.vestibulares.br é totalmente irregular! O CGI cria suas
> próprias regras e ele mesmo as viola, isto é um tapa na cara
> dos internautas Brasileiros, até quando teremos que
> aturar esses desgraçados fazendo o que bem entendem
> com o registro de domínios no Brasil?



CGI.br libera cidades gaúchas "bage.com.br, gravatai.com.br, caxiasdosul.com.br" para um grupo paulista controlar. O grupo paulista já controla 84 cidades gaúchas. (detalhes clique aqui)

O CGI.br declara publicamente que "Os domínios brasileiros são geridos pelo CGI.br como um patrimônio da comunidade e não uma mercadoria... " (clique aqui) mas o mesmo CGI.br usa como moeda domínios genéricos para calar a boca de quem denunciou as maracutaias do CGI.br em 07/05/2007 às 13:37 ao Ministério Público, Polícia Federal, e outros órgãos. (clique aqui , aqui e aqui). Estes domínios, na realidade um bem público, deveriam estar no leilão, mas trapacear milhares de internautas parece ser algo normal para o CGI.br (20/02/08).

NIC.BR trapaceia integrantes do Comitê Gestor Internet ao entrar com ação falsa na justiça por uso de endereço falso . A ação falsa é somente para agradar os integrantes do CGI.br no assunto dos 5 mil domínios em 200 endereços falsos. O processo judicial 583.00.2007.257452 do CGI.br para enganar os integrantes do Comitê Gestor Internet até parece aquele "dito" popular "ladrão que engana ladrão tem 100 anos de perdão". Clique aqui e veja detalhes. (21/02/08)

CGI.br de olho no lucro dos provedores, sequer publicaram no D.O.U. mas já estão embolsando R$ 4,2 milhões/mês adicionais. Começou estratégicamente em 1/2008 durante as ferias dos donos de provedores, quando voltarem algum funcionário já pagou aí já é tarde para contestar (clique aqui) (14/02/08)

Algumas informações aqui contidas foram enviados por e-mail particular p/os seguintes amigos e conhecidos: 65 senadores, 500 deputados federais, 700 deputados estaduais, 300 vereadores, 130 agências de notícias, 1100 jornais, 430 jornalistas, blogs e sites, 400 rádios AM/FM, 120 revistas, 2.300 provedores e hospedagem de sites, 130 TVs, 450 de Fundações entre outros

Comitê Gestor Internet Brasil conseguiu retroceder o "Brasil Internet" para a época de ditadura.
na qual as regras e justiça eram feitas por leis pessoais (adaptado a largura da entrada dos bolsos) e a margem e longe da justiça comum. Supõe-se que os R$ 370 milhões que sumiram ao longo de 12 anos tenham sustentado o esquema todo. Clique aqui e conheça os truques do grupo. (21/02/08)

Situação da receita da internet no Brasil (valores aproximados) arrecadados por integrantes do CGI.br, contrariando o Art 9º do Decreto Nº 4.829, de 03/09/2003 que cria o CGI e que diz: "O CGI.br não ensejará qualquer espécie de remuneração" (clique aqui). Na realidade deveria ter sido aplicado na "inclusão digital nos estados" conforme declaração do CGI (clique aqui), mas parece que a "inclusão digital pessoal do CGI.br" acabou prevalecendo. (31/01/08).


1995-2005

R$ 250 milhões

Status: sumiu a metade

 

 

7. Delegacia de Lapa SP (processo 050060353642. clique aqui)

julho/2005

R$ 50 milhões

Status: embolsado CGI.br

 

 

venda de dados cadastrais (endereços de sites) ao Google (aqui)

2006

R$ 30 milhões

Status: embolsado CGI.br

 

 

1,1 milhões de domínios x R$ 30,00

2007

R$ 40 milhões

Status: embolsado CGI.br

 

 

1,3 milhões de domínios x R$ 30,00

2008

R$ 82 milhões

Previsão: a ser embolsado pelo CGI.br

 

 

1,5 milhões de dom. x R$ 30,00 + cobrança IPs dos provedores

O Estado do Rio tentou em 04/2003 reaver R$ 10,8 milhões que seria usado no projeto Infovia.RJ. (clique aqui). Mas parece que a prioridade de embolsamento pelo CGI foi maior do que a inclusão digital no Rio. Suspeita-se que chegaram a aplicar milhões na ONG carioca RITS.org.br, mas foi para comprar o dono da ONG para ele calar com as denúncias contra o CGI.br (clique aqui). (25/01/08)

Um ex-funcionário do NIC.br deixou escapar para a Abusando que o multi-milionário Notório Saber em Embosalmentos está de malas prontas com passagem só de ida, possivelmente para as parasidíacas ilhas Caimans. Provavelmente estará acompanhado de boa parte dos integrantes do CGI.br. Até final de 2008 serão R$ 450 milhões embolsados pelo grupo CGI.br e não precisam mais trabalhar pelo resto da vida. (14/02/08).

A Abusando vem detectando que o mega-grupo empresarial CGI.br vem encurtando em surdina o prazo de pagamento da "taxa de extorsão anual" que era de 180 dias em 30/07/1999 para 120 dias (um mês p/ o congelamento e 3 meses p/ a remoção). Mas recentemente encurtaram este prazo ainda mais: alguns para até 21 dias, entre o registro e remoção. Isto não computando que você está sendo cobrado adiantado, por 1 ano. Analogicamente, seria a mesma coisa que você fosse alugar uma casa (domínio) para abrigar sua moradia (site) e sendo imposto pelo locador (NIC.BR) o pagamento dos alugueis de 12 meses (taxa do nic) pela sua hospedagem. Só que neste caso com um agravante: ele não fornece para você o número da sua casa (DNS). Os prazos variam para domínios registrados no mesmo dia, se for usuário antigo é um pouco maior, mas se for usuários novos, por ser mais fácil de enganar, os tempos são menores. Como sempre boa parte das atividades do CGI acontece em surdina e na calada da noite (a TV vive noticiando grupos assim). Como o CGI.Br pode ser tão safado? Veja um outro exemplo. A cobrança ilegal de IPs para arrancar dinheiro dos provedores, (clique aqui) que sequer foi publicada no D.O.U., na realidade acham que não precisa porque o importante deve ser o CGI.Br embolsar. Foi o que também aconteceu na falsa reunião do dia 21/10/2005 na qual o CGI decidiu pela transferência da Fapesp para o bolso deles (NIC.br) (clique aqui). A reunião sequer aconteceu e também não podem assinar por serem da iniciativa privada. Mas isto não impede da ONG particular NIC.Br de propriedade do CGI ficar embolsando cerca de R$ 8,2 milhões / mês (4 usual e 4,2 dos IPs dos provedores) e ainda usarem as falsas resoluções nos processos judiciais. Clique aqui e conheça o CGI.br. (19/02/08)

Manipulação da mídia: CGI.br investe massiçamente em anúncios no site denunciar.org.br da ONG Safernet da Bahia. Elogiam-o veemente no CGI.br. Por sua vez a Safernet divulga o site denunciar.org em programas de TV como "Via Legal" incentivando milhares de brasileiros a cadastrarem suas denúncias no site que para dar credibilidade alega "parceria com o Ministério Público" (clique aqui). Fizemos um teste denunciando uma das centenas de maracutaias do CGI.br e o sistema ficou mudo! Estranho mas o site denunciar.org.br da Safernet só fala mal do Google, afinal de contas o CGI.br conseguiu arrancar R$ 50 milhões do Google com a venda de cadastros de domínios e porque a Safernet não irá também conseguir tirar alguns trocos? Se tiver alguma denúncia, faça-o diretamente no site do Ministério Público e nunca em site de atravessadores. (21/02/08)

A Abusando obteve uma declaração bombástica de um integrante de uma empresa que possui mais de 4.000 domínios, Sr. Clayton, o qual garante que a empresa já pagou mais de R$ 1,3 milhões de reais em "retribuição de manutenção" desde 1.999. A maior parte deste dinheiro o CGI.br recusou-se a fornecer Nota Fiscal para não pagar impostos sobre a entrada deste dinheiro em caixa e a metade já sumiu! Em 2008 tudo piorou, mal o novos integrantes do CGI.br assumiram e já estão participando de maracutaias enganando mais de 1 milhao de internautas nos leilões de domínios ao transferir em 4/1/08 mais de 15 domínios de cidades retirados do Clayton por erro qualquer de endereço e transferidos diretamente sem passar pelo leilão para outra outra empresa também com endereço falso, mas desta vez com o apoio do CGI.br que mantém 200 empresas em salas inexistentes no endereço do Grupinho do Paraná e aonde também funciona a filial PR da Abusando. Como o CGI.br pode ser tão trapaceiro? 21/01/08

CGI.br continua trapaceando nos leilões de domínios (regras veja aqui e aqui): Segundo o Clayton no 3. leilão do NIC.br que ocorreu no feriadão do Carnaval 2007, no domínio "luminaria.com.br" houve três participantes: 1) Perfilac Industrial e Comercial Ltda (lance nr. 3336606). 2) a empresa Sete Mídias (lance nr: 3353781) e a empresa 3) Papai Noel Distribuição de Conteúdo. Ltda. lance nr.3333589). Milhares de internautas não participaram neste domínio porque cada um só pode participar com lances em no max. 20 domínios por empresa e quando encontram um domínio que já tem 3 lances procuram outro entre os 60 mil domínios por leilão, sem contar que a consulta a situação do domínio é limitada a 40 domínios por dia! . Apesar da regra "os nomes que tiverem dois ou mais candidatos, NÃO serão liberados e ficarão aguardando o próximo processo de liberação" o domínio "luminaria.com.br" foi parar na empresa Papai Noel. enganando milhares de participantes no leilão. Veja as graves trapaças do CGI.br no 5. leilão de domínios que aconteceu no feriadão Corpus Christi 2007 (clique aqui e aqui). Porque em dois anos TODOS os cinco leilões do NIC.br cairam nos feriadões? (Clique aqui) (20/02/08)

O Clayton desconfia que um funcionário de nome Alex do NIC.br parece estar recebendo algum beneficio do Potim para manipular durante mais de 1 ano tickets e resultados de leilão de domínios a favor do Potim. O Alex atua em um posto chave dentro do Registro.br / NIC.br, é "homem de confiança" do Notório Barbuds (quase dormem juntos) e apoiado pela jurídica externa Kati. Clayton também detectou que esta manipulação acontece contra outros milhões de internautas participantes nos leilões. Nada é transferido nos leilões e sim somente uns 15 a 30 dias depois que a auditoria já sumiu. Clayton alega que chegam a encurtar em 1 semana o prazo limite de pagamento dele só para "forçar" a perda do domínio. A seguir vai para o processo de liberação, e quando tudo esfria vai para o Potim ou Cubits. Clayton também alega que outra forma muito usado é solicitar documentação por e-mail e caso não seja respondido em 15 dias cancelam sumariamente TODOS OS DOMÍNIOS DO CNPJ, não importando se estão pagos ou não, se existe sites ativos, lojas comerciais ou e-mails em uso e após um prazo de esfriamento vai para o Potim ou Cubits (21/01/08)

No CGI.br estão 3 gaúchos que sequer ligaram pelo fato do próprio CGI.br, liberar por baixo do pano, os domínios de três cidades gauchas bage.com.br, gravatai.com.br e caxiasdosul.com.br para um grupo paulista controlar e que já controla 84 cidades gaúchas. Os 3 gaúchos devem estar muito ocupados contando os resultados parciais da partilha da receita de internet (só este ano são R$ 82 milhões para os integrantes do CGI embolsarem usando a ONG NIC.br de fachada) Também chamam de anuidade padrão CGI.br (clique aqui) contariando o Art 9º do Decreto Nº 4.829, que diz: "O CGI.br não ensejará qualquer espécie de remuneração" (clique aqui). Outros domínios que o CGI.br liberou por baixo do pano: anapolis.com.br, campinagrande.com.br, juazeirodonorte.com.br, novafriburgo.com.br, adesivo.com.br, camisetas.com.br, compressores.com.br, imobiliarias.com.br, modelos.com.br, lavarapido.com.br, persianas.com.br, picanha.com.br, show.com.br, virgindade.com.br, soldado.com.br, dedetizacao.com.br. E os millhões de internautas que participaram dos leilões? Sequer imaginam que é o próprio CGI.br que manipula os domínios depois que terminou o leilão e a auditoria já ter sumido. Clique aqui , aqui e aqui e veja outros casos de manipulação de domínios. (21/02/08)

Dia 17/1/2008 alguns marionetes do CGI estão tendo a primeira reunião. Conheça os integrantes do CGI.br clique aqui e converse com eles sobre seus direitos e o destino do dinheiro, porque não é aplicado em inclusão digital em seu estado, aonde foi parar a metade dos 250 milhões e como conseguem sumir com cerca de R$ 40 milhões por ano (1,4 milhão de domínios x R$ 30,00 ano) se até os 25 funcionários a Fapesp paga. Sem contar os R$ 1,5 milhões que entraram a mais com a alteração de 30 para 15 dias entre o registro e o congelamento, além dos milhões adicionais com a retribuição antecipada de até 10 anos e ainda a receita adicional de cerca de R$ 4,2 milhões/mês dos provedores e empresas de telecomunicações com a venda de IPs. (clique aqui) (17/01/08)

O site do CGI.br é realmente um engodo: anuncia em letras garrafais (clique aqui) desde 27/07/07 a redução na taxa de extorsão de R$ 30,00 para R$ 10,00 p/ dominios nom.br (clique aqui). Mas o internauta tem que pagar 3 anos adiantado. Seis meses após a Abusando constatou que domínios .nom continuam representando 0,22% do total (somente 2370 de um total de 1,3 milhões de domínios). A alteração do prazo de taxa de extorsão de 30 para 15 dias, que reforçou os cofres em R$ 1,5 milhões e a cobrança ilegal de IPs dos provedores, sem publicar no D.O.U, que reforça mensalmente em R$ 4,2 milhões sequer são mencionados (clique aqui) (22/01/08)

Cuidado com as tramóias de Natal do CGI.br! No último natal de 2006, 5 domínios da EBDI foram pagos em 22/12/06 (R$ 150,00) através de boleto bancário e com Nota Fiscal fornecido, mas tudo foi cancelado em pleno Natal 25/12/06 por falta de pagamento. O dinheiro, como sempre, o CGI.br embolsou e os domínios foram para o leilão! (clique aqui). Em 03/06 a ONG particular NIC.br de propriedade do CGI.br pediu o depósito de R$ 120,00 (4 domínios), na conta da Fapesp! Este valor a Fundação de Amparo ao Estado de SP "embolsou" e os domínios foram para o leilão! (clique aqui). Um dos domínio em questão é genérico, isto é, tem alto valor no mercado como locadora.com.br e que o CGI.br parece ter muito interesse. Como podem ser tão sujos? 25/12/07

Presente de Natal - A ONG particular NIC.br prevendo que em breve vão cair e ao mesmo tempo não satisfeitos em embolsar somente R$ 40 milhões por ano (1,4 milhões de domínios x 30,00 ano), resolvem por ordem de seus donos o CGI.br (que são os mesmos, hehehehe) e sem sequer publicar no D.O.U. (Diário Oficial da União) antecipar em até 10 anos a cobrança da retribuição do serviço de "cadastro automático de domínios" no computador. É como cobrar adiantado por 10 anos o aluguel do inquilino de um imóvel mesmo sabendo que o imóvel irá ser vendido no mês seguinte. Para sacanear os milhões de internautas pagantes encurtaram de 30 para 15 dias o prazo entre o registro e o congelamento (é congelado caso não seja pago 1 ano adiantado). Só estes 15 dias já dá um aumento de caixa de R$ 1,5 milhões (antecipação de Natal hohoho!) Tudo na surdina! E aonde vai este dinheiro? Segundo a resolução 01/05 cai direto no bolso do CGI.br a título de gastos. Nem os 25 funcionários precisam pagar. A Fapesp paga por estarem assumindo o polo passivo das ações judiciais clique aqui 27/12/07

E aonde está indo os R$ 1,5 milhões que entraram a mais com a jogada dos 15 dias, além dos milhões adicionais com a retribuição antecipada de até 10 anos tudo somado aos habituais R$ 3 milhões mensais (1,4 milhão de domínios x R$ 30,00 / ano) ? Uma parte em um resort alugado para "doutrinar" todos os integrantes do CGI.br. pois eles vão ter o arduo trabalho em janeiro 2007 de convencer os internautas que estão sendo útil (após 12 anos de embolsamento) e que a metade dos R$ 250 milhões não sumiu mas evaporou sem querer. Será que mais de 1 milhão de internautas ávidos em pagar taxinhas de R$ 30,00 / ano concordam que seja aplicado em um resort para lazer em vez de inclusão digital nos seus estados conforme declaração do CGI.br? (aqui) (28/12/07)

O ano 2008 promete grandes embolsamentos: A ONG particular NIC.br de propriedade de integrantes do CGI.br resolve em 14/12/2007 (clique aqui) e sem que haja alguma publicação no D.O.U. - Diário Oficial da União e ainda aproveitando as férias dos donos de provedores, a cobrar pelo uso de IPs (números) essenciais para que uma empresa ou provedor possa atuar na área de internet no Brasil, isto, após 12 anos sem custos porque é equivalente a um posto de saúde enriquecer cobrando pelas senhas nas filas. Veja aqui a tabela de extorsão do CGI.br. Seria algo semelhante a Anatel começar a cobrar o numero telefônico das concessionárias de telefonia só porque estes são obrigados a entregar um telefone com um número qualquer assim como um provedor não consegue entregar uma conexão internet sem um número IP. Estima-se uma receita ADICIONAL para o CGI de cerca de R$ 4,2 milhões/mes para os integrantes do CGI.br "embolsarem", todos os meses, a título de gastos e ainda darem risadas dos provedores pagantes. Parece que "paira sobre o CGI.br" uma suspeita que os provedores devem estar ganhando montanhas de dinheiro com os IP´s e que não custa repassarem um pouco deste lucro para os integrantes do CGI.br cobrirem o rombo das festas de fim de ano. O Sr. Energúmeno Tavares representante dos provedores no CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) adorou e aprovou a nova taxa de IPs cobrado dos provedores porque suspeita-se que algo deve escorregar no bolso dele (clique aqui). Toda esta nova cobrança é baseado na "irregular resolução de 01/2005" que sequer foi criado por lei. clique aqui, e ainda contrariando o Art 9º do Decreto Nº 4.829, de 03/09/2003 que diz: "O CGI.br não ensejará qualquer espécie de remuneração" (clique aqui) A Resolução 02/05 que deveria regulamentar toda as cobranças e normas na internet sequer foi publicada no D.O.U só em jornais! (09/01/08) Alterado (29/04/09)

O que é congelamento de domínio? É uma espécie de Lista Negra que informa públicamente que não foi paga a taxa de extorsão adiantado de R$ 30,00 / ano. Sequer prestam algum serviço e em 15 dias já vai para a lista negra pública. O site e e-mail da empresa param de funcionar e se não pagar urgente a taxa de extorsão a empresa poderá ter prejuizos enormes! Como o monopólio do registro ".br" está nas mãos de uma ONG particular de propriedade do CGI.br não tem como escapar. Para o CGI.br poder embolsar mais em menos tempo foram paulatinamente encurtando desde 30/07/1999 o prazo de 180 dias para o congelamento para ser congelado após 6 dias em 11/2007. Isto porque ainda é cobrado adiantado em 1 ano! (27/12/07)

O CGI.br criou na internet do Brasil, um mundo jurídico a parte com leis particulares. Exemplo: em vez de "spc ou seproc" usam "congelamento", em vez de "leilão" usam "processo de liberação", em vez de "lance" usam "ticket" em vez de "taxas" usam "retribuição da manutenção" e para a maioria não entender nada em vez de "provedor" usam "ISP" (veja aqui). Para confundir ainda usam palavras como ICANN (um órgão ligado ao Departamento do Comércio dos EUA) e outros como TLDs etc (clique aqui).

Os domínios mais cobiçados são os genéricos como cafe.com.br, pao.com.br etc. que não podem estar registrados no INPI, mas estes o "pessoal de bolso cheio" vem manipulando tranquilamente desde o leilão da Fapesp de 21/11/2004 a 05/12/2004 com 39.965 domínios para "requerentes com diferencial declaratório" que alegam "similaridade empresarial" e acabaram induzindo os internautas a abrirem entre 220 a 600 empresas frias (só existe o CNPJ para conseguir domínios por similaridade). Basta levar a regra do CGI.br para a Junta Comercial para ser liberado nomes de empresas como "Transas e Fodas Ltda. ME e Dor e Ervas Informática Ltda. e centenas de outros. (veja alguns clique aqui). De quebra induziram mais de 1 milhão de internautas ao crime de sonegação fiscal por não fornecer Nota Fiscal sobre R$ 250 milhões e ainda lesaram o erario não pagando os impostos (clique aqui) (28/12/07)

O "grupinho do Paraná" teve séries problemas com a Receita por ter pago em 1999, R$ 40 mil em "retribuição da manutenção". Negaram fornecer Nota Fiscal porque o CGI.br alegava ser um serviço de caracter público, também não pagaram impostos sobre o que receberam (contabilizaram como doação de anônimos) e o dinheiro sumiu. O CGI.br ainda se considera com razão (clique aqui)

Parecer de procurador 16/11/2003:"Ocorre que toda a estrutura e a infra-estrutura montadas a partir do Comitê Gestor Internet do Brasil padecem de uma grave insuficiência jurídica. Com efeito, a portaria interministerial em questão não possui lastro ou fundamento legal" e "decreto presidencial que viabiliza a inovação da ordem jurídica à margem da lei" (clique aqui)

Os integrantes do CGI.br/NIC.br (são os mesmo) atestam em Ata Notarial assinada no 7. tabelião de Curitiba terem pleno conhecimento das supostas maracutaias do CGI.br/NIC.br descritas neste site. A partir de 24/07/2007 às 12:43 TODOS os integrantes do CGI.br são obrigados a denunciar ao Ministério Público TODAS as maracutaias descritas neste site sob pena de serem coniventes. Será que eles vão se auto-denunciar?
Mas quem fizer isto possivelmente será excluido da partilha de R$ 40 milhões ano (1,4 milhões de domínios x R$ 30,00). São quase 40 embolsadores, (clique aqui) perfazendo cerca de R$ 1 milhão cada / ano embolsados a título de gastos, conforme resolução 01/05 clique aqui processos.html)
Até parece a estória de Ali Demi Babá e os 40 embolsadores. Quem não conhece esta estória? (28/12/07)

Google paga R$ 50 milhões a integrante do CGI.br pela compra do cadastro de nomes de domínios registrados (clique aqui) e ainda retira do ar o blog de eleições CGI.br 2007 (clique aqui).

Uma máquina compartilhada por integrante da Abusando foi invadida e na qual ao que parece existe um sistema de obtenção de senhas de clientes do Banco Caixa Econômica através de "phishing". A Justiça e a Polícia foram devidamente notificados. Existem grandes suspeitas que a invasão tenha sido "encomendada" pelo CERT "Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil" uma divisão do mega grupo empresarial CGI.br - Comitê Gestor Internet Brasil criada para justificar o "embolsamento" de "retribuições forçadas" de R$ 40 milhões/ano, através do monopolio dos integrantes do CGI.br e "legalizada" pela ONG particular NIC.Br apoiado em resoluções falsas publicadas no D.O.U. (clique aqui) Se a polícia conseguir calar os integrantes da Abusando o CGI.br divisão CERT não irá precisar justificar o sumiço da metade de R$ 250 milhões de reais, nem a emissão de 200 mil Notas Fiscais frias e o pagamento de R$ 300 mil a mais em ISS que permite lavar até R$ 6 milhões de reais, basta depositar na conta da ONG NIC.br/CERT que está lavado e limpo com ISS pago e imposto isento. (clique aqui) (18/12/07). Conheça a realidade sobre o CERT (clique aqui)

Caso o CERT consiga fazer a perícia no HD invadido, antes da polícia, tudo será considerado inválido! O CERT, uma sigla do CGI.br consegue até falsificar resoluções no D.O.U - Diário Oficial da União (clique aqui) o que dirá de um simples HD? Além do mais o grupo possívelmente desviou mais do que a somatória de todos os crakers das contas bancárias brasileiras!

Manipulação da Mídia - A Associação Abusando vem levantando que boa parte dos escritórios advocatícios de direito em informática de SP prestam serviços quaisquer para a ONG NIC.br/CGI.br/Fapesp e não podem ser usados pelos internautas nos processos judiciais contra o CGI.br por já terem alguma relaçao de atividade. Muitos Institutos e Associações de direito de informática e Ongs como RITS recebem polpudos doações do CGI. e nunca vão falar mal do CGI. Sem contar a Fapesp que recebe todo o ano mais de R$ 500 milhões do governo de estado de SP e aplica maciçamente na mídia. O mais estranho a conivência da Prefeitura de SP para não extornar 200 mil Notas Fiscais (clique aqui) frias enquanto todas as empresas tem que extornar porque o serviço não foi prestado mas só a ONG particular NIC.br de propriedade do CGI.br não precisa. Em troca parece que o CGI.br vem dedando todos os endereços das empresas de SP na mira do imposto estadual e federal. É como se o banco fornecesse endereços de clientes para a prefeitura para conseguir créditos. Para contornar a ilegalidade de liberação todos os dados empresariais ficam sempre disponíveis publicamente na site do registro.br. O único que fornece publicamente a uma decada o CNPJ a partir de algum dado qualquer é o CGI.br, nem a Receita Federal faz isto. Não é a toa que todos os domínios do CNPJ são cancelados sumariamente em 15 dias se houver alguma inconsistencia qualquer no endereço, baseado em uma resolução falsa 02/2005 cuja publicação foi barrada no D.O.U. Tudo para manter os dados cadastrais o mais completo possivel. Um subproduto valioso são os endereços de sites e as cidades. Só o Google pagou R$ 50 milhões a integrante do CGI.br pela compra do cadastro de nomes de domínios registrados mas disfarçado em venda de empresa lotado de cérebros brasileiros. (clique aqui) (17/01/08)

O CGI.br DETONOU o legítimo Movimento Brasileiro de Combate ao SPAM e abriu seu próprio antispam.br para ter um contrôle maior sobre os e-mails brasileiros e DETONAR os relativos as denúncias das maracutais deles (clique aqui) (20/12/07)

CGI.br tenta através da Polícia Federal alguma ação policial para bloquear as denúncias da abusando como se fossem SPAM. Caso o CGI.br obtenha exito não vão precisar justificar o sumiço da metade de R$ 250 milhões de reais, se é que ainda existe a outra metade, Tudo foi contabilizado como doação de anônimos logrando até o erário. (18/12/07)

"O spam não é, em si, um crime. O que o transforma em conduta criminosa é o envio de mensagens com o uso de falsificação e roubo de identidade". Eliot Spitzer ex-promotor-geral do Estado de Nova York

Um exemplo típico de SPAM: Em 5/12/2005 o CGI.br enviou SPAM a mais de 860 mil internautas informando a transferência da atividade de registro de domínios da Fapesp para a ONG particular deles NIC.br e que tal fato foi decidido em uma reunião de 21/10/2005 (clique aqui). A reunião nunca aconteceu e ninguém do CGI assinou nada a não ser o coordenador! Era tudo falso! Para dar mais veracidade até publicaram no D.O.U. o resultado da reunião fictícia e o doc. não assinado (clique aqui) Graças a este truque a receita da internet R$ 40 milhões/ano cai direto no bolso do CERT/CGI/NIC a titulo de gastos 18/12/07

Os integrantes do CGI.br são em boa parte da iniciativa privada e NÃO podem assinar resoluções publicadas no D.O.U. - Diário Oficial da União. Para contornar alguém do Ministério de Ciência e Tecnologia assina.. (08/01/08)

O mega grupo empresarial CGI.br/NIC.br tenta por ordem judicial a prisão dos integrantes da Abusando e ainda a penhora judicial sobre suas contas bancárias. Tudo isto porque denunciaram as maracutaias do CGI/NIC! Não seria melhor TODOS os integrantes do CGI comparecerem na 7. Delegacia de Lapa SP processo 050060353642-0000. clique aqui) que está averiguando o sumiço da metade dos R$ 250 milhões e já aproveitar e explicar a emissão de 200 mil Notas Fiscais frias e o pagamento a mais de R$ 300 mil em ISS que dá direito a lavar R$ 6 milhões de reais? (clique aqui) (18/12/07)

No "Comunicado a respeito de difamações contra o CGIbr" (clique aqui), o CGI.br alega que "já houve condenações desse grupo que faz essas difamações". Como o CGI.br pode mentir tão descaradamente? Aonde estão as condenações? Sequer conseguiram ordem judicial para desativar o domínio original, bem brasileiro, www.interjuris.com.br (clique aqui) e antecessor da associação abusando e ativo já por quase 5 anos. Pior perderam a ação judicial quando tentaram tirar do ar o sitio interjuris.com.br. (clique aqui) (03/01/08)

Em resposta a "Denúncias do CGIbr são falsas" (clique aqui) a Abusando publicou "Denúncias do CGIbr são verdadeiras"
(clique aqui) copie e reproduza nas suas listas ou no orkut. A seguir o CGI.br (clique aqui) tenta justificar porque os megaleilões de domínios do NIC.br cairam nos feriadões!. Algumas toupeiras alegam "coincidência cair no feriadão". Mas só houve 5 leilões NIC.br nos últimos 2 anos e TODOS cairam no feriadão! (clique aqui). Além de um monte de lorotas (clique aqui) não informam o que 39 milhões de internautas brasileiros querem saber: "aonde foi parar a metade dos R$ 250 milhões de reais?" (03/01/08)

Integrantes do CGI.br garantem que o CGI.br recebe sobre cada domínio "apenas a anuidade padrão do CGI.br" de R$ 30,00 (clique aqui). O que perfaz para cada um R$ 1,6 milhões / ano limpos no bolso (1,4 milhões de domínios x R$ 30,00 ano / 24 embolsadores). tudo a titulo de gastos, contrariando o decreto Nº 4.829, de 3/9/03 (clique aqui) que no Art 9° diz: "A participação no CGI.br é considerada como de relevante interesse público e não ensejará qualquer espécie de remuneração". Será que o bolso dos 24 embolsadores falou mais alto? Nos EUA a ICANN cobra U$ 0,25 por domínio (clique aqui) (17/12/07)

Como o CGI.br pode ser tão ligeiro? A ONG particular NIC.br de propriedade de integrantes do CGI.br emitiu 2,5 milhões de cobranças por e-mail cobrando R$ 30,00 cada durante 2 anos (1,1 milhões de domínios em 2006 e 1,4 milhões em 2007) todos com o texto: "O não pagamento destas retribuições implica na inobservância do artigo 9°, parágrafo 1°, inciso II da Resolução 002/2005, publicada em 05/12/2005" (clique aqui). Mas a publicação da resolução 02/05 foi barrada no D.O.U. (o prazo limite era 6 meses a partir de 5/12/2005 e já estamos em 2008) e o publicado ali quer dizer "em 3 jornais comuns" enganando internautas e advogados nos processos judiciais e ainda cancelam a resolução 01/98 que realmente foi publicado no D.O.U. Será que eles teriam que devolver o dinheiro, cerca de R$ 70 milhões? (10/01/08)

O projeto de lei do Senador Papaléo Paes (clique aqui) "também argumenta ser conveniente facultar às associações a geração de receita, desde que o resultado da operação não seja apossado de forma privada e individual, mas aplicado integralmente nos objetivos da associação". Parece que a ONG NIC.br do CGI se antecipou a anos ao projeto de lei mas somente na geração de receita. Continuando "...Em sua opinião, a mudança por ele proposta permitirá que as atividades econômicas das associações venham a garantir sua sustentabilidade." No caso da ONG particular NIC.br os 25 funcionários são pagos pela Fapesp e os R$ 70 milhões entraram limpo, descontando os impostos ISS e Cofins e o restante são isentos por ser uma ONG sem fins lucrativas. Lucro é aquilo que sobra e como a ONG NIC.br (= CGI.br) é sem fins lucrativas nada dos R$ 70 milhões pode sobrar. (10/01/08)

Eleições no CGI.br: 5º Setor que representa o grupo mela eleição tenta iludir os participantes com declarações inverídicas p/ poderem continuar na partilha de R$ 90 milhões a título de gastos durante +3 anos, melando as eleições do CGI.br Veja aqui No final foi tudo resolvido com suplentes. Será que eles tambem tem direito a participar da partilha? (27/12/07)

Para acomodar todos na eleição do CGI.br, incluindo os 4 que não queriam abandonar a partilha dos R$ 40 milhões (1,4 milhão de domínios x R$30,00) (clique aqui), criaram o cargo de suplente. Na próxima eleíção está prevista o cargo de suplente do suplente. A partilha é limpa porque os 25 funcionários da ONG particular NIC.br a Fapesp paga e em troca o CGI.br assume as ações judiciais e e uma das formas para evaporar a outra metade dos R$ 250 milhões de reais.(13/01/08)


CGI.br de olho no lucro dos provedores

Ansiosos para abocanhar parte dos lucros dos provedores na área de internet o Comitê Gestor Internet resolve em 14/12/2007 (sem que haja alguma publicação no D.O.U. Diário Oficial da União), embolsar parte dos ganhos dos provedores através da cobrança da alocação de números IPs ("Internet Protocol") Cada máquina conectada a Internet deve ter um código único, análogo a um número de telefone que tem que ser único no mundo e portanto os blocos de IPs são essenciais para que uma empresa ou provedor possa atuar na área de internet no Brasil. (17/01/08) (clique aqui)

Durante 12 anos, não houve custos porque é equivalente ao monopólio de uma simples liberação de número de senhas (na internet se chama IPs) para integrantes de filas de espera em um Posto de Saúde. As regras do CGI.br são idênticas as senhas de uma fila comum: "não pode repassar, não pode vender, não pode trocar" clique (aqui). Mas imaginou o Posto de Saúde enriquecer cobrando pelas senhas? Pois é, somente o CGI.br pode cobrar algo assim e ainda sem publicar no D.O.U.! hehehehe 17/01/08)

Existe uma previsão de receita ADICIONAL de cerca de R$ 4,2 milhões/mês) para os integrantes do CGI.br "embolsarem", todos os meses, a título de gastos baseado na "irregular resolução de 01/2005" que diz que a receita anual (1,4 milhões de domínios x R$ 30,00) cai no bolso do NIC.br que segundo o estatuto é o próprio CGI.br, contrariando o Decreto nº 4.829, de 03/09/2003 que no Art. 9º diz: "O CGI.br não ensejará qualquer espécie de remuneração" (clique aqui) e a Resolução 02/05 que deveria regulamentar toda as cobranças e normas na internet sequer foi publicada no D.O.U só em jornais! O prazo para publicacação expirava em 6 meses após a assinatura em 5/12/05, mas mesmo em 2008 continuam usando como se fosse uma resolução, enganando internautas e advogados nos processos judiciais.(17/01/08)

Tudo se baseia na suspeita do CGI.br que os provedores devem estar ganhando montanhas de dinheiro com os IP´s e não custa repassarem um pouco deste lucro para os integrantes do CGI.br cobrirem o rombo das festas de fim de ano e os resort de lazer para "doutrinar" os integrantes do CGI.br. (17/01/08)

A cobrança começou em janeiro de 2008, justamente quando os donos de provedores estão curtindo as férias com seus filhos. Quando voltarem algum funcionário já acabou pagando e aí é tarde para contestar. Também já é tarde para se moblizarem quanto a irregularidade da cobrança e o destino deste dinheiro que suspeitam que seja o bolso dos integrantes do CGI.br. (24/01/08)

Resumindo: O ano 2008 promete grandes embolsamentos para a ONG particular NIC.br de propriedade de integrantes do CGI.br - Comitê Gestor Internet Brasil é so calcular: R$ 40 milhões por ano (1,4 milhão de domínios x R$ 30,00 ano) (limpos porque os cerca de 25 funcionários da ONG particular a Fapesp paga), mais os R$ 1,5 milhões que entraram com a alteração de prazo de pagamento de 30 para 15 dias entre o registro e o congelamento, mais os milhões adicionais com a retribuição antecipada de até 10 anos, mais a receita adicional de cerca de R$ 4,2 milhões/mês dos provedores e empresas de telecomunicações com a venda de IPs. Tudo para os integrantes do NIC.br embolsarem a titulo de gastos (que segundo o estatuto são os integrantes do CGI) e tudo conforme a resolução 01/2005 que sequer os integrantes do CGI assinaram. (clique aqui). E ainda tem metade dos R$ 250 milhões arrecadados até 2005 (a outra metade já evaporou... rsrsrsrsrsrs). (17/01/08) Volta (clique aqui)


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NIC.BR trapaceia integrantes do Comitê Gestor Internet ao entrar com ação falsa na justiça por uso de endereço falso . A ação foi somente para agradar os integrantes do CGI.br no assunto dos 5 mil domínios em 200 endereços falso. O processo judicial 583.00.2007.257452 do CGI.br para enganar os integrantes do Comitê Gestor Internet até parece aquele "dito" popular "ladrão que engana ladrão tem 100 anos de perdão". Veja abaixo uma estória quase semelhante. (21/02/08)

Nos últimos 5 anos CGI.br vem cancelando milhares de domínios pelo simples fato de constar algum erro mínimo nos dados cadastrais, obtendo desta forma de volta o domínio. O CGI.br montou uma espécie de "Tribunal de Denúncias Anônimas" (alguém faz uma denúncia anônima e com base nisto solicitam documentação em prazos recordes (15 dias) e em caso de não fornecimento em tempo habil TODOS os domínios do CNPJ são cancelados sumariamente. A contagem iniciava-se logo antes de uma feriadão ou até no último dia útil do ano). De vez em quando deixavam escapar quem era o denunciante, provocando uma espécie de revanche com novas denúncias anônimas. Mas no caso dos 5 mil domínios em 200 empresas com endereços falsos em vez de cancelar, simulam uma ação judicial falsa !!! erraram até o nome do suposto acusado!!! Tudo para agradar (trapacear) os integrantes do CGI.br. É inacreditável o CGI.br passando a perna no Comitê Gestor Internet!. Após um bom tempo o processo será cancelado por erro de nome, até lá os integrantes do Comitê Gestor Internet já esqueceram a história e todos continuam vivendo felizes com os bolsos cheios como resultado da partilha de R$ 82 milhões (a ser extorquido dos internautas em 2008). (21/02/08)

A seqüência:
1) um internauta pernambucano denuncia ao CGI.br um esquema montado por um grupo paulista de 200 empresas com endereços falsos no Paraná,
2) o dono do CGI.br um Notório Embolsador considera normal (clique aqui) e não cancela nenhum dos 5 mil domínios sumariamente, possivelmente devido a participação do próprio CGI.br no esquema,
3) o internauta pernambucano denuncia o esquema do CGI.br em 07/05/2007 às 13:37 ao Ministério Público SP, Polícia Federal, e outros órgãos. (veja o distribuidor clique aqui)
4) o CGI.br agracia-o com domínios genéricos de alto monetário (clique aqui e aqui), sendo boa parte domínios do Clayton, que mesmo pagos foram cancelados por algum motivo obscuro no endereço e repassados ao denunciante.
5) No leilão de domínios do NIC.br que aconteceu no feriadão do Corpus Christi, o CGI.br agracia, agora ambos, com polpudos domínios genéricos enganando milhões de internautas que participaram do leilão (clique e aqui)
6) o grupo paulista cancela a ação 583.03.2007.113586-5 contra o CGI.br,
7) os integrantes do Comitê Gestor Internet pressionam o CGI.br devido a revelação no site da Abusando.
8) o CGI.br abre uma ação judicial 583.00.2007.257452 contra o grupo paulista para agradar (trapacear) os integrantes do CGI.br
9) estranho, mas erram o nome! A ação está fadado ao insucesso por erro de nome.
10) Integrantes do CGI se acalmam (pelo jeito adoram serem enganados desde que continuem na partilha dos R$ 82 milhões a ser extorquido em 2008 dos internautas e provedores)

Declaração dado pelo Sr. Demi Getschko um dos Notórios Embolsadores do CGI.br / NIC.br em 16 de abril de 2007 16:18 "Fizemos todos os contactos possíveis, no Paraná e Receita Federal, para apurar irregularidades na constituição das empresas em foco. O resultado foi que "nada consta"... Por estranho que possa parecer - e nossa estranheza nisso soma-se à sua - aparentemente *nada* impede que 200 empresas possam compartilhar uma sala, num determinado endereço físico. Sinceramente, eu achava que isso era irregular e que conseguiríamos uma saída por esse lado, mas esse fato *não* se confirmou..." Só que a Junta Comercial não permite duas ou mais empresas em uma mesma sala, conforme alegado, e sim foram usadas 200 salas inexistentes, uma para cada empresa, o que é bem diferente do que foi declarado pelo CGI.br. Como pode o CGI.br escrever tanta burrice? E depois disto ainda simular uma ação judicial na justiça, fadado ao insucesso por erro de nome, só para agradar os integrantes do próprio CGI.br? Parece que para um grupo que conseguiu desviar cerca de R$ 370 milhões em 12 anos "vale tudo", até enganar os sócios. (25/02/08)

"Ocorre que toda a estrutura e a infra-estrutura montadas a partir do Comitê Gestor Internet do Brasil padecem de uma grave insuficiência jurídica. Com efeito, a portaria interministerial em questão não possui lastro ou fundamento legal". (parecer de procurador).

Denúncia: Fraude milionário em leilão de domínios da Fapesp.
(clique aqui)

NIC.br inicia II etapa
do 5. Mega Leilão de 70 mil domínios. O leiloeiro virtual bateu o martelo no domingo 17/06/2007 às 15:00 Milhares de empresários tiveram que trabalhar no domingo! Agora vem a segunda fase: pedir doc. e liberar só para os amigos do CGI até a auditoria já foi dispensado! O resultado final nunca é divulgado! Regras veja aqui e aqui

Registro.br expulso de dentro da Fapesp pelo Tribunal de Contas do Estado de SP
Só esqueceram de expulsar os depósitos milionários que continuaram por mais 4 anos, uns míseros R$ 90 milhões. Clique aqui

 

Caso tenha alguma denúncia: clique aqui

atualizado em 27/12/2007

 

MENSALÃO NA INTERNET II O MCT - Ministério da Ciência e Tecnologia aprovou em 14/02/06 resolução de codinome "embolsar" (clique aqui) que permite a integrantes do governo acomodados no CGI.br - Comitê Gestor Internet Brasil a extorquir os internautas e embolsarem R$ 3 milhões / mês usando uma ONG particular de propriedade do CGI.br (clique aqui) Conheça os donos da ONG NIC.br (clique aqui) Mas pode o CGI.br criar e embolsar uma taxa pública disfarçada de "retribuição" sem aprovação do congresso e ainda enganar a Receita por 12 anos sem pagar impostos sobre os 250 milhões extorquidos?

Após
32 meses de governo, graças ao "decreto presidencial que viabiliza a inovação da ordem jurídica à margem da lei " (anexo1) foi possível extorquir R$ 64 milhões a uma velocidade de R$ 2,5 milhões por mês sob a forma de doação forçada para a Fapesp de R$ 30,00/ano de cada um dos 909 mil internautas. Veja foto da gang e integrantes.

No término do FHC ainda sobraram 90 milhões.no Banespa e um doc interno do CGI revela que Demi Getschko conseguiu o cargo de "Notório Saber em Internet" somente após declarar gastos de R$ 22 milhões. Mais tarde outros R$ 64 milhões sumiram. Nem o atual Ministro C&T soube explicar e limitou-se a chamar o denunciante de irresponsável.


WWW.ABUSANDO - Área destinada a denúncias de internautas - Denúncias Clique aqui
"Arrependi-me muitas vezes por ter falado muito; nunca por ter ficado em silêncio"


Aviso: Pretendem suspender as eleições 2007 CGI.br - Veja no www.abusando.info/blog - Dê a sua opinião!

...Estamos falando da Eleição do CGI Br. Quer dizer, não é uma eleição porque já possui vencedores antes de serem proclamados. Mas eles são peritos nisso! Fazem a mesma coisa com os dominios... Autor clique aqui

Saiu na mídia: "Sbc-l: - Opiniões e comentários ajudariam a deglutir melhor a questão". (clique aqui)


E você internauta o que faria? Denunciaria qual ítem?

[ ] o sumiço da metade de R$ 250 milhões?
[ ] os R$ 50 milhões pagos pelo Google ao CGI?
[ ] o embolsamento de R$ 30 milhões / ano ?
[ ] a emissão de 200 mil Notas Fiscais frias?
[ ] o pagamento a mais de R$300 mil em I
SS? (permite lavar R$ 6 milhões, basta depositar na conta da ONG.
[ ] os leilões irregulares de milhares de domínios genéricos?
[ ] o pagamento de R$ 500 mil para ser agente de chaves públicas?
[ ] arrecadar R$ 250 milhões sem emitir NF e sem pagar impostos, apesar do Juiz concluir que a atividade é privada.
[ ] Publicar resolução falsa no D.O.U. Diário Oficial da União
[ ] Induzir internautas e juizes a utilizarem um documento frio a Resolução 2/2005 que regulamenta toda a internet Brasileira, mas não existe porque a publicação no D.O.U - Diário Oficial da União foi barrada em 2005!
[ ] melar as eleições do CGI.br para evitar que outros entrem na partilha dos R$ 30 milhões de reais / ano?
[ ] agraciar com centenas de domínios de alto valor para quem denuncia as maracutaias do CGI.br ao Ministério Público?
[ ] induzir 1,4 milhões de internautas ao crime de sonegação fiscal ao cobrar R$ 250 ,milhões em boletos sem Nota Fiscal.
[ ] ou o grupinho do Paraná que em 1999 o CGI.br extorquiu R$ 40 mil em "retribuições", se negaram a fornecer Nota Fiscal e depois ainda descobriu-se que simplesmente o dinheiro pago sumiu!

Caso queira denunciar, veja sugestão de órgãos listados em: www.abusando.info/denuncias/denuciar.php
Divulgue está denúncia em su
as listas: (clique aqui)
Conheça as maracuatias do registro.br
em 19/04/2004 (clique aqui)

 

Declarações judiciais: (veja eles clique aqui)

"O CGIbr é, de fato, um grupo de pessoas que visa a um interesse determinado - o uso e o desenvolvimento da Internet no Brasil. Não é, porém, um grupo de representantes dos Ministérios de Estado, de representantes de órgãos federais da Administração Direta."

"O CGIbr não é, pois, órgão ou entidade federal. Na realidade, sequer tem personalidade jurídica. É, como se viu, um grupo de pessoas - representativas do Estado, da sociedade e da comunidade específica - que têm um interesse comum: o uso e o desenvolvimento da Internet no Brasil."
 

"Juíza Rejeita Competência da Fapesp para Registro de Site", .."o registro na Fapesp não cria direitos de privilégios pois sua competência não descende de lei, mas sim de uma mera delegação. A Fapesp não tem competência legal para fazer o registro porque essa função foi passada ao organismo por delegação e não por texto legal". Isto foi em 2002! (clique aqui).E a ONG particular NIC.br de propriedade de integrantes do CGI.br, como fica?


"Tal atribuição (decreto 4.829 3/9/03) não investiu o CGI, por óbvio, de poderes para editar regras jurídicas primárias, assim entendidas, para fins da argumentação que ora se desenvolve, aquelas que, inovando na ordem normativa, sujeitam os seus destinatários ao cumprimento de deveres e obrigações" A decisão judicial se baseia em um documento falso que o CGI.br chama de "Resolução 02/2005" cuja publicação no D.O.U. (Diário Oficial da União) foi barrada e deveria regulamentar toda a internet brasileira, Só conseguiram aprovar a Resolução 01/2005 que permite que eles mesmo embolsem toda a receita de R$ 40 milhões ano. Até a resolução 01/2006 que altera uma resolução que não existe acabou sendo publicado no D.O.U.


Mas quem é CGI.br - Comitê Gestor Internet Brasil?
- CGI.br náo é órgão ou entidade federal e não representa o ministério,
- CGI.br não representa órgão federais da Administração direta,
- CGI.br sequer tem personalidade jurídica.
Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR (veja varios processos - clique aqui)


O CGI.br "; Comitê Gestor Internet Brasil, vem a uma década falando sobre siglas estranhas como: gTLDs, CERT.br, PTT.br e CETIC.br, TICs, viagens para Mar Del Plata, Tunísia e outros. Não adianta o CGI.br gastar tempo com lorotas, 21 milhões de internautas brasileiros querem saber aonde foi parar a metade dos R$ 250 milhões e porque a outra metade está apodrecendo até hoje! Se é que ainda existe... Porque emitiram 200 mil Notas Fiscais Frias (clique aqui). e porque pagaram a mais R$ 300 mil em ISS que dá direito a lavar R$ 6 milhões de reais por ano, basta depositar o dinheiro. sujo na conta bancária da ONG particular NIC.br de propriedade dos integrantes do CGI.br que o ISS já está pago e imposto é isento..(01/10/07)

Nos EUA a ICANN cobra U$ 0,25 por domínio (clique aqui), enquanto aqui no Brasil o CGI.br (clique aqui) embolsa R$30,00 / ano de 1,4 milhão de domínios usando a ONG particular deles (clique aqui). Não é a toa que os que estão no CGI.br não querem abandonar a partilha de R$ 30 milhões / ano, tentando melar a eleição (clique aqui) e desta forma evitar que estranhos entrarem pelo voto. (03/12/07)

O grupo empresarial CGI.br embolsa R$ 100 mil por dia corrido (1,4 milhões de domínios x 30,00 ano) graças a licitação irregular para o registro automático de domínios" vencida pela ONG particular NIC.br de propriedade dos integrantes do próprio CGI.br
(03/12/07)

Mas quem é o CERT? É só uma sigla e não existe absolutamente nada legalizado além disto. Por trás disto esconde-se um enorme tráfego de influência de informações cadastrais e rastreamento de atividades. Para legalizar o tráfego tornam os dados cadastrais obrigatoriamente públicos. Nem a Receita Federal informa o nr. de CNPJ com base em alguma outra informação, só o CGI.br. Se o endereço for a residência em vez da empresa os domínios são sumariamente cancelados! Portanto a qualidade dos dados cadastrais são excelentes. Suspeita-se que a Prefeitura e Governo de São Paulo utilizam este cadastro para localizar contribuintes e empresas inadimplentes, em troca o CGI.br emite 200 mil notas fiscais frias e pagam a mais R$ 300 mil em ISS o que permite lavar até R$ 6 milhoes de reais. Suspeita-se que os cadastros são liberados para a Receita Federal e em troca não incomodam com a falta de pagamento de imposto sobre os R$ 250 milhões extorquidos porque foi contabilizado como doação de anônimos e portanto isento de impostos. Os dados cadastrais valem uma fortuna. Conseguiram vender ao Google por cerca de R$ 50 milhões (clique aqui) e também passaram ao UOL por um valor astronômico desconhecido (clique aqui) (20/12/0 (volta)

O CGI.br vem usando um truque "baixo" na justiça tentando trocar em centenas de processos judiciais no www.tj.sp.gov.br o CNPJ 43.828.151/0001-45 da Fapesp para o CNPJ 05.506.560/0001-36 de uma ONG particular chamado NIC.br. Veja alguns processos relativos a troca do polo passivo de FAPESP por NIC. (clique aqui) Será que a Fapesp está tentando fugir da Justiça ao transferir os supostos delitos para uma ONG particular passível de falência? Em troca desta gentileza a Fapesp ainda paga a 2 anos os 25 funcionários da ONG particular NIC.br . Ainda bem que todos os integrantes do CGI.br estão cientes destes truques baixos, até registraram em cartório tudo que esta escrito aqui, e ainda porque a ONG particular NIC.br deles só segue ordens do chefe CGI.br.(estatuto NIC Art. 4º § 1º clique aqui) que por sua vez são eles mesmos (estatuto NIC Art. 6º clique aqui). Basta comparar estas duas listas: (clique aqui e aqui). Nas centenas processos, que correm em segredo de justiça, consta o codinome "Domínio Marca Virtual" e são sorteados curiosamente com preferência para uma mesma vara. (veja alguns aqui) (04/12/07)

Segundo o CGI.br: "O documento (Resolução Nº 02/2005) é um resumo das regras atualmente adotadas pelo Registro.br para o registro de domínios no país, bem como as normas para a cobrança e pagamento das taxas." (clique aqui) O texto foi elaborado por um grupo que não é órgão do governo, não representa o governo ou o ministério e sequer tem personalidade jurídica (clique aqui). Mesmo assim nos processos judiciais e alguns juristas a usam como referência e "sequer imaginam que a Resolução Nº 02/2005 NÂO EXISTE". Deveria ter sido publicada no D.O.U. "; Diário Oficial da União até 6 meses após a assinatura (4/12/2005). Na época o CGI.br só conseguiu publicar a resolução 01/2005 (clique aqui) que no Art. 1º altera a delegação de um serviço de caráter público da Fapesp, sem licitação, para uma ONG particular chamada NIC.br de propriedade dos próprios integrantes do CGI.br (conforme estatuto da ONG NIC.br clique aqui) e que no Art. 4º regulamenta o auto-embolsamento de toda a receita da internet (R$ 40 milhôes ano, 1,4 milhões de domínios x R$ 30,00 / ano) a título de gastos, para eles mesmo. .(10/12/07)

Na prática, nos últimos 12 anos, o CGI.br tem-nos demonstrado que está mais preocupado em embolsar R$ 40 milhões por ano do que criar alguma regulamentação na área de internet. Pior em 12/2005 anularam a Resolução 01/98 e não o substituíram. Desde 5/12/05 os juízes baseiam suas decisões em documentos ilegais como resolução 02/2005 que nem existe (exemplo clique aqui) (10/12/07)

O Comitê Gestor Internet Brasil vem censurando a mídia internet de forma que determinados e-mails sejam bloque para conseguir com que seus e-mails particulares chegassem aos seguintes amigos e conhecidos: 65 senadores, 500 deputados federais, 700 deputados estaduais, 300 vereadores, 130 agências de notícias, 1100 jornais, 430 jornalistas, blogs e sites, 400 rádios AM/FM, 120 revistas, 2.300 provedores e hospedagem de sites, 130 TVs e não pode ser considerado SPAM pelo ANTISPAM.BR, um dos "grupos" criado pelo CGI.br para justificar o "embolsamento" de R$ 30 milhões/ ano a título de gastos conforme resolução 01/2005. (11/09/07)

Como pode integrantes do governo (clique aqui) incluirem no D.O.U. - Diário Oficial da União resolução (clique aquina qual eles mesmo (clique aqui)embolsam toda a receita de internet de R$ 30 milhões / ano? O grupo já é suspeito pelo sumiço da metade de R$ 250 milhões de reais. Caso você saiba aonde foi parar esta montanha de dinheiro (mais de R$ 100 milhões) informe a 7ª Delegacia de Polícia de Lapa (11) 3864 7445 R. Camilo, 317 SP/SP Inquérito 147206 - Processo 050060353642. Os milhares de proprietários de mais de 1 milhão de domínios registrados no Brasil que pagam R$ 30,00 cada / ano irão te agradecer.Veja um dos depoimentos na Polícia sobre o sumiço de mais de R$ 100 milhões (clique aqui). (03/12/07)

Durante 10 anos a Fapesp não emitiu Nota Fiscal sobre R$ 250 milhões extorquido dos internautas porque o CGI.br alega ser um serviço de caracter público e assim NÂO PAGAR IMPOSTO! e ainda INDUZINDO 1,4 MILHÔES DE INTERNAUTAS AO CRIME DE SONEGAÇÃO, posto que não existia origem para a saida do dinheiro uma vez que boleto não acompanhado de Nota Fiscal não pode ser declarado. Veja decisão judicial: sobre a atividade: "Ressalta a diferença entre serviço público e interesse público, para concluir que "Nosso ordenamento jurídico não recepcionou as atividades descritas no Decreto nº 4.829/2003 como serviços públicos, mas sim como atividade econômica, ou seja, serviços privados especialmente destinados à exploração da iniciativa privada, porém de interesse coletivo". Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR .(clique aqui) Decreto nº 4.829/2003 (clique aqui) (03/12/07)

Em final de 2002 "Juíza Rejeita Competência da Fapesp para Registro de Site", .."o registro na Fapesp não cria direitos de privilégios pois sua competência não descende de lei, mas sim de uma mera delegação. "Para ela, a Fapesp não tem competência legal para fazer o registro porque essa função foi passada ao organismo por delegação e não por texto legal", diz Rodrigo Rocha, advogado do escritório Dannemann, Siemsen Advogados,.." (clique aqui"). Em 2002 o TCE-SP expulsa a atividade de registro de dentro da Fapesp (clique aqui), mas infelizmente esqueceram de expulsar a taxa de extorsão, desculpe, "retribuição" de R$ 30 milhões anuais. Graças a este "descuido" da TCE entram mais R$ 90 milhões e que sumiram!. Até final de 2005 a Fapesp continuou tranquilo registrando e embolsando R$ 30 milhões por ano contablizados como doação de anônimos em conta de projeto de pessoa física. o Sr Harmut Richard Glasser, um obscuro professor, de bolsos grandes, que inventou o milionário sistema de "registro automático de domínios em computador" recebendo R$ 250 milhões de reais em doações de 1,4 milhões de internautas ávidos em pagar taxinhas de R$ 30,00 reais. (03/12/07).

Após a expulsão pelo TCE, em inicio de 2003 e para contornar o problema de computadores no Registro.br, segundo o próprio CGI.br, os mesmos eram fornecidos pela UNIEMP (clique aqui pag4) de propriedade do presidente da Fapesp.(clique aqui) auxiliado por um "assessor do presidente da Fapesp" (clique aqui que tambem é dono da ONG particular NIC.br (clique aqui) e eterno dono do CGI.br um "Notório Saber em Internet" (clique aqui). Mais trapaças da UNIEMP clique aqui (03/12/07) (alterado 15/06/09)

Fundação é o único órgão que pode receber doção de anônimos, nem partido político tem estas regalias. A doção anômima permite inclusive ficar livre e longe da Receita Federal e órgãos fiscalizadoras com TCE. Não é a toa que continuaram usando a Fapesp entre 2002 e final de 2005 (são mais R$ 90 milhões que sumiram!). Se voce souber informe a 7. Delegacia de Lapa (11) 3864 7445
Inquérito 147206 - Processo 050060353642 (04/12/07).

Se a juíza concluiu em 2002 (clique aqui) que a "Fapesp não tem competência legal para fazer o registro porque essa função foi passada ao organismo por delegação e não por texto legal", agora imagine a ONG particular NIC de propriedade do CGI.br que assumiu em 5/12/2005 . da Fapesp a atividade de supervisionar o cadastro automático de domínios em computador, sem licitação! Foi na realidade uma auto-delegação (delegar a si próprio usando o D.O.U.) a receita de R$ 40 milhões anuais (1,4 milhões de domínios x R$ 30,00) do registro de domínios a si mesmo. Será que o bolso pessoal fala mais alto? (04/12/07)

CGI.br tenta prender integrantes da Associação Abusando e ainda bloquear as contas bancárias deles (clique aqui). Juiz nega tapa-boca e nega provimento ao CGI.br. O correto seria o CGI.br esclarecer na 7. Delegacia de Lapa em SP (processo 050060353642-0000. clique aqui) aonde foi parar a metade dos R$ 250 milhões (se é que a outra metade ainda existe) e aproveitar a oportunidade para esclarecer a emissão de 200 mil Notas Fiscais frias e ainda o pagamento de 300 mil em ISS, (o que dá direto a lavar R$ 6 milhões), mas em vez disto entram com pedido de prisão e bloqueio de contas de integrantes da Associação Abusando, porque cometeram o crime de denunciar as maracutaias do CGI.br. Veja Processo www.tj.sp.gov.br: 583.00.2006.225286-4/000000-000. Existem outros 5 processos (clique aqui). Todos por difamação. mas nada do CGI informar a 21 milhões de internautas, aonde está o dinheiro! (04/12/07)

Alguns barrigudos do CGI.br insistem e afirmar que foi coincidência os leilões milionários de domínios cairem nos feriadões. Veja os últimos 5 leilões manipulados de domínios que sequer foram publicados no D.O.U. - Diário Oficial da União.
- 1. leilão NIC.br 03/06/2006 15:00 a 18/06/2006 15:00 (feriadão Corpus Christi)
- 2. leilão NIC.br 07/10/2006 15:00 a 22/10/2006 15:00 (feriadão Dia das Crianças)
- 3. leilão NIC.br 10/02/2007 15:00 a 25/02/2007 15:00 (feriadão Carnaval)
- 4. leilão NIC.br 02/06/2007 15:00 a 17/06/2007 15:00 (feriadão Corpus Christi)
- 5. leilão NIC.br 06/10/2007 15:00 a 21/10/2007 15:00 (feriadão Dia das Crianças)

Porque nos feriadões? Poucas pessoas participam e fica mais fácil manipular o resultado. Quando o internauta ou proprietário de empresa voltar e descobrir que o domínio já está com outro é tarde demais (dormiu no feriadão!). A data mais importante é a data limite, que sempre cai no domingo. Se alguém der o lance no domingo o outro concorrente anterior sequer é informado quem foi que deu o lance e sim somente que perdeu por concorrência com um desconhecido. A auditoria é dispensado assim que termina o leilão, mas os domínios são manipulados até 30 dias após o leilão, quando a auditores já estão em casa descansando (auditoria é um engodo só para mostrar seriedade nos processos judiciais) Para dificultar qualquer controle as consultas dos cerca de 60 mil domínios (em cada) são limitadas a 40 domínios por vez, e pior ainda nunca houve uma publicação do resultado do leilão na internet ou a legalização no D.O.U Ainda incluíram regras obscuras nas quais o CGI.br decide quem pode ou não ficar com um domínio genérico e na realidade são os mais importantes porque não podem ser registrados no INPI e tem alto valor no mercado (até R$ 150 mil). Regras veja aqui e aqui (03/12/07)

Sequer houve licitação
na transferência da atividade de "cadastro automático e nacional de domínios em computador e pela internet" da Fundação Estadual Fapesp para uma ONG particular NIC.br (clique aqui) de propriedade do CGI.br (Estatuto NIC.br Art. 6º clique aqui) que só segue ordens do chefe CGI.br.(Estatuto NIC Art. 4º § 1º clique aqui) cujos integrantes são os mesmos (clique aqui). - Na realidade é uma receita de R$ 100 mil por dia corrido (1,4 milhões de domínios x R$ 30,00 ano) limpos para o CGI porque até os 25 funcionários da ONG particular são pagas pela Fapesp. Portanto o dinheiro sobra limpo, é só embolsar. (03/12/07)

Assunto/ementa: Apurar eventuais irregularidades em licitações promovidas entre os representados e eventuais fraudes em leilões de domínios na internet.
Centros de Apoio Operacional C.A.O das Promotorias de Justiça da Cidadania
Publicidade de que tratam os artigos 106 e seguintes do ato n.º. 484/06 CPJ junho/2007
Nº CAO: 49082007 - Nº Documento: 185/07 - Município: São Paulo
FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado São Paulo - representado
CGI.BR - Comitê Gestor de Internet Brasil - representado
NIC.BR - Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto br - representado
http://www.mp.sp.gov.br/pls/portal/url/ITEM/358B74F10D3BE6FAE040A8C02C017B23

Parece que o Ministério de Ciência e Tecnologia quer se desvincular das maracutais do CGI.br, sumindo textos originais do site do MCT como por exemplo: "Getschko, que atualmente é Membro do Comitê Gestor da Internet no Brasil - organização ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), assessor da presidência da Fapesp e diretor de tecnologia da Agência Estado" veja (backup) Outros textos que sumiram do site do MCT: "Portaria Interministerial CCIVIL/MC/MCT nº 18, de 13.01.2004" (veja backup) que delega ao Demi Getschko dono do CGI.br e NIC.br superpoderes de "Notório Saber em Internet". Em geral alegam que devido a problemas técnicos houve alteração de endereço o que é uma forma elegante de sumir com um documento. Ainda sumiu no IDG Now!: "Hackers invadem sites da Fapesp e da ICANN" (veja backup), e no Jornal do Brasil "Rio quer relocação da receita dos registros de domínio da Internet - O montante, que pode chegar a R$ 10,8 milhões, seria usado pelo projeto Infovia.RJ" ... (veja backup) Infelizmente o Rio não consegiu em 03/2003 e até hoje a metade do dinheiro continua apodrecendo na conta da Fapesp e a outra metade sumiu!.. (03/12/07)

Através de portaria, os Ministros de Estado das Comunicações e da Ciência e Tecnologia criaram o Comitê Gestor da Internet do Brasil, com as atribuições de coordenar a atribuição de endereços IP assim como o registro de nomes de domínio. Este por sua vez, por resolução e em regime de monopólio, delegou sua competência para executar tais serviços a um órgão público estadual. Portanto, da forma como foi concebido trata-se de um registro tipo híbrido, posto que não pode ser considerado público por não derivar de lei; e tampouco privado, tendo em vista à concessão em regime de monopólio, que fere o princípio da livre concorrência. Uma curiosa situação se apresenta com a repetitiva tese de ilegitimidade passiva sustentada pela Fapesp em todas ações judiciais em que é chamada a integrar a lide. Isto porque se o CG, como responsável pela coordenação de endereços IP e registro de domínios no país, que não possui personalidade jurídica própria, terceirizou suas atribuições a uma fundação estadual de fomento à pesquisa que pretende a exclusão de sua responsabilidade, germina a semente da dúvida: quem então teria legitimidade para integrar o pólo passivo em demandas que envolvem registro indevido? Domínios dominados - Simulação de vôo para registrar um ponto br - por Ana Amelia M. B. de Castro Ferreira mail: anamelia@ism.com.br

Relatório Final do Comitê Gestor da Internet no Brasil em início de 2003 (clique aqui) foi muito bem explicado no documento entitulado "Conciliábulo de lordes e o povaréu " (clique aqui). O documento declara gastos de R$ 22 milhões, não se sabe no bolso de quem, mas segundo a pag. 10, os membros desse grupo de trabalho são : Demi Getschko; Nelson Simões; Fernando Peregrino e Hartmut Glaser. Do grupo: um sugeriu e consegiu o eterno cargo de contrôle chamado "Notório Saber em Internet", outro deixou escapar que foram (registro.br) expulsos de dentro da Fapesp pelo TCE (só esqueceram de expulsar as contas R$ 90 milhões nos 3 anos seguintes), outro foi um vendido do RNP e o ultimo tentou o que qualquer brasileiro honesto faria "liberar a parte carioca de R$ 10,8 milhões" para o projeto Infovia.RJ (clique aqui)
Infelizmente o bolso de alguns Notórios falou mais alto do que qualquer inclusão digital e social tanto que a metade continua apodrecendo a 4 anos e a outra metade sumiu!!!!. (clique aqui) (04/12/07)

O CGI.br deveria parar de brincar de censura na imprensa, tomar  vergonha na cara, e esclarecer ao povo brasileiro porque sumiu a metade de R$ 250 milhões (clique aqui) porque a "suposta" outra metade está apodrecendo na conta da Fapesp e porque a Fapesp paga os cerca de 25 funcionários da ONG particular NIC.br de propriedade do CGI.br. Gastam tempo escrevendo lorotas (clique aqui) em vez de esclarecer o por que das 200 mil Notas Fiscais Frias.emitidas e os  R$ 300 mil pagos a mais em ISS (clique aqui). Alguns suspeitam que foi para lavagem de dinheiro, basta depositar até R$ 6 milhões que está lavado e limpo. (ISS pago e imposto isento) outros acham que o ISS foi pago a mais por mero engano. (11/09/07)

Como eles conseguiram esta mamata sem licitação? Alguns integrantes do CGI.br (clique aqui) são funcionários do Ministério de Ciência e Tecnologia e conseguiram pub
licar no D.O.U. a resolução 01/2005 que no artigo 4º diz “o total dos valores ... será utilizado para o ressarcimento das despesas tidas pelo NIC.br na execução das atribuições ... mediante prévia autorização do CGI.br.” que por sinal são eles mesmos. Desta forma conseguiram até lubridiar o decreto 4.829 3/9/2003 que cita no no Art. 9°
A participação no CGI.br é considerada como de relevante interesse público e não ensejará qualquer espécie de remuneração (detalhes aqui). Ainda bem que os donos de 1,1 milhão de domínios adoram pagar R$ 30,00 14/9/07

O grupo empresarial CGI.br já entrou com 5 ações judiciais contra membros da Abusando e sempre vem se apresentando como "vinculado à União Federal e representantes do Estado" para entre outras serem "dispensado do recolhimento de custas por parte do Comitê por se tratar de órgão vinculado à União (fl. 77)"
veja Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR (clique aqui) e o mesmo documento informa que o CGI.br não é "..um grupo de representantes dos Ministérios de Estado, de representantes de órgãos federais da Administração Direta." e não é ".órgão ou entidade federal. Na realidade, sequer tem personalidade jurídica ". Portanto o CGI.br deveria se retratar nas centenas de ações judiciais e pagar as custas da mesma forma que todos os outros. (12/07/07)

Integrantes do CGI.br, em vez de comparecerem na 7. Delegacia de Lapa, SP/SP (clique aqui) para em 2.005 prestarem depoimento referente ao sumiço de R$ 100 milhões (clique aqui), resolvem contra-atacar com outra representação criminal na polícia de São José dos Pinhais e de Curitiba contra integrantes da Abusando por calúnia. Este é o 4 processo contra os mesmos, mas como podem entrar com tanto processos judiciais? (clique aqui) Não seria melhor todos irem na 7.DP de Lapa para explicar quem sumiu com os R$ 100 milhões e porque emitiram 200 mil Notas Fiscais frias? (30/08/07)

O grupo empresarial CGI.br isentou a Fapesp durante 10 anos a NAO emitir Notas Fiscais sobre R$ 250 milhões de reais, logrando a Receita Federal, para não pagar impostos. Internamente na Fapesp nunca existiu o "registro.br", tudo foi tratado como "doação de anônimo" para o projeto de pessoa física do Prof. Harmut Richard Glaser (exemplo R$ 45.251.300,00 que foi extorquido dos internautas em 2005 - titulo de quitação clique aqui) Detalhes clique aqui. E agora quem embolsou a metade dos R$ 250 milhões? E quem vai repor o erário? (12/08/07) Detalhes clique aqui e aqui

Comitê Gestor Internet: Eleição vira pizza russa!
: Segundo o próprio CGI.br "O prazo é muito curto. Estamos propondo reeleger os atuais representantes titulares ... para mais um mandato de três anos" (clique aqui e descubra nas entrelinhas, depois de um monte de lorotas, mais esta nova marmelada!). Em outras palavras, estão excluindo da eleição os 220 empresários interessados
em participar no CGI.br (clique aqui) e joga-los para o escanteio alegando que o prazo de votação de 1 ano para o CGI.br, estabelecida pelo próprio CGI.br ter sido "muito curto".
(31/08/07)<

O grupo empresarial CGI.br joga baixo... nos processos judiciais incluem até 8 folhas impressas e lotadas de títulos e premios para convencer todos da utilidade deles... Infelizmente se sujam com atitudes como pedir depósito de R$ 120,00 na conta da Fapesp (clique aqui) e ainda ficar com os 4 domínios ou embolsar R$ 150,00 de 5 domínios pagos em 23/12/2007 e em 25 dezembro cancelar por falta de pagamento (clique aqui), isto durante uma festinha de natal que custou, segundo um ex-funcionário, R$ 30 mil. o que equivale a 1.000 domínios x R$ 30,00 (19/09/07)

Será que o CGI.br está sendo conivente com a emissão de 200 mil notas fiscais frias, sumiço de R$ 100 milhões, manipulação de domínios, leilões fraudulento, etc? O mais estranho é que tem 220 empresários
(clique aqui) querendo participar e que ainda desconhecem que o estatuto da ONG particular NIC.br (clique aqui).afirma nas entrelinhas que "os integrantes da ONG NIC.br são os mesmos que os do CGI.br" e que a "ONG NIC.br só segue ordens do CGI.br" (portanto deles mesmo hehehehehehe). Na prática suspeita-se que os integrantes do CGI.br emprestam o nome para dar legalidade a atos suspeitos do NIC.br e em troca podem participar na partilha (somente a título de gastos) da extorsão de R$ 30 milhões anuais (sequer publicado no D.O.U). Mas surgiu um impasse, os que estão lá não querem sair e abandonar a partilha de R$ 30 milhões, alegando que o prazo de eleição de 1 ano é muito curto!. (clique aqui) E agora? Só em 2005 o seleto grupo consumiu R$ 15.628.944,00 (e isto com 25 funcionários pagos pela Fapesp). (30/08/07)

Caso algum dos 220 empresários (clique aqui) consiga entrar no CGI.br (os que estão lá não querem sair) e obter o direito de entrar na partilha de R$ 30 milhões de reais por ano, R$ 110 mil por dia útil a título de gastos conforme a resolução 01/2005 (clique aqui), estará também logo no primeiro dia útil do CGI.br participando ativamente da emissão diária de cerca de 740 Notas Fiscais Falsas (sem NF de estorno e repetidos), (clique aqui), pagando a mais cerca de R$ 1.100,00 por dia útil de ISS e com direito de lavar cerca de R$ 22.200,00 por dia útil, (o ISS já está pago e o restante de imposto é isento).é só depositar na conta Banespa ag. 105 cc. 3917001-5 ou 105 13 003201-4 - CNPJ 05.506.560/0001-36 da ONG particular NIC.br (clique aqui) que é também do CGI.br (clique aqui) porque os integrantes são os mesmos conforme o estatuto.(clique aqui) (30/08/07)

O que os 220 empresários clique aqui) não imaginam é que se forem eleitos, vão ser também responsáveis por centenas de processos judiciais relativos a conflito de domínios da Fapesp e que estão sendo sorrateiramente assumidos (clique aqui) pela ONG particular NIC.br . É importante que o empresário tenha bastante bens, porque por enquanto o CGI.br usa centenas de bens público (domínios genéricos) para calar a boca de quem denunciou as maracutaias ao Ministério Público. (clique aqui e aqui) E quando os domínios acabarem? (30/08/07) Acórdão em que a Justiça indefere a troca do polo passivo de FAPESP por NIC. (clique aqui) (04/12/07)

O CGI.br declara publicamente que "Os domínios brasileiros são geridos pelo CGI.br como um patrimônio da comunidade e não uma mercadoria... " (clique aqui) mas o mesmo CGI.br usa domínios genéricos (um bem público) como mercadoria para calar a boca de quem denuncia as maracutaias CGI.br ao Ministério Público. (clique aqui e aqui). Enquanto isto todos partilham alegremente dos R$ 30 milhões por ano (receita dos domínios) a título de gastos, dinheiro que segundo o próprio CGI.br deveria ter sido destinado aos estados. (clique aqui), mas acabou virando uma auto-embolsamento. O Rio de Janeiro tentou em 3/2003 aplicar a sua parte de R$ 10,8 milhões no Infovia.RJ (clique aqui) mas não conseguiram. De lá para cá o total chegou a R$ 240 milhões de reais. A metade esta apodrecendo na conta da Fapesp e a outra metade sumiu ! Veja processo policial no 7.DP em Lapa / SP. (clique aqui) (30/08/07)

Estranho é a eleição para o CGI.br
: Os integrantes do governo são indicados por 4 anos, os da iniciativa privada pelo voto ultra-secreto por 3 anos mas o cargo Notório Saber em Internet é eterno!. Lógico foi o atual Notório que sugeriu este modelo e que saiu rapidinho após ele declarar gastos estranhos de R$ 22 milhões em 03/2003 (clique aqui).
(30/08/07)

Paródia: Lá longe se vê um navio afundando... Mas o capitão, um "Notório Saber em Navegação Virtual" prefere afundar junto e ainda insiste que seja acompanhado por todos do "Comitê Gestor de Navegação Virtual" por conivência no desastre. Pior é que ainda tem outros duzentos e vinte querendo embarcar na canoa furada. (30/08/07)

Afinal de contas a única coisa que o grupo conseguiu publicar no D.O.U. Diário Oficial da União, até agora desde a sua posse, foi uma misera resolução 01/2005 (clique aqui) que transfere o registro.br da Fapesp para uma ONG particular "sem licitação" e ainda permite um "auto-embolsamento" de R$ 30 milhões (1.1 milhão de reais x R$ 30,00 por ano) a título de gastos. A resolução 02/2005 que regulamenta toda a Internet no Brasil sequer foi publicada no D.O.U e a Resolução 01/2006 é falsa, porque altera 2 itens na resolução 02/2005 que nem existe. Onde estão os advogados com especialização digital deste país ??? (23/08/07)

Mas e você leitor acha que eles vão dividir R$ 30 milhões, que são extorquidos anualmente dos internautas, com estranhos que estão tentando entrar pelo voto? (23/08/07)

Para a eleição atual gastou-se 6 meses na publicação do edital e o processo todo vai levar outros 6 meses. Os 12 meses equivalem a mais R$ 30 milhões no bolso da ONG particular NIC.br, cujos integrantes são os mesmos que o CGI.br. (23/08/07)

A policia já está intimando os donos do CGI.br para prestarem esclarecimentos quanto ao sumiço da metade de R$ 250 milhões de reais. (veja processo policial no (clique aqui). Além disto um deles "ganhou" mais de 25 milhões de DÓLARES graças ao acesso ao cadastro de domínios no Brasil. Não satisfeitos, um outro membro abriu um sistema de "certificação E-CPF e E-CNPJ" onde o provedor ou contador que quer ser um agente certificador deve primeiro pagar um DARF de R$ 500 mil". Um terceiro abriu uma ONG que recebe toda a receita da Internet. R$ 30 milhões por ano e nem os 25 funcionários não precisam pagar, porque quem paga é a Fapesp (na realidade é um forma de ir consumindo com a outra metade dos R$ 250 milhões que "supostamente" ainda restam) Clique aqui e veja três casos de sucessos na Internet - (23/08/07)

A ficha de antecedentes criminais do CGI.br já esta ficando extensa, quase dobrando a esquina, com alguns processos judiciais desde 2001 (clique aqui). Veja depoimento na Polícia sobre o sumiço de R$ 100 milhões (clique aqui) e ainda querem trabalhar com segurança bancária! (clique aqui) eliminando as empresas brasileiras do setor. . (23/08/07)

Na realidade o próprio CGI.br mela a sua própria eleição para evitar de ter que dividir nos próximos 3 anos o bolo de R$ 30 milhões anuais com estranhos (clique aqui) e o que não chega a ser tão grave, se acontecer só muda o nome do "embolsador". Grave mesmo é iludir 1 milhão de internautas nos leilões de domínios e após o leilão liberar centenas de domínios genérico para "empresas amigas" e "calar a boca de denunciantes". (clique aqui) (23/08/07)

Alguém vivia questionando a "destinação dos recursos arrecadados pela venda do serviço de registro de domínio"; chamava o Comitê Gestor de "um grupo de voluntários"; debochava da falta de transparência, "o processo de eventual criação dessa nova entidade (NIC.br), tem sido conduzido a portas fechadas, o que não chega a ser novidade" (clique aqui) E ainda "...lamento que não haja informações nos sites da Fapesp e do Comitê sobre a arrecadação do dinheiro e seu destino" e sobre o dinheiro que sumiu: "Precisamos ter informações sobre o que é feito com o dinheiro arrecadado". (clique aqui) (23/08/07)

Mas depois que entrou em 2003 neste "seleto grupo do CGI.br" (clique aqui) e na ONG na particular Nic.br da qual vivia reclamando (clique aqui) e após ter entrado outros R$ 90 milhões no bolso do grupo, nada divulgou sobre o destino deste dinheiro e logicamente ainda co-assinou a permanência por mais três anos no "embolsamento" a título de gastos. (clique aqui)
(23/08/07)

Sorte mesmo tiveram os membros fundadores da ONG particular NIC.br, conforme o estatuto (clique aqui) nunca vão sair por serem fundadores e vão embolsar a vida toda a título de gastos boa parte dos R$ 30 milhões anuais (conforme a resolução 01/2005). (23/08/07)


Comitê Gestor Internet do Brasil como sempre negocia domínios ilegalmente trapaceando as suas próprias regras como: "os detentores de domínios no .com.br terão seis meses, a partir de 6 de abril e até 6 de outubro para, manifestando seu interesse, registrar o mesmo nome sob o .net.br. Findo o período de "sunrise", a partir de 27 de outubro, os domínios para os quais seu detentor no .com.br optou por não registrá-los no .net.br estarão disponíveis para registro a todos." (clique aqui) Mas consultando no registro.br (clique aqui) constatamos que o correspondente msn.net.br do domínio msn.com.br da Microsoft foi repassado a terceiro em 22/04/09 e o correspondente terra.net.br do terra.com.br da Terra Networks Brasil S.A. também foi repassado para terceiro em 26/04/09. Fora isto constatamos centenas de domínios ".net.br" que foram repassadas ilegalmente no período "sunrise".

Pior que TUDO é ilegal porque no Diário Oficial da União - DOU diz bem claro "e) .net, destinado exclusivamente a provedores de meios físicos de comunicação, habilitados legalmente à prestação de serviços públicos de telecomunicações. Exige-se a comprovação desta atividade por documento específico e o CGC;" (clique aqui), Até parece que o CGI.br passou uma rasteira na Anatel já que cancelou a exigência da licença da Anatel e contrariando até o D.O.U.

Enquanto mais de um milhão de internautas aguardam o dia 27 de outubro de 2009 os integrantes do Comitê Gestor Internet do Brasil repassam em surdina domínios ".net.br" para amigos por baixo do pano. Quanto os integrantes do CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) que são os mesmos que o NIC.br e Registro.br estão embolsando nestas trapaças? Até quando vamos ter que agüentar um grupo de empresários que embolsam cerca de R$ 8 milhões todo o mês e já estão a 13 anos trapaceando os internautas?

Veja outros maracutaias relacionados com o .net.br (clique aqui) e em outro caso em que um internauta denunciou o esquema do CGI.br ao Ministério Público mas o CGI.br liberou cerca de 100 domínios para comprar o silêncio dele (clique aqui e aqui). O CGI.br ainda efetuou dezenas de leilões irregulares de domínios (clique aqui e aqui) e até a advogada do CGI.br a Dr. Kelli (OAB 193817/SP), parece que trocou uma plástica por um monte de domínios genéricos. (clique aqui) e para continuar trapaceando, longe da Justiça, ainda querem manipular Câmaras Arbitrais. (clique aqui) (29/04/09)

No dia 13/06/2009 inicia-se mais um leilão fraudulento de dominios (regras clique aqui e aqui)

Se você constatar outros domínios que foram repassados ilegalmente, denuncie no site do Ministério Público: www.pr(seuestado).mpf.gov.br. Se for em relação a cobrança ilegal de R$ 30,00 é só mencionar que é baseado na resolução 02/2005 que sequer existe e que o CGI.br é uma grupo fora da lei, não foi criado por lei segundo conclusão da própria Justiça Federal (clique aqui).


Algumas dicas para dificultar o grampo na Internet: (12/05/09).

Antes faça os seguintes testes:

1) digite www.abusando.info e veja se ocorre algum bloqueio na visita.
2) a) crie um e-mail de teste no seu domínio chamado abusando@xxx ou abusando30@xxx, etc. b) crie uma lista de e-mails de amigos no campo cópia escondida do e-mail e separado por ";" c) escreva no titulo e no conteúdo www.abusando.info e solicite que retorne o e-mail. d) Agora encaminhe novamente usando seu e-mail normal no mesmo domínio para o mesmo distribuidor com copia escondida, mas com outro titulo e conteúdo diferentes sem mencionar www.abusando.info e informe que é o segundo e-mail de teste e peça que também retorne.
3) Teste mais simples mas com menor chance de localização do grampo: Encaminhe dois e-mails a vários amigos usando cópia escondida e em um deles escreva no titulo e no corpo da mensagem: “www.abusando.info” e solicite que retorne ambos.
4) perguntas a serem feitas ao responsável de informática de sua empresa ou provedor (clique
aqui).

O bloqueio por filtragem pode ocorrer no provedor de origem, no de destino ou em ambos. É possível que já tenham desativado após 02/03/09 quando se tornou pública esta informação. Se for constatado bloqueio sempre que possível de um e-mail recebido copie o "cabeçalho completo do e-mail" na memória e depois clique em encaminhar. Cole o cabeçalho no inicio e encaminhe para o seu próprio e-mail. Agora este e-mail conterá
dados importantes para identificar a origem como: IP de origem e horário de envio.

Denuncie ao Ministério Público caso o seu provedor tenha instalado o kit anti-spam da ONG NIC.br, porque todos os seus sites visitados, origem e destino de e-mails estão sendo grampeados (chamam de logados) e ainda podem ser bloqueados seletivamente. Mas faça por escrito porque os e-mails para a Justiça são travados (como aconteceu com a abusando clique aqui) pela ONG NIC.br que cuida da segurança dos provedores da Justiça segundo a Resolução 45/2007 do Conselho Nacional de Justiça (clique aqui)

Evite grampo nos sites visitados:

DNS: O Servidor de Nome de Domínio converte o site digitado em IP, mas através dela sabem qual site esta sendo visitado. Como todo o Brasil está centralizado em um único lugar chamado TQMCube para ver se o site não tem vírus, o CGI.br sabe quem está acessando qual site e se quizer ainda bloquear alegando supostamente conter vírus. Evite DNS nacionais, O UOL chega a mandar e-mail alegando que com o DNS dela a internet é mais rápida. É mentira! Logo a seguir a Telefônica chega a deslocar um técnico para trocar o DNS alegando um Speedy mais rápido. É mentira! Querem saber quais sites são visitados. Use DNSs de fora do Brasil como www.opendns.com ou veja no www.internetprotegida.com.br
(08/05/09).

Internet Explorer: Atualize para a versão 8 e navegue somente no modo “InPrivate”. Caso contrário o seu perfil de navegação (sites visitados) é repassado pelo Explorer ao site interessado como Registro.br, Nic.br, Cgi.br, Cert.br. Caso realmente queira navegar de forma anônima use o navegador OperaTor, é um pouco lento mas usa outros IPs para a navegação.
(20/05/09).

Evite grampo nas comunicações:

Para conversas sigilosas evite MSN ou Skype use www.bitwiseim.com, versão free, que é encriptado muito indicado para contato de empresa com vendedores (coloca no pen-drive e funciona em Lan-house etc.) , entrevista de algum assunto polemico e sigiloso para jornal ou site de noticias e outros. Cuidado: a comunicação digitada é muito fácil para grampear em algum ponto de rede internet mas se tiver encriptado fica extremamente difícil
(08/05/09).

A voz através do Voip, usando o Skype, MSN, UOL Voip podem também ser facilmente grampeados em algum ponto da rede internet. Use para conversas sigilosas o www.bitwiseim.com versão free, que a voz é encriptado
, ou algum semelhante. (08/05/09). Veja outras reportagens sobre grampo no Voip (clique aqui)

Evite grampo nos e-mails por filtragem:

E-mail: use anexos word, pdf ou zip com senha. A ONG NIC.br instalou em servidores da Justiça um programa que vasculha o conteúdo do e-mail por palavras. Foi o que aconteceu com um e-mail recém aberto no BOL pela Abusando mas que foi devolvido por spam pela Justiça só porque continha a palavra “abusando”. Veja detalhes em www.abusando.info/denuncias/grampo.pdf. O Kit de grampo foi instalado em centenas de provedores, no governo, nos parlamentares e como se viu nos órgãos de Justiça. (08/05/09).

Spywares e Adwares:

São rotinas instalados maliciosamente na sua máquina para capturar senhas bancarias, de e-mail ou tudo que é digitado no teclado etc. Alguns até são inofensivos e divertidos como “ganhe um porta copos da Coca-cola” ao clicar, após um tempo de 5 segundos de expectativas, o CD abre para colocar um copo no lugar do CD, mas pode também instalar outras rotinas na máquina. Cuidado com Sypwares, use o programa “Advanced System CARE” em www.iobit.com que corrige o computador, protege, otimiza e corrige configurações de sistema. Além de efetuar limpeza e manutenção no Windows ainda analisa a desempenho, detecta problemas de segurança e ainda previne que Spyware se instalem no seu PC e o mais importante: “remove o seu histórico de atividades e rastros de uso”
(08/05/09).

Existem centenas de outros programas e técnicas de segurança e o que foi mostrado são somente alguns poucos (08/05/09).


Aceitamos sugestões no e-mail abusando3@hotmail.com (os outros estão travados pelo CGI.br)

4.16 Por que o Registro .br não emite nota fiscal?
Veja o site do CGI.br em 15/08/2006 clique aqui e aqui.

Registro de domínios é um serviço público? "Ressalta a diferença entre serviço público e interesse público, para concluir que "Nosso ordenamento jurídico não recepcionou as atividades descritas no Decreto nº 4.829/2003 (clique aqui) como serviços públicos, mas sim como atividade econômica, ou seja, serviços privados especialmente destinados à exploração da iniciativa privada, porém de interesse coletivo". Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR (clique aqui)

Para boletos com cedente NIC.BR: O boleto bancário tem valor fiscal segundo a Autorização de Regime Especial N° 11.901, Processo N° 2005-0.142.944-8, da Prefeitura Municipal de São Paulo, para a emissão de nota fiscal de serviços - Série A, mensal, conjugada com boleto de cobrança bancária e relatório de encaminhamento de cobrança, publicada em 15/7/2005 no Diário Oficial da cidade de São Paulo, folha 23.Para boletos com cedente FAPESP: O serviço do Registro .br é isento da emissão de nota fiscal por ser um serviço de caráter público, executado por delegação de competência do Comitê Gestor da Internet brasileira. Está amparado pela normatização publicada no D.O.U. 15/05/1998: (clique aqui) resoluções número 1 e 2 e seus anexos I e II e na Constituição Federal, Art. 150.

Em outras palavras o grupo empresarial CGI.br isentou a Fapesp durante 10 anos a NAO emitir Notas Fiscais sobre R$ 250 milhões de reais, logrando a Receita Federal, para não pagar impostos. Internamente na Fapesp nunca existiu o "registro.br" e tudo foi tratado como "doação de anônimo" para o projeto de pessoa física do Prof. Harmut Richard Glaser (exemplo R$ 45.251.300,00 que foi extorquido dos internautas em 2005 - titulo de quitação de clique aqui) Detalhes clique aqui. E agora quem embolsou a metade dos R$ 250 milhões? E quem vai repor o erário? (12/08/07)

Decisão Judicial referente ao decreto presidencial n. 4.829, de 3 de setembro de 2003 que cria o CGI.br com competência para somente "estabelecer diretrizes para a organização das relações entre o governo e a sociedade, na execução do registro dos nomes de domínio". Tal atribuição não investiu o CGI, por óbvio, de poderes para editar regras jurídicas primárias, assim entendidas, para fins da argumentação que ora se desenvolve, aquelas que, inovando na ordem normativa, sujeitam os seus destinatários ao cumprimento de deveres e obrigações. (clique aqui). (23/08/07)

Mas poderia a Fapesp emitir cerca de 3.470.678 boletos bancários por ordem do CGI.br que incluiu uma "retribuição" no Art. 5º da Resolução 01/98 do CGI.br (clique aqui) e que está baseada em uma simples Portaria Interministerial MC/MCT nº 147, de 31 de maio de 1995? E a ONG particular NIC.br cobrar e embolsar baseada em uma suposta resolução 02/2005 que nem existe no D.O.U? (23/08/07) (voltar)

Os estados necessitam urgente de verba para inclusão digital, enquanto isto a metade de R$ 250 milhões está apodrecendo na conta da Fapesp (a outra metade sumiu mas a 7ª Delegacia de Lapa / SP está investigando (clique aqui) e a ONG particular NIC.br já conseguiu embolsar R$ 50 milhões em 20 meses (1 milhão de domínios x R$ 30,00 ano) só porque os integrantes (clique
aqui) são os mesmos que o CGI.br e tudo isto com os 25 funcionários pagos pela Fapesp! (clique aqui). (23/08/07)

A verba da Fundação Araucária do Paraná poderia dobrar de 20 para 40 milhões de reais se a Fundação de SP (Fapesp) devolve-se a parte que foi extorquida dos paranaenses e a ONG particular NIC.br devolve-se a parte surrupiada a "título de gastos", baseada na Resolução 01/2005 (clique aqui
) do CGI.br que favorece a "eles mesmos" embolsarem tudo a "título de gastos". (23/08/07)

Como se pode derrotar uma idéia? Como se pode derrotar um argumento? No diálogo que se segue, fica claro que se pode derrotar uma idéia de duas maneiras diferentes: A primeira é debatendo e apresentando uma idéia melhor; um argumento mais consistente. É a maneira construtiva e democrática. Faz avançar o conhecimento. Faz avançar o direito e a justiça. Um país progride quando assim consegue estabelecer um debate sobre seu futuro. A outra é desqualificando o autor da idéia ou do argumento. No ataque pessoal, mesmo que assim não pareça. Por exemplo: ele é um falido! Ele não conhece a realidade! Ele está defendendo interesse próprio! E por aí vamos. É maneira de encerrar o debate sem debater a idéia. Foge-se dela.


Segundo a mídia tem noticiado o Prefeito de SP vive mandando guardas "azuis" e truculentos em cima dos vendedores ambulantes da rua 25 de março, galeria pajé e outros, por não emissão de Nota Fiscal! Mas será que o prefeito terá coragem para mandar os guardas azuis invadirem a ONG particular NIC.br (clique aqui) de propriedade do CGI.br (clique aqui) por emitir 200 mil Notas Fiscais frias e o que dá direito a lavar R$ 6 milhões por ano? (clique aqui) (01/08/07)

Alguém já viu alguma vez a lista dos "mais de 6 (seis) leilões" ou dos "reservados pelo CG", os "reservados para a transição EDU.BR" , os "reservados por baixo calão", os "reservados por marca notória" ou ainda alguma "publicação no D.O.U referendando o resultado dos lelões de domínios"? A técnica do CGI.br parece ser "
quanto mais desinformado o internauta mais fácil será para manipulá-lo e mais dócil ficará para soltar dinheiro (R$ 30,00 por domínio)" (21/07/07)

Denúncias do mês:
- CGI.Br envolvido na emissão de 200 mil Notas Fiscais Eletrônicas "frias".
- Suposta lavagem de dinheiro, possivelmente R$ 6 milhões por ano.
- FAPESP paga salários para 25 funcionários da ONG particular NIC.BR.
- ONG NIC.Br extorque R$ 30 milhões ano dos internautas por ordem do CGI.br.
- FAPESP de São Paulo tumultua processo judicial no Paraná.
- FAPESP transferindo processos judiciais para uma ONG particular!
- CGI.br
libera um bem público para calar denunciante.

Mas quem é CGI.br - Comitê Gestor Internet Brasil?
- CGI.br náo é órgão ou entidade federal e não representa o ministério,
- CGI.br não representa órgão federais da Administração direta,
- CGI.br sequer tem personalidade jurídica .
Veja: Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR (clique aqui)

Resumo do mês: - O ciclo do dinheiro.
O Governo do Estado de SP pagou em 2006 (clique aqui) R$ 522 milhões (referente a 1% da receita tributária do Estado SP para ser aplicada em pesquisa pela Fapesp que por sua vez paga os salários de cerca de 25 funcionários da ONG particular NIC.br (clique aqui) que por sua vez emitiu 200 mil Notas Fiscais Frias (clique aqui) pagando RS 300 mil a mais em ISS para a prefeitura de SP o que dá direito à lavagem de dinheiro de até R$ 6 milhões por ano, basta depositar o dinheiro sujo na conta do NIC.br que já está lavado e com ISS pago! Os R$ 240 milhões (incluso juros) extorquidos dos internautas em 10 anos, entrou e está saindo pela porta dos fundos da Fapesp com a conivência do TCE-SP Tribunal de contas do Estado de SP e longe dos impostos da Receita Federal porque tudo foi contabilizado como doação de anônimos de 1 milhão de empresas e internautas ávidos em pagar R$ 30 por domínio por ano. (23/06/07)

No último leilão de domínios do CGI.br que aconteceu no feriadão Corpus Christi (02/06/2007 15:00 a 17/06/2007 15:00), somente três empresas (dentro de um universo 1,1 milhões possíveis) foram agraciados com domínios genéricos por similaridade. Uma empresa recebeu por similaridade com o nome empresarial: "aguardentes.com.br, cadeados.com.br, cimentos.com.br, cola.com.br, estofamentos.com.br, estufas.com.br, exaustores.com.br, ferros.com.br, fiscal.com.br, folheados.com.br, mamona.com.br, paes.com.br, pintores.com.br, piso.com.br, plotters.com.br, troca.com.br". Outra empresa, mesmo com o endereço falso, recebeu "anticoncepcional.com.br, cofre.com.br, cozinha.com.br, cromoterapia.com.br, despachante.com.br, gravidez.com.br, hipismo.com.br, ingles.com.br, sexualidade.com.br, vasectomia.com.br", e a Prefeitura de "itumbiara.com.br" que foi "por baixo das panos" pois deveria obrigatoriamente ser www.itumbiara.go.gov.br. (clique aqui). Os milhares de internautas que fizeram seus lances para obter estes domínios, mais uma vez ficaram, como sempre, "chupando dedo" neste processo "democratico" promovido pela ONG particular NIC.br de propriedade do Comitê Getor Internet Brasil (16/08/07)

Para comprar o silêncio de um denunciante com um bem público o CGI.br repassa no dia 18/07/2007 o dominio colecionadores.com.br, que tem um preço estimado de R$ 50 mil no mercado, logrando 21 milhões de internautas que acreditam na honestidade, imparcialidade e justiça do Comitê Gestor Internet do Brasil. Também passaram cirurgias.com.br, cogumelos.com.br, fusquinha.com.br, laminacoes.com.br, protecoes.com.br, sinucas.com.br, sirene.com.br, tulipas.com.br, acucares.com.br, explosivo.com.br, gelos.com.br, macacohidraulico.com.br, multimetros.com.br, solados.com.br, guardacosta.com.br, garanhoes.com.br, concretos.com.br e tem mais 50 outras. Clique aqui (19/07/07)

Um bilionário russo pagou 3 milhões de dólares pelo domínio vodka.com. A compra faz parte de uma tentativa de expandir a empresa para o mercado norte-americano, informou um operador. O preço pago pelo vodka.com está entre os maiores já revelados em negociações de endereços genéricos da Web. Em maio, o diamond.com foi vendido por 7,5 milhões de dólares para a rede de varejo de jóias Ice.com. Já o business.com foi vendido pela mesma quantia em 1999. Não é a toa que a família Getschko registrou o domínio homepages.com.br. Consulte no www.registro.br a titularidade. Só cuidado que todas as consultas são rastreadas e os melhores domínios genéricos (mais consultados) separados para amigos do CGI.br. (20/07/07)

3 milhões de dólares não é muito, isto o CGI.br arrecada e embolsa a título da gastos através da ONG particular NIC.br em dois meses. É só calcular: 1,1 milhão de domínios registrados x R$ 30,00 / ano menos 6 % de inadimplencia. (6% = 60 mil domínios média dos leilões sobre 1,1 milhão de domínios). Portanto a receita limpa de quase R$ 3 milhões por mês não é nada comparado com o valor dos domínios genéricos brasileiros e que são trocados para "calar a boca" de denunciantes.(21/07/07)

Como pode o CGI.br trapacear 1 milhão de internautas através de regras de similaridade nos leilões de domínios? Centenas participaram no último leilão nos domínios: plotters.com.br, cadeados.com.br, paes.com.br, mamona.com.br, estufas.com.br, exaustores.com.br etc, mas perderam por similaridade para uma empresa que não tem nada a ver com o assunto!. e que deveria ser idêntica! (clique aqui) Além do CGI.br já ter liberado uns 20 domínios genéricos por baixo do pano para esta mesma empresa como: aguardentes.com.br, auditivos.com.br, cambagem.com.br, caprinos.com.br, endoscopista.com.br, equinos.com.br, equipadora.com.br, estaleiros.com.br, fisiatra.com.br, foniatra.com.br, geneticista.com.br, gravacoes.com.br, jateadora.com.br, lajota.com.br, renal.com.br, urologico.com.br, nazista.com.br, tudo para "calar' a boca de um denunciante das maracutaias do CGI.br. Alguns dos domínios genéricos chegam a R$ 80 mil. (Clique aqui). (23/07/07)

Fora isto o CGI.br ainda agregou os seguintes domínios genéricos: cimentos.com.br, alergologista.com.br, alisante.com.br, anfetamina.com.br, anticoagulante.com.br, antioxidantes.com.br, cadeados.com.br, cancerologista.com.br, cardiologico.com.br, citologista.com.br, cola.com.br, curio.com.br, doador.com.br, dragagem.com.br, embriologista.com.br, endocrinologista.com.br, epidemiologista.com.br, eutonia.com.br, fardamentos.com.br, fisiologista.com.br, fivela.com.br, gessos.com.br, roldana.com.br, hemoderivado.com.br, hemodialises.com.br, hemoterapeuta.com.br, hortas.com.br, imunologista.com.br, imunopatologia.com.br, lanternagem.com.br, mangote.com.br, mineracoes.com.br, nutrologista.com.br, ortodontologia.com.br, ouvidores.com.br, palmilha.com.br, pasteis.com.br, pavimentacoes.com.br, personalidade.com.br, piso.com.br, sinteco.com.br, vinagres.com.br, sonorizacoes.com.br, terraplenagens.com.br, transfusoes.com.br, transposicao.com.br. (Clique aqui). Enquanto milhões de internautas participam dos leilões de domínios (regras veja aqui e aqui) o CGI.br libera por baixo do pano milhares de domínios genéricos para amigos ou são usados como moeda para calar denunciantes. (23/07/07)

Centenas de internautas que concorreram para tentar adquirir estes domínios nos leilões, simplesmente foram enganados pelo CGI.br.! Para cada domínio são em média 6 a 25 interessados que foram lubridiados. (23/07/07)

Fapesp libera zoologico.com.br para a prefeitura de SP, que na realidade deveria usar www.zoologico.sp.gov.br. Em troca parece que a prefeitura faz vistas grossas as 200 mil Notas Fiscais frias (clique aqui) emitidas pela ONG particular NIC.br (com funcionários pagos pela Fapesp) e o que dá direito a lavar R$ 6 milhões por ano, basta depositar na conta do NIC.br porque o ISS já está pago adiantado! Será que existe alguma relação com o jogo do bicho do zoológico de SP? (19/07/07)

Atualmente a única resolução sobre internet publicada no D.O.U - Diário Oficial da União é a resolução 01/2005 (clique aqui) que trata sobre o autoembolsamento a título de gastos do CGI.br de R$ 30 milhões por ano. (1,1 milhão de domínios x R$ 30,00) através da ONG particular NIC.br composto por integrantes do CGI.br (clique aqui). O texto que chamam de resolução 02/2005 só foi publicado em alguns jornais e a Resolução 01/2006 é falsa porque somente altera textos publicados em jornais e não precisariam ter gasto a tinta de impressão no D.O.U ou foi só para lograr 21 milhões de internautas brasileiros?. (20/07/07)

O CGI.br sequer segue a sua própria resolução 01/2006 publicada em 05/02/2007, seção 1, página 02. no D.O.U. (falsa porque altera um texto publicado no jornal, clique aqui) e que diz:"f) o domínio que participe de mais de 6 (seis) processos de liberação consecutivos sem que seja possível a sua liberação para registro, será excluído do processo e reservado pelo CGI.br por prazo indeterminado, para posterior deliberação.". Mas o domínio colecionadores.com.br que estava dia 08/07/2007 01:32 e no dia 13/07/2007 01:17 na lista dos "mais de 6 (seis)" no dia 18/07/07 foi usado para "comprar o silêncio de uma denúncia". Além disto ainda liberaram em 18/07/07 os dominios crepes.com.br e geriatra.com.br! Clique aqui (21/07/07)

Não bastasse o CGI.br lograr os internautas na lista de "mais de 6 (seis)" e também nas regras de similaridade nos leilões ainda repassa em 16/07/2007 por similaridade o domínio itumbiara.com.br para a Prefeitura de Itumbiara que deveria, segundo as regras do próprio CGI.br usar www.itumbiara.go.gov.br e não um endereço comercial www.itumbiara.com.br. Os outros participantes deste domínio no leilão ficaram chupando dedo! (clique aqui) (24/07/07)

O CGI.br, como terceira pessoa, vive contestando com agravo penhoras judiciais de dominios. Se houve uma penhora é porque foi julgada e deferida. E os dominios "surrupiados" pelo CGI.br. Quem julga ? Ou eles estão até acima disto também? (15/08/07)

21 milhões de internautas, segundo as regras do CGI.br, não podem registrar uma revista com extensão ".br" mas somente ".com.br" ex. comciencia.br ou registrar 3 extensões diferentes uniemp.br, uniemp.com.br e uniemp.org.br. no mesmo CNPJ. Quem pode é o presidente da Fapesp cuja empresa particular UNIEMP (clique aqui) ainda anda supostamente envolvida na lavagem de dinheiro do Registro.br (clique aqui e aqui) (24/07/07)

No www.tj.sp.gov.br tinham centenas de processos de domínios, todos em segredo absoluto de justiça, envolvendo o CNPJ 43.828.151/0001-45 da Fapesp mas parece que estão mudando para o CNPJ 05.506.560/0001-36 de uma ONG particular chamado NIC.br (mas e se a ONG particular depois falir? Todos ganham mas ninguém leva!). A maioria dos processos da Fapesp acabaram sendo sorteados para a mesma vara, foi muita sorte!. Será que por trás das transferências de CNPJ está o dedo do CGI.br - Comitê Gestor Internet Brasil que não passa de um mero grupo empresarial conforme Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR (clique aqui) ou da Fapesp tentando fugir da Justiça ao transferir os supostos delitos para uma ONG particular passível de falência? A ONG particular está de pé porque a Fapesp paga os 25 funcionários mas e se parar de pagar? (28/06/07) (veja alguns aqui)

O codinome "Domínio Marca Virtual" é a sigla que consta nas centenas de processos de domínios da Fapesp e NIC.br e que são sorteados curiosamente com preferência para uma mesma vara. Veja no www.tj.sp.gov.br. (veja alguns aqui) (19/07/07) (voltar)

De olho no dinheiro dos bancos a ONG particular NIC.br de propriedade de integrantes do CGI.br (clique aqui Art. 6º), lança com exclusividade um novo produto de segurança no mercado brasileiro com o nome "dnssec". (clique aqui) A nova extensão ".b.br" sequer foi publicado no D.O.U mas mesmo assim logo no lançamento 2 bancos já se interessaram em soltar dinheiro. Para evitar concorrentes bloquearam o dominio dnssec.com.br. e o serviço de segurança (conversão de letras em números) não será prestada pelas empresas brasileiras (não são confiáveis) mas pelo próprio CGI que nem existe juridicamente (recurso criminal clique aqui) e com antecedentes criminais suspeitos (clique aqui e aqui) (19/07/07)

Como pode uma ONG (clique aqui) que emite 200 mil NF frias e pagar R$ 300 mil a mais em ISS (clique aqui) o que dá direito a lavar R$ 6 milhões ainda cuidar de segurança bancária? Repete-se a fábula do "lobo tomando conta das ovelhas" sendo aplicada na Internet do Brasil. Conheça a origem desta fábula a 7 anos atrás (clique aqui). (27/06/07)

O CGI.br foi denunciado ao Antispam.br (um grupo mantido pelo próprio CGI.br para justificar o embolsamento de R$ 30 milhões ano) por ter praticado o envio de 1 milhão de e-mails contendo informações falsas. O caso ocorreu em 04/12/2005 no e-mail "Comunicado de alteração da Fapesp para Nic.br na qual o Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI .br comunica ao público em geral que, em reunião realizada no dia 21 de outubro de 2005 e .... " Clique aqui. Mas na consulta no site do CGI só constam reuniões realizadas nos dias 7 e 28 de outubro de 2005 (clique aqui). Na época dispensaram até a licitação porque não se refere a transferência de uma atividade pública para privada, mas de um mero embolsamento público para uma ONG privada, tanto que nem o pagamento dos 25 funcionarios mudou. (21/07/07)

Os cerca de 250 processos judiciais da Fapesp também estão mudando de CNPJ imagine algum engraçadinho solicitar o congelamento dos R$ 522 milhões de 2006? Os R$ 240 milhões obtidos da extorsão na internet em 10 anos foi contabilizado como doação e a metade está enroscado no caixa 2. O orçamento da Fundação do Paraná (Fundação Araucária) é de cerca de R$ 21 milhões e poderia dobrar este ano, bastando devolver cerca de 9% (a contribuição do PR) do total arrecadado. (21/07/07)

Mas o que 21 milhões de internautas brasileiros podem esperar da ONG particular NIC.br (clique aqui) de propriedade de integrantes (clique aqui) do CGI.br (clique aqui Art. 6º) e que somente segue ordens dela mesmo, (clique aqui Art. 4º § 1º), mesmo define os valores a serem extorquido de 1,1 milhão de empresas e internautas (clique aqui Art. 4º § 2 º ), embolsa tudo (R$ 30 milhões/ano) a título de gastos (clique aqui Art. 4º) e ainda com os 25 funcionários pagos pela Fapesp? (27/06/07)

Slogan do mês:
Dizem as más línguas que "A transparência do grupo empresarial CGI.br, NIC.br e Fapesp limitam-se aos vidros nas janelas".

Inédito:
Livraria virtual lança o e-book virtual: "Domínios: um caso de polícia!". v1.1. Adquira o seu é grátis! (clique aqui)
A versão 1.0 não contém os parágrafos escritos em marrom.

Destaque: CGI.br perde ação judicial (clique aqui).
Destaque: CGI.br perde outra ação judicial por abuso de poder (clique aqui).
Destaque: Lista de processos judiciais! (atualizado em 20/08/07) (clique aqui).
Destaque: CGI.br perde agravo Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR (clique aqui)
Destaque: Depoimento na Polícia sobre o sumiço de R$ 100 milhões (clique aqui).
Destaque: Processo no Tribunal de Contas da União desde 2001 parado(clique aqui).
Veja: Processo Fraude milionário em leilão de domínios da Fapesp. (clique aqui e denúncia aqui e outra aqui)
Veja: texto explicativo sobre a situação de domínios no Brasil (clique aqui)
Saiu na mídia: Brazilian Internet Comitee is no more an impartial organ (clique aqui)
Inédito: Illicit enrichment by ICANN members in Brazil! (clique aqui)


CGI.Br envolvido na emissão de 200 mil Notas Fiscais Eletrônicas - NFe "frias" e
suposta lavagem de dinheiro, possivelmente R$ 6 milhões por ano. detalhes (clique aqui)
Será que os integrantes do NIC.br (clique aqui) e do CGI.br (clique aqui) estão sendo coniventes? (25/06/07)

Início da II Etapa do 5. Mega Leilão (70 mil domínios). O leiloeiro virtual bateu o martelo no domingo dia 17/06/2007 às 15:00. Milhares de empresários tiveram que trabalhar no domingo por imposição do CGI.br! Agora vem a segunda fase: pedir a documentação e liberar de preferência para os amigos do CGI. Como nas outras vezes a auditoria foi dispensado para esta segunda fase! Nos processos judiciais podem informar que houve auditoria, mas nunca informam que os domínios são manipulados entre 15 a 30 dias após o leilão e usando métodos obscuros de similaridade desde 12/2004. O resultado completo nunca é divulgado! Para tentar oficializar as similaridades e embolsar os melhores domínios publicaram no D.O.U. uma resolução falsa 01/2006 (clique aqui) que somente altera 2 artigos publicados em jornal comum (que por sua vez chamam de resolução 02/2005)! Antes de iniciar o 5. leilão o movimento de empresários entrando e saindo no NIC.br era muito grande. Será que estavam negociando os domínios do leilão? Será que este leilão será novamente feito com cartas marcadas? Regras: (clique aqui e denúncia aqui e outra aqui) (26/06/07)

Fapesp paga os cerca de 25 funcionários da ONG particular NIC.br!. Apesar da ONG NIC.br embolsar por ordem do CGI.br (que são os mesmos) mais do que R$ 100 mil por dia útil, a titulo de gastos, a Fapesp continua pagando os salários. Será que estão sumindo com a outra metade dos R$ 240 milhões extorquidos pela Fapesp dos internautas? Será que os eventos do CGI.br/NIC.br também estão sendo patrocinados pela Fapesp? E porque a FAPESP não paga também os salários dos funcionários dos provedores e sites de hospedagem, que recebem um lucro menor do que R$ 30 milhões por ano? (25/06/07)

Somente em 2005 a Fapesp gastou R$ 4.175.823,00 em salários (clique aqui) o que perfaz uma média aritmética de R$ 14 mil mês para cada um dos 25 funcionários. O valor é táo irrisório que desde 05/12/2005 até 05/2007 continuou pagando os mesmos 25 funcionários apesar da atividade de registro de domínios e a receita de R$ 30 milhões/ano serem transferidos da Fapesp para uma ONG particular chamada NIC.br (clique aqui) e que não precisou nem pagar seus funcionários (25/06/2007)

Manipulação de domínios genéricos por similaridade pela Fapesp e após 05/12/2005 pela ONG particular NIC.br
lote.com.br -> Iogurte Lote Com BR Informatica Ltda ME CNPJ 07.281.935/0001-32 Conwaf Cont. Ltda
iogurte.com.br -> Iogurte Lote Com BR Informatica Ltda ME CNPJ 07.281.935/0001-32 Conwaf Cont. Ltda
transas.com.br -> Transas & Fodas Com BR Informatica Ltda ME CNPJ 07.282.118/0001-07 Conwaf Cont. Ltda
blog.com.br -> Blog & Fotolog Com BR Informatica Ltda ME CNPJ 07.283.086/0001-56 Conwaf Cont. Ltda
dor.com.br -> Dor & Ervas Com BR Informatica Ltda ME CNPJ 07.281.723/0001-55 Conwaf Cont. Ltda
ervas.com.br -> Dor & Ervas Com BR Informatica Ltda ME CNPJ 07.281.723/0001-55 Conwaf Cont. Ltda
Mais de 10 mil domínios genéricos de alto valor comercial foram manipulados para amigos do CGI.br, após o término dos leilões fraudulentos (clique aqui e aqui) e a auditoria contratada ter sido mandada embora! Veja como funciona (clique aqui) (01/07/07)

Denúncia de "sumiço de metade de 250 milhões de reais", registrado na Polícia Federal Divisão Fazendária em 12/2005 e após o laudo de qualificação encaminhado 7ª DP de Lapa, jurisdição da Fapesp. Inquérito 147206 - Processo 050060353642-0000. Caso você saiba aonde foi parar esta montanha de dinheiro (mais de R$ 100 milhões) informe a 7ª Delegacia de Polícia de Lapa (11) 3864 7445 R. Camilo, 317 SP/SP. Os milhares de proprietários de mais de 1 milhão de domínios registrados no Brasil que pagam R$ 30,00 cada / ano irão te agradecer. (12/12/06) Veja um dos depoimentos na Polícia sobre o sumiço de R$ 100 milhões (clique aqui).

E o Ministro de Ciência e Tecnologia? deu um sabor de pizza na denúncia ao enviar em 29/04/05 (clique aqui) para o próprio CGI.br a denúncia do CGI.br resultando ainda em perseguições contra o denunciante. Em 26/09/05 chamou o denunciante de irresponsável por ter denunciado o sumiço de R$ 100 milhões. Confirmou que os R$ 100 milhões extorquidos na época FHC continuam na conta, mas não explicou aonde foram parar os outros R$ 100 milhões extorquidos no governo atual (clique aqui). O assunto virou Caso de Polícia com as provas do sumiço enviadas em 12/05 para a Polícia Federal Divisão Fazendária. (29/05/07)

Em 05/12/2005, com a transferência ''sem licitação" da atividade de registro de domínios da Fapesp para a ONG particular NIC.br houve alteração somente do CNPJ do Registro.br (serviço de registro de domínios) e o restante permaneceu igual! Nem o telefone, endereço ou a empresa pagante dos 25 holerites (a Fapesp) foram alterados! Seria "dolo presumido", "formação de quadrilha", "estelionato" ou "crime de concussão"? Ou foi somente para a Fapesp tentar escapar do Ministério Público? Veja estes processos de denúncias (clique aqui) Alguns no TC
U continuam parados desde 2001! (21/06/07)

Como pode integrantes do Ministério da Ciência e Tecnologia (clique aqui) criarem a resolução 01/2005 (clique aqui) na qual eles mesmos, usando outro nome (clique aqui), embolsarem a título de gastos R$ 30 milhões por ano? (21/06/07)

O CGI.br tentou processar o denunciante mas perdeu e entrou com agravo, perdeu novamente, e no resultado se destaca: "O CGI.br não é, pois, órgão ou entidade federal. Na realidade, sequer tem personalidade jurídica. É, como se viu, um grupo de pessoas - representativas do Estado, da sociedade e da comunidade específica - que têm um interesse comum: o uso e o desenvolvimento da Internet no Brasil." e também NÂO é "...um grupo de representantes dos Ministérios de Estado, ou de representantes de órgãos federais da Administração Direta" e portanto foi negado provimento ao Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR (clique aqui) (23/05/2007)

Declaração do Comitê Gestor Internet do Brasil: (clique aqui) "Assim, os serviços que a Fapesp atualmente presta com exclusividade poderiam, por exemplo, ser também prestados por instituições de amparo à pesquisa de outros Estados, como a Faperj, do Rio de Janeiro, ou a Facepe, de Pernambuco. Isso evitaria a aplicação dos recursos arrecadados predominantemente no eixo Rio-São Paulo" e também que: "Os recursos gerados pertencem ao Comitê Gestor e não a Fapesp, que se encarrega gratuitamente de todo o serviço de registro contábil. Os gastos são efetuados segundo regras rígidas estabelecidas pelo CG; e têm sido utilizados na aquisição de equipamentos de suporte à operação do próprio registro e no pagamento à Fapesp de R$ 60 mil mensais fixos pelo ressarcimento direto de suas despesas, o que inclui, entre outros encargos, a manutenção da infra-estrutura correspondente" entretanto a Fapesp extorquia durante 10 anos entre 2 a 3 milhões de reais por mês dos internautas a titulo de doação de anônimo. (hehehehehe) (20/06/07) (volta)

O estado do Rio de Janeiro tentou obter em 03/2003 a sua parte de R$ 10,8 milhões dos R$ 90 milhões depositados na conta da Fapesp (receita da Internet), para aplicar na Infovia.RJ (clique aqui), mas não conseguiram!. De lá para cá o total chegou a R$ 240 milhões de reais. A metade esta apodrecendo na conta da Fapesp e a outra metade sumiu ! Veja processo policial no 7.DP em Lapa / SP. (clique aqui) (20/06/07)

Portaria Interministerial nº 307 cria a comissão eleitoral do mega grupo empresarial CGiBr (clique aqui), entretanto esqueceram de incluir na eleição o integrante do cargo de "Notório Saber em Internet" que foi uma auto sugestão feita em 2003 pelo Sr. Demi Getschko (clique aqui pag. 8) mas que saiu rápidinho para ele após declarar gastos estranhos de R$ 22 milhões de reais. (clique aqui pag. 4). Se o CGI.br tem 12 representantes de 6 Ministérios porque o governo indicou para o cargo de "Notório Saber em Internet" um empresário sócio proprietário da ONG NIC.br que por ordem do próprio CGI.br fatura R$ 30 milhões por ano? Conheça os milionários sócios da ONG NIC.br (clique aqui) (28/05/07)

O dono do mega grupo empresarial CGI.br, um "Notório Saber em Internet" (clique aqui) e dono da ONG NIC.br (clique aqui) por ser também um importante "Assessor do Presidente da Fapesp" (clique aqui), poderia muito bem ter substituido nos 3.470.678 boletos da Fapesp o texto "por ordem do CGI.br" por "por ordem do Assessor do Presidente da Fapesp". É tudo igual... e seria mais sensato...e não tem porque ficar enganando 1 milhão de empresas e internautas.(25/05/07)

Como o CGI.br é considerado um grupo particular (clique aqui) que usa a sigla Registro.br com o CNPJ da Fapesp até 04/12/2005 e a seguir usa o CNPJ da ONG NIC.br que segue ordens do CGI.br, que são os mesmos, só sobra a suspeita que a principal atividade do CGI.br é embolsar R$ 100 mil por dia útil a titulo de gastos graças à resolução 01/2005 (limpos porque a Fapesp já paga os funcionários) e ainda manipular a vontade os melhores domínios genéricos brasileiros com base na falsa resolução 01/2006 publicado no D.O.U e que somente altera um texto publicado no jornal! Alguns desavisados chamam este texto do jornal de Resolução 02/2005 e que por estranho que pareca regulamenta toda a Internet Brasileira (20/06/07) O comportamento do CGI.br mudou no 5. leilão fraudulento NIC.br, depois que pegaram um notório do CGI, de "calça curta", cor preta e com faixa vermelha escrita R$ 30,00, carregando o "dominiogratis.com.br" "reservado pelo CG" desde 17/05/2002 e entregando em 12/06/2006 para o grupo "amigos do cgi”. Agora o CGI.br está colocando no leilão os domínios reservados pelo CGI para depois após processos fraudulentos liberar para empresas com nomes similares. O leilão de domínio do CGI.br é como participar do jogo de baralho com cartas marcadas. (20/06/07)

A FAPESP de São Paulo, não satisfeito em extorquir R$ 40 mil da empresa Paranaense EBDI - Empresa Brasileira de Domínios ainda tenta arrancar outros R$ 2 mil reais. Caso contrario, serão penhorados os bens da EBDI. Processo 75.053.04. 001744-6, 1ª Vara Cível SP. Além de extorquir R$ 240 milhões em 10 anos (incluso juros) dos internautas deixam a metade apodrecendo na conta e a outra metade fizeram sumir. A policia de São Paulo, 7º D.P da Lapa, investiga o caso. Inquérito 147206 - Processo 050060353642 (clique aqui) (20/06/07)

Em Curitiba, Paraná, corre um processo judicial de execução na 4ª vara cível 1500/2001 www.assejepar.com.br na qual a Fapesp após um determinado tempo conseguiu entrar no processo como terceira pessoa. Acredite se quiser, até com agravo contestando a decisão do juiz a Fapesp fez. Porque uma Fundação de Amparo ao Estado de São Paulo esta enfiada em um processo judicial no Paraná? (21/06/07)

No mesmo processo judicial 1500/2001 apesar do juiz enviar ofício ordenando que na consulta pública de domínios penhorados consta-se "domínio penhorado por ordem judicial a favor de nome_completo@hotmail.com" a Fapesp vive esquecendo da ordem judicial e volta atrás para "palavra reservada por ordem judicial". A Fapesp esqueceu pela 4. vez em 4 anos e o o juiz terá que enviar um 4º Ofício com as mesmas solicitações anteriores. (21/06/07)

Para piorar a FAPESP removeu, sem ordem judicial, uns 20 domínios que estão no processo paranaense 1500/2001 e repassou para a ONG NIC.br incluir no 5º leilão de domínios em 02/06/2007 a 17/06/2007. (ex. reclamacao.com.br, terrasanta.com.br, etc). Como a Fapesp pode ser tão sujo? Só porque recebeu R$ 522 milhões e extorquiu outros R$ 240 milhões dos internautas, não quer dizer que sejam os donos da internet no Brasil! (21/06/07)

A Fapesp também removeu centenas de domínios como luminosos.com.br, vinil.com.br paineis.com.br, plotters.com.br e outros porque a documentação comprovando o endereço chegou com atraso do 2 dias !!! A taxa de extorsão estava paga por mais de 6 anos e o endereço que constava era do provedor e não o da empresa A empresa paranaense que se dane ficou sem site e e-mails! Entretanto o grupo CGI.br mantém mais de 5 mil domínios em 200 empresas com endereços falsos!!! Lógico isto dá uma receita adicional de R$ 150 mil por ano (5 mil x 30,00). Alguém acha que vâo abdicar do embolsamento adicional de R$ 150 mil por ano em prol de justiça? (21/06/07)

Mas isto não é nada! Vejam só: o domínio reclamacao.org.br e outros quatro que foram pagos em 22/12/2006, (total = R$ 150,00) e fornecido até Nota Fiscal, mas foram cancelados por falta de pagamento em pleno Natal em 25/12/2006 e inclusos no 5. leilão para mostrar a "força" do CGI.br. Foi um belo presente de Natal do CGI.br! R$ 150,00 no lixo! (21/06/07) (volta)

A FAPESP no processo judicial 1500/2001 na 4ª vara cível no Paraná deu uma de "João sem braços". enrolou na resposta ao oficio do Juiz e bloqueou indevidamente 490 domínios da empresa EBDI. Não satisfeita ainda repassou um dos domínios >> dominiogratis.com.br << para um dos 11 amigos do CGI.br. Como podem ser tão trapaceiros? (20/06/07)

Indicação de peso: o Ministério de Ciência e Tecnologia vem a 12 meses recomendando a mais de 1 milhão de empresas e internautas que usem as 11 únicas empresas provedores de serviço de hospedagem no Brasil. O restante, mais de 5 mil que se danem! Consulte as páginas do www.registro.br e veja quais são estas 11 únicas empresas provedores de serviço de hospedagem do Brasil. Para entrar neste seleto grupo dos 11, o provedor ganha um desconto de R$ 3,00 sobre os 30,00, mas tem que arcar com as despesas bancarias do boleto (cerca de R$ 3,00) e ainda fica sendo responsável juridicamente pelo domínio registrado pelo seu cliente. Motivo o registro é feito pelo provedor e não mais pelo site www.registro.br que se isenta de qualquer responsabilidade, mas continua recebendo os mesmos R$ 27,00! Será que os 11 foram enganados por estes daqui (clique aqui)? (20/06/07)

Em 17/07/06 o dominio prostituta.com.br estava no leilao com 2 participantes (clique aqui). Em 21/06/2006 na consulta informava "O domínio prostituta.com.br não pode ser registrado por estar reservado pelo CG" em 27/06/2006 informava "O domínio prostituta.com.br não está disponível para registro. Encontra-se em fase de averiguação de documentação dentro do processo de liberação." A polícia costuma pedir a documentação mas o Comite Gestor Internet também? Atualmente o domínio continua com o CG será que querem montar um prostíbulo virtual? (29/06/07)

O empregado da ONG NIC.br o Sr. Harmut Richard Glaser (clique aqui) é um dos homens mais ricos do Brasil!. O projeto
que ele abriu na Fapesp chamado de "registro automático de domínios", recebeu durante 10 anos sob a forma de doação
de anônimos mais de R$ 240 milhões (incluso juros) de mais de 1 milhão de empresas e internautas ávidos em pagar
anualmente as taxas de extorsão de R$ 30,00. (antes da liquidação era 100,00 e depois 80,00). Veja Processos Fapesp (aqui). mas acesse rápido antes que tirem do ar. (23/05/2007)

O segredo mais bem guardado da Internet Brasileira é a lista de "domínios do CG" contendo todos os milhares de domínios genéricos de alto valor (alguns acima de R$130 mil) e que foram algum dia "reservados pelo CG", "em processo de transição EDU.BR" ou outro motivo maluco que andam inventando. Muitos destes domínios resurgem em nome de alguma empresa amiga (ex. dominiogratis.com.br que estava reservado pelo CG). Estamos elaborando lista provisória dos "domínios do CG". (clique aqui).(08/05/07)

Outro segredo são as dezenas de milhares de domínios que foram manipulados fora das datas dos leilões usando métodos obscuros como "similaridade", "endereço com um erro qualquer" ou outro motivo fútil .(08/05/07)

O seu jornal ou blog está com problemas financeiros? Precisa de anúncios? Faça uma reportagem sobre as denúncias. Entreviste todo o grupo da ONG NIC.br (endereços clique aqui) e o CGI.br (clique aqui). É bem provavel que "alguem" faça contato colocando um polpudo anúncio em troca de palpites na sua pauta. Se isto não acontecer e for constatado veracidade nas denúncias pelo menos mantenha o seu eleitor informado. (08/05/07)

A resolução 02/2005 (clique aqui) "é um resumo das regras atualmente adotadas pelo Registro.br para o registro automático de domínios no país, bem como as normas para a cobrança e pagamento das taxas" que NUNCA FOI PUBLICADO NO D.O.U. portanto tudo é ilegal inclusive os leilões e as cobranças. Mas para poder embolsar a título de gastos R$ 30 milhões ano (1 milhão de domínios x R$ 30,00) publicam um texto em aguns jornais, chamam de Resolução 02/2005 e com isto ainda dizem que cancelaram a Resolução 01/98 este sim publicado no D.O.U. Pague logo seus R$ 30,00 o bolso do CGI.br agradece! (29/03/07)

Os gaúchos entraram com o processo TC 012.048/2001-5 no TCU - Tibunal de Contas da União para "apurar possíveis irregularidades ocorridas na prestação de contas dos recursos arrecadados com o registro de domínios na internet brasileira e para que fosse efetuada a fiscalização desses recursos". O processo pode ser vista no site www.tcu.gov.br mas não andou um milimetro desde 2001! Porque em 7 anos não andou? Alguém teria interesse nesta demora ou é normal? Mais detalhes (clique aqui). Até o Sr. Harmut Richard Glaser empregado da ONG NIC.br de propriedade do CGI.br (clique aqui) reclamou da expulsão do registro.br de dentro da Fapesp em início de 2002 pelo TCE-SP Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (clique aqui), mas conseguiram enganar o TCE-SP porque a atividade expulsa rendeu entre 2002 a 2005 para a Fapesp R$ 59.359.585,00 (com juros cdi 18% R$ 90 milhões) conforme o próprio Sr. Harmut declara (clique aqui). Também lograram a Receita Federal contabilizando como doação de anônimos e portanto livre de impostos.(13/04/07)

Enquanto o Brasil vive defendendo uma descentralização do controle da internet mundial (clique aqui), o CGI.br fica controlando a rede dentro do país com mãos de ferro. Talvez a falta de startups tupiniquins tenha um nome: burocracia. (texto original www.techbits.com.br clique aqui) (20/03/07)

Instituto UNIEMP - CNPJ 66.052.028/0001-80 – Responsável Carlos Vogt (clique aqui) também Presidente da Fapesp até 2006 Av. Paulista, 2198, 16 andar 01310-300 - SP – SP – Tel. (11) 3288-0466, envolvido em suposta lavagem de dinheiro simulados através de pagamento de salários e computadores para o Registro.br (atividade de registro automático de domínios) (clique aqui) enquanto a Fapesp do mesmo Carlos Vogt extorquia do internauta usando o nome Registro.br e por ordem do CGI.br cerca de R$ 3 milhões / mês (clique aqui), enquanto o CGI.br declarava publicamente que pagava R$ 60 mil / mês para a Fapesp pela atividade de registro automático de domínios - registro.br. (clique aqui) enquanto o mesmo declarante embolsava U$ 25 milhões pela venda de um servidor de Busca (clique aqui) (26/03/07) Veja mais aqui

Fraude: apesar do CGI.br transferir em 05/12/2005 a atividade e principalmente a receita do registro automático de domínios da Fapesp para a ONG NIC.br de propriedade particular do CGI.br muitas cobranças de registros foram desviados em 12/2005 e 2006 da conta do Nic.br para a conta da Fapesp e caracterizado como doação de anônimo por ser uma fundação, logrando a Receita Federal e conseguindo fugir dos impostos (26/03/07)

A dura vida do CGI.br. Assim começa mais um dia na vida dos nossos "notórios": todos reunidos confortavelmente na sala com a "plaquinha" "CGI.br" na qual definem os valores a serem extorquidos de mais de 1 milhão de internautas e os domínios genéricos a serem manipulados (reservados para o CG). A tarde, logo após um belo almoço, reunem-se na mesma sala. Mas o primeiro ao entrar inverte a "plaquinha" que desta vez fica com o texto "ONG NIC.br" e iniciam a longa e dificil tarefa da "contagem de pilhas e pilhas de dinheiro", tudo que entrou no dia anterior: cerca de R$ 120 mil (por dia útil). A seguir embolsam polpudos pro-labores seguindo determinação do estatuto e ainda são obrigados a gastar o restante no mesmo dia e de qualquer forma!. A ONG é sem fins lucrativos e portanto nada pode sobrar nem mesmo as evidências! (26/04/07).

Alguém liberou dor.com.br e ervas.com.br para a recem criada empresa "Dor e Ervas Informatica Ltda." (clique aqui) e também liberou transas.com.br para a empresa "Transas e Fodas Informatica Ltda.", mas bloqueou a liberação do broadvoice.com.br para a empresa "Broadvoice do Brasil Ltda.", pedindo registro no INPI. Logo a seguir fizeram um leilão relampago de domínios na qual não houve tempo e nem foram informados a participar. Resultado o dominio broadvoice.com.br foi parar em um clube de Voip que não tem nada a ver com a marca Broadvoice. A questáo é descobrir quem foi o integrante da ONG NIC.br que fez tamanha sacanagem? Quanto ele embolsou com esta atitude? Clique aqui e veja se consegue descobrir quem foi, porque sinceramente nós não conseguimos descobrir o Notório Saber em Internet do NIC.br que fez tamanha sacanagem. (26/04/07)

Em 10/11/2006 denunciaram que "alguém" da ONG NIC.br vem passando informações sigilosas para o Robô do Servidor de Busca do UOL (detalhes aqui) ou o robô foi dotado de inteligência artificial que permite adivinhar centenas de domínios novos registrados 20 dias antes no Registro.br. Agora centenas de milhares de boletos bancários falsos cobrando hospedagens estão sendo enviados para os internautas. Será que foi o mesmo "alguém" do caso do vazamento de cadastros do NIC.br para UOL? Clique aqui e nos ajude a descobrir quem foi....(26/04/07)

Ao que parece o CG-PCVL.br - Comitê Gestor de Proteção aos Cachorrinhos Vira Lata do Brasil e o CGI.br - Comitê Gestor Internet Brasil são ambos grupos particulares mas com interesses diferentes. O que difere mesmo é que a Fapesp emitiu em 10 anos 3.470.678 boletos de extorsão embolsando cerca de R$ 240 milhões, por ordem do CGI.br, e depois o grupo ainda cria a ONG NIC.br, (clique aqui), cujos integrantes são os mesmos que o CGI.br conforme estatuto do NIC.br (clique aqui), publicam um texto no jornal que chamam de Resolução 02/2005 mas que permite cancelar a Resolução 01/98 publicado no D.O.U., tudo com o objetivo de embolsar a título de gastos R$ 30 milhoes / ano. (Resolução 01/2005).a partir de 05/12/2005 (23/05/2007).

Decisão Judicial referente ao decreto presidencial n. 4.829, de 3 de setembro de 2003 que cria o CGI.br com competência para somente "estabelecer diretrizes para a organização das relações entre o governo e a sociedade, na execução do registro dos nomes de domínio". Tal atribuição não investiu o CGI, por óbvio, de poderes para editar regras jurídicas primárias, assim entendidas, para fins da argumentação que ora se desenvolve, aquelas que, inovando na ordem normativa, sujeitam os seus destinatários ao cumprimento de deveres e obrigações.(clique aqui) Será que eles poderiam transferir "sem licitação" da Fapesp para a ONG NIC.br de propriedade particular de integrantes do próprio CGI.br? Ou extorquir R$ 30,00 de mais de 1 milhão de empresas e internautas por ano? (20/04/07)

Conheça as novidades do 4. Mega-leilão NIC.br com 74.000 domínios: (clique aqui para ver os detalhes) (31/03/07)
- Cerca de 96% dos 74.000 domínios do leilão foram obtidos através de meios ilícitos.
- não houve publicação das regras no D.O.U Diário Oficial da União
- criam resolução falsa no D.O.U. para oficializar a regra de similaridade do domínio de forma a justificar a manipulação já feita nos últimos 3 anos nos melhores domínios genéricos brasileiros. Alguns o mercado paga mais de R$ 130 mil.
- Resolução falsa para excluir e embolsar o restante dos melhores e mais valiosos domínios genéricos brasileiros.
- incluíram domínios pagos, pretendendo ganhar duas vezes com o mesmo domínio
- incluíram domínios "picareteados". (pagos com deposito na conta da Fapesp)
- embolsam o resultado monetário do leilão (74.000 x R$ 30,00) a titulo de gastos
- esconderam na consulta os nomes dos concorrentes
- determinados usuários são excluídos eletronicamente das consultas (clique aqui para ver os detalhes) (31/03/07)

Ministério de Ciência e Tecnologia contribuindo para o progresso do Brasil: desde o leilão de 12/2004 e nos 7 seguintes devido a regra de similaridade na qual o registro.br decide quem será o dono de um domínio genérico, aliado a limitação de somente 20 lances nos leilões de mais de 60 mil domínios o CGI.br conseguiu induzir os internautas nos últimos dois anos a abrirem entre 1000 a 1.500 empresas novas no Brasil só para conseguirem os domínios genéricos de alto valor no mercado. Alguns acima de 130 mil reais, devido ao alto tráfego que trazem. Estas empresas tem registro na Junta e CNPJ na Receita Federal e nada mais. Como a empresa Transas & Fodas.com.br Informática Ltda ME CNPJ 07.282.118/0001-07 que ganhou o domínio transas.com.br do registro.br na época Fapesp. Para oficializar a maracutaia publicaram dois anos depois uma resolução falsa no D.O.U. (clique aqui). (27/03/07)

No Brasil existem cerca de 5 mil empresas de hospedagem de sites, para mais de 1 milhão de domínios registrados, mas o CGI.br insiste em indicar somente 11 empresas (para enganar ainda chamam de provedor de serviços). Não é a toa que o Brasil anda na lanterna mundial em termos de distribuição de renda. Ou as milhares de empresas de hospedagem brasileiras são a favor das maracutaias ou perdem clientes para estas 11 empresas. (27/03/07)

O CGI.br também distribui IPs que são essencial para uma empresa poder atuar no mercado de internet. A distribuição é gratuita mas a quantidade é em geral 16 IPs por provedor, mas alguns recebem blocos de 65 mil IPs. (clique aqui) (31/03/07)

O Decreto Nº 4.829, de 3 de setembro de 2003 da Presidência da República (clique aqui) declara no Art. 9° “A participação no CGI.br é considerada como de relevante interesse público e não ensejará qualquer espécie de remuneração”, mas o estatuto da ONG NIC.br, de propriedade do CGI.br, define pró-labore para os integrantes do NIC.br e que também são do CGI.br conforme o mesmo estatuto (clique aqui) e ainda segue ordens do CGI.br (deles mesmo hehehehe!) contrariando o Art. 9° do Decreto Nº 4.829. Até o empregado do NIC.br Sr. Harmut Richard Glaser (clique aqui) deixou escapar que antes do NIC.br no período de 1998 a 2005 os integrantes do CGI.br já tinham embolsado entre salários e mordomias um total de R$ 55.603.008,00 (clique aqui). Somente em 2005 foram R$ 15.628.944,00 em salários e mordomias para o CGI.br. Imagine então quanto foi em 2006! Como pode o CGI.br do MCT contrariar o Art. 9° do Decreto Nº 4.829 do Presidente? Ou será que o bolso próprio fala mais alto? Será que eles agem como se não existisse o Ministério Público, o TCU, o TCE-SP, a Receita Federal e só preocupam em cobrar de quase 1 milhão de internautas e empresas R$ 30,00 / ano? (20/03/07).O próprio CGI.br declarou várias vezes que o custo da atividade de registros de domínios é de R$ 60 mil por mês (clique aqui) , mas recolhem agora como ONG NIC.br a título de gastos R$ 3 milhões por mês (1 milhão de domínios x R$ 30,00 / ano). O que demonstra que todo o esquema foi montado visando um enorme lucro mensal, mas como a ONG deles é sem fins lucrativos são obrigados a gastar tudo rapidinho (20/03/07).Declaração do CGI.br 1): “Assim, os serviços que a Fapesp atualmente presta com exclusividade poderiam, por exemplo, ser também prestados por instituições de amparo à pesquisa de outros Estados, como a Faperj, do Rio de Janeiro, ou a Facepe, de Pernambuco. Isso evitaria a aplicação dos recursos arrecadados predominantemente no eixo Rio-São Paulo” (clique aqui). Isto foi em 1998 pelo Sr. Ivan Moura Campos, Coordenador do Comitê Gestor da Internet que graças ao acesso a todos os domínios existentes no Brasil consegiu vender o servidor de busca akwan/todo.br, de propriedade particular, por estimados 25 milhões de dólares. (clique aqui) (20/03/07) (voltar)

Declaração do CGI.br 2): que ainda entre 1998 a 2005 a Fapesp extorquiu R$ 124.732.885,00 por ordem do CGI.br (clique aqui). Na planilha foram usados juros bancários CDI em torno de 18,9% e calculando-se a valores atualizados com os mesmos juros daria: R$ 228.801.712,00 extorquidos até 2005 de quase 1 milhão de internautas e empresas através de cerca de 3.470.678 boletos de extorsão . Garantem que tinham em 2005 R$ 136.479.227,00 apodrecendo na conta, faltando em 2005 somente R$ 92.322,485,00. Se incluir o 2006 a falta poderá ultrapassar os R$ 130 milhões. Quem embolsou este dinheiro? Porque não foi para os estados? Porque o estado do Rio de Janeiro tentou obter a sua parte em 03/2003 de R$ 10,8 milhões na Infovia.RJ (clique aqui) mas não consegiu? (20/03/07)

Caso você tenha alguma denúncia relativo ao CGI.br encaminhe para a Procuradoria da República em São Paulo, Drª Zélia Luiza Pierdoná, Rua Peixoto Gomide, 768, 7º andar, CEP 01409-904, São Paulo – SP Ref. PAC 1.26.000.001756/2005-27 e mencione seu telefone no e-mail: zpierdona@prsp.mpf.gov.br - (11)3269-5000 ou no site www.prsp.mpf.gov.br. Clique aqui para enviar o seu e-mail ao Registro.br com cópia para a Polícia Federal, Camara, Senado, MCT, TCU, TCM, TCE, Abusando e Ministério Público e com cópia escondida para diversos jornais e revistas. Em geral os jornais pedem: nome do remetente, RG, endereço e telefone.

CGI.br confirma a expulsão da “atividade de registro” de dentro da Fapesp pelo TCE-SP Tribunal de Contas do Estado de SP a partir de início de 2002 clique aqui pg.5 e veja alguns comentários clique aqui. Mas parece que
a Fapesp enganou o TCE-SP pois o documento www.nic.br/contas (clique aqui) da ONG NIC.br cujos integrantes são também do CGI.br informa que a Fapesp extorquiu entre 2002 a 2005 pela "atividade de registro" R$ 90 milhões (incluindo os juros). Fisicamente, para agradar o TCE-SP a atividade de registro saiu em inincio de 2003 de dentro da Fapesp, mas a cobrança continuou ate 4/12/2005 pela Fapesp porque tudo era contablizado como doação de anônimos nem imposto precisava ser pago. Muito estranho tudo isto pois a ONG NIC.BR foi fundado em 6/1/2003 mas a ata da primeira reunião foi em 17/06/2005 clique aqui. Mas então quem pagou e recebeu aqueles salários e mordomias de R$ 35.652.438,00 entre 2003-2005 listados no documento do NIC.br? Ao total entre 1998 a 2005 foram R$ 55.603.008,00, mas quem pagou e embolsou tudo isto? Houve alguma licitação? Porque a UNIEMP do presidente da Fapesp está envolvido nos salários? Será que os principais integrantes do NIC.br clique aqui participaram? ou algum Conselheiro do CGI? ou foi somente o CGI.br clique aqui que são os mesmos conforme o estatuto Art. 6º do NIC.br? clique aqui. (13/04/2007).

Até as contas bancárias estão no mesmo banco e agência, veja só:
Fapesp - Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Sao Paulo
Banespa ag. 105 cc. 72400-2 CNPJ 43.828.151/0001-45
NIC.br - Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR
Banespa ag. 105 cc. 3917001-5 CNPJ 05.506.560/0001-36
Banespa ag. 105 13 003201-4 CNPJ 05.506.560/0001-36

Enquete: Quem você acha que ficaria preso? a) alguém (uns) que desvia R$ 55 milhões, dá uma rasteira no TCE-SP, ilude e trapaceia quase 1 milhão de empresas e internautas e acaba sendo denunciado ou b) alguém (uns) que com pouco estudo e devido a fome surupia uma galinha e acaba sendo denunciado.? (18/02/07)

Comunidade Linux excluido da consulta do Mega-leilão de 74 mil dominios, através do bloqueio do comando "whois" que pesquisa a quantidade de concorrentes de um domínio. O comando permaneceu bloqueado no momento mais importante do leilao, isto é na data final 25/02/2007 de 7:44 até o termino âs 15:00 horas. A mensagem "Taxa máxima de consultas excedida" pode ter duas origens: a) ultrapassou o limite de consultas no banco de dados, mas que pode ser resolvido de forma bem simples: dividir o banco em 24 pequenos bancos e fazer a consulta no banco correto conforme a letra inicial ou b) falta de dinheiro para comprar um PC decente. É também possível que tenham embolsado os R$ 30 milhões ao ano e acabou faltando troco para comprar um PC melhor. Como pode o CGI.br simplesmente excluir determinados grupos do leilão? (25/02/2007)

CGI.br bloqueia no meio do Mega-leilão a consulta de nome empresarial dos concorrentes de um domínio. Em uma eventual disputa ou manipulação ninguém pode contestar quem ficará sendo o dono do domínio. Na prática esconderam em um outra tela secundária: clicando no botão "pesquisas" e a seguir NÃO se pode clicar no botão "Disponibilidade de Domínios - informa se um determinado domínio está disponível para registro" porque a resposta será o mesmo (este botão é só para enganar), mas sim clicar no último botão lá em baixo, bem no final, aonde diz "whois' e ainda digitar novamente o dominio. Além disto ao visualizar uma consulta o CGI.br apaga o log na sua maquina e ao tentar salvar a tela as imagens ficam incorretas. São técnicas para trapacear os internautas mantendo-os desinformado e sem provas (regras do leilão clique aqui) (25/02/07)

Em cada leilão fraudulento (clique aqui) que propicia receitas acima de 1 milhão de reais para CGI.Br o mesmo gasta uma nota em auditores para acompanhar o leilão tomando cafezinho na frente do micro. O que os auditores não sabem é que as maracutaias (clique aqui, aqui, aqui e aqui) acontecem depois do leilão quando já foram para casa e embolsaram uma boa grana pelo serviço de dar credibilidade ao suposto leilão. Sõ a imprensa nunca foi convidada... e você pode imaginar o porquê? (9/9/06) Veja as maracuatias do leilão anterior clique aqui.

CGI.br usa o Jornal Nacional para informar que através de uma Resolução solucionou o problema dos “espertinhos que registram marcas para depois vendê-los por milhões de dólares”. É mentira! O assunto não tem nada a ver com a Resolução publicada no D.O.U. Veja a seguir. (27/03/07)

CGI.BR se atrapalha com o D.O.U. – Diário Oficial da União. Fato inédito no Brasil: “o CGI.br grupo anômalo, composto por empresários, que se dizem vinculados ao Ministério da Ciência e Tecnologia publica no D.O.U. Resolução 01/2006 (cliq
ue aqui) que na realidade altera a resolução 02/2005 que por sua vez não foi publicado no D.O.U. e portanto não existe!” Com a pretensa alteração do inexistente o CGI.br, entre outras, "pretende-se autodelegar o direito para decidir" quem será proprietário do restante dos melhores e mais lucrativos domínios genéricos brasileiros na internet. Alguns genéricos valem mais de R$ 130 mil cada. Com a falsa resolução 01/2006 que altera o nada, criaram uma nova lista "participou de mais de 6 leilões" junto com outras listas que já usavam como "reservados pelo CG", em "processo de transição para edu" e outros textos esquisitos. Por baixo dos panos, na calada da noite, eles vão liberando os melhores domínios que sequer participam dos leilões (veja alguns casos aqui) .

Além disto com a publicação no D.O.U. da resolução 01/2006 o CGI.br pretende oficializar as manipulações feitas desde o leilão de 12/2004 e nos sete leilões seguintes na qual o CGI.br já vinha manipulando a titularidade de domínios cujo nome seja similar a razão social. Veja esta denúncia grave de 09/2005 clique aqui. Milhares de domínios genéricos como dor.com.br, ervas.com.br, blog.com.br etc de alto valor monetário foram transferidos de titularidade. Veja também várias trapaças feitas com a conivência da Fapesp por ordem do CGI.br, clique aqui. Mais de 500 mil empresas e internautas foram logradas com estas manipulações desde 12/2004. CGI.Br chega a incentivar o ridículo como a empresa Transas & Fodas Informática Ltda. disputando o domínio amante.com.br em 02/2006 clique aqui Agora veja a divulgação deturpada e inocente passada para a mídia em 2007 para encobrir e oficializar as maracutaias clique aqui. (18/02/07) (alterado em 15/06/09)

Ainda chamam de domínios abandonados, (clique aqui) sendo que na realidade a maior parte dos 74 mil domínios foram "surrupiados" dos internautas com base na resolução 02/2005 que nunca foi publicado no D.O.U. (27/02/07)

Para esconder as transferências ilegais o CGI.br em19/02/2007 simplesmente cancelou na consulta do domínio a informação de quem é o proprietário e quais são os domínios e tickets daquela empresa. Até a data da consulta foi retirado. Desta forma podem manipular a vontade todo e qualquer domínio no Brasil.

Mas isto não é tudo, veja esta: “a resolução 02/2005 que não foi publicada no D.O.U., mas somente em alguns jornais comuns já dá poderes suficientes para no Art. 13º cancelar a resolução 01/98 este sim publicado no D.O.U.”. (18/02/07)
Como pode o CGI.br publicar um texto qualquer no jornal, chamar de resolução 02/05 e com isto cancelar a resolução 01/98 publicada no D.O.U e ainda embolsar 30 milhões de reais (1 milhão de domínios x R$ 30,00 / ano)?

Porque a resolução 02/2005 não foi publicada? O Decreto Nº 4829/03 com base no art. 84, VI, "a", da CF não permite “criar gastos” e para contornar a falta da publicação no D.O.U. só publicaram em alguns jornais comuns. Resultado “mais de R$ 30 milhões (1.000.000 de domínios x R$ 30,00 / ano) no bolso do NIC.br que são os mesmos do CGI.br conforme o estatuto do NIC.br (clique aqui), além de quatro leilões de domínios”. (17/02/07)

Como eles conseguiram esta mamata sem licitação? Alguns integrantes do CGI.br (clique aqui) são funcionários do Ministério de Ciência e Tecnologia e conseguiram publicar no D.O.U. a resolução 01/2005 que no artigo 4º diz “o total dos valores ... será utilizado para o ressarcimento das despesas tidas pelo NIC.br na execução das atribuições ... mediante prévia autorização do CGI.br.” que por sinal são eles mesmos. Deste jeito eles conseguem fazer passar até um elefante pelo buraco de uma agulha. (17/02/07)

Como pode o CGI.br na Resolução 1/98 Art. 5º contrariar o art. 87, II, da CF a que alude a portaria nr. 147/95 e o art. 84, VI, "a", da CFa que alude o decreto nr. 4829/3 que recria o CGI.br, a criar aumento de despesas com uma "retribuição de manutenção de domínio" que durante 10 anos rendeu R$ 250 milhões maculado sob a forma de "doação de anônimos" na conta da Fundação Estadual Fapesp? Nem Nota Fiscal forneceram por ser um serviço de caracter público. Quando a ONG NIC.br assumiu sem licitação veja resolução 01/2005 art. 1º, e mesmo assim somente após 8 meses é que começaram a fornecer Nota Fiscal. A receita deve ter aberto o olho, mas será que vão ter coragem para cobrar os impostos dos R$ 250 milhões extorquidos? (18/02/07)

CGI.br perde ação judicial. Queixa-crime na 3. Vara Criminal Federal de Curitiba. CGI.br (com apoio do NIC.br) e com três advogados, os melhores do planeta, contra o Sr. Jan Struiving com somente um advogado Dr. Marcus Reis, mas muito bom! Veja www.jfpr.gov.br processo 2006.70.00.009663-9 na qual ocorreu em 15/02/2007 a seguinte decisão de forma resumida: Comitê Gestor Internet do Brasil não foi criado por lei, mas por decreto nr. 4829/3 com base no art. 84, VI, "a", da CF... quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos.... a legitimidade da propositura da ação seria do Ministério Público e não do Comitê Gestor ... Rejeito pois a queixa-crime.... (17/02/07)

Segundo o processo, na véspera da audiência anterior de instrução e julgamento marcado para o dia 05/10/06 às 14:00 horas o Querelado sofreu um acidente, e devido a um entorse e distensão do tornozelo estava impossibilitado de locomover-se ao local da audiência que acabou sendo remarcado para 15/02/07. Parece que devido ao pouco prazo não foi possível informar o CGI.br. Na petição seguinte do CGI.br depreende-se que o mesmo reclamou dos enormes gastos com passagens aéreas para vários advogados e testemunhas e todos parece que queriam “tirar o couro” do Querelado, pois entre outras sugeriram que o Querelado poderia ter ido de muletas ou cadeira de rodas para a audiência. Clique aqui e veja a audiência anterior (17/02/07)

Para enganar a Procuradoria da República em São Paulo que através do PAC - Procedimento Administrativo Civil de número 1.26.000.001756/2005-27 pretende apurar "eventuais fraudes em leilões de domínios na internet, irregularidades praticadas pela FAPESP e pelo Comitê Gestor de Internet Brasil (CGI), quanto à cobrança de valores de registro e manutenção de nomes de domínio, a aplicação e destinação do dinheiro arrecadado e ilegalidade do Decreto nº4.829/2003", o Comitê Gestor Internet Brasil somente em 05/12/2005 (três anos!!!! após o pessoal do Registro.BR ser expulso de dentro da Fapesp pelo Tribunal de Contas do Estado de SP veja aqui) agradeceu a Fapesp pelo serviço de extorsão (doação forçada ou perde o domínio) de 250 milhões de reais em 10 anos e transferiu "sem licitação" para a ONG NIC.br (de propriedade do próprio CGI.br (hehehehehe!) e alguns integrantes do governo (veja aqui e aqui) (12/12/06)

TCU - Tribunal de Contas da União. Devido ao enorme volume de recursos federais arrecadado pela CGI / Fapesp estadual foi ingressado com o processo TC 012.048/2001-5 para "apurar possíveis irregularidades ocorridas na prestação de contas dos recursos arrecadados com o registro de domínios na internet brasileira e para que fosse efetuada a fiscalização desses recursos". Consultando a tramitação no site www.tcu.gov.br percebe-se que o processo está durante 6 anos "deitado em berço esplêndido", à espera de uma decisão dos Ministros do TCU. Quem sabe algum dia... De lá para cá, graças a demora, entraram cerca de R$ 200 milhões sob a forma de doação obrigatória (ou perde o domínio) na conta da Fapesp, iludindo mais de 500 mil internautas e empresas e a Receita Federal por não fornecer Nota Fiscal e não pagar imposto. A metade dos recursos arrecadados simplesmente sumiram, alertam outros processos judiciais e policiais relativo ao assunto. Suspeita-se que a lavagem do dinheiro foi feito entre 2003 e 2005 através de prestação de serviços quaisquer (sem licitação) para a Fapesp pela ONG particular chamada NIC.br de propriedade de integrantes do CGI.br e do governo e a UNIEMP de propriedade do presidente da Fapesp (22/01/07) Clique aqui para voltar.

A ONG NIC.br efetuou em 2006 mais 3 mega leilões de 60 mil domínios cada e sem que sequer fosse publicado alguma regra no D.O.U. e pior é que detectamos que as irregularidades vem aumentando nos leilões (para confundir chamam de “processo de liberação”) Não se pode esperar muito de um grupo que publica uma suposta resolução 02/05 em um jornal comum o que confere poderes para até cancelar a resolução anterior 01/98.publicado no D.O.U. O próximo passo só pode ser publicar uma resolução e um papel higiênico usado e com isto cancelar a resolucão publicado no jornal. Só conseguiram publicar no D.O.U uma das resoluções, a 01/05, em fevereiro de 2006 mas que permite eles mesmos embolsarem toda a receita da internet (total de R$ 3 milhões / mês) em vez da Fapesp embolsar e sumir com o dinheiro.(12/12/06)

Afinal de contas, porque aplicar R$ 30 milhões por ano em "inclusão digital" nos estados brasileiros mais necessitados se dá para sumir com a grana da conta da Fapesp (veja processo na 7 Delegacia de Polícia) ou contabilizar como gastos no milionário órgão arrecadador chamado "ONG NIC.BR" de propriedade deles e ainda com o apoio do Ministério de Ciência e Tecnologia através da resolução 01/05 (clique aqui) ? (27/12/05)

Cuidado: Se você recebeu e pagou um boleto de registro e hospedagem (entre R$ 38,00 a R$ 318,00) com seus dados cadastrais incluindo o seu CNPJ e alguns com logo semelhante ao da NIC.br, a ação deve ser movida contra a ONG NIC.br. porque o mesmo vem divulgando todos os seus dados cadastrais na internet possibilitando o surgimento de dezenas de boletos deste tipo. Sempre tem alguem que acaba pagando e depois não consegue a devolução do dinheiro. Sendo que nem a Receita Federal informa o CNPJ de empresa com apenas o nome fornecido, isto demonstra a total irresponsabilidade da NIC.br, que segue orientação do CGI.br que são os mesmos (26/12/07)

O registro de domínios é um negócio ou uma atividade de utilidade pública? Empresas privadas disputam com Fapesp um mercado que rende milhões de reais em taxas anuais. Demi Getschko, do CGI.br - Comitê Gestor, disse em entrevista à Reuters que "o registro de endereços locais é um tipo de trabalho de utilidade pública, não é uma forma de negócio". Segundo ele, a maioria dos países mantém em suas mãos a coordenação dos domínios nacionais. Não há nenhum interesse de repassar para outras entidades" disse Getschko o Assessor da Presidência da Fapesp (clique aqui) e a Fapesp deve continuar. (texto original 29/03/2001 clique aqui). Seis anos depois toda a receita anual de R$ 30 milhões passa anualmente sem licitação para uma ONG particular chamada NIC.br de propriedade do Gestschko e alguns integrantes do governo (veja aqui e aqui) segundo o estatuto Art. 6º da ONG (clique aqui) mas que só segue ordens do CGI.br também do Getschko. hehehehehe! (09/01/07)

É um direito seu exigir Nota Fiscal do CGI.br sobre tudo que voce pagou nos últimos 12 anos.!!!! Clique aqui (9/9/06) Se não for fornecido Nota Fiscal vocè terá direito a receber de volta em espécie. E entre 5 a 20 anos por lei vocè pode exigir a devolução do dinheiro por não ter sido fornecida NF. Solicite o seu logo porque a metade dos R$ 250 milhões arrecadados sumiram e nem o Ministro da Ciência e Tecnologia soube explicar aonde foram, limitando-se a chamar o denunciante de irresponsável. (12/12/2006)

É até ridiculo a cobrança do NIC.br de R$ 30,00 por "determinação do Comitê Gestor conforme resolucão 02/2005 publicada em 05/12/2005". Oras o NIc.br e CGI.br são os mesmos conforme o estatuto do NIC.br (clique aqui) como pode eles seguirem ordem dados por eles mesmos? Pior a resolução 02/2005 nunca foi publicada no DOU!!!! É so calcular: 1 milhão de domínios x R$ 30,00 ano pingando sem esforço no bolos deles graças a resolução 01/2005. Decidem como CGI.br e embolsam como NIC.br. (12/12/06)

Comitê Gestor Internet Brasil repassa informações sigilosas para a UOL. Dezenas de domínios de extensão.blog.br, .vlog.br, .flog.br, .wiki.br registrados dia 21/10/2006 foram repassados para o robô do Servidor de Busca do UOL que em 10/11/2006 fez 8.309 consultas nestes domínios. Mas como estes nomes saíram do NIC.br e foram parar em 20 dias no robô do Servidor de Busca do UOL? A cerca de um ano um dos donos do CGI.br/Nic.br embolsou 25 milhões de dólares pela venda de um Servidor de Busca semelhante ao Google / Yahoo / Cadê e para cujo sucesso foi crucial ter acesso a todos os domínios registrados no Brasil. (detalhes clique aqui) Será que o Presidente do Conselho Consultivo da Abranet, ao qual a UOL esta filiada, que tambem é "Notório Saber em Internet" no CGI.br, Assessor do Presidente da Fapesp e ainda dono da poderosa ONG NIC.br pretende fazer o mesmo? (12/12/06) (voltar)

Existem quase 1.000 processos judiciais relativos a conflitos de domínios correndo contra a Fapesp, (já que o CGI.br não existe juridicamente), todos em absoluto segredo de justiça, Numa delas a Fapesp pretende penhorar bens como domínios da EBDI. Alguns destes domínios são de pornô. Será que o presidente da Fapesp pretende montar um bordel com estes domínios? Ele deveria gastar o tempo dele explicando aonde foram parar os R$ 100 milhões que sumiram da conta da Fapesp, os leilões irregulares de domínios feitas pela Fapesp e porque a empresa dele a UNIEMP estava envolvida em pagamento de salários e computadores para o Registro.br (que era a Fapesp) se o CGI.br estava pagando R$ 60 mil por mês para Fapesp = Registro.br pelo registro automático de domínios.

 

Pior é que uma Fundação de Amparo aos Picaretas do Estado de São Paulo já extorquiu R$ 40 mil da empresa paranense EBDI. Dinheiro que sumiu ... (12/12/06)Veja como foi fácil o CGI.br escapar durante 10 anos dos juizes nos processos judiciais. Nas palavras do próprio CGI.br: “Ate inicio de 2003 existem cerca de 250-300 processos em que ocorreram contestações judiciais relativas a atribuição de nomes de domínio pelo Registro.br. A Fapesp é citada diretamente em apenas parte dessas ações judiciais e, até o presente (01/2003), não foi condenada em qualquer uma delas. Existe jurisprudência consolidada e amplo entendimento no sentido de que a Fapesp, que é a pessoa jurídica que dá suporte à operação do Registro.br, é apenas fiel depositária de informações prestadas pelos requerentes, que são os efetivos responsáveis pela veracidade das informações apresentadas no ato da solicitação do registro. Grande parte dos juízes aceita argumento e a maioria das ações termina de forma amigável." (10/06/2003 - Relatório final do Comitê Gestor interino (clique aqui). Obs. Todos os processos correm em segredo absoluto de justiça!Em outras palavras: como o CGI.br é uma entidade anômala e não existe juridicamente e a Fapesp é o Pontius Pilatus que lava as mãos e somente segue ordens do CGI.br ninguém é responsável por nada. Só não conseguem explicar quem embolsou a metade dos R$ 250 milhóes arrecadados..... com a conivência do TCE/SP – Tribunal de Contas do Estado de SP que só expulsou o Registro.br da Fapesp (clique aqui) mas não os depósitos milionários dos internautas durante 3 anos. (mais de 100 milhões de reais). (13/12/06)

 

No Brasil temos 1 milhão de domínios de internet cujos proprietários estão sendo extorquidos R$ 30,00 cada, enquanto nos EUA a ICANN cobra somente U$ 0,25 (clique aqui). Andamos na contramão porque algumas empresas no exterior detém até 5 milhões de domínios próprios, isto é 5 vezes mais que o Brasil todo, concluindo: Não crescemos porque a ONG NIC.br cobra 200 vezes mais do que a ICANN e pior dos 250 milhões recebidos no registro automatico de domínios durante 10 anos, a metade esta apodrecendo e a outra metade sumiu! Lógico é que vamos ter 1 quinto de registros em relação a Alemanha e que tem apenas a metade da população brasileira. (13/12/06)

No mundo 10 empresas de registros detém cada um mais domínios que o Brasil todo e a divulgação feita por um empregado do NIC.br (clique aqui) que o Brasil é o sexto em registros no mundo é falsa. O correto é oitavo no mundo no ranking por país. Este mesmo empregado anda envolvido com depósitos irregulares (clique aqui) na qual o NIC.br pede para depositar na conta da Fapesp (clique aqui), não entrega o domínio, e ainda embolsa o dinheiro (clique aqui) e pior veja o nome dele envolvido na conta da Fapesp. (clique aqui) (13/12/06)

22. Leilão Beneficente de 60 mil domínios de Internet. Período 07/10/2006 15:00 a 22/10/2006 15:00. na qual estão liberando milhares de domínios surrupiados dos internautas (ex. locadora.com.br que mesmo pago ficaram com o dinheiro e o domínio) Participe, o seu domínio poderá estar sendo leiloado pelo NIC.br com o apoio do MCT – Ministério de Ciência e Tecnologia através da resolucão 02/2005 que ainda não foi publicado no Diário Oficial da União. Toda a receita (estimada em R$ 2 milhões) será embolsada conforme a resolução 01/2005 (clique aqui) pela ONG NIC.br formada por integrantes do governo. veja aqui e aqui) Para tirar a Receita Federal da jogada, parte dos depósitos são feitas na conta da Fapesp e contabilizados como doação. da mesma forma que os 240 milhões extorquidos dos internautas nos últimos 11 anos. (07/10/06) (voltar)

O CGI.br trocou em 06/2006 na consulta pública o texto: "O domínio xxxxx não pode ser registrado por estar reservado pelo CG" por "O domínio xxxx não pode ser registrado por tratar-se de uma palavra reservada pelo CG". Foi uma alteração sutil mas que ficava chato com esta consulta pública feita em 2006-06-21 04:40:51 "O domínio prostituta.com.br não pode ser registrado por estar reservado pelo CG" O que o CG - Comitê Gestor quer com este domínio? Segundo a resolução 02/2005 que esqueceram de publicar no DOU, só em jornais comuns, eles se auto-delegam "Art. 7º - O CGI.br pode reservar a si, sempre, domínios que são considerados de interesse à operação da Internet brasileira e que não estejam atribuídos a ninguém"

 

Nos EUA o ICANN (órgão controladora de registro de domínios ligado ao Dep. de Comércio do Governo dos EUA), cobra U$ 0,25 dólares de cada registro anual (clique aqui) No Brasil, uma terra de ricos, o correspondente CGI.br órgão de registro de domínios composto por alguns integrantes do próprio Ministério da Ciência e Tecnologia (veja aqui e aqui) cobra R$ 27,00 de cada registro e oferece R$ 3,00 a provedores homologados."O modelo americano é uma burrice. As empresas querem é faturar". declara o CGI.br do Ministério de Ciência e Tecnologia. (clique aqui) De fato a ONG chamada NIC.BR de propriedade particular do CGI.br (hehehehe) faturou mais de R$ 20 milhões em 9 meses e a Fapesp mais de R$ 240 milhões em 10 anos e nem o Ministro C&T soube explicar porque a metade sumiu.e o resto está apodrecendo lá. (27/8/06) (voltar)


O CGI.br não confia nos datacenters brasileiros, não é atoa que usam o datacenter da HP - Hewlett-Packard (clique aqui) e tudo é controlado por uma empresa chamada Terremark do Paraguai, desculpe Miami (clique aqui). Constatamos que os e-mails do registro .br vem do IP 200.160.2.3 e o identificador de origem www.ipgeo.com.br detectou como "Provável ser fora do Brasil"... Será que o CGI.br se instalou nas ilhas Caimans ou na Suiça? Sõ um Notório Saber em Internet para nos responder.(23/9/06)

Quem costuma apagar rastros na calada na noite? Com a internet mudou a forma e o procedimento. Ao acessar um site fica uma copia da página armazenado no seu computador local. No caso de uma simples consulta de domínio no site do registro.br ou documentação no CGI.br, nada fica no seu computador! a não ser que imprima!. Caso detecte alguma inconsistência você não pode provar nada na justiça. Até os backups da internet mundial no site www.archive.org foram bloqueados pelo CGI.br a partir de 3/2005 (23/9/2006)

O Comitê Gestor Internet Brasil, parece um “bazar de produtos” de tantos empresários entrando e saindo com produtos embalados em caixas com nomes estampados e sairem aparentemente satisfeitos após uma reunião em um sala qualquer do jurídico. Será que eles conseguiram o domínio? (22/9/06)

"Uma mão lava a outra e as duas depenam 960 mil internautas" é um dito popular que se aplica ao observar que o Sr. Antonio Tavares da Abranet (Associação Brasileira de Provedores de Acesso) foi colocado como Representante dos Provedores no CGI.br de propriedade do Demi Getschko e também na ONG NIC.BR de propriedade do mesmo Demi. A retribuição de favores veio logo com o Sr. Demi Getschko agraciado com cargo no Conselho Consultivo Superior da Abranet na qual o Sr. Tavares é o presidente. Clique aqui. Tudo através do voto! e enquanto isto 960 mil internautas pagam religiosamente R$ 30,00 para o CGI.br repartir entre os socios (clique aqui) usando a ONG NIC.br deles (clique aqui) (9/9/06)

Nas audiências judiciais, o Sr. Demi Getschko (CPF clique aqui), chega mal vestido aparentando para o Juiz como se fosse um pobre coitado acompanhado de 3 seguranças, desculpe advogados, mas no Registro.BR chega com cada carrão graças aos seus trintão! (9/9/06)

Na principal audiência criminal do ano no dia 24/8/2006, na qual o Comitê Gestor da Internet no Brasil acusou o Sr. Jan Struiving de difamação no site interjuris protocolada na 3. Vara Criminal Federal do Paraná, estavam de um lado do tribunal 4 pessoas: o Sr. Demi Getschko preposto do Comitê Gestor Internet Brasil, o "sábio" Sr. Demi Getschko ocupante do cargo "Notório Saber em Internet" do CGI, (condecoração que o próprio Sr. Demi sugeriu e saiu rapidinho após declarar gastos de 22 milhões de reais) (clique aqui), também estava o Sr. Demi Getschko, Assessor da Presidência da Fapesp (clique aqui), acompanhado dos Srs. Demi Getschko, Membro representante do Brasil na ICANN (Internet Corporation for Assigned Name and Numbers) autorizado pelo Dep. de Comércio do governo dos EUA, o Sr. Demi Getschko, quase dono do Abranet (A