ABUSANDO - Associação Brasileira de Usuários de Numeração IP & Assinantes de Domínios
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Em breve:
Carta da Abusando ao Ministério das Comunicações e à Anatel alertando sobre o CGI.br, um grupo de empresários de colarinho branco que além de mentir duas vezes ao Ministério Público (clique aqui) e outra para o Conselho Nacional de Justiça (clique aqui) mesmo assim ainda tiveram a petulância de escrever para a Anatel (clique aqui)

"O conteúdo deste site parece estar de acordo com o direito constitucional de manifestação do pensamento" www.tj.sp.gov.br 583.00.2007.222626 21ª. Vara Cível - 20 integrantes do CGI (clique aqui) contra 3 da Abusando. (05/03/08)

  • Illicit enrichment by ICANN members in Brazil! (view)
  • Brazilian Internet Comitee is no more an impartial organ (view)
  • The real situation of Internet in Brazil: WCF und Safernet (view)
  • Icann Watch (view)
  • Internet in Brazil (view)

    Ações e processos judiciais e policiais para consultas, atualizado em 04/10/2008 (clique aqui)

    Leilao 100.000 dominios, domingo 02/11/2008 (clique aqui) (23/10/08)
    R$ 162 milhões para Inclusão Digital nos Estados
    (clique aqui)
    Carta aberta aos parlamentares (clique aqui) <-- NOVO (30/09/08)
    Lista negra da Abusando das empresas que mantém lista cinza (clique aqui) (01/10/08)
    Direito de resposta da Abusando da difamação do CGI.br. (clique aqui) (04/10/08)
    Denúncia encaminhado para Procuradoria da República no Rio de Janeiro (clique aqui) (07/10/08)
    CGI.br de olho no lucro dos provedores (clique aqui)
    Declaração do presidente - Carta aberta ABUSANDO (clique aqui) (20/08/08)
    ABUSANDO ganha caso contra o Yahoo e RSA nos Estados Unidos (clique aqui)

    Enquanto os parlamentares estão ocupados com o CPI dos grampos telefônicos parece que o CGI.br grampeia e bisbilhoteia os e-mails dos parlamentares (clique aqui)

    A Abusando teve acesso a 7ª ação judicial do mega-grupo empresarial CGI.br, contra integrantes da Abusando. A ação, um absurdo jurídico, denota claramente que um Notório Saber está enrolando a ala de integrantes rebeldes do CGI.br que acreditam na honestidade ou o que parece ser mais provável os integrantes do CGI.br são tansos demais para entrar com uma ação judicial que já rendeu dois carros zeros para os advogados e ainda vão perder porque esqueceram dos titulares do site abusando e interjuris. O CGI.br/NIC.br (que são os mesmos) embolsam R$ 320 mil por dia útil. Esta é a 3ª ação dos integrantes do CGI.br, as outras duas já perderam (clique aqui ). Infelizmente nem podem entrar como CGI.br porque e as duas como CGI.br perderam também pois a Justiça Federal concluiu que não existem (clique aqui e aqui). Mais detalhes e ainda veja na integra a 7ª ação (clique aqui)

    A Associação Abusando foi criada em início de 2006
    que tem entre outros o objetivo de fiscalizar e denunciar as trapaças do CGI.br (clique aqui) assim como denunciar o excesso de embolsamento dos integrantes do CGI.br (R$ 400 milhões em 13 anos) clique aqui. Mas o Ali Demi Baba insiste em enrolar os cerca de 40 embolsadores do CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) e os que votaram (clique aqui) de que a Abusando não existe e ainda mentem ao dizer que os integrantes da Abusando foram julgados. Sequer sabem interpretar uma ação judicial . Veja as sete ações do CGI.br clique aqui e aqui . A técnica do CGI é simples. quanto mais demorar tudo mais embolsam. Se demorar mais 1 ano embolsam mais R$ 80 milhões, dois anos R$ 160 milhões e assim vai. (27/10/08)

    Até da OAB o grupo empresarial CGI.br usando a Fapesp cobrou durante 10 anos "retribuições" induzindo a OAB ao crime de sonegação Fiscal por não fornecer Nota fiscal e ainda contabilizaram as "retribuiçoes" dos domínios da da OAB como doção de anônimos usando o CNPJ 43.828.151/0001-45 da Fapesp (Fundação tem estas regalias) para não pagar impostos lesando o erário e ainda contrariando o TCE-SP entre 2002 a 2005 só para embolsar outros R$ 100 milhões (clique aqui pág. 4/5). O assunto que se suspeita ser uma quadrilha composta por advogados foi denunciado ao OAB (clique aqui) (31/10/08)

    A ONG NIC.br de propriedade dos empresários CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) vem mentindo seguidamente na justiça dizendo que é “sucessor legal da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo – Fapesp”. (clique aqui, aqui e aqui) SEQUER HOUVE LICITAÇAO e tudo não passou de uma mera delegação SEM FORÇA DE LEI feita por um grupo de empresários do CGI.br (clique aqui) e segundo a juíza que ainda considerou a atividade de registro de domínios somente como “eficácia declarativa” (clique aqui e aqui). Resultado: tudo que a Fapesp e a ONG NIC.br fizeram relativo a internet não tem força de lei, inclusive os leilões fraudulentos de domínios (regras veja aqui e aqui) e também as cobranças de domínios. No caso da Fapesp contabilizaram durante 10 anos cerca de R$ 250 milhões dos internautas como "doação de anônimos" em nome do obscuro professor Harmut Richard Glaser, até o TCE-SP conseguiram enganar (clique aqui), além de induzir 1,4 milhões de empresas / ano ao crime de sonegação fiscal por não fornecer Nota Fiscal. e no caso da ONG NIC.br, após 5/12/2005, chamam de "retribuição" porque "taxa" tem que ser aprovado pelo congresso. Mas se até a OAB, mais de 40 mil advogados, milhares de jornalistas e outros profissionais adoram pagar "retribuições" de R$ 30,00 / ano sem sequer contestar a legalidade os mais de 1 milhão de internautas e empresas também acabaram pagando. Clique aqui e conheca as principais atividades do CGI.br (22/10/08)

    Pior é que o CGI.br ainda debocha das leis brasileiras e dos parlamentares (clique aqui) porque não depende destes para criar leis na internet.

    Você não consegiu registrar ou perdeu um domínio no leilão fraudulento do CGI.br?
    "Segundo a juíza, "a função da Fapesp visa somente eficácia declarativa, sem efeito em relação a terceiros", o que afastaria a argumentação da Hiperzoom de que fez o registro do domínio do ignoticias antes da Ig." (argumentos clique aqui, aqui e aqui). Resumindo tudo que a Fapesp ou NIC.br fazem ou fizeram relativos a internet não tem ou teve força de lei. (23/10/08)

    CGI.br muda a história da Internet no Brasil. A primeira conexao de internet ocorreu em setembro de 1988 no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) do CNPq, no Rio de Janeiro, que consegue acesso à Bitnet estabelecida com a Universidade de Maryland a uma taxa de transmissão de 9600 bits (clique aqui). Mas um "notório saber em Internet", para se auto-afirmar e auto-vangloriar, garante que assistiu em janeiro de 1991 à primeira conexão três anos após... (clique aqui) (19/07/07) Até no programa SBT Realidade de 27/10/08 faltou com a realidade ao afirmar que ele mesmo o Demi Getschko foi que fez a primeira conexão em 1991 em SP e que na realidade aconteceu em 1988 com os cariocas. O SBT Realidade perdeu a maior chance da vida dela que seria indagar o Sr. Demi e seus asseclas aonde foram parar os R$ 400 milhões extorquidos em 13 anos de internet. (28/10/08)

    Além do mais o CGI.br que mentiu comprovadamente duas vezes ao Ministério Público Federal (clique aqui) e também mentiu para o Conselho Nacional de Justiça (clique aqui) e ainda garante que:"..., Demi Getschko, figura lendária da Internet que recebeu de Jon Postel (já falecido) um dos “pais” da Internet – os outros são Vinton Cerf, Bob Kahn e Steve Crocker – o domínio <.br>. Na época, a Internet era de cunho acadêmico (a ICANN – Internet Corporation for Assigned Names and Numbers não existia) e estava debaixo do projeto do Departamento de Defesa (DoD) dos EUA que sempre investiu em P&D." clique aqui.(14/10/08)

    Tanto Mao Tse-tung como Demi Getschko parecem que adoram o culto a si próprio. O segundo nasceu em Trieste na Itália, uma cidade com forte influência de mafiosos barbudos alguns até naturalizados brasileiro e parece estranho mas TODOS os colaboradores mais próximos a ele o consideram um prepotente. Até a principal maquina da Fapesp se chama "Trieste" em homenagem ao maior embolsador na área de internet no Brasil. Fisicamente falando, quem está sentado em cima de R$ 400 milhões extorquido durante 13 anos dos internautas parece que acaba virando um prepotente. Escreveram 10 paginas de lorotas sobre o CGI.br (clique aqui)
    mas o que TODOS os brasileiros querem saber é "aonde foram parar os 400 milhões de reais?" (14/10/08)

    Os integrantes do CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) estão cientes do conteúdo deste site, conforme as várias Atas Notariais anexados em 7 processos judiciais (clique aqui) e deveriam ter denunciado as possíveis falcatruas do CGI.br (clique aqui) ao Ministério Público Federal mas neste caso podem ser expulsos da partilha de cerca de R$ 8 milhões por mês (clique aqui). Parece que o bolso acabou falando mais alto.(30/09/08)

    De olho no dinheiro dos bancos
    a ONG particular NIC.br de propriedade de integrantes do CGI.br (clique aqui Art. 6º), lança com exclusividade um novo produto de segurança no mercado brasileiro com o nome "dnssec". (clique aqui) A nova extensão ".b.br" sequer foi publicado no D.O.U mas mesmo assim logo no lançamento 2 bancos já se interessaram em soltar dinheiro. Para evitar concorrentes bloquearam o dominio dnssec.com.br. e o serviço de segurança (conversão de letras em números) não será prestada pelas empresas brasileiras (não são confiáveis) mas pelo próprio CGI que nem existe juridicamente (recurso criminal clique aqui) e com antecedentes criminais suspeitos (clique aqui e aqui) (19/07/07)

    Como pode uma ONG (clique aqui) que emite 200 mil NF frias e pagar R$ 300 mil a mais em ISS (clique aqui) o que dá direito a lavar R$ 6 milhões ainda cuidar de segurança bancária? Repete-se a fábula do "lobo tomando conta das ovelhas" sendo aplicada na Internet do Brasil. Conheça a origem desta fábula a 7 anos atrás (clique aqui). (27/06/07)


    Por trás da eleição com direito a participar da partilha de R$ 8 milhões por mês estão 171 empresas que votaram (clique aqui)

    CGI.br controla os e-mails dos parlamentares
    e vem bloqueando através da polícia os e-mails da Associação Abusando. Veja um exemplo: <alvarodias@senador.gov.br> (reason: 550 Denied by policy.) (clique aqui). Mas enquanto os parlamentares estão ocupados com o CPI dos grampos telefônicos parece que o CGI.br grampeia e bisbilhoteia os e-mails dos parlamentares, através do www.antispam.br; sem contar o www.cert.br do CGI.br que é suspeito de atuar em grampos digitais "voz sobre IP e outros dados pela internet" além serem suspeito de tentar implementar em dezembro de 2007 um sistema de obtenção ilegal de senhas de correntistas da Caixa Econômica em computadores de integrantes da Abusando (clique aqui) para através da Policia Federal tentar invadir o escritório e calar a força (clique aqui) o que em 7 ações judiciais não conseguiram. Sequer uma ação contra a própria Associação Abusando aberta legalmente em 2006. tiveram competência para fazer. São tão sujos que só abrem ação em SP porque a mãe (com 86 anos) de um dos integrantes da Abusando mora lá. (30/09/08)

    Nos EUA a ICANN cobra U$ 0,25 por domínio (clique aqui), enquanto aqui no Brasil o CGI.br (clique aqui) embolsa R$ 100,00 (40+40) depois R$ 80 (40+40) e agora R$30,00 / ano dos proprietários de 1,4 milhões de domínios usando a ONG particular NIC.br deles (clique aqui). Mas como R$ 40 milhões anuais é pouco para uma ONG com todos os 25 funcionários pagos pela Fapesp, em 2008 começaram a criar outras cobranças ilegais (clique aqui) e sem sequer publicar no D.O.U, como IP dos provedores, uma atividade extorsiva que rende outros R$ 40 milhões ano. Seria algo semelhante a Anatel começar a cobrar o numero telefônico das concessionárias de telefonia e que são obrigados a entregar um telefone com um número qualquer assim como um provedor não consegue entregar uma conexão internet sem um número IP.. Não é a toa que os que estão no CGI.br não querem abandonar a partilha de R$ 80 milhões / ano, chegando até a melar as eleição (clique aqui) e desta forma evitar que estranhos entrarem pelo voto. Mas tudo foi solucionado com suplentes. (04/10/08)



    Desvio de verba do Infovia.RJ para ONG particular carioca. Denúncia encaminhado para a Procuradoria da República no Rio de Janeiro (clique aqui) (07/10/08)

    Na reunião dos empresários de bolso grande do CGI.br no dia 08/08/08 (clique aqui) o Dr. Ricardo Renzo Brentani, Diretor Presidente do CTA da Fapesp alertou ao CGI.br que os mesmos esqueceram R$ 162.421.379,23 na conta da Fapesp e que o dinheiro estava apodrecendo a 3 anos na conta. (30/09/08)

    O Dr. Brentani deveria tomar vergonha na cara ao liberar R$ 162 milhões para os empresários do CGI.br em vez de DEVOLVER O DINHEIRO EXTORQUIDO dos internautas aos próprios internautas e deveria ainda aproveitar a reunião para explicar porque outros R$ 130.678.581,00 (clique aqui) foram gastos com salários e viagens para os próprios integrantes do CGI.br e por fim explicar aonde foram parar o restante dos R$ 100 milhões que sumiram (total clique aqui). Também não seria nada mal explicar porque a Fapesp continua por 3 anos pagando os 25 funcionários da ONG NIC.br se a ONG embolsa cerca de R$ 8 milhões por mes dos internautas e como conseguiram trocar nas centenas de ações (OAB-SP 193.817) em Varas da Fazenda Pública os CNPJs 43.828.151/0001-45 da Fundação por uma ONG particular NIC.br de propriedade dos empresários de bolso grande do CGI.br (30/09/08)

    Os R$ 162 milhões além de extorquido ainda o foram de forma irregular. Em 2002 a justiça concluiu que “a Fapesp não tem competência para o registro de domínios” (clique aqui) e também em 2002 o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo – TCE-SP expulsou a atividade de registro de domínios de dentro da Fapesp (clique aqui pág. 4/5), mas mesmo assim a Fapesp continuou durante mais 4 anos (até 4/12/2005) embolsando a receita de cerca de 1,2 milhões de domínios x R$ 30,00 / ano cada. Para não pagar imposto de renda contabilizaram tudo como doação no projeto do obscuro professor Harmut Richard Glaser. Além disto ainda induziram milhões de empresas e internautas ao crime de sonegação fiscal, por não fornecer Nota Fiscal durante 10 anos de embolsamento. (O CGI, mesmo sem força de lei, garante que era um serviço de caráter publico, mas quando passou sem licitação para a ONG NIC.br, não era mais). Outra parte destes milhões também veio das dezenas de leilões irregulares de domínios de internet, praticados durante anos pela Fapesp e que foi denunciado ao MPF mas sequer a Fapesp respondeu. (clique aqui) deixando tudo para o inexistente juridicamente CGI.br responder. (30/09/08)

    Dr. Brentani da Fapesp parece ser um notável médico na área de câncer, mas isto não o habilita a decidir sobre o destino de R$ 162 milhões extorquidos dos internautas do Brasil inteiro e ainda exigir que seja somente aplicado em pesquisas no Estado de São Paulo. O limite por projeto é de 900 mil reais e o principal critério será de não falar mal do CGI / NIC.br e Fapesp. Com tanta trapaça só sobra uma coisa: FAPESP DEVOLVA AOS INTERNAUTAS E EMPRESAS DO BRASIL INTEIRO TODO O DINHEIRO EXTORQUIDO EM MAIS DE 10 ANOS DE INTERNET. (30/09/08)

    A Fapesp conseguiu abocanhar R$ 13,50 da conta bancária de uma empresa paranaense. Segundo a Empresa Brasileira de Dominios – EBDI, o fato aconteceu recentemente em 02/09/2008 e o assunto refere-se a ação judicial 75/053.04. 001744-6 da 8ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo na qual estranhamente nem aceitam domínios como bens de penhora. (mais detalhes clique aqui). A EBDI tambem reclamou das sujeiras da Fapesp no processo 1500/2001 da 4. Vara Cível do PR. A Fundação de Amparo ao Estado de São Paulo deu uma de “joão sem braço” e ao ser intimado no oficio de penhora e bloqueou “outros” 487 domínios da EBDI. Isto foi em 17 de maio de 2002 (pág. 62) e até hoje em 2008 continuam mantendo-os bloqueados. A Fapesp acostumado a extorquir dos internautas, enganar o TCE-SP, a Receita Federal etc, ainda faz trapaças nos processos judiciais, porque na hora do aperto perante ao Ministéirio Público Federal quem responde é o inexistente juridicamente CGI.br. (clique aqui) (30/09/08)

    O CGI.br debocha das leis brasileiras e dos parlamentares porque não depende destes para a criação de leis sobre internet. O CGI.br cria suas próprias leis através de resoluções internas feita por empresários do CGI.br e as aplica através da ONG NIC.br (quem não concordar fica sem o dominio “.br”). E não é somente isto: embolsa através da ONG NIC.br composto pelos integrantes do CGI.br. (18/09/08) Veja também Carta aberta aos parlamentares (clique aqui)

    Segundo o Notório Saber do CGI.br: “Neste país, a chance de alguém estar totalmente legal tende a zero, dado o emaranhado de leis que podem ser “sacadas” a critério de quem quiser alegar ilegalidade ou exercer algum poder constritivo ("boa constrictor" = jibóia)” e “especialmente se considerarmos o péssimo nível intelectual e ético de boa parte do senado.” (clique aqui). Mesmo assim, alguns parlamentares ainda têm coragem para sentar e tomar café com membros do CGI.br (clique aqui) que segunda a Justiça Federal, sequer é um órgão, entidade, autarquia ou foi criado por lei. O CGI.br ainda debocha das leis brasileiras e dos parlamentares. Tudo porque está sentado em cima de cerca de R$ 400 milhões, apoiados em resoluções falsas com alguns até publicadas no D.O.U. (clique aqui). Um detalhe importante ! Boa parte deste dinheiro foi contabilizado como doação de anônimos. Tudo para não pagar impostos ! Até o imposto de renda conseguiram driblar usando a Fapesp (clique aqui). Até mesmo para o Ministério Público Federal o CGI.br mentiu em duas ocasiões aqui comprovadas (clique aqui) e outra para o Conselho Nacional de Justiça (clique aqui) Na realidade o CGI.br (clique aqui, RG e CPF aqui e aqui) segundo a Justiça não passa de um mero grupo de empresários (clique aqui) que ainda embolsam dinheiro dos internautas, de mais de 40 mil advogados e até dos parlamentares, que toda vez que eles quiserem registrar algum domínio, tem de pagar esta contribuição "forçada". (18/09/08)

    O CGI.br criou na internet do Brasil, um mundo jurídico a parte com leis particulares. Exemplo: em vez de "spc ou seproc" usam "congelamento", em vez de "leilão" usam "processo de liberação", em vez de "lance" usam "ticket" em vez de "taxas" usam "retribuição da manutenção" e para a maioria não entender nada em vez de "provedor" usam "ISP" (veja aqui). Para confundir ainda usam palavras como ICANN (um orgão ligado ao Departamento do Comércio dos EUA) e outros como TLDs etc Veja aqui nesta resposta do CGI.br ao Ministério Público. Outras consequencias sobre as leis do CGI.br clique aqui (22/10/08)

    No caso do CPI dos Grampos sequer entrou em pauta o “grampo digital” (grampo do voip “voz sobre IP” e outros dados entre usuários de internet) na qual o principal grupo suspeito de atuar ilegalmente é o CERT – www.cert.br, uma espécie de SNI do CGI.br. O CERT do CGI.br é um grupo muito sujo veja um exemplo (clique aqui). (23/09/08)

    A Associação Abusando vem investigando quais parlamentares (clique aqui) apóiam as possíveis trapaças do CGI.br (clique aqui) e para que não saia nenhuma lei sobre internet. Em breve tudo será noticiado ao público. O lobby é muito grande, e o CGI.br tem muito dinheiro para jogar fora, graças ao apoio financeiro dos proprietários de 1,45 milhões de dominios que adoram pagar R$ 30,00 por dominio ano. (18/09/08)

    Direito de Resposta: Abusando x CGI.BR. Como tornar-se um denunciante e virar réu. Leia esta importante documentação (clique aqui) da Associação abusando, que fiscaliza as ações da ONG NIC.BR e que passou de denunciante para réu. (04/10/08)

    Dos 20 integrantes do CGI.br não satisfeitos com a decisão judicial "o conteúdo dos sites parece estar de acordo com o direito constitucional de manifestação do pensamento" (clique aqui) 18 abriram novo processo 2008.186466 (clique aqui) na 5ª. Vara Cível João Mendes SP, contra as mesmas 3 pessoas físicas (dois moram no PR e um os EUA, mas abriram em SP no endereço da mãe de 86 anos). Valor da causa R$ 373.500,00, custos advocatícios 20% = R$ 74.700,00. Mas porque não comparecem na 7 delegacia de Lapa SP, Inquérito 147206 - Processo 050060353642 para explicar aonde foram parar os R$ 400 milhões (clique aqui) que sumiram em 13 anos de internet? E de quebra explicar as 200 mil notas fiscais frias? E de quebra explicar como conseguem extorquir os proprietários de 1,4 milhões de domínios R$ 30,00 / ano cada baseado na resolução 02/2005 que NAO EXISTE !!!! (28/08/08)

    A milionária ação acima que rendeu dois carros zero aos advogados, não deve dar em nada porque nesta terceira ação dos mesmos integrantes do CGI.br (clique aqui e aqui) novamente e pela terceira vez esqueceram de incluir na ação a Associação Abusando titular e responsável do site www.abusando. O mais grave é que usam Oficiais de Justiça para intimidar pessoas idosas de 86 anos em SP em vez de citar o filho nos EUA. Os Oficiais ficam dia e noite rondando o endereço. Só porque a mãe mora em SP abriram em SP a ação. É inacreditável! (15/09/08)

    A Abusando constatou na consulta publica do processo 2008.186466 que no dia 26/08/08 o juiz solicitou que cada integrante do CGI declara-se a profissão conforme art.282,II,CPC. Infelizmente a profissão de "embolsador da receita de internet" ainda não foi regulamentada pois ficaria mais fácil colocar todos na mesma profissão. A Abusando também constatou que os CPFs de cada um foram retirados (clique aqui) e compare com estes mesmos daqui. Devem estar escondendo algo muito grave a ponto de esconderem os RGs e CPFs nos processos judiciais. (26/09/08)

    A ação 2008.186466 (clique aqui) está fadada ao insucesso daqui a 1 ano porque sequer incluíram os titulares dos sites interjuris e abusando; ainda defendem o CGI (que não pode entrar com ação porque segundo a Justiça Federal não existe juridicamente, clique aqui e aqui), defendem a Fapesp, mas não são da Fapesp, defendem a ONG NIC.br mas não incluíram a ONG NIC.br; e ainda usaram somente textos fulminados pela decadência, nos estritos termos do art.38 do CPP, “verbis”:

    “Art.38. Salvo disposição em contrário, o ofendido, ou seu representante legal, decairá no direito de queixa ou de representação, se não o exercer dentro do prazo de 6 (seis) meses, contado do dia em que vier a saber quem é o autor do crime, ou, no caso do artigo 29, do dia em que se esgotar o prazo para o oferecimento da denúncia”. (03/11/08)

    Mas desta vez foram um pouco mais inteligentes, (clique aqui) pois não incluíram a Ata Notarial do site para evitar que sejam novamente acusados de conivência das maracutaias do CGI.br conforme Ata Notarial. É a sétima ação do mega-grupo empresarial CGI.br e a terceira ação dos integrantes do CGI, as outras duas deu na trave (clique aqui). Vai levar 1 ano só para citar os integrantes no Paraná e como outro integrante da Abusando citado no processo mora nos EUA estão tentando colocar a mãe dele que mora em SP no lugar. O CGI.br de fato é muito podre e sujo. (03/11/08)

    Tudo isto tem um motivo simples: "calar a boca de alguns integrantes rebeldes do CGI.br" dizendo que a ação esta correndo e continuar embolsando R$ 8 milhões por mês ou R$ 320 mil por dia útil. Se a 7. ação (clique aqui) levar 10 anos melhor ainda! (03/11/08)

    O CGI.br mentiu ao Ministério Público Federal ao afirmar (na fl. 15 clique aqui ) que: ... conforme estabelecia a Resolução 01/98, revogada pela Resolução 02/2005, vigente a partir de 05 de dezembro de 2005”,. Oras, é impossível juridicamente um grupo de empresários do CGI.br publicar um texto em um jornal qualquer, chamar de resoluçao, e com isto informar ao Ministério Publico Federal que “revoga a resolução 01/98”. E mesmo que fosse publicado não teria valor legal porque o CGI.br sequer foi criado por lei (clique aqui) e os empresários do CGI.br nem pode assinar resolucões no D.O.U. Veja aqui outro caso semelhante (clique aqui). Deram a desculpa ao MPF que o CGI.br “ajuizou ação penal privada (queixa-crime) 2006.70.00.009663-9” que por sua vez concluiu que não passam de empresários (clique aqui) e ainda mencionam seis vezes ao MPF (clique aqui) a inexistente resolução 02/2005 mas o CGI.br esqueceu do principal que era responder ao MPF sobre o "fraude milionário em leilão de domínios e outras maracutaias da Fapesp". Mas porque a Fapesp não respondeu o ofício do MPF deixando para o obscuro CGI.br que segundo a Justiça Federal sequer tem personalidade juridica e não representa ninguem do governo? (clique aqui) (17/09/08)

    O CGI.br apresentou ao Ministério Público Federal a quitação de “quatro bolsas auxílio a um professor” como se fosse a arrecadação e destino de cerca de R$ 212.779.479,00 (clique aqui) extorquidos durante 10 anos pela Fapesp. Veja um deles (clique aqui) referente a quitação da fabulosa quantia de R$ 81.401.396,00. Os valores são públicos (clique aqui) mas esqueceram de incluir os valores envolvidos para o MPF não desconfiar. Também esqueceram de incluir que foi gasto com "desenvolvimento da Internet no Brasil" um total de cerca de R$ 130.678.581,00 em salário e viagens para os empresários do CGI.br. Também esqueceram de informar ao Ministério Público Federal que o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo TCE-SP tinha expulsado a atividade de registro de domínios em início de 2002, isto é 4 anos antes, de dentro da FAPESP, (clique aqui pg. 4/5) e que a Fapesp não podia mais extorquir os internautas. Para escapar do TCE-SP só saíram fisicamente da FAPESP mas os depósitos na Fapesp continuaram por mais 4 anos já que era tudo contabilizado como doação de anônimos e isento de imposto e até de Nota Fiscal. Na prática até parece que enganaram os proprietários de 1,45 milhões domínios durante 10 anos. (15/09/08)

    Muito estranho o Ato Normativo do Conselho Nacional de Justiça Resolução nº 45, de 17/12/2007 e que diz: "art. 4º da Resolução nº 002/2005 do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR - NIC.BR" (clique aqui). Entretanto a resolução 02/2005 NÃO EXISTE e o NIC.br é somente uma ONG de propriedade de integrantes do CGI.br que por sua vez segundo a Justiça também não existe (clique aqui), além do mais o registro de domínios pela ONG NIC.br não passa de uma mera delegação sem força de lei feita pelos empresários do CGI.br, semelhante ao da Fapesp (clique aqui). Suspeita-se que o CGI.br tenha mentido ao CNJ sobre a falsa resolução 02/2005 e que ainda é da ONG NIC.br que existe juridicamente em vez do CGI.br que sequer existe. Até os juízes estão usando a 02/2005 inexistente. (Veja dois casos aqui e aqui ou o governo do MT aqui, BA aqui, a Receita Federal aqui) Para tentar legalizar a falsa res. 02/2005 o CGI.br conseguiu publicar no D.O.U. a 01/2006 (clique aqui) que altera o inexistente 02/2005 publicado no jornal e que por sua vez no Art. 13º (clique aqui) cancela o 01/98 este sim publicado no D.O.U. É inacreditável !!! (28/08/08)

    A homologação da extensão ".jus.br" os empresários de bolso grande do CGI.br (clique aqui, aqui e aqui) também não conseguiram publicar no Diário Oficial da União, (clique aqui) portanto o CGI.br não poderia oferecer uma extensão irregular para o Conselho Nacional de Justiça usar. (26/09/08)

    Agora dá para entender de onde a ONG NIC.br conseguiu apresentar a "segurança nacional" para evitar que os seus computadores fossem periciados por ordem judicial, pela justiça, isto em final de 2007. A ONG NIC.br só pode ter apresentado a algum juiz a resolução CNJ nº 45 acima e junto o gerenciamento do ".jus.br" e que não desconfiou que a mencionada resolução 02/2005 não existe juridicamente e o NIC.br é somente uma ONG de propriedade dos empresários do CGI.br, liberando a "segurança nacional" na hora. (05/09/08).

    Integrante da Associação Abusando denuncia ao OAB "ação nefasta de advogados inescrupulosos pertencentes a quadrilha do CGI.br". Conheça na integra a denúncia clique aqui . Mas segundo a Abusando parece ser dificil ocorrer imparcialidade na decisão da OAB porque no Grupo de Tecnologia de Informação - GTInfo da OAB-PR está o adv. Omar Kaminski que também é membro do CGI.br (um grupo de empresários que conseguiram sumir com R$ 400 milhões em 13 anos apoiados em resoluções falsas ou sequer publicados no D.O.U.). - O adv. Dr. Omar por ser membro do CGI.br e participar ativamente na GTInfo OAB-PR, além de dono do site internetlegal.com.br com toda a certeza já deve ter informado o OAB, MPF, STF e outros órgãos das seguintes

    Suspeitas de falcatruas do CGI.br
    : (31/07/08)
    - apropriação indébita de R$ 400 milhões em 13 anos
    - vender dados cadastrais ao Google por R$ 50 milhões
    - emitir cerca de 200 mil Notas Fiscais falsas, repetidas cobrando o mesmo serviço e
    para enganar a Receita tiraram o nome do dominio da NF.
    - pagar cerca de R$ 300 mil a mais em ISS o que dá direito a lavar até R$ 6 milhões
    - emitir anualmente cerca de 1,3 milhões de NF frias baseados na resolução 02/05 inexistente
    - leilões irregulares de milhares de domínios genéricos (cada um com até 95 mil domínios)
    - induzir 1,4 milhões de internautas ao crime de sonegação fiscal ao cobrar R$ 250 milhões em boletos sem Nota Fiscal.
    - contabilizar R$ 250 milhões extorquido dos internautas como doação anônimo em nome de Harmut Richard Glaser.
    - arrecadar R$ 250 milhões sem emitir NF e sem pagar impostos.
    - exigir pagamento de R$ 500 mil para quem quiser ser agente de chaves públicas
    - cobrar pelo IP dos provedores para poder embolsar mais R$ 40 milhões limpo / ano, a partir de 2008 e sem publicar no D.O.U.
    - agraciar com centenas de domínios genéricos de alto valor para quem denuncia as maracutaias do NIC.br ao Ministério Público
    - decidir arbitrariamente quem tem direito a determinado domínio genérico por similaridade com o nome empresarial (centenas de empresas como Dor e Ervas Informatica Ltda. foram abertos para conseguir domínios como dor.com.br e ervas.com.br)
    - publicar resolução falsa no D.O.U., a resolução 01/2006 que altera uma resolução inexistente.
    - cancelar resolução 01/98 publicada no D.O.U. através de publicação em jornal comum.
    - publicar no D.O.U. resolução 01/2005 que permite embolsar a receita de internet R$ 80 milhões ano através da ONG NIC.br que conforme o estatuto Art. 6º é composto pelos próprios empresários integrantes do CGI.br contrariando o Art 9º do Decreto Nº 4.829, de 03/09/2003 que diz: "O CGI.br não ensejará qualquer espécie de remuneração" (clique aqui)
    - induzir internautas, advogados, juizes e desembargadores a utilizarem um documento frio a Resolução 2/2005 e que deveria regulamentar toda a internet Brasileira, mas não existe porque a publicação no D.O.U - Diário Oficial da União foi barrada em 2005

    Os Juízes deveriam usar a Resolução 01/98 mas como este não favorece os empresários do CGI.br, com uma simples publicação no jornal (clique aqui) trocaram na mesa dos Juizes e Desembargadores em centenas de processos judiciais a resolução 01/98 pelo falso 02/2005.
    (Veja dois casos aqui e aqui) (31/07/08)



    A EBDI – Empresa Brasileira de Domínios de São José dos Pinhais ficou estarrecida ao constatar o baixo nível da ONG particular NIC.br que de olho em R$ 2.281,43 relativo aos créditos cobrados da EBDI referente as custas dos advogados da Fapesp no processo 75/053.04. 001744-6 que tramita na 8ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, usou um artifício extremamente baixo: trocou no processo o beneficiário do crédito, a FAPESP para a ONG NIC.br. A ONG particular NIC.br, de propriedade dos empresários do CGI.br, conseguiu de alguma forma inexplicável lubridiar a Fapesp, verdadeira beneficiária dos créditos em um processo que corre na Fazenda Pública. Segundo a EBDI, devido a delapidação já efetuada durantes estes anos pela cobrança ilegal de uma pseudo-taxa pelo CGI.br e na falta de bens físicos, a mesma sentiu-se obrigada a oferecer os dominios, seus bens virtuais: monopoliodedominios.com.br, cgiembolsa350milhoes.com.br e notoriorussobarbudo.com.br. (28/08/08)

    No processo 583.00.2006.225286 Fórum João Mendes SP, aconteceu algo incrível.
    Saiu em 03/07/08 (fl. 768) um oficio para desativar a hospedagem do site www.interjuris.com.br mas o titular somente tomou conhecimento do processo judicial, isto é foi citado, 53 dias após e ainda com multa de 50 mil ao dia se não desativar o site, já desativado pela mesma justiça! Não dá para entender como a advogada Dra. Kelli Priscila Angelini OAB 193.817 e Dr. Francisco de Assis Alves OAB 24.545 conseguiram um feito tão inédito destes no Brasil contrariando até a Constituição Federal que diz que primeiro deve ser citado, depois apresentado defesa e depois desativado. Ambos devem ter colado na prova do OAB porque conseguiram inverter isto (02/09/08)

    Empresários do CGI.br isentaram durante 10 anos a Fapesp
    da emissão de Nota Fiscal sobre cerca de 3.470.678 boletos (clique aqui) e como tudo foi contabilizado como doação de anônimos para Harmut Richard Glaser (veja aqui e aqui), não precisaram pagar impostos sobre cerca de R$ 250 milhões e o dinheiro sumiu.... Segundo o Assessor do Presidente da Fapesp o Sr. Demi Getschko, tudo foi feito de forma que não consta-se uma única palavra na contablidade da Fapesp sobre "receita da atividade de registro de dominios". Imagine alguem colocar o correto que seria "receita advinda da extorsão dos proprietários de 1,2 milhões domínios"? (05/08/08)

    A Justiça Federal define o CGI.br como somente : "um grupo de pessoas - representativas do Estado, da sociedade e da comunidade específica - que têm um interesse comum: o uso e o desenvolvimento da Internet no Brasil." e não é orgão, entidade ou representa o governo e sequer tem personalidade jurídica. (clique aqui). Mas então como os empresarios do CGI.br conseguiram assinar a resolução 01/2005 e a 01/2006 no D.O.U.e ainda favorecendo os próprios bolsos desviando a receita de Internet para a ONG NIC.br deles? (31/07/08)

    O Sr. Alexandre de SP está com câncer em estágio quase terminal e necessita de cerca de R$ 3.500,00 por mês em remédios. Gastou muito dinheiro com taxas de domínios (chamadas de retribuições) para a Fapesp e para a ONG NIC.br de propriedade do CGI.br. Mas a doença fez com que gastasse também bastante dinheiro durante anos com remédios, e a cerca de 6 meses entrou com ação judicial contra a ONG NIC.br requerendo uma série de domínios parados há anos no CGI.br. Apesar do CGI.br prometer liberar em varias ocasiões os domínios a advogada Dra. Kelly OAB-SP 193.817, a pedido do Sr. Demi Getschko do CGI.br ficam enrolando metodicamente. O CGI ESTÁ ENROLANDO POIS SE O SR. ALEXANDRE MORRER POR FALTA DE REMEDIOS NÂO IRÃO PRECISAR DE ENTREGAR OS DOMÍNIOS. Apesar das várias promessas de liberações sempre aparecem com uma desculpa nova. Como podem ser tão sujos e podres assim? (06/10/08)

    Enquanto isto o Diretor Presidente da FAPESP – Dr. Ricardo Renzo Brentani , um especialista na área de câncer, está montado em cima de R$ 162 milhões de reais (que o Sr. Alexandre contribuiu com um parte) e que está apodrecendo a 3 anos na conta bancária da Fapesp. O dinheiro foi extorquido dos internautas durante 10 anos e representa cerca de 55%, os outros 45% sumiram. Sr. Brentani, por favor devolva o dinheiro extorquido pela Fapesp em vez de entregar para os empresários do CGI.br. Não adianta ter um diploma de médico na área de câncer e ao mesmo tempo deixar outros morrerem porque está retendo o dinheiro extorquido, inclusive a do Sr. Alexandre que precisa urgente do mesmo para a compra de remédios contra câncer. Ou jogue o seu diploma de médico no lixo pois parece que o dinheiro está falando mais alto. A Fapesp além de extorquir R$ 162 milhões, conseguiu abocanhar em 02/09/08 outros R$ 13,50 de conta bancária de uma empresa paranaense. (clique aqui) (06/10/08)

    Obs.: o Sr. Alexandre é o filho, (para evitar a divulgação do nome), mas nesta segunda será informado o numero do processo judicial na qual
    o CGI.br e a advogada da Fapesp a Dra. Kelly OAB-SP 193.817 estão fazendo as sujeiras, esperando o Pai do Sr. Alexandre morrer por falta de remédios só para não liberar os dominios que deveriam liberar por lei. A trapaceira da Dra. Kelly já foi denunciado ao OAB, mas o advogado Omar Kaminski além de ser do CGI.br ainda participa ativamente do GTinfo do OAB-PR. (06/10/08)


    A Dra. Kelli Priscila Angelini, OAB/SP 193.817, adv da Fapesp/CGI.br/NIC.br, informou a uma empresa hospedeira de sites nos EUA que uma "corte brasileira" ordenou o cancelamento da hospedagem "abusando e interjuris.com.br" (clique aqui). Usou o nome Kelli Angelini e ainda esqueceu do nr. OAB (ou a OAB cancelou de tanta falcatrua) em vez de usar Kelli Priscila Angelini o que é falsificação de informações nos EUA. Vai ser entrado com ação em New York contra ela por falsificação de nome. É possível que nunca mais consiga ir para EUA. É tudo muito estranho isto, a advogada deve ter coquinho na cabeça, bastava ela entrar na sala ao lado do escritório dela e ordenar a um funcionário da ONG NIC.br (todos os 25 com os salarios pagos pela mamãe Fapesp) para desativar o domínio bem brasileiro www.interjuris.com.br em vez de cancelar a hospedagem nos EUA. (27/07/08)

    Na realidade TODOS, advogados, professores, juizes, empresários ou até mesmo pessoas físicas, que desejam registrar um domínio ".br" são terminantemente enganados ANTES de efetuar o registro de um dominio, porque são obrigados a "concordar" com os termos de um contrato leonino (clique aqui) que diz em seu item IV. "O REGISTRO seguirá sempre as normas emanadas pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, especialmente a Resolução CG nº 002/05 e seu Anexo I." Ocorre que a resolução 02/05 jamais existiu juridicamente. Isto porque sequer foi publicado no D.O.U. Mas na realidade o Registro.br que é a ONG NIC.br diz no Estatuto do NIC Art. 6º (clique aqui) que é composto pelos mesmos empresários do proprio CGI.br. No estatuto NIC Art. 4º § 1º (clique aqui) diz que só seguem ordens deles mesmo, desculpe, do CGI.br que são eles mesmos. Resultado: Um montante de 400 milhões sumiram em 13 anos. Mas o CGI.br é mestre em falsificar resoluções no D.O.U. A resolução 01/2006 (clique aqui) altera a resoluçao 02/2005 que não existe pelo menos de direito e de fato.(29/07/08)

    A Associação Abusando recomenda aos integrantes da ONG NIC.br de propriedade do CGI(.br que são os mesmos (clique aqui), RG e CPF (clique aqui, aqui e alguns aqui) a manterem o hábeas corpus em baixo do braço, a polícia esta de olho... Ainda mais que não conseguem explicar aonde foi parar os R$ 400 milhões em 13 anos de embolsamento e sequer compareceram na policia (clique aqui). (19/09/08)

    A ONG particular NIC.br emite atualmente 1,3 milhões de Notas Fiscais frias por ano (clique aqui), todos com base em uma suposta resolução 02/2005 (que é fria ! - Não foi publicada no Diário Oficial da União - D.O.U). Entretanto, o pagamento dos proprietários de aproximadamente quase 1,3 milhões de domínios x R$ 30,00/ano, isto sim é tão quente que some rápidinho nos bolsos do conselheiros do CGI.br que segundo a justiça, "é um órgão que não existe e sequer representa alguem do governo" (clique aqui), mas mesmo assim conseguem delegar a si mesmo (através da ONG NIC.br) toda a receita de internet (resolução 01/2005) (29/07/08)

    "O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo denunciou nesta segunda (21) a ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Denise Abreu, pelo crime de uso de documento falso. Segundo nota do MPF, como diretora da agência, ela apresentou à Justiça a norma IS-RBHA 121-189 como vália, sendo que a mesma nunca foi posta em prática oficialmente. Se a ação penal for aberta, a pena pelo crime é de dois a seis anos de prisão. ... "Se a norma não existe, ela é falsa e, portanto, não tinha validade e, muito menos, poderia ter sido utilizada em um processo judicial", afirma a procuradora, segundo nota do MPF." (clique aqui) . Enquanto isto na aviação da Internet "Até desembargadores norteiam suas conclusões nas normas particulares dos empresários do Comitê Gestor Internet do Brasil, só porque chamam de Resolução 002/2005 (clique aqui e aqui) e que NUNCA foi publicado no Diário Oficial da União, portanto não existe juridicamente". Dizem que foi publicado. mas somente em jornais....., e que ainda cancela a resolução 01/98 este realmente publicada no D.O.U. Graças a esta mentirinha os empresários do CGI.br embolsaram outros R$ 150 milhões em 2 anos, totalizando R$ 400 milhões em 13 anos. Tudo isto mesmo que a justiça tenha concluido a 2 anos que os empresários do CGI.br não representam ninguém do governo (clique aqui). (22/07/08)

    Existem 9.726 domínios ".adv.br" mas será que estes quase 10 mil advogados e escritórios que pagam alegremente retribuições de R$ 30.00 cada ano sabiam que os R$ 300 mil / ano foram durante 10 longos anos contabilizados como doação de anônimo em nome de Harmut Richard Glaser? (clique aqui) e o que é pior, as 1,3 milhões de Nota Fiscais emitidas anualmente, por força da NÃO publicação da resolução 02/2005 não tem valor algum, é tudo falso. (22/07/08)

    "Café com Parlamentares,
    10/07/2008 - a partir das 09:00hs em Brasília, com a participação de Deputados, Senadores e membros do CGI.br para trocar idéias e traçar planos em relação às atividades que afetam a Internet no país". (clique aqui) Parece que os Senadores e Deputados sequer desconfiam que o CGI.br conseguiu sumir com R$ 400 milhões em 13 anos de internet, que a Justiça concluiu que o CGI.br não representa ninguém do governo, nem é órgão governamental, que a resolução 01/2006 publicada no D.O.U. é falsa porque altera algo que sequer existe, que a resolução 02/2005 que deveria regulamentar toda a internet no Brasil, inlcusive a cobrança, nunca foi publicada no D.O.U (não passa de regras internas dos empresários do CGI.br) Um caso típico de “inclusão digital pessoal do CGI.br” é o estado do Rio que queria míseros R$ 10,8 milhões para aplicar no projeto Infovia.RJ mas o CGI.br negou porque já tinha sumido com os 90 milhões na época, em início de 2003 (clique aqui). TODOS os Senadores e Deputados Federais foram informados diversas vezes por e-mail sobre as "possíveis" maracutaias do CGI.br e portanto não podem alegar desconhecimento, a não ser que haja uma possível conivência. (05/08/08)

    O TSE
    trata o CGI.br como se fosse um orgão (clique aqui pag. 8) apesar da justiça ter concluido que o CGI.br não é orgão, que sequer existe juridicamente e que os empresários do CGI.br não representam ninguém do governo. (clique aqui), por outro lado o CGI.br alega que deve a sua existência jurídica graças a um comunicado do STF "reconhecendo, assim a representação legal desta entidade" (detalhes deste estranho fato clique aqui) (07/07/08)

    "O Comitê Gestor da Internet do Brasil não foi criado por lei, mas pelo decreto nº 4829/03, com base no art. 84, VI, 'a', da CF, dispositivo este que não autoriza o Presidente da República a criar órgão mas tão somente dispor, mediante decreto, sobre a organização e funcionamento da administração federal. Também não poderia o órgão ser criado por Ministro de Estado, já que o art. 87, II, da CF a que alude a portaria nº 147/95 (fl. 16) confere ao Ministro de Estado apenas a atribuição de expedir instruções para a execução das leis, decretos e regulamentos" (clique aqui) (08/09/08)
    s
    O CGI.br não passa de um bando de farsantes
    ao afirmar que "tendo inclusive movido seus sítios Web para servidores no exterior, ao serem impedidos pela Justiça de mantê-los no Brasil". (clique aqui) porque os empresários do CGI.br simplesmente mentiram já que sequer conseguiram em 5 anos um simples oficio judicial para desativar o domínio bem brasileiro www.interjuris.com.br. (clique aqui), que está no ar desde 06/04/2003 ou sequer conseguiram um simples oficio judicial para a Associação Brasileira Abusando desativar o sitio que sempre esteve hospedado no exterior, assim como 90% das hospedagens brasileira estão no exterior causados pela política do CGI.br que somente se preocupou em embolsar R$ 400 milhões em 13 anos e sequer aplicou algo em internet no Brasil a nao ser no "personal internet embolsament". Tentaram enganar a Justiça ao entrar com a ação (clique aqui) contra um integrante da Abusando em nome da CGI.br, como se fosse órgão do governo, e conseguiram até algumas isenções de taxas judiciais por aparentarem serem do governo. Mas os empresários do CGI.br são muito tansos pois a justiça percebeu a manobra e veja a: (07/07/08)

    Conclusão da Justiça Federal sobre o CGI.br - Comitê Gestor Internet Brasil:
    - CGI.br náo é orgão ou entidade federal e não representa o ministério,
    - CGI.br não representa orgão federais da Administração direta,
    - CGI.br sequer tem personalidade jurídica .
    Veja: Recurso Criminal Nº 2007.70.95.004446-2/PR (clique aqui)

    São 1,3 milhões de boletos anuais x R$ 30,00 cada


    Só não dá para entender
    como os empresários do CGI.br conseguiram publicar a resolução 01/2005 no D.O.U favorecendo o próprio bolso deles através da ONG NIC.br. Ou pior ainda foi a Resolução 01/2006 que altera um texto escrito em um jornal (alguns empresários chamam de resolução 02/2005) e que, pasmem, o texto publicado em três jornais cancela a resolução 01/98, este sim publicado no D.O.U. (veja todos os detalhes abaixo). O CGI.br deve ter gasto uma parte dos R$ 400 milhões embolsados para conseguir um feito tão inédito no Brasil

    Resolução Nº 002/2005 (clique aqui)
    O documento é um resumo das regras atualmente adotadas pelo Registro.br para o registro de domínios no país, bem como as normas para a cobrança e pagamento das taxas.
    ...
    Art. 13º - Esta Resolução e seu Anexo I entram em vigor na data de suas publicações em 3 (três) jornais de grande circulação, revogando-se as disposições em contrário, em especial a Resolução Nº 001/98 e seus Anexos I e II.

    Comitê Gestor da Internet no Brasil

    Publicado nos jornais O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo e O Globo, no dia 05 de dezembro de 2005


    Graças ao texto supostamente publicado acima em alguns jornais, mas não no Diário Oficial da União, os proprietários de cerca de 1,3 milhões domínios pagam alegremente R$ 30,00 em retribuições por ano. Não podem usar a palavra taxas porque tem que ser aprovado pelo congresso. Até desembargadores norteiam suas conclusões nas normas particulares dos empresários do Comitê Gestor Internet do Brasil, só porque chamam de Resolução 002/2005 (clique aqui e aqui) (07/07/08)

    Na resolução 01/2005: Art. 2º - Ao NIC.br caberá efetuar o registro e o cancelamento de Nomes de Domínio de acordo com as regras estabelecidas na Resolução CGI.br Nº 002/2005, aprovada pelo CGI.br na reunião 21 de outubro de 2005.

    Afinal de contas: A resolução 02/2005 não existe, a reunião no dia 21/10/05 nunca ocorreu, também não houve licitação e a delegação para a ONG NIC.br foi feita por um grupo de empresários sem força de lei; mas como a ONG NIC.br extorque cerca de R$ 8 milhões mês dos internautas a briga para entrar na partilha através de representantes foi grande. (clique aqui). (07/07/08)

    A ONG NIC.Br apresenta as resoluções falsas do CGI.br (clique aqui) a milhões de internautas como se fosse uma imposição estabelecida pelo CGI. Mas na realidade são eles que formulam tudo o que está ai uma vez que CGI e NIC é a mesma coisa. São apenas siglas como Contabilidade e Faturamento (04/10/08)


     

    A ONG NIC.br composta pelos empresários “de colarinho branco e bolso grande” do CGI.br estão a quase dois anos assustando a mãe do presidente da Associação Abusando na Rua São João Batista, São Paulo SP. Apesar de nos três processos judiciais de SP (clique aqui) terem pleno conhecimento do endereço correto os "barbudos de óculos e meio careca" do CGI.br insistem, usando Oficiais da Justiça, a ficarem regularmente amedrontando uma pessoa idosa de 86 anos e inclusive ficam dias e dias a fio de tocaia na residência. O CGI.br deveria tomar vergonha na cara só porque já conseguiram a proeza de extorquir R$ 400 milhões dos internautas não lhes dá o direito de ficarem amedontrando velhinhas e ainda envolvem Oficiais de Justiça para uma atividade tão vil mesmo sabendo do endereço correto. (07/07/08)

    Incrível: a ONG NIC.br
    que segundo o seu CNPJ 05.506.560/0001-3 na Receita Federal "atua na defesa de direitos sociais, ligado à cultura e à arte" (clique aqui) alterou drasticamente seu cadastro na Receita Federal tirando a parte da atividade de ONG “ligada à cultura e à arte” deixando somente e ainda como atividade secundária de ONG ligada a “defesa de direitos sociais” (atividade ligado aos bolsos dos empresários do CGI.br). O CNPJ da ONG NIC.br ficou um pouco estranho porque a arte de embolsar R$ 400 milhões em 13 anos tem muito a ver com falta de cultura ao extorquir os proprietários de 1,3 milhões de domínios R$ 30 cada durante 13 anos na área de internet. O motivo disto era conseguir doações milionários tendo qualificação como OSCIP, áte o estatuto da ONG NIC.br no art 52 foi adaptado para se ocorrer uma possível perda de OSCIP seja doado a uma ONG amiga com OSCIP. (clique aqui). Devido as denúncias encaminhados para a Secretaria Nacional da Justiça nunca conseguiram OSCIP. (05/08/08)

    Os empresários integrantes do CGI.br
    (clique aqui), RG e CPF (clique aqui e aqui) que a justiça concluiu que não passa de um mero grupo (clique aqui); são os mesmos donos (clique aqui) da multimilionária ONG NIC.br. Veja todos os CNPJs (clique aqui) envolvidos na concorrida eleição do CGI.br que dá direito a participar da partilha dos R$ 8,2 milhões por mês da receita da ONG NIC.br (clique aqui) da qual os mesmos empresários integrantes do CGI.br também são donos segundo o estatuto NIC Art. 6º (clique aqui) mas por estranho que pareça só segue ordens do CGI.br (estatuto NIC Art. 4º § 1º clique aqui), portanto o CGI.br que não existe manda e decide os valores de internet no Brasil para ser embolsado pela ONG NIC.br de propriedade particular dos integrantes do CGI.br. A falsa resolução 01/2005 que permite um autoembolsamento de R$ 8 milhões por mês sequer foi assinado pelos empresários do CGI.br que não podem assinar resoluções (clique aqui) . A resolução 02/2005 que decide todas as regras de internet foi barrada a quase três anos. O prazo para a publicação era de seis meses a partir das supostas assinaturas. (25/05/08)

    A situação da eleição CGI.br 2007 foi tão angustiante que os Srs. Carlos A. Afonso, Gustavo Gindre, Marcelo Fernandes, Mário Luis Teza Conselheiros titulares do CGI.br representando as ONGs do terceiro setor e com medo de serem obrigados a abandonar a partilha de cerca de 8,2 milhões de reais por mês alegaram que "O prazo é muito curto. Estamos propondo reeleger os atuais representantes titulares ... para mais um mandato de três anos" (clique aqui e aqui e um bate boca grave clique aqui). No final o Notório Saber em Embolsamento na Internet o Sr. Demi Getschko acomodou todos através de criação do cargo de suplentes o que duplicou a quantidade de empresários no CGI.br. Na próxima eleição da partilha dos R$ 8,2 milhões mensais do CGI.br está previsto o cargo de suplente do suplente. (25/05/08)

    Os integrantes do CGI.br
    e da ONG NIC.br (são os mesmos) atestam em Ata Notarial assinada no 7. tabelião de Curitiba que a partir de 24/07/2007 às 12:43 tem pleno conhecimento das supostas maracutaias do CGI.br/NIC.br/Fapesp descritas neste site e portanto são coniventes por não denunciarem ao Ministério Público. Veja aqui quatro outros processos judiciais nas quais desde 2005 constam Atas Notariais dos sites www.interjuris.com.br e da abusando. Além disto os proprietários de 1,4 milhões de domínios que pagaram "retribuições" anuais de R$ 30,00 continuam a quase 3 anos aguardando que o bando e a Fapesp compareçam na 7ª Delegacia de Polícia de Lapa jurisdição da Fapesp. Inquérito 147206 - Processo 050060353642 para esclarecer o sumiço de R$ 250 milhões (clique aqui) (25/05/08)

    NIC.br promove 6. Mega leilao de domínios
    (Regras clique aqui e aqui). Antes de participar conheca as trapaças do CGI.br nas regras de similaridade. (clique aqui , aqui e aqui) (25/02/08)

    Ao que tudo indica neste 6. leilão
    (16/02/2008 a 02/03/2008) com cerca de 90 mil domínios e milhares de participantes, os empresários do CGI.br/NIC.br (são os mesmos, o que difere é que o segundo embolsa por ordem do primeiro cf. resolução 01/2005 (clique aqui)) está só aguardando a auditoria do leilão ir embora para poder repetir as mesmas maracutaias do leilão NIC.br que ocorreu no feriadão feriadão Corpus Christi 2007 (clique aqui) (14/03/08)

    A VeriSign
    que gerencia os dominios .com e .net nos EUA, informa que após mais de uma década irá aumentar em 7% o valor do registro de domínios (de U$ 6,00/ano para U$ 6,42/ano) para os mais de 500 "registrars" que cobram a mais de uma década (somado os impostos) entre 8 a 15 dólares por domínio / anual dependendo do serviço adicional desejado (como DNS , E-mails hospedagem, etc). Aqui no Brasil o CGI .br alega cobrar preços compátíveis aos internacionais, isto é, R$ 50 o registro (feito pelo próprio interessado hehehehe) e R$ 50 de anualidade, depois alterou para R$ 40 + R$ 40/ano e depois R$ 30/ano, enquanto lá nos EUA sempre foi U$ 6,00 e pior lograram o erário não pagando os impostos sobre R$ 212.779.479,00 (clique aqui) porque tiveram a fabulosa idéia de contabilizar durante uma década tudo como doção de anônimo no projeto do Sr. Harmut Richard Glasser (clique aqui), um obscuro professor de bolsos largos. A Fundação Fapesp tem estas regalias que nem partido politico tem e nunca houve na contabilidade da Fapesp a palavra "receita internet" ou "registro de domínios", só nos mais de 3,47 milhões de boletos bancários emitidos. Mas e o dinheiro aonde ficou? Pois é sumiu.... Se você souber aonde foram parar R$ 212.779.479,00 informe a 7. Delegacia de Lapa SP (processo 050060353642-0000. clique aqui) (08/04/08)

    A ONG Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br CNPJ 05.506.560/0001-36 conforme consulta na Receita Federal foi aberta em 06/01/2003 e o NIC.br atua nas atividades de defesa de direitos sociais, ligados à cultura e à arte (clique aqui), tudo sem fins lucrativos, o que quer dizer: nada pode sobrar, tudo tem que ser embolsado. Mas como conseguem emitir anualmente em média 1,4 milhões de Notas Fiscais de R$ 30,00 na área de internet? Destes cerca de 200 mil Notas são frias e ainda pagaram cerca de R$ 300 mil a mais em ISS o que dá direito a lavar R$ 6 milhões porque o imposto já está pago. (clique aqui) (12/03/08)

    A ganância do CGI.br não tem limites. Apesar do Art 9º do Decreto Nº 4.829, de 03/09/2003 que cria o CGI que diz: "O CGI.br não ensejará qualquer espécie de remuneração" (clique aqui) o megagrupo empresarial CGI.br formado por empresários e integrantes do governo, chega a extorquir R$ 59.400,00 de uma empresa que queira um grupo de IPs (clique aqui) e dos provedores pequenos R$ 1.530,00, sempre usando a ONG NIC.br de fachada, da qual todos do CGI.br são sócios conforme o Art. 6º do Estatuto da ONG clique aqui). Basta comparar estas duas listas: (clique aqui e aqui). A previsão de embolsamento do CGI.br para 2008 é de R$ 82 milhões totalizando cerca de R$ 450 milhões embolsados até final de 2008 (clique aqui). (04/03/08)

    FATO INÉDITO: após o Decreto Nº 4.829, de 03/09/2003
    que cria o grupo Comitê Gestor Internet CGI.br para criar normas, regras e condutas sobre internet, o mesmo efetuou dezenas e dezenas de reuniões mas entre o decreto e 02/2008 o CGI.br sequer conseguiu publicar no D.O.U. uma única regra, norma ou conduta sobre internet (deveria ser a resolução 02/05, mas foi barrado). Só conseguiram publicar a resolução 01/05 (clique aqui) que permite o autoembolsamento de toda a receita de internet (até 2007 deu cerca de R$ 370 milhões jogados numa lata de lixo clique aqui) tudo através da ONG particular NIC.br de propriedade do CGI.br (são os mesmos conforme o Art. 6º do estatuto NIC clique aqui). Na realidade NÃO podem assinar resoluções no D.O.U. por serem da inciativa privada e o que saiu (01/05) foi assinado por um empregado do Ministério de Ciência e Tecnologia e os integrantes do CGI sequer conhecem a resolução 01/05 porque não o assinaram. Ainda bem que os proprietários de 1,4 milhões de domínios adoram pagar taxas de R$ 30,00 por ano por domínio que cai direto no bolso do CGI.br a titulos de gastos conforme a resolução 01/05. (25/02/08)

    E-mail do empresário J.R.:
    "venho acompanhando o processo de liberação do domínio unic.com.br pois é de interesse de meu próprio escritório de contabilidade de mesmo nome . Este domínio estava reservado para o processo de transição para o domínio EDU. Sem mais nem menos, em fins de janeiro/2008, antes mesmo de começar o processo de liberação em andamento agora em fevereiro, o NIC-BR liberou o registro para a escola que já possui o unic.edu.br, unic.br, iuni.com.br, e iuni.org.br" .J.R. reclama que "a liberação deveria ser feito dentro das regras públicas estabelecidas pelo próprio Comitê Gestor, ou seja, DURANTE O PROCESSO DE LIBERAÇÃO, E NÃO ÀS ESCURAS". E como pode o CGI.br transgredir suas próprias regras: "Não é permitido registrar o mesmo nome em extensões diferentes" que foi criado em 12/08/2000? (clique aqui). E porque o Carlos Vogt, na épcoa presidente da Fapesp, dono jurídico do registro.br até 04/12/05, pode ter uma revista eletrônica www.comciencia.br com final .br e nós pobres internautas so podemos ter ".com.br" ou ".org.br", mas nunca ".br"? E ainda registrar uniemp.br, uniemp.com.br e uniemp.org.br em 02/2003? (clique aqui) . A UNIEMP já é suspeita de lavagem de dinheiro (texto completo clique aqui) (26/02/08)

    Finalizando o empresário J.R indaga: "Aproveitando...o Sr. Luiz Carlos Potim....é poderoso lá no NIC não !!??"

    Integrantes do CGI.br descem de nível e caem na lama ao bater boca com a Abusando (clique aqui) . Mas não informam no bolso de quem (ou aonde) foi parar a metade de R$ 250 milhões e nada sobre a emissão de 200 mil Notas Fiscais frias e o pagamento a mais de R$ 300 mil em ISS que permite lavar R$ 6 milhões de reais. Também não comentam sobre a venda de dados cadastrais (sites registrados) ao Google por R$ 50 milhões e sobre as regras da nova partilha de R$ 82 milhões (receita da internet em 2008) nem um pio.. ficaram todos quietinhos. Em 12 anos o grupo conseguiu sumir com cerca de R$ 370 milhões... Suspeita-se que seja muito mais do que o dobro do que os hackers e crakers desviaram das contas bancárias brasileiras (20/02/08).

    CGI.br embolsa R$ 370 milhões em 12 anos.
    (clique aqui) Só para ano atual 2008 estão previstos embolsamentos de outros R$ 82 milhões, isto para um grupo de cerca de 40 pessoas, metade do governo, usando uma ONG NIC.br de fachada e apoiado por resoluções falsas ( res. 01/2005) sequer assinada pelos integrantes do CGI.br. Como o CGI.br consegue ainda cancelar a resolução 01/98 publicado no Diário Oficial da União com uma simples publicação no jornal (chamam de resolução 02/05) induzindo os internautas e advogados ao uso de resoluções falsas ou inexistentes em centenas de processos judiciais? (14/02/08)

    CGI.br libera cidades gaúchas "bage.com.br, gravatai.com.br, caxiasdosul.com.br" para um grupo paulista controlar. O grupo paulista já controla 84 cidades gaúchas. (detalhes clique aqui)

    O CGI.br declara publicamente que "Os domínios brasileiros são geridos pelo CGI.br como um patrimônio da comunidade e não uma mercadoria... " (clique aqui) mas o mesmo CGI.br usa como moeda domínios genéricos para calar a boca de quem denunci
    ou as maracutaias do CGI.br em 07/05/2007 às 13:37 ao Ministério Público, Polícia Federal, e outros órgãos. (clique aqui , aqui e aqui). Estes domínios, na realidade um bem público, deveriam estar no leilão, mas trapacear milhares de internautas parece ser algo normal para o CGI.br (20/02/08).

    NIC.BR trapaceia integrantes do Comitê Gestor Internet ao entrar com ação falsa na justiça por uso de endereço falso . A ação falsa é somente para agradar os integrantes do CGI.br no assunto dos 5 mil domínios em 200 endereços falsos. O processo judicial 583.00.2007.257452 do CGI.br para enganar os integrantes do Comitê Gestor Internet até parece aquele “dito” popular “ladrão que engana ladrão tem 100 anos de perdão”. Clique aqui e veja detalhes. (21/02/08)


    CGI.br de olho no lucro dos provedores, sequer publicaram no D.O.U. mas já estão embolsando R$ 4,2 milhões/mês adicionais. Começou estratégicamente em 1/2008 durante as ferias dos donos de provedores, quando voltarem algum funcionário já pagou aí já é tarde para contestar (clique aqui) (14/02/08)

    Algumas informações aqui contidas foram enviados por e-mail particular p/os seguintes amigos e conhecidos: 65 senadores, 500 deputados federais, 700 deputados estaduais, 300 vereadores, 130 agências de notícias, 1100 jornais, 430 jornalistas, blogs e sites, 400 rádios AM/FM, 120 revistas, 2.300 provedores e hospedagem de sites, 130 TVs, 450 de Fundações entre outros

    Comitê Gestor Internet Brasil conseguiu retroceder o "Brasil Internet" para a época de ditadura.
    na qual as regras e justiça eram feitas por leis pessoais (adaptado a largura da entrada dos bolsos) e a margem e longe da justiça comum. Supõe-se que os R$ 370 milhões que sumiram ao longo de 12 anos tenham sustentado o esquema todo. Clique aqui e conheça os truques do grupo. (21/02/08)

    Situação da receita da internet no Brasil (valores aproximados) arrecadados por integrantes do CGI.br, contrariando o Art 9º do Decreto Nº 4.829, de 03/09/2003 que cria o CGI e que diz: "O CGI.br não ensejará qualquer espécie de remuneração" (clique aqui). Na realidade deveria ter sido aplicado na "inclusão digital nos estados" conforme declaração do CGI (clique aqui), mas parece que a "inclusão digital pessoal do CGI.br" acabou prevalecendo. (31/01/08).


    1995-2005 R$ 250 milhões Status: sumiu a metade
        7. Delegacia de Lapa SP (processo 050060353642. clique aqui)
    julho/2005 R$ 50 milhões Status: embolsado CGI.br
        venda de dados cadastrais (endereços de sites) ao Google (aqui)
    2006 R$ 30 milhões Status: embolsado CGI.br
        1,1 milhões de domínios x R$ 30,00
    2007 R$ 40 milhões Status: embolsado CGI.br
        1,3 milhões de domínios x R$ 30,00
    2008 R$ 82 milhões Previsão: a ser embolsado pelo CGI.br
        1,5 milhões de dom. x R$ 30,00 + cobrança IPs dos provedores

    O Estado do Rio tentou em 04/2003 reaver R$ 10,8 milhões que seria usado no projeto Infovia.RJ. (clique aqui). Mas parece que a prioridade de embolsamento pelo CGI foi maior do que a inclusão digital no Rio. Suspeita-se que chegaram a aplicar milhões na ONG carioca RITS.org.br, mas foi para comprar o dono da ONG para ele calar com as denúncias contra o CGI.br (clique aqui). (25/01/08)

    Um ex-funcionário do NIC.br deixou escapar para a Abusando que o multi-milionário Notório Saber em Embosalmentos está de malas prontas com passagem só de ida, possivelmente para as parasidíacas ilhas Caimans. Provavelmente estará acompanhado de boa parte dos integrantes do CGI.br. Até final de 2008 serão R$ 450 milhões embolsados pelo grupo CGI.br e não precisam mais trabalhar pelo resto da vida. (14/02/08).

    A Abusando vem detectando que o mega-grupo empresarial CGI.Br vem encurtando em surdina o prazo de pagamento da "taxa de extorsão anual" que era de 180 dias em 30/07/1999 para 120 dias (um mês p/ o congelamento e 3 meses p/ a remoção). Mas recentemente encurtaram este prazo ainda mais: alguns para até 21 dias, entre o registro e remoção. Isto não computando que você está sendo cobrado adiantado, por 1 ano. Analogicamente, seria a mesma coisa que você fosse alugar uma casa (domínio) para abrigar sua moradia (site) e sendo imposto pelo locador (NIC.BR) o pagamento dos alugueis de 12 meses (taxa do nic) pela sua hospedagem. Só que neste caso com um agravante: ele não fornece para você o número da sua casa (DNS). Os prazos variam para domínios registrados no mesmo dia, se for usuário antigo é um pouco maior, mas se for usuários novos, por ser mais fácil de enganar, os tempos são menores. Como sempre boa parte das atividades do CGI acontece em surdina e na calada da noite (a TV vive noticiando grupos assim). Como o CGI.Br pode ser tão safado? Veja um outro exemplo. A cobrança ilegal de IPs para arrancar dinheiro dos provedores, (clique aqui) que sequer foi publicada no D.O.U., na realidade acham que não precisa porque o importante deve ser o CGI.Br embolsar. Foi o que também aconteceu na falsa reunião do dia 21/10/2005 na qual o CGI decidiu pela transferência da Fapesp para o bolso deles (NIC.br) (clique aqui). A reunião sequer aconteceu e também não podem assinar por serem da iniciativa privada. Mas isto não impede da ONG particular NIC.Br de propriedade do CGI ficar embolsando cerca de R$ 8,2 milhões / mês (4 usual e 4,2 dos IPs dos provedores) e ainda usarem as falsas resoluções nos processos judiciais. Clique aqui e conheça o CGI.br. (19/02/08)

    Manipulação da mídia:
    CGI.br investe massiçamente em anúncios no site denunciar.org.br da ONG Safernet da Bahia. Elogiam-o veemente no CGI.br. Por sua vez a Safernet divulga o site denunciar.org em programas de TV como “Via Legal” incentivando milhares de brasileiros a cadastrarem suas denúncias no site que para dar credibilidade alega "parceria com o Ministério Público" (clique aqui). Fizemos um teste denunciando uma das centenas de maracutaias do CGI.br e o sistema ficou mudo! Estranho mas o site denunciar.org.br da Safernet só fala mal do Google, afinal de contas o CGI.br conseguiu arrancar R$ 50 milhões do Google com a venda de cadastros de domínios e porque a Safernet não irá também conseguir tirar alguns trocos? Se tiver alguma denúncia, faça-o diretamente no site do Ministério Público e nunca em site de atravessadores. (21/02/08)

    A Abusando obteve uma declaração bombástica de um integrante de uma empresa que possui mais de 4.000 domínios, Sr. Clayton, o qual garante que a empresa já pagou mais de R$ 1,3 milhões de reais em "retribuição de manutenção" desde 1.999. A maior parte deste dinheiro o CGI.br recusou-se a fornecer Nota Fiscal para não pagar impostos sobre a entrada deste dinheiro em caixa e a metade já sumiu! Em 2008 tudo piorou, mal o novos integrantes do CGI.br assumiram e já estão participando de maracutaias enganando mais de 1 milhao de internautas nos leilões de domínios ao transferir em 4/1/08 mais de 15 domínios de cidades retirados do Clayton por erro qualquer de endereço e transferidos diretamente sem passar pelo leilão para outra outra empresa também com endereço falso, mas desta vez com o apoio do CGI.br que mantém 200 empresas em salas inexistentes no endereço do Grupinho do Paraná e aonde também funciona a filial PR da Abusando. Como o CGI.br pode ser tão trapaceiro? 21/01/08