Lista dos membros do Comitê Gestor Internet Brasil.


Infelizmente a maioria desconhece que estão endossando a extorsão de 1,8 milhões de reais por mês dos quais 1 milhão / mês simplesmente some.

Veja no final o texto custo.com.br divulgado pelo jornal O Globo em 18/01/1999. Se tivessem escrito hoje os problemas e a falta de transparência seria exatamente os mesmos com exceção dos valores que mudaram de 4 milhões para 400 milhões de reais em 13 anos e a manipulação dos domínios por parte da Fapesp que não existiam na época.

"... Meira argumenta que o Brasil tem muitos problemas de infra-estrutura e qualquer verba destinada ao desenvolvimento da Internet não pode ficar parada..." isto foi em 18/01/1999 e em 09/2008 a situação é: R$ 162 milhoes apodrecendo na conta da Fapesp, outros R$ 130.678.581,00 (clique aqui) foram gastos com salarios e viagens para os integrantes do CGI.br e outros R$ 100 milhões sumiram....!

Será que o principal cargo do CGI.br é o NSEPB (Notório Saber em Encher o Próprio Bolso)?

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OAB de advogados da ONG NIC/Fapesp/CGI.br, para localização de processos.
Infelizmente quase todos correm em segredo absoluto de justiça.
Codinome que consta em mais de 1 mil processos: "Dominio Marca Virtual"

Dra. Kelli Priscila Angelini, brasileira, OAB-SP: 193.817
Dr. Francisco de Assis Alves, OAB-SP: 24.545
Dr. Frederico Augusto Lopes de Oliveira - OAB-PR: 32.776
Dra. Lívia Marcela Benício Ribeiro – OAB-PR: 43.138
Dra. Dione Mara Douto da Rosa – OAB-PR: 16.007
César Antonio Aguilar Rios – OAB-PR: 32.255
Ivan Szabelim de Souza - OAB-PR: 37.012
Atila Sauner Posse – OAB-PR: 35.249

CNPJ 05.506.560/0001-36 - ONG NIC.br - Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – que atua na "defesa de direitos sociais, ligado à cultura e à arte" (de embolsar). Veja o cadastro na Receita Federal (clique aqui)

CNPJ 43.828.151/0001-45 - Fundação de Amparo ao Estado de São Paulo. - Os processos estão nas varas públicas. Alguns poucos foram trocados a Fapesp pela ONG NIC e foram movidos para as Varas Cíveis, mas a maioria continuam nas Varas Federais com a ONG NIC.br atuando no lugar da Fapesp.

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Membros CGI.br 06/01/2005 - http://www.cg.org.br/sobre-cg/membros.htm

Ministério da Ciência e Tecnologia:
ARTHUR PEREIRA NUNES (coordenador), titular;
ANTENOR CESAR VANDERLEI CORRÊA, suplente;

Casa Civil da Presidência da República:
SÉRGIO AMADEU DA SILVEIRA, titular,
RENATO DA SILVEIRA MARTINI, suplente;

Ministério das Comunicações:
PLÍNIO DE AGUIAR JÚNIOR, titular;
ANTÔNIO BEZERRA DE ALBUQUERQUE NETO, suplente;

Ministério da Defesa:
ANTONIO CARLOS AYROSA ROSIÈRE, titular;
LUIZ ANTONIO DE SOUZA CORDEIRO, suplente;

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior:
MANUEL FERNANDO LOUSADA SOARES, titular;
ROGÉRIO ANTÔNIO SAMPAIO VIANNA, suplente;

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão:
ROGÉRIO SANTANNA DOS SANTOS, titular;
RODRIGO ORTIZ D'AVILA ASSUMPÇÃO, suplente;

Agência Nacional de Telecomunicações:
JOSÉ ALEXANDRE NOVAES BICALHO, titular;
MARCELO ANDRADE PIMENTA, suplente;

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico:
JOSÉ ROBERTO DRUGOWICH DE FELÍCIO, titular;
GERALDO SORTE, suplente;

Fórum Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência e Tecnologia:
DENISE APARECIDA CARVALHO, titular;
RAFAEL ESMERALDO LUCCHESI RAMACCIOTTI, suplente.

Representante de Notório Saber em Assuntos de Internet:
DEMI GETSCHKO

Representantes do setor empresarial:

a) segmento dos provedores de acesso e conteúdo da Internet:
ANTÔNIO ALBERTO TAVARES, titular;
ROQUE ABDO, suplente;

b) segmento dos provedores de infra-estrutura de telecomunicações:
CARLOS DE PAIVA LOPES, titular;
ALEXANDRE ANNENBERG NETTO, suplente;

c) segmento da indústria de bens de informática, de bens de telecomunicações e de software do setor empresarial:
HENRIQUE FAULHABER, titular;
JOSÉ CARLOS LOURENÇO RÊGO, suplente;

d) segmento do setor empresarial usuário:
CÁSSIO JORDÃO MOTTA VECCHIATTI, titular;
NIVALDO CLETO, suplente;

Representantes do terceiro setor:

a) titulares:
CARLOS ALBERTO AFONSO;
GUSTAVO GINDRE MONTEIRO SOARES;
MARCELO FERNANDES;
MÁRIO LUÍS TEZA;

b) suplentes:
RICARDO ANTÔNIO RUBENS PRADO SCHNEIDER;
ROBERTO FRANCISCO DE SOUZA;
EDGARD SPITZ PINEL;
THAIS RODRIGUES CORRAL;

Representantes da comunidade científica e tecnológica:

a) titulares:
LUCI PIRMEZ;
LUIS FERNANDO GOMES SOARES;
NELSON SIMÕES DA SILVA;

b) suplentes:
OMAR KAMINSKI

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Membros CGI.br em 17/02/2007 - http://www.cgi.br/sobre-cg/membros.htm

Ministério da Ciência e Tecnologia:
AUGUSTO CESAR GADELHA VIEIRA (coordenador), titular;
ANTENOR CESAR VANDERLEI CORRÊA, suplente;

Casa Civil da Presidência da República:
RENATO DA SILVEIRA MARTINI, titular,
EDGARD LEONARDO PICCINO, suplente;

Ministério das Comunicações:
MARCELO BECHARA DE SOUZA HOBAIKA, titular;
JADSON SANTANA DE SOUZA, suplente;

Ministério da Defesa:
MARCELO ANDRADE DE MELO HENRIQUES, titular;
EWALDO JOSÉ ROETTGER, suplente;

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior:
JAIRO KLEPACZ, titular;
MANUEL FERNANDO LOUSADA SOARES, suplente;

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão:
ROGÉRIO SANTANNA DOS SANTOS, titular;
RODRIGO ORTIZ D'AVILA ASSUMPÇÃO, suplente;

Agência Nacional de Telecomunicações:
PLÍNIO DE AGUIAR JUNIOR, titular;
JOSÉ ALEXANDRE NOVAES BICALHO, suplente;

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico:
JOSÉ ROBERTO DRUGOWICH DE FELÍCIO, titular;
GERALDO SORTE, suplente;

Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência e Tecnologia:
RAFAEL ESMERALDO LUCCHESI RAMACCIOTTI, titular;
EMERSON CASALI ALMEIDA, suplente.

Representante de Notório Saber em Assuntos de Internet:
DEMI GETSCHKO

Representantes do setor empresarial:

a) segmento dos provedores de acesso e conteúdo da Internet:
ANTÔNIO ALBERTO TAVARES, titular;
ROQUE ABDO, suplente;

b) segmento dos provedores de infra-estrutura de telecomunicações:
CARLOS DE PAIVA LOPES - in memorian, titular;
ALEXANDRE ANNENBERG NETTO, suplente;

c) segmento da indústria de bens de informática, de bens de telecomunicações e de software do setor empresarial:
HENRIQUE FAULHABER, titular;
JOSÉ CARLOS LOURENÇO RÊGO, suplente;

d) segmento do setor empresarial usuário:
CÁSSIO JORDÃO MOTTA VECCHIATTI, titular;
NIVALDO CLETO, suplente;

Representantes do terceiro setor:

a) titulares:
CARLOS ALBERTO AFONSO;
GUSTAVO GINDRE MONTEIRO SOARES;
MARCELO FERNANDES;
MÁRIO LUÍS TEZA;

b) suplentes:
RICARDO ANTÔNIO RUBENS PRADO SCHNEIDER;
ROBERTO FRANCISCO DE SOUZA;
EDGARD SPITZ PINEL;
THAIS RODRIGUES CORRAL;

Representantes da comunidade científica e tecnológica:

a) titulares:
LUCI PIRMEZ;
LUIZ FERNANDO GOMES SOARES;
NELSON SIMÕES DA SILVA;

b) suplentes:
OMAR KAMINSKI.

 

Membros do CGI.br em 30 de setembro de 2008


Ministério da Ciência e Tecnologia:
AUGUSTO CESAR GADELHA VIEIRA (coordenador), titular;
ANTENOR CESAR VANDERLEI CORRÊA, suplente;

Casa Civil da Presidência da República:
RENATO DA SILVEIRA MARTINI, titular,
EDGARD LEONARDO PICCINO, suplente;

Ministério das Comunicações:
MARCELO BECHARA DE SOUZA HOBAIKA, titular;
JEFERSON FUED NACIF, suplente;

Ministério da Defesa:
Vago, titular;
Vago, suplente;

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior:
Vago, titular;
MANUEL FERNANDO LOUSADA SOARES, suplente;

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão:
ROGÉRIO SANTANNA DOS SANTOS, titular;
RODRIGO ORTIZ D'AVILA ASSUMPÇÃO, suplente;

Agência Nacional de Telecomunicações:
PLÍNIO DE AGUIAR JUNIOR, titular;
Vago, suplente;

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico:
JOSÉ ROBERTO DRUGOWICH DE FELÍCIO, titular;
GERALDO SORTE, suplente;

Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência e Tecnologia:
ALEXANDRE AGUIAR CARDOSO, titular;
ALBERTO DUQUE PORTUGAL, suplente.

Representante de notório saber em assunto da Internet:
DEMI GETSCHKO

Representantes do setor empresarial:

a) provedores de acesso e conteúdo da Internet:
JAIME BARREIRO WAGNER, titular e
ANTONIO ALBERTO VALENTE TAVARES, suplente.

b) provedores de infra-estrutura de telecomunicações:
ALEXANDRE ANNENBERG NETTO, titular e
ERCIO ALBERTO ZILLI, suplente.

c) indústria de bens de informática, de bens de telecomunicações e de software:
HENRIQUE FAULHABER, titular e
JOSÉ CARLOS LOURENÇO REGO, suplente.

d) setor empresarial usuário:
NIVALDO CLETO, titular e
CASSIO JORDÃO MOTTA VECCHIATTI, suplente

Representantes do terceiro setor:
MARIO LUIS TEZA, titular;
CARLOS ALBERTO AFONSO, titular:
GUSTAVO GINDRE MONTEIRO SOARES, titular;
MARCELO FERNANDES COSTA, titular;

EVERTON DOS SANTOS RODRIGUES, suplente;
JAMES GÖRGEN, suplente;
ANA MARIA DRUMMOND CHICARINO, suplente; e
MARIA DO AMPARO ARAÚJO, suplente.

Representantes da comunidade científica e tecnológica:
NELSON SIMÕES DA SILVA, titular;
LISANDRO ZAMBENEDETTI GRANVILLE, titular;
FLÁVIO RECH WAGNER, titular;

OMAR KAMINSKI, suplente; e
TÚLIO LIMA VIANNA, suplente

 

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Custo.com.br

O Globo
Suzana Liskauskas
18.01.1999

A Internet brasileira fechou 1998 com cerca de 70 mil domínios registrados na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Com a cobrança das taxas de inscrição e manutenção (ambas no valor de R$ 50), já foram arrecadados cerca de R$ 4,4 milhões. Parte desse dinheiro - depositado numa conta da Fapesp, mas pertencente ao Comitê Gestor - está sendo usada para cobrir os custos da Fapesp com a manutenção do sistema de domínios. É uma quantia que está, hoje, em torno de R$ 1,4 milhão. De acordo com o professor Hartmut Richard Glaser, coordenador do sistema de registro do domínio ".br", os gastos anuais com a manutenção do sistema de registro (incluindo mão-de-obra, software e equipamentos) somam aproximadamente R$ 720 mil. Descontada a taxa de inadimplência, que está em 15%, sobram R$ 3 milhões para o comitê aplicar em projetos para o desenvolvimento da Internet em todo o país.

Em tempos de incertezas políticas e econômicas, surge uma preocupação com o destino desta verba. A sociedade internauta busca respostas para as seguintes questões: este dinheiro continuará sendo depositado numa conta da Fapesp? Como é que a verba vem sendo usada para estimular o crescimento da Internet no Brasil? O preço do registro de domínios continuará o mesmo em 1999?

Para responder a essas perguntas, o Informática etc. entrevistou o secretário-executivo do Comitê Gestor Internet/Brasil, Raphael Mandarino Júnior, que está muito preocupado com os rumos que o braço brasileiro da Internet vai tomar a partir deste ano.

Além da entrevista com Mandarino, o caderninho ouviu algumas pessoas que fazem parte da História da Internet Comercial Brasileira sobre as questões que inquietam boa parte da comunidade internauta tupiniquim. José Luiz Ribeiro Filho, coordenador Geral da Rede Nacional de Pesquisa (RNP); Silvio Meira, primeiro representante dos usuários no Comitê Gestor e atual presidente da Sociedade Brasileira de Computação; e Carlos Alberto Afonso, primeiro representante do provedores de acesso no comitê, concordam que depositar o dinheiro numa conta da Fapesp era a forma mais rápida de garantir o começo da arrecadação das taxas referentes ao registro e à manutenção dos domínios ".br".

O coordenador da RNP explica que, se fosse aberta uma conta sob administração federal, talvez o processo de cobrança estivesse em trâmites até hoje. Ribeiro lembra que seria necessário votar uma lei federal.

LSilvio Meira, que participou do nascimento da Internet comercial no Brasil, concorda que há muitos comentários questionando a entrada do dinheiro na Fapesp. Ele conta que desde a sua entrada no comitê sempre sugeriu que fosse feita uma licitação pública para a escolha da instituição que administraria o sistema de domínios no país. Meira não tem dúvidas de que a Fapesp acabaria vencendo, porque foi a instituição pioneira nessa atividade no país, além de ter ativado o primeiro link internacional do Brasil para a conexão da comunidade acadêmica com a Internet no final da década de 80.

- A licitação seria uma forma de a Fapesp se proteger de burburinhos. O curioso é que quando a fundação financiava, a fundo perdido, a conexão da Internet brasileira, ninguém reclamava. Outra saída seria ter uma ou duas instituições de registro-espelho, como as empresas-espelho do setor de telecomunicações. Os valores das taxas de registro seriam os mesmos, pois são decididos pelo comitê, mas haveria uma concorrência de serviços - diz Silvio Meira.

Mas a preocupação do ex-representante dos usuários no comitê está relacionada à articulação política do grupo atualmente. Meira argumenta que o Brasil tem muitos problemas de infra-estrutura e qualquer verba destinada ao desenvolvimento da Internet não pode ficar parada.

- O comitê precisa fazer política, que é sinônimo de gastar dinheiro. Na prática, isso significa criar projetos e alocar recursos - afirma. - Fico preocupado porque um dos sustentáculos do comitê (o Ministério das Comunicações) passou a ser representado pela Anatel, que é potencialmente uma opositora do comitê; o outro, a Secretaria de Política de Informática e Automação do Ministério da Ciência e Tecnologia, foi extinto na última reforma ministerial.

Já Carlos Afonso lamenta que não haja informações nos sites da Fapesp e do comitê sobre a arrecadação do dinheiro e seu destino. Ele afirma que, inicialmente, o site do comitê apresentava vários projetos de serviços, o que não acontece mais. Outra reclamação de Afonso se refere ao número de grupos de trabalho, que, segundo ele, vem diminuindo.

- Precisamos ter informações sobre o que é feito com o dinheiro arrecadado - diz Afonso.

O ex-representante dos provedores de acesso também acha que o comitê deveria estimular mais a participação do Brasil em reuniões sobre o registro de domínios no mundo. Apesar de ter demorado, a presença do comitê em todos os fóruns internacionais sobre a Internet foi acertada na penúltima reunião do grupo no ano passado, que aconteceu em novembro.

fonte: http://www.oglobo.com.br/